sábado, 9 de maio de 2020

Borges, Jünger e Celine


Borges faz filosofia fora do padrão da seriedade acadêmica estabelecida pela normativa universitária, escreve supostamente literatura fantástica, usa figuras retóricas, inventa histórias, faz piadas, muda os relatos segundo a conveniência como Groucho Marx, ironiza, com tudo o que isso implica, chega a ser engraçado. Porém, ao mesmo tempo, não é um marginal nem na academia nem na sociedade. Aceito nos círculos mais conservadores e elitistas da sociedade aparece como um escritor popular, quase como Ernst Jünger. Ambos escrevem corroendo os fundamentos do lugar que habitam e mesmo assim....
A radicalidade da escrita de Borges e Jünger não se mostra como escandalosa, denunciadora ou indignada, aparece como publicável.
Ao contrário de Celine que com insultos, obscenidades e bastante ressentimento se apresenta como transgressor enquanto afirma o mais recalcitrante fascismo. Celine é o exemplo mais nítido de uma escrita escandalosa que não faz outra coisa que afirmar o poder real que se sustenta na certeza de uma realidade inquestionável. Sua literatura é tão pequena quanto seu problema (de inveja) pessoal com Sarte.

Playlist de vídeos de psicanálise e filosofia


daniel omar perez


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Budismo e modernidade no ocidente


Psicanálise on-line


segunda-feira 11 de maio às 19.30 leituras de Jorge Luis Borges

Na segunda-feira 11 de maio às 19.30 realizaremos algumas leituras de Jorge Luis Borges.

Poemas.

Ensaios.

Contos.

Filosofia on Face FILOSOFIA NA QUARENTENA




O copista


DISCIPLINA PÓS GRADUAÇÃO Fundamentos da Psicanálise


 HF 164 120 8 créditos. segundo semestre 2020

ANGUSTIA

Professor Daniel Omar Perez
Data e hora: terça-feira de 19 a 23 horas
IFCH – UNICAMP


Ementa: O objetivo desta disciplina é apresentar uma análise da noção de angustia em psicanálise. Para isso abordaremos os textos de Freud e Lacan. Inibição, sintoma e angustia e O Seminário 10 respectivamente. No primeiro caso se apresenta uma angustia sem objeto. No segundo caso se apresenta uma angustia que não é sem objeto. Isso possibilita a reformulação do conceito de objeto em psicanálise. Assim sendo, a abordagem do conceito de angustia nos permitirá não só entender um afeto fundamental do ser humano para a clínica psicanalítica senão também o estatuto do conceito de objeto da teoria e da prática psicanalítica.

Programa:

  1. Sentimentos, afetos e emoções, uma introdução
  2. A angustia em Freud
  3. A angustia em Lacan
  4. A teoria dos afetos em psicanálise
  5. A teoria dos objetos em psicanálise

Metodologia: aulas expositivas com debate e intervenção dos estudantes que assim o desejarem. As aulas de apoio serão realizadas a terça-feira durante o período da tarde com horário marcado.

Avaliação: trabalho final escrito entregue na última aula do semestre.

Disciplina Filosofia Geral ANGUSTIA, LUTO, MELANCOLIA, DESAMPARO


Professor Daniel Omar Perez
Data e hora: segunda-feira de 19 a 23 horas segundo semestre 2020
IFCH – UNICAMP

Ementa: O objetivo desta disciplina é apresentar uma análise do conceito de Angustia em Kierkergaard, Heidegger e Freud. Para isso tentaremos diferenciar de outros afetos e sentimentos como culpa, ressentimento, luto, melancolia, desespero e desamparo. Em cada um dos casos a angustia está associada ao pecado, ao nada e ao desejo. As diferentes formulações do afeto da angustia possibilitam diferentes formas de entender a existência humana e os modos de se relacionar consigo mesmo, com os outros, com as coisas e com o pensamento. A história da filosofia desde Aristóteles até a fenomenologia contemporânea vem abordando a experiência nomeada como de tristeza ou de sensação de vazio. Nosso trabalho aqui será recortado em algumas obras de três pensadores contemporâneos.

