http://www.kant.org.br/
Essa é a página da Seção Campinas da Sociedade Kant Brasileira, na Unicamp.
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
XVI COLÓQUIO KANT SKB-Seção Campinas
História em Kant: debate entre a interpretação histórico crítico-sistemática e a escola semântica.
Desde 1999 a Seção Campinas da Sociedade Kant Brasileira realiza colóquios, reuniões de trabalho, jornadas, seminários e promove o desenvolvimento de pesquisas de graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado.
Em 2014 debateremos o tema da História em Kant e suas interpretações a partir de diferentes perspectivas. Especialmente abordaremos a interpretação crítico histórico-sistemática e a interpretação semântica.
Os links abaixo apresentam parte do debate já realizado
http://www.sociedadekant.org/studiakantiana/index.php/sk/article/view/110
http://www.sociedadekant.org/studiakantiana/index.php/sk/article/view/168
Desde 1999 a Seção Campinas da Sociedade Kant Brasileira realiza colóquios, reuniões de trabalho, jornadas, seminários e promove o desenvolvimento de pesquisas de graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado.
Em 2014 debateremos o tema da História em Kant e suas interpretações a partir de diferentes perspectivas. Especialmente abordaremos a interpretação crítico histórico-sistemática e a interpretação semântica.
Os links abaixo apresentam parte do debate já realizado
http://www.sociedadekant.org/studiakantiana/index.php/sk/article/view/110
http://www.sociedadekant.org/studiakantiana/index.php/sk/article/view/168
Data e hora: sábado 13 de dezembro de 2014. Das 9.30 hs às 12.30 hs. e das 14.00 hs. às 17.00 hs
Local: Sociedade Winnicott. Endereço: Rua João Ramalho, 146 - Perdizes. Telefone: (11) 3676.0635
Local: Sociedade Winnicott. Endereço: Rua João Ramalho, 146 - Perdizes. Telefone: (11) 3676.0635
danielomarperez@hotmail.com
CHAMADA PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS KANT
XVI Colóquio Kant SKB-Seção Campinas
História em Kant: debate entre a interpretação histórico crítico-sistemática e a escola semântica.
Data e hora: sábado 13 de dezembro de 2014. Das 9.30 hs às 12.30 hs. e das 14.00 hs. às 17.00 hs
Local: Sociedade Winnicott. Endereço: Rua João Ramalho, 146 - Perdizes. Telefone: (11) 3676.0635
Local: Sociedade Winnicott. Endereço: Rua João Ramalho, 146 - Perdizes. Telefone: (11) 3676.0635
Comissão Organizadora
Zeljko Loparic
Daniel Omar Perez
Ricardo Machado Santos
Andrea Faggion
Zeljko Loparic
Daniel Omar Perez
Ricardo Machado Santos
Andrea Faggion
terça-feira, 16 de setembro de 2014
A história, a lógica dos acontecimentos e o sujeito da ação
O problema da História em Kant não é apenas um problema interno aos estudos do kantismo, trata-se de entender as condições de possibilidade de pensar a história, sua lógica, seu sentido e a possibilidade ou não do sujeito da ação.
Aqui vai o percurso de um debate sobre o tema:
Artigo sobre os significados da História em Kant
https://www.academia.edu/8349039/Os_significados_da_historia_em_Kant
https://www.academia.edu/8349039/Os_significados_da_historia_em_Kant
Crítica de Ricardo Terra
http://www.sociedadekant.org/studiakantiana/index.php/sk/article/view/110
http://www.sociedadekant.org/studiakantiana/index.php/sk/article/view/110
Resposta à crítica de Ricardo Terra
http://www.sociedadekant.org/studiakantiana/index.php/sk/article/view/168
http://www.sociedadekant.org/studiakantiana/index.php/sk/article/view/168
terça-feira, 24 de junho de 2014
Filosofia da economia e a refutação lógico-matemática do neoliberalismo.
A refutação lógico-matetática do neoliberalismo pelo lógico Newton da Costa, o matemático Antonio Doria e o economista Marcelo Tsuji.
http://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/os-tres-brasileiros-que-refutaram-as-bases-do-neoliberalismo?page=2
Apresentação do livro em video
video 1
http://www.youtube.com/watch?v=Hpk3xaAeKYY
video 2
http://www.youtube.com/watch?v=DY4i1mei_EI
video 3
http://www.youtube.com/watch?v=YfSJO_Oylao
http://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/os-tres-brasileiros-que-refutaram-as-bases-do-neoliberalismo?page=2
Apresentação do livro em video
video 1
http://www.youtube.com/watch?v=Hpk3xaAeKYY
video 2
http://www.youtube.com/watch?v=DY4i1mei_EI
video 3
http://www.youtube.com/watch?v=YfSJO_Oylao
quinta-feira, 1 de maio de 2014
Ontologia sem espelhos. Ensaio sobre a realidade.
