quarta-feira, 24 de junho de 2015

XVII Colóquio Kant da SKB-Seção Campinas

XVII Colóquio Kant da SKB-Seção Campinas 
Interpretações semânticas de Kant
e Encontro do Grupo de Trabalho da ANPOF
 "Semântica e criticismo"

Data e hora: da totalidade das apresentações e reuniões do Colóquio e do Encontro, de 24 a 28 de agosto de 2015 das 8.00 hs. às 20.00 hs. 
Local: Unicamp / IFCH

Coordenador do evento
Daniel Omar Perez (Unicamp) danielomarperez@hotmail.com


Comissão Organizadora:
  1. Alexandre Hahn (UNB)
  2. Andrea Luisa Bucchile Faggion (UEL)
  3. José Oscar de Almeida Marques (UNICAMP)
  4. Daniel Omar Perez (UNICAMP)
  5. Zeljko Loparic (UNICAMP)


Comissão Científica:

  1. Aguinaldo Antônio Cavalheiro Pavão (UEL)
  2. Alexandre Hahn (UNB)
  3. Andrea Luisa Bucchile Faggion (UEL)
  4. Daniel Omar Perez (UNICAMP)
  5. Fábio Scherer (UEL)
  6. Ileana Paola Beade (UNR –Argentina)
  7. João Carlos Brum Torres (CNPq)
  8. José Oscar de Almeida Marques (UNICAMP)
  9. Juan Adolfo Bonaccini (UFPe)
  10. Natalia Lerussi (UBA- Argentina)
  11. Patrícia Maria Kauark Leite (UFMG)
  12. Robert Hanna (University of Colorado - USA)
  13. Tommasso Tuppini  (Itália)
  14. Ubirajara Rancan Azevedo Marques (UNESP - CNPq)
  15. Zeljko Loparic (UNICAMP)


Fundamentação e justificativa:

História:
A Seção de Campinas da Sociedade Kant Brasileira e o Grupo Criticismo e Semântica realizam anualmente o Colóquio Kant da UNICAMP, já em sua décima sétima edição a ser concretizada em 2015. O primeiro Colóquio Kant da UNICAMP foi realizado em 1999, com o tema De que trata a Crítica da razão prática. O segundo, em 2000, tratou dos Problemas abertos da terceira Crítica. Os Problemas da filosofia prática de Kant se constituíram, em 2001, no objeto do III Colóquio. Em 2002, Metafísica dos costumes e antropologia moral foi o tema do quarto evento. O tema escolhido para o V Colóquio Kant, em 2003, foi A teoria kantiana dos juízos históricos. Em 2004, foi realizado o sexto evento com o tema Psicologia e antropologia em Kant (Colóquio internacional comemorativo do bicentenário da morte de Kant). Em 2005. Criticismo e Semântica foi o tema do VII Colóquio. Em 2006, Adoutrina kantiana da religião tornou-se o tema em debate. A reunião de 2007 trouxe ao centro da discussão um foco comum para o qual tendem as investigações kantianas. O Colóquio discutiu: Acerca da Natureza Humana em Kant. Em 2008, o X Colóquio Kant tratou dos Problemas semânticos na filosofia de Kant. No ano de 2009, o tema foi a inesgotável primeira Crítica e o título: 1781, Kant diante dos problemas da razão teórica. Em 2010, discutimos o tema Direito e Política. Em 2011, nosso Colóquio teve por tema "Kant e a Ciência de seu Tempo" e, em 2012, "Justiça e Liberdade". Em 2013, no XV colóquio o tema foi Intuições sem conceitos são cegas. No final de 2014 se realizou o XVI colóquio sob o título História em Kant: debate entre a interpretação histórico crítico-sistemática e a escola semântica.