Programa:
1.      Sentimentos, emoções, afetos e sensações: uma introdução
2.      A angustia em Kierkegaard
2.1.Introdução aos conceitos fundamentais da filosofia de Kierkegaard
2.2.Considerações sobre o amor
2.3.O desespero humano
2.4. Angustia e pecado
2.5. Angustia como o que salva pela fé
3.      A angustia em Heidegger
3.1.Introdução aos conceitos fundamentais de Heidegger
3.2.Solidão
3.3.Angustia
4.      A angustia em Freud
4.1.Introdução aos conceitos fundamentais de Freud
4.2.Luto e melancolia
4.3.Inibição sintoma e angustia.
5.      Retomada dos conceitos  e reformulação dos significados da angustia


Metodologia: aulas expositivas com debate e intervenção dos estudantes que assim o desejarem.

Avaliação: trabalho final escrito entregue na última aula do semestre.

Bibliografia básica:

Costa Pereira, M.E. Pânico e desamparo. São Paulo: Escuta, 2008.
Darwin, Ch. A expressão das emoções nos homens e nos animais. São Paulo: Companhia das letras 2009.
Descartes, R. Obras Escolhidas. São Paulo Perspectiva, 2010.
Freud, S. Duelo y melancolia. Vol 11 Obra completa. Buenos Aires: Hyspamerica, 1988.
_______ Inibición, síntoma y angustia. Vol 16 Obra completa. Buenos Aires: Hyspamerica, 1988.
_______ Das Ich und das Es. Frankfurt am Main: Fischer Taschenbuch Verlag, 2009.
_______ Das grosse Sigmund Freud Lesebuch. Frankfurt am Main: Fischer Taschenbuch Verlag, 2009.
________ Neurose, Psicose, Perversão. Belo Horizonte: Editora Autêntica, 2016.
*Girard, R. & Serres, M. O trágico e a piedade. São Paulo: Realizações Editora, 2011.
*Han, Byung-Chul La agonia del Eros. Buenos Aires: Herder, 2014.
______________  La sociedad del cansancio. Buenos Aires: Herder, 2014.
*Harari, R O seminário A Angustia de Lacan. Uma introdução. Porto Alegre: Artes e ofícios, 1997.
Heidegger, M. Que es metafísica? Y otros ensayos. Buenos Aires: siglo veinte, 1983.
___________ Os conceitos fundamentais da metafísica. Mundo, Finitude, Solidão. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2003.
__________ Ser e Tempo. Trad. Fausto Castilho, edição bilíngue. Campinas: Editora Unicamp / Editora Vozes
Jarpers, K. A questão da culpa. São Paulo: Todavia, 2018.
Kierkegaard, S. Obras do amor. Petrópolis: Editora Vozes, 2013.
____________ O conceito de angustia. Petrópolis: Editora Vozes, 2017.
____________ O desespero humano. São Paulo: Editora Unesp, 2010.
____________ O conceito de ironia. Petrópolis: Vozes, 1991.
____________ Diario de un seductor. Colombia: Ediciones Nuevo Siglo, 1994.
Lacan, J. O Seminário A angustia, libro 10. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2005.
Lacoue-Labarthe, P & Nancy, J-L El pánico político. Adrogué: Ediciones La Cabra, 2014.
Texto tipografado em frãnces http://staferla.free.fr/S10/S10.htm
Miller & all. Versiones de la Angustia. Buenos Aires: Grama, 2008.
Novaes, A. (org) Os sentidos da paixão. São Paulo: Companhia das letras, 2009.
Paschoal, A. E. Nietzsche e o ressentimento. São Paulo: Humanitas, 2014.
Perez, D. O. O Inconsciente. Onde mora o desejo. Rio de Janeiro. Record, 2012.
__________ Sentimentos em conflito. Campinas: PHI, 2019.
*Ramos, G. Angustia e sociedade na obra de Sigmund Freud. Campinas: Editora Unicamp, 2003.
Safatle, V. O circuito dos afetos. São Paulo: Cosac Naify, 2015.
*Safouan, M. Angustia-Sintoma-Inibição. Campinas: Papirus, 1989.
*Soller, C. Los afectos lacanianos. Buenos Aires LetraViva, 2016
________ O que faz laço? São Paulo: Escuta, 2011.
Spinoza Ética. Edição bilíngue. Belo Horizonte: Autêntica, 2010
*Starobinski, J. A tinta da melancolia. São Paulo: Companhia das letras, 2016.
Tomás de Aquino As paixões da alma. São Paulo : Edipro, 2015
______________ A sensualidade. São Paulo : Edipro, 2015.


Outra bibliografia será fornecida de acordo com  a demanda e o andamento do curso.


