sábado, 11 de julho de 2026

Esquema ótico de Lacan

INTRODUÇÃO A FREUD: ENTRE A ARTE E A CLÍNICA.

INTRODUÇÃO A FREUD: ENTRE A ARTE E A CLÍNICA. O objetivo fundamental do curso é oferecer uma introdução a obra de Sigmund Freud, articulado ao campo das artes. Ementa: O curso apresenta uma introdução à obra de Sigmund Freud a partir do entrelaçamento entre a clínica psicanalítica e a arte. Parte do contexto histórico e cultural em que a psicanálise emerge e percorre as noções fundamentais de inconsciente, fantasia e pulsão, examinando seus desdobramentos nas dimensões da arte, do mito, da literatura e do caso clínico. A trajetória enfatiza a função da sublimação na teoria freudiana, a relevância dos mitos e das tragédias na estruturação do sujeito, e o papel da narrativa no trabalho clínico. O percurso culmina na leitura crítica de O mal-estar na civilização, discutindo a atualidade do pensamento freudiano e seu legado para o campo da cultura.. Pré-requisito: NÍVEL MÉDIO COMPLETO. Tipo do curso: CURSO DE EXTENSÃO. Certificação: Certificado. Público-alvo: Alunos de graduação, pós-graduação e/ou qualquer pessoa que busca ingressar na compreensão da psicanálise freudiana. Não são necessário conhecimentos prévios da teoria.. Professor(a) responsável: MATTEO BONFITTO JUNIOR Professor(es) do curso: MATTEO BONFITTO JUNIOR , ALEXANDRE AUGUSTO GARCIA STARNINO , DANIEL OMAR PEREZ , FABIO MAIA BERTATO.

O problema da existência em Kant. Segundo semestre de 2026 na Unicamp.

O problema da existência em Kant Segundo semestre de 2026 Dia e horário: terça-feira de 14.00 horas a 18.00 horas Professor: Daniel Omar Perez Resumo: Esta disciplina propõe uma investigação aprofundada da Crítica da Razão Pura de Immanuel Kant, com foco na Estética Transcendental e na Analítica Transcendental. O curso inicia-se com a análise dos prefácios das duas edições da obra, que situam a filosofia crítica no contexto da modernidade e apresentam a problemática central da razão. A introdução à obra permite compreender a distinção entre conhecimento empírico e conhecimento a priori, estabelecendo as bases para a reflexão transcendental. Na Estética Transcendental, estudaremos os conceitos de espaço e tempo como formas puras da sensibilidade, condições necessárias para a possibilidade da experiência. A partir daí, avançaremos para a Analítica Transcendental, examinando a diferença entre lógica geral e lógica transcendental, bem como a estrutura dos juízos e dos conceitos. A dedução metafísica e transcendental será abordada como momento decisivo da fundamentação dos conceitos puros do entendimento, articulando a relação entre sensibilidade e intelecto. A reflexão sobre o eu, a apercepção e a autoconsciência permitirá compreender a unidade sintética da experiência. Serão explorados também os modos de aplicação dos conceitos, o esquematismo como ponte entre intuições e categorias, e a lógica modal. O estudo culmina na análise dos princípios do entendimento e na constituição da experiência, consolidando a compreensão da crítica kantiana como investigação das condições de possibilidade do conhecimento objetivo. O curso busca desenvolver uma leitura rigorosa e crítica da obra, estimulando a capacidade de análise conceitual e a reflexão filosófica sobre os limites e possibilidades da razão humana, formando uma base sólida para o estudo da filosofia transcendental. Programa: A disciplina tem por objetivo examinar o problema da existência na Crítica da razão pura de Immanuel Kant. Para isso, abordaremos a questão do espaço e do tempo; a tábua de juízos e conceitos e a relação dos conceitos com as intuições.

A metapsicologia, curso ministrado na unicamp, no primeiro semestre de 2026.

Programa: A metapsicologia é o arcabouço teórico criado por Sigmund Freud no final do século XIX e reformulado a partir de 1915 para explicar os processos psíquicos. O fenômeno da angústia é inicialmente compreendido desde esta perspectiva como um evento complexo que compromete várias dimensões. Num primeiro momento, a angústia surge como resultado de conflito entre forças psíquicas. Do ponto de vista econômico, a angústia está ligada ao acumulo de energia psíquica (libido). Tratar-se-ia de um excesso de excitação. Do ponto de vista estrutural a angústia aparece como um fenômeno que transita o aparelho psíquico (Inconsciente; Pré-Consciente; Consciente). Na segunda tópica, Freud mostra ao Eu como responsável de produzir angústia como mecanismo de defesa. Em 1926, entende que a angústia não é gerada pela repressão senão, ao contrário, o medo da ameaça de castração produz a repressão. Estas mudanças nos fundamentos da teoria têm consequências evidentes na clínica. Podemos ver isso em o caso do pequeno Hans e no caso de O Homem dos lobos. Por tal motivo, Jacques Lacan avança em O Seminário, Livro 10 “A Angústia” reformulando a questão a partir de outros modos de formalização e debate. Em diálogo com a noção de angústia em Heidegger e em Kierkegaard, Lacan pensa a angústia como sinal do objeto causa de desejo, para além do medo da ameaça de castração. Nesse sentido, esta disciplina trabalhará a angustia em Freud, Heidegger, Kierkegaard e Lacan. 


1. Introdução à metapsicologia de Freud 

2. Introdução à formalização da teoria de Lacan 

3. A angústia nos primeiros escritos de Freud 

4. A angústia no caso de O pequeno Hans 

5. A angústia no caso O Homem dos lobos 

6. A angustia na segunda tópica de Freud

7. A angústia em o seminário 

10 de Lacan: A angústia e o nada 

8. A angústia em o seminário 10 de Lacan: Heidegger 

9. A angústia em o seminário 10 de Lacan: A angustia e a fantasia 

10. A angústia em o seminário 10 de Lacan: A angustia e os significantes 

11. A angústia em o seminário 10 de Lacan: A angustia e o desejo 

12. A angústia em o seminário 10 de Lacan: Kierkegaard 

13. A angústia em o seminário 10 de Lacan: Das Unheimliche 

14. A angústia em o seminário 10 de Lacan: o objeto 

15. A angústia em o seminário 10 de Lacan: o ato 


Bibliografia: 


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Esquema ótico de Lacan