Participantes dos eventos durante os 15 anos de colóquios:
Diferentes colegas de diferentes universidades do Brasil, América latina, Estados Unidos e Europa tem participado ativamente nos eventos. Isso possibilitou a oportunidade de um intercâmbio frutífero entre colegas e instituições.
Promoção de atividades
Além dos Colóquios Kant, a Seção de Campinas da Sociedade Kant Brasileira vem promovendo também jornadas e workshops, seminários, cursos e disciplinas regulares, bem como pesquisas no nível de graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado a fim de promover o debate sobre questões mais pontuais, que não podem ser devidamente aprofundadas nos Colóquios, de temática pouco mais ampla. A seção Campinas da Sociedade Kant Brasileira também edita desde 2002 a revista Kant e-prints hospedada no Centro de Lógica e Epistemologia da UNICAMP.


Programa de trabalho:

segunda-feira 24 de agosto de 2015

14.00  hs. Abertura dos trabalhos:

1.      Zeljko Loparic (Unicamp): A interpretação semântica de Kant, a filosofia analítica e a fenomenologia
2.      Daniel Omar Perez (Unicamp – CNPq): As interpretações de Kant e a semântica
3.      Fabio Scherer (UEL) Do método kantiano de descoberta e prova do a priori, conforme Friedrich Lange
4.      Olavo Pimenta (UFU): “Características, operações e tarefas da faculdade da
imaginação nos domínios teórico e estético do idealismo
transcendental”.
5.       Ubirajara Rancan Azevedo Marques (UNESP - CNPq) : Expressões kantianas e idiossincrasias próprias.

terça-feira 25 de agosto de 2015

9.00 hs.

6.      Setephan Zimmermann (Bonn University – Alemanha)  Kant on “Categories of Freedom”
7.      Natalia Lerussi (UBA – Argentina) Teleología e historia en El conflicto de las facultades de Kant.
8.      Ileana Beade (UNR – Argentina) La caracterización kantiana del «principio universal del derecho» como postulado.Consideraciones en torno a una posible derivación del derecho a partir de la ética.

14.00 hs.

9.      Alexandre Hahnn (UNB) A crítica kantiana à psicologia racional como ciência
10.  Martin Arias (Conicet – Argentina): La función regulativa de la razón teórica en la primera crítica.
11.  Julio Cesar Esteves (UENF – CNPq): Kant e o Problema da Moral Luck
12.  Andrea Faggion (UEL): Kant e o libertarianismo
13.  Aguinaldo Pavão (UEL): Obrigação moral e obrigação política

19.00 hs Reunião da Revista Kant e-prints para planejamento de atividades
20.00 hs Reunião do GT (Grupo de Trabalho) da ANPOF  "Semântica e criticismo" para planejamento de atividades

quarta-feira 26 de agosto de 2015

8.00 hs

14.  Olivier Feron (PUC-PR): "O estatuto do realismo no postkantismo"
15.  Nicolas Garrera (PUC-PR): “A crítica da fenomenologia de Husserl a Kant”
16.  Suze Piza (Fundação Getúlio Vargas): Acontecimento como signo em Kant e Foucault

12.00 hs Reunião da SKB-Seção Campinas para planejamento de atividades e escolha das autoridades

quinta-feira 27 de agosto de 2015

8.00 hs Inicio das apresentações de comunicações já avaliadas pela comissão científica

1. André Renato de Oliveira (doutorando Unicamp): A psicologia na antropologia de Kant
2. Luís Gustavo das Mercês Muniz (doutorando Unicamp): A prudência na filosofia moral de Kant
3. Luhan Galvão Alves (mestrando Unicamp): O conceito de insociável sociabilidade em Kant
4. Henrique Azevedo (doutorando Unicamp): Conceito de filosofia cosmopolita em Kant
5. Carlos André Duque Acosta (doutorado Unicamp) O distinção kantiana entre contradição, oposição antagonismo e conflito em Kant
6. Luiz Cesar Yanzer Portela (doutorando Unicamp): Ontologia em Kant
7. Fabiano Queiroz da Silva (doutorando Unicamp): Do antropólogo pragmático de Kant ao antropólogo pragmático na modernidade líquida de Bauman
8. Claudio Sehnem (doutorando Unicamp): A imaginação em Kant