Disciplina pós primeiro semestre de 2020


Ano/semestre              sigla                nome
2020/1                        HF722            Tópicos Esp. de História da Filosofia Moderna II

Horário da aula: segunda-feira de 14.00 horas a 18.00 horas


Horário de atenção aos alunos: com hora marcada na terça-feira de 8.00 a 12.00 horas
8 créditos
Aceita alunos especiais

Ementa
A filosofia prática de Kant apresenta os elementos de uma experiência moral (em sentido amplo) onde o sujeito humano da liberdade coloca em relação conceitos e princípios de razão com sentimentos e afetos da sensibilidade. Assim, na ética encontramos a lei moral em relação com um sentimento moral; no direito as proposições jurídicas em relação com um poder coercitivo do Estado; na história suas proposições em relação com um afeto de entusiasmo individual e coletivo. Em cada caso (experiências éticas, jurídicas e da história) encontramos um sujeito (individual ou coletivo) articulando um discurso com uma sensibilidade. O objetivo desta disciplina consiste em apresentar os elementos destas experiências práticas e o sujeito das mesmas a partir da leitura dos textos de Kant em debate com interlocutores da sua época e também com filósofos contemporâneos como Hutcheson, Hobbes, Rousseau, Freud, Lacan, Heidegger, Apel, Levinas, Foucault e Derrida. Também debatemos com pesquisadores de estudos kantianos, como Guido de Almeida, Ricardo Terra, Zeljko Loparic, Robert Louden, Robert Hanna, entre outros.

Programa
Primeira parte
A ÉTICA: os sentimentos e os princípios (aulas dadas presencialmente antes da quarentena)
A ética e os sentimentos
A origem mítica da lei de Freud e Hobbes e as condições de possibilidade da moral em Kant: gênese ou estrutura.
O sexo e a lei em Kant e a ética do desejo em Lacan
A questão do sujeito da ética entre Foucault e Kant
Ética formal e antropologia pragmática

Segunda parte
A HISTÓRIA: o sentido, o entusiasmo e o sujeito (aulas on-line)
Os significados da história em Kant
Dois modelos semânticos para uma teoria da história.
Rousseau, Kant e a hipótese da história
Terceira parte
O DIREITO: a relação legal com o outro (aulas on-line)
A hospitalidade de Kant em debate com Derrida e Levinas.
Justiça e direito: Kant, Derrida e Levinas
A responsabilidade não recíproca e desigual. Uma interpretação kantiana
Quarta parte
A POLÍTICA: um conflito (aulas on-line)
Religião, política e medicina em Kant: O conflito das proposições
O cínico e a política
Quinta parte (aulas on-line)
ANTROPOLOGIA: a natureza humana
A antropologia pragmática como parte da razão prática
O significado do conceito de natureza humana
A loucura como questão semântica: uma interpretação kantiana
O debate com a história natural
Final (aula presencial)
Juízo e natureza humana

Disciplina de graduação do curso de filosofia da Unicamp, primeiro semestre de 2020


Tópicos Especiais de Filosofia Geral: Filosofia e Literatura. A filosofia na obra de Jorge Luis Borges. Entre o pensamento e a ficção.