A pergunta pela Realidade
O
que é a realidade? Como uma pergunta desse tipo é possível?
O
objetivo deste livro é nos prepararmos para a interrogação acerca da realidade.
Por isso, antes de responder e avançar positivamente preferimos nos deter e
apontar para a própria pergunta. Assim sendo, ensaiamos a busca de alguns
elementos das condições de possibilidade da sua formulação. Para alcançarmos o
nosso objetivo desenvolvemos a apresentação do resultado da pesquisa em três
abordagens e uma conclusão.
Num
primeiro enfoque do problema a tarefa se coloca na relação literatura-filosofia.
A questão acerca do real aparece no plano da narrativa e do jogo da
argumentação, isto é, da linguagem. Para isso usamos as ideias de Jorge Luis
Borges e suas especulações sobre a realidade tanto nas ficções literárias
quanto em relação à própria escrita filosófica. Numa segunda perspectiva o
assunto é colocado em relação a quem pergunta e seu objeto. Por isso achamos
pertinente usar alguns conceitos e dispositivos teóricos da filosofia moderna e
suas objeções, especialmente em Descartes, Berkeley, Locke e Kant. No terceiro
momento, indicamos o ponto no horizonte onde o fracasso das pressuposições
anteriormente reveladas impulsiona a tentativa de uma nova formulação da
pergunta pela realidade. O recurso da psicanálise se apresenta como a
possibilidade de marcar o fim de uma época e abertura de uma nova pauta de
trabalho. Ao final nos interrogamos o que é a realidade enquanto
pergunta. Como uma pergunta desse tipo é possível?
Nosso trabalho revela que a pergunta pela realidade supõe uma
linguagem (isto é, um conjunto de conceitos, regras e argumentações) e um
sujeito (desde onde se enuncia o interrogante). Linguagem articulada em
conceitos e argumentos e Sujeito da enunciação se conformam num dispositivo
teórico que possibilita a pergunta e a eventual resposta.
Na avaliação da articulação conceitual que os filósofos nos
propõem descobrimos dois elementos fundamentais: uma ficção originária e
a pressuposição de interior/exterior. O recurso da ficção originária é
geralmente algum tipo de postulado, axioma ou conceito que ordena todos os
outros num dispositivo. A pressuposição de interior/exterior conforma o plano
tomado como inquestionável. A partir dele é possível localizar sujeito e
objeto, realidade e imaginação, percepção e alucinação e todas as relações de
oposição ordenadas no dispositivo. Freud se defrontou com a fragilidade de
algumas ficções originárias e propôs outras. Da mesma forma colocou em questão
a geometria da superfície na qual se formula a pergunta e a tentativa de
resposta sobre a realidade. Na avaliação do sujeito que enuncia a pergunta
observamos que este se constrói em relação com o espaço que se supõe e as
ficções conceituais que se propõem. Nesse sentido, Freud se vê forçado a
repensar não só os conceitos e as relações de determinação causal, mas também a
identidade do sujeito e o estatuto da relação interior/exterior.
Sem indagarmos o dispositivo teórico que permite a pergunta e a
resposta qualquer avanço em ontologia se revela arbitrário. Por isso, antes de
responder à pergunta o que é a realidade? devemos observar suas
condições de possibilidade: que tipo de ficções usamos para ordenar o campo
conceitual, que tipo de relações de determinação causal fazemos funcionar
entre os eventos, como pensamos a espacialidade e o tempo onde se localizam os
elementos da nossa questão e qual é o lugar do sujeito da enunciação da
pergunta e da resposta.
O que é ontologia?
A ontologia é uma disciplina filosófica que pode
ser definida como a ciência do ser. Abordar filosoficamente aquilo que é implica
responder à pergunta: porque há algo e não nada? Quando se responde ao porquê
desse algo se define o algo como algo determinado em geral.