Comunicações a serem avaliadas pela comissão científica

sexta-feira 28 de agosto de 2015

8.00 hs Inicio das apresentações
Comunicações a serem avaliadas pela comissão científica

Chamada de trabalhos: 
Para os interessados em geral. Data limite para apresentação de trabalhos para o colóquio: 30 de JULHO de 2015.
Os trabalhos devem ser enviados na íntegra, em arquivo pdf contendo os seguintes elementos:
Nome do pesquisador e instituição; título do trabalho; resumo entre 5 e 15 linhas; 5 palavras chave; texto integral do trabalho a ser apresentado.
Os trabalhos serão avaliados e os aceitos serão publicados em lista até 13 de maio de 2015.
Os critérios de avaliação são: 1. Pertinência do trabalho com relação aos estudos kantianos; 2. Relevância científica; 3. Objetivo, método e resultado definidos e explícitos.

As palestras a serem apresentadas são de membros do Grupo de Trabalho da ANPOF e de colegas brasileiros e estrangeiros que trabalham os temas do colóquio e têm estabelecido um diálogo com membros do GT.

HG401 História da Filosofia Moderna I (segundas-feiras de agosto até dezembro de 2015 na Unicamp)

(segundas-feiras de 8.00 a 12.00)


Ementa: A partir da leitura de textos clássicos pertinentes, a disciplina analisará questões fundamentais da História da Filosofia Moderna.
Resumo: O programa visa apresentar uma introdução aos conceitos fundamentais da disciplina de história da filosofia moderna com o intuito de investigar a prova da existência dos objetos externos. Primeiramente, procuraremos reconhecer alguns conceitos técnicos, bem como os modos de abordagem das questões filosóficas na história da filosofia que nos possibilitem a formulação da questão. Em segundo lugar, abordaremos a origem do problema da realidade externa na época moderna. Terceiro, mostraremos a questão da prova da realidade externa a partir de Kant na crítica da razão pura, nomeadamente na Refutação ao idealismo. No quarto momento passaremos a tratar este último tópico a partir de Immanuel Kant em diálogo com Descartes e Berkeley. O centro da nossa reflexão estará dado pelo modo kantiano de formular as questões acerca dos objetos.

Tópicos
  1. Introdução
1.1.   Conceitos técnicos fundamentais da história da filosofia
1.2.   Alguns modos de abordagem das questões da história da filosofia moderna
  1. O sujeito e a realidade na passagem do século XVI para o século XVII
  2. Apresentação de Descartes
  3. Apresentação de Berkeley
  4. Apresentação de Kant
  5. A crítica da razão pura e o problema dos objetos cognoscíveis
  6. A prova da realidade dos objetos externos: a polêmica entre Kant, Descartes e Berkeley
Refutação ao idealismo
Metodologia de trabalho;
Trabalharemos em aulas expositivas apresentando os conceitos fundamentais, realizaremos leitura e comentário de textos fonte em língua original e traduções variadas. Organizaremos aulas de apresentação de questões e interpretações nas que participarão os estudantes.

Modo de avaliação:
Apresentação de questões e interpretações em sala de aula e dois trabalhos escritos, um na metade do curso e outro no final.