Data: segunda-feira 19.00 horas

Professor: Daniel Omar Perez

Ementa: Os escritos de Borges denotam invariavelmente uma relação íntima com os problemas da filosofia. As leituras de Swedenborg, Hume, Miguel de Unamuno, Schopenhauer, Angelus Silesius ou Heráclito, (só para citar alguns clássicos) intervém em cada reflexão. Mas não diríamos nada se apenas afirmássemos uma espécie de vocação especulativa ou o simples jogo de uma curiosidade literária. Há uma preocupação que exige determinadas tomadas de posição. Os escritos dos comentadores sobre este aspecto abrangem quase tudo o leque de filiações possíveis. Jaime Rest decide que Borges pertence ao nominalismo da filosofia analítica anglo-saxoã[1], Ana Maria Barrenechea sugere o panteísmo niilista[2] para explicar o pensamento de Borges, já o crítico Jaime Alazraki pensa que o spinozismo expressa bem a reflexão do nosso escritor[3], entretanto, Juan Nuño postula o platonismo para explicar o nosso interrogante[4]. A lista de variedades poderia continuar mostrando múltiplas leituras e recortes do texto borgeseano. O próprio Borges também tinha várias versões da sua relação com a filosofia. Geralmente se apresentava nas entrevistas como um cético. Em um diálogo com Maria Esther Vazquez, em 1973, Borges fez a seguinte declaração:  “Yo no tengo ninguna teoría del mundo. En general, como yo he usado los diversos sistemas metafísicos y teológicos para fines literarios los lectores han creído que yo profesaba esos sistemas, cuando realmente lo único que he hecho ha sido aprovecharlos para esos fines, nada más. Además, si yo tuviera que definirme, me definiría como un agnóstico, es decir, una persona que no cree que el conocimiento sea posible”[5]. Esse é o tom da escrita que utilizou, por exemplo, na Historia de la Eternidad (1936) onde o tratamento dos argumentos chega a passar da ironia ao humor. Não podemos esquecer aqui a análise feita sobre as teorias nietzscheanas do eterno retorno em La doctrina de los ciclos. Nesse escrito Borges procura contrapor a segunda lei da termodinâmica à doutrina nietzscheana do retorno do mesmo mostrando a fraqueza dos argumentos do filósofo pelo absurdo. Por outro lado, nas Notas do livro Discusión (1932) está escrito: “Yo he compilado alguna vez una antología de la literatura fantástica. Admito que esa obra es de las poquísimas que un segundo Noe debería salvar de un segundo diluvio, pero delato la culpable omisión de los insospechados y mayores maestros del género: Parménides, Platón, Juan Escoto de Erígena, Alberto Magno, Spinoza, Leibniz, Kant, Francis Bradley. En efecto, que son los prodigios de Wells o de Edgar Allan Poe –una flor que nos llega del porvenir, un muerto sometido a la hipnosis- confrontados con la invención de Dios, con la teoría laboriosa de un ser que de algún modo es tres y que solitariamente perdura fuera del tiempo? Que es la piedra beozar ante la armonía preestablecida, quien es el unicornio ante la Trinidad, quien es Lucio Apuleyo ante los multiplicadores de Budas del Gran Vehículo, que son todas las noches de Shahrazad junto a un argumento de Berkeley?”[6] Esta declaração parece ir ao encontro de outro escrito borgeseano de Ficciones (1944) onde Borges diz que em Tlön, Uqbar, Orbis Tertius a metafísica é um tipo de literatura fantástica[7], como também de alguns ensaios redigidos em El libro de arena (1975). Assim, o Borges dos escritos céticos passa ao Borges dos escritos de ficção. Mas ele (Borges) se definia fundamentalmente como um argentino perdido na metafísica[8]. Tal vez essa afirmação deva ser entendida como sugere Juan Jacinto Muñoz Rengel que disse que o extravio é a própria metafísica. A hipótese de uma metafísica como extravio, explorada por Borges, pode nos fazer pensar em um fio condutor na aparente multiplicidade de versões da relação Borges/filosofia. Assim como Kant utilizou a metáfora do mar sem orla para se referir à metafísica que, segundo ele, formulava problemas sem sentido, podemos pensar o caráter ficcional da metafísica que de acordo com Borges propicia as condições de seu extravio. Assim, Borges se extravia na multiplicidade de relatos de uma metafísica como gênero da literatura fantástica.

Programa:
  1. Uma introdução à possibilidade de ler filosofia na literatura de Jorge Luis Borges. (aula presencial antes da quarentena)
1.1.Elementos autobiográficos
1.2.A identidade de um escritor e o gênero literário
1.3.A filosofia, seu objeto e seu método?
  1. Ontologia e ficção em J.L.B. (aulas on-line)
2.1.O ser e a permanência
2.2.O tempo e a eternidade
2.3.A realidade como ironia
  1. Lógica e retórica em J.L.B. (aulas on-line)
3.1.A identidade e a diferença
3.2.Os fundamentos retóricos da realidade: a metáfora
  1. Ciência e literatura em J.L.B. (aulas on-line)
4.1.O estatuto da verdade e da verossimilhança
  1. Judaismo, cristianismo e oriente em J.L.B. (aulas on-line)
5.1.A cabala e o Golem
5.2.A biblioteca e o livro de Deus
5.3.As muralhas, as dinastias e os livros
  1. Ética e destino em J.L.B. (aulas on-line)
6.1.A milonga como ética
6.2.O valor ético do traidor
  1. Retomada dos conteúdos (aulas presenciais)