Esse algo determinado em geral é o que chamamos de realidade. O
modo em que concebemosa determinação desse algo em geral se faz desde um lugar. Damos o
nome de sujeito a este lugar desde onde perguntamos pela determinação em
geral desse algo e estabelecemos o modo em que se concebe. Assim, podemos dizer
que alguém enquanto sujeito com alguma linguagem se pergunta: o
que é a realidade?
segunda-feira, 17 de março de 2014
KANT NA TELEVISÃO
Programa de televisão para interessados em Kant.
Um canal de televisão da Argentina fez um programa sobre a filosofia de Kant. Uma curiosidade para os pesquisadores de Kant no Brasil: um dos entrevistados é nosso colega Mario Caimi.
PRIMEIRA PARTE
http://www.youtube.com/watch?v=nbc0ie48pN4
SEGUNDA PARTE
http://www.youtube.com/watch?v=-wG4EMuJQrA
TERCEIRA PARTE
http://www.youtube.com/watch?v=Ypt4un_fKPY
Um canal de televisão da Argentina fez um programa sobre a filosofia de Kant. Uma curiosidade para os pesquisadores de Kant no Brasil: um dos entrevistados é nosso colega Mario Caimi.
PRIMEIRA PARTE
http://www.youtube.com/watch?v=nbc0ie48pN4
SEGUNDA PARTE
http://www.youtube.com/watch?v=-wG4EMuJQrA
TERCEIRA PARTE
http://www.youtube.com/watch?v=Ypt4un_fKPY
quinta-feira, 13 de março de 2014
QUINTAS-FEIRAS DE CRÍTICA E ANTROPOLOGIA NA PUC-PR EM CURITIBA
QUINTAS-FEIRAS DE CRÍTICA E ANTROPOLOGIA NA PUC-PR EM CURITIBA
SEMINÁRIO DE FILOSOFIA DO MESTRADO E DOUTORADO EM FILOSOFIA DA PUCPR
Disciplina: Kant entre a crítica e a antropologia. (toda quinta-feira de 14.00 a 19.00 hs a partir de 13 de março)
Professores: Daniel Omar Perez e Zeljko Loparic.
Ementa: O objetivo desta disciplina é trabalhar a relação entre a filosofia crítica de Kant (entendida desde a análise da estrutura dos juízos) e a natureza humana(entendida como executor das operações que fazem possíveis os juízos). Para isso abordaremos o problema da filosofia transcendental como o problema da pergunta “como são possíveis os juízos sintéticos a priori?” e a antropologia como o estudo da natureza humana. O trabalho se desenvolverá a partir da obra de Kant e da interpretação de Heidegger e Foucault sobre o tema.
Programa:1. O projeto crítico e a doutrina em Kant. Um panorama geral a partir das referências textuais das três críticas.2. Filosofia transcendental e antropologia em Kant. A relação entre os textos das três críticas e reflexão sobre o ser humano e a natureza humana.3. A interpretação de Heidegger sobre Kant no que diz respeito à crítica e á antropologia.4. A interpretação de Foucault sobre Kant entre crítica e antropologia.5. Opus postumum de Kant, I e VII:1) a doutrina da autoposição (Selbstsetzung) do homem como sujeito do conhecimento a priori,2) a doutrina da autoposição prática do homem como sujeito do dever a priori,3) dimensão antropológica da doutrina da autoposição,4) redefinição da filosofia transcendental.
Referências básicas:
Förster, E. (1993) Opus postumum. Cambridge Univ. Press.Foucault, M. (1983) Que es metafísica? Buenos Aires: Siglo veinte.__________ (2013) O que são as Luzes? IN Ditos e Escritos II. Rio de Janeiro: Forense Universitária.__________ (2010) O governo de si e dos Outros. São Paulo: Martins Fontes.Heidegger, M.(1982) De l´essence de la liberté humaine. Paris: Gallimard.___________ (1975) La pregunta por la cosa. Buenos Aires: Alfa.___________ (1986) Kant y el problema de la metafísica. México: FCE.
Kant, I. (1902- ) Kant´s gesammelte Schriften. Berlin: Walter de Gruyter.______ (1920) Kants Opus Postumum. Von Erich Adickes. Berlin: Verlag von Reuther und Richard.______ (1979) Anthropologie du point de vue pragmatique. Tradução, introdução e notas de M. Foucault. Paris: Vrin.
Loparic, Z. (2005) A semántica transcendental de Kant. Campinas: Coleção CLE.Perez, D.O. (2008) Kant e o problema da significação. Curitiba: Champagnat.
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