Bibliografia

Allison, H. Kant’s Transcendental Idealism: Revised and Enlarged Edition. New Haven and London: Yale University Press, 2004. 
Berkeley, G. Obras Filosóficas. Trad. Jaimir Conte. São Paulo: Editora da UNESP, 2010.
__________. Um ensaio para uma nova teoria da visão (1709), tradução de José Oscar de Almeida Marques, Unicamp, 2010.
Descartes, R. O Mundo ou Tratado da Luz e O homem. Campinas: Editora Unicamp, 2009.
__________. Discurso del método e Tratado de las pasiones del alma. Barcelona: Editorial Planeta, 1984.
__________. Meditações sobre filosofia primeira. Campinas: Unicamp-IFCH, 1999.
Guyer, P. Kant and the Claims of Knowledge. Cambridge: Cambridge University Press, 1987.
Kant, I. Kants Gesammelte Schriften. 29 Band. Berlin: Ak Berlin, 1902.
________. Werke in zehn Bänden. Darmstadt: Wissenchaftliche Buchgesellchaft, 1983.
________. Crítica da razão pura. Lisboa: Calouste Gubelkian, 1994.
Loparic, Z. A Semântica Transcendental de Kant. 2. ed. Campinas: Unicamp, 2002. 326 p.(Coleção CLE, v. 29). 
Perez, D. O. . Kant e o problema da significação. Curitiba: Editora Champagnat, 2008.
_________________. Idealismo Transcendental e Realismo Empírico: uma Interpretação Semântica do Problema da Cognoscibilidade dos Objetos Externos. Estudos Kantianos, v. 2, p. 29-40, 2014.



Refutação ao idealismo

HF089 Tópicos Especiais de Filosofia da Epistemologia da Psicologia e da Psicanálise I

(segundas-feiras de 18.00 às 22.00 de agosto até dezembro, Unicamp)


Título: A identificação e a identidade

Resumo: Com o objetivo de indagar os elementos de uma teoria acerca do sujeito o curso se propõe oferecer uma leitura do Seminário 9 de Lacan. Delimitaremos o trabalho no tópico onde Lacan desenvolve um diálogo crítico com Descartes, Kant e alguns filósofos da tradição analítica no que diz respeito ao princípio de identidade. Avançaremos na compreensão de significante e traço unário, bem como na possibilidade de formalização da nomeação.


Bibliografia
Amster, P. (2010) Apuntes matemáticos para ler a Lacan. 1 Topologia. BsAs: Letra viva.
_________(2010b) Apuntes matemáticos para ler a Lacan. 2 Lógica y teoria de conjuntos. BsAs: Letra viva.
Baudes de Moresco, M. (2011) Real, simbólico, imaginário. Uma introducción. BsAs: Letra viva.
Darmon, M. (2008) Ensayos acerca de la Topologia lacaniana. BsAs: Letra viva.
Eidelsztein, A.  (2006) La Topologia em la clínica psicoanalítica. BsAs: Letra viva.
____________ (2007) El grafo del deseo. BsAs: Letra viva.
Kant, I. (1902-) Kant’s Gesammelte Schriften. Berlin: Walter de Gruyter & Co.
Kripke, S. (1972) "Identity and Necessity", In Identity and Individuation, edited by M. K. Munitz. New York: New York University Press. Reprinted in Philosophical Troubles. Collected Papers Vol. I, Oxford University Press.
________. (1980) "Naming and Necessity", In Semantics of Natural Language, edited by D. Davidson and G. Harman. Dordrecht; Boston: Reidel.
Kuri, C. (2010)  La identificación. Lo originario y lo primario: una diferencia clínica. Rosario: HomoSapiens.
Lacan, J. O Seminário 9 A identificação
_______ (1998) Escritos. RJ: Jorge Zahar Editor.
_______ (2001) Outros Escritos. RJ: Jorge Zahar Editor.
Laclau, E. (2009) Prefacio. IN Zizek, S “El sublime objeto de la ideologia”. BsAs: Siglo XXI Editores, pp 11-19.
________ (2008) La razón populista. BsAs: FCE
Murta, C. (2012) Feminilidades. Curitiba: Editora CRV.
Perez, D.O. (2008) Kant e o problema da significação. 1. ed. Curitiba: Champagnat.
_________ (2009) A psicanálise como experiência ética e o problema da cientificidade. Revista Mal-Estar e Subjetividade, v. 9, p. 15-30.
_________ (2012) O Inconsciente. Onde mora o desejo.. 1. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.
_________ (2009) A loucura como questão semântica: uma interpretação kantiana. Trans/Form/Ação (UNESP. Marília. Impresso), v. 32, p. 95-117.
_________(2009) El cuerpo y la ley: de la idea de humanidad kantiana a la ética del deseo en Lacan. Revista de Filosofia : Aurora (PUCPR. Impresso), v. 21, p. 481-501, 2009.
Ritvo, J. (2006) Figuras del prójimo. El enemigo, el cuerpo, el huesped. BsAs: Letra viva.
_______ (2009) El labirinto de la feminidad y e lacto analítico. Rosario: Homo Sapiens.
_______ (2011) Sujeto Massa Comunidad. La razón conjetural y la economia del resto. Santa Fe: Mar por médio Editores.
Stavrakakis, Y (2010) La izquierda lacaniana. Psicoanálisis, teoria, política. BsAs: FCE.     