Modalidade: aulas expositivas com debate sobre os textos e os temas.
Avaliação: um trabalho escrito apresentado no final do semestre.
Aulas de consulta: terça-feira de 14.00 a 18.00 na sala B 45 com horário marcado.
Bibliografia:
ALAZRAKI, J. La prosa narrativa de Jorge Luis Borges. Madrid: Gredos, 1968.
ARANA, J. La eternidad de lo efímero. Madrid: Biblioteca Nueva, 2000.
BAREI, S. N. Borges y la crítica literaria. Madrid: Tauro Ediciones, 1999.
BARILI, A. Jorge Luis Borges y Alfonso Reyes: la cuestión de la identidad del escritor latinoamericano. México: FCE, 2000.
BARRENECHEA, A. Mª. La expresión de la irrealidad en la obra de Borges. BsAs: Paidós, 1967.
BAUCHWITZ, O. F. Eu, tu e Borges. Natal: Editora universitária Natal, 2003.
BIOY CASARES, A. Descanso de caminhantes. Diarios íntimos. Buenos Aires: Sudamericana, 2001.
BORGES,J.L. Obras Completas. Vol. I-V. BsAs: Emece Editores, 2000.
BORGES,J.L. Ensaio autogiográfico. São Paulo: Companhia das Letras, 2018.
BORGES,J.L. El aprendizaje del escritor. Buenos Aires: Sudamericana, 2014.
BORGES,J.L. Curso de literatura inglesa. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
BORGES,J.L. & FERRARI, O. Reencuentro. Vol. I e II Buenos Aires: Editorial Sudamericana, 1986.
BORGES,J.L. & FERRARI, O. Sobre a filosofia e outros diálogos. São Paulo: Hedra, 2009.
BULACIO, C. (ORG.) De labirintos e outros Borges. Buenos Aires: Victoria Ocampo Ed. 2004.
COSTA, R. DA El humor em Borges. Madrid: Cátedra, 1999.
CUETO, S & GIORDANO, A. Borges y Bioy Casares ensayistas. Rosario: Ediciones Paradoxa, 1988.
HEIDEGGER,M. O conceito de tempo. In Cadernos de Tradução 2 -USP, 1997.
MONEGAL, E. Borges: uma poética da leitura. São Paulo: Perspectiva, 1980.
NASCIMENTO, L.  Borges e outros Rabinos. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2009.
NUÑO, J. La filosofía de Borges. México, FCE, 1986.
PAGLIAI, L ET. AL. Borges y la ciencia. Buenos Aires: Eudeba, 2004.
REST,J.   El laberinto del universo. Borges y el pensamiento nominalista. Bs As: Librería Fausto, 1976.
ROJO, A. Borges e a mecânica quântica. Campinas: Editora da Unicamp, 2014.
ROSA, N. El arte del olvido y tres ensayos sobre mujeres. Rosario: Beatriz Viterbo Editora, 2004.
_________ La letra argentina. Buenos aires: Santiago Arcos Editor, 2003.
SARLO, B. Borges, un escritor en las orillas. Buenos Aires: Ariel, 1998.
TORO, A. de & TORO, F. de El siglo de Borges.  Vol. I. Madrid: Iberoamericana , 1999.
_________________________ Jorge Luis Borges. Pensamiento y saber en el siglo XX. Madrid: Iberoamericana , 1999.
TORO, A. de & REGAZZONI, S. El siglo de Borges.  Vol. II. Madrid: Iberoamericana , 1999.
VÁZQUEZ, Mª. E. Borges. Imágenes, memorias, diálogos. Caracas: Monte Ávila, 1977.



[1] REST,J., El laberinto del universo. Borges y el pensamiento nominalista, Buenos Aires, Librería Fausto, 1976
[2] BARRENECHEA, A. Mª., La expresión de la irrealidad en la obra de Borges, Buenos Aires, Paidós, 1967.
[3] ALAZRAKI, J., La prosa narrativa de Jorge Luis Borges, Madrid, Gredos, 1968.
[4] NUÑO, J., La filosofía de Borges, México, FCE, 1986.
[5] VÁZQUEZ, Mª. E., Borges. Imágenes, memorias, diálogos, Caracas, Monte Ávila, 1977.
[6] BORGES,J.L. Obras Completas. Vol. I, p. 280-1. BsAs: Emece Editores, 2000.
[7] BORGES,J.L. Obras Completas. Vol. I, p. 437. BsAs: Emece Editores, 2000.
[8] BORGES,J.L. Obras Completas. Vol. II, p. 135. BsAs: Emece Editores, 2000.

Alucinações nas máquinas de razoabilidade de IA

Um LLM (Large Language Model) é um modelo de linguagem treinado com enormes volumes de texto, capaz de aprender padrões e prever a próxima p...