HF933 Tópicos Especiais de História da Filosofia Moderna III

(segundas-feiras de 15.00 às 17.00 de agosto até dezembro de 2015)


Título: Antropologia e história em Kant

Resumo: O curso visa apresentar os elementos fundamentais da Antropologia em Kant, especialmente no que diz respeito à natureza humana e  a história. Trabalharemos fundamentalemte na leitura das lições de antropologia desde um ponto de vista pragmática e das reflexões de antropologia. Destacaremos os elementos da natureza humana apresentados por Kant tanto na didática quanto na característica antropológica buscando compreender  o enunciado kantiano que diz que a antropologia pragmática estuda o que o homem faz, pode e deve fazer de si mesmo.


Referências:
BRANDT, R. & STARK, W. Einleitung. IN Kants Gesammelte Schriften. Berlin: W. de Gruyter, 1997.
FELICITAS MUNZEL, G. Kant’s Conception of Moral Character: The Critical Link of Morality. Anthropology and Reflective Judgment. Chicago: The University of Chicago Press, 2003.
FRIERSON, P. “Character and Evil in Kant’s Moral Anthropology”. Journal of History of Philosophy, 44(4), pp. 623-634, 2006.
KANT, I. (1902- ) Kant’s Gesammelte Schriften. Berlin: Walter de Gruyter & Co.
LONGUENESSE, B. Kant on the Human Standpoint. New York: Cambridge University Press, 2005.
—————. “The Moral Importance of Politeness in Kant’s Anthropology”. Kantian Review, v. 9, pp. 105-27, 2005.
—————. Freedom and Anthropology in Kant’s Moral Philosophy (freedom). New York, Cambridge University Press, 2003.
GRENBERG, J. “Anthropology from a Metaphysical Point of View”. Journal of the History of Philosophy, 37(1), pp. 91-115, 1999. (Academic Research Library)
JACOBS, B., KAIN, P. (eds.). Essays on Kant’s Anthropology. Cambridge: Cambridge University Press, 2003.
LOPARIC, Z. “As Duas Metafísicas de Kant”. Kant e-prints, v. 2, n. 5, pp. 1-10, 2003.
ftp://ftp.cle.unicamp.br/pub/kant-e-prints/vol.2,n.5,2003.pdf
—————. A Semântica Transcendental de Kant. Campinas: Unicamp, 2000. (Coleção CLE, v. 29)
LOUDEN, R. Kant’s Impure Ethics. New York: Oxford University Press, 2000.
PEREZ, D. O. . História e teleologia na filosofia kantiana. Resposta às críticas de Ricardo Terra contra a Escola semântica de Campinas . Studia Kantiana (Rio de Janeiro), v. 16, p. 144-159, 2014.
____________. A relação entre a Teoria do Juízo e natureza humana em Kant. Educação e Filosofia (UFU. Impresso), v. 27, p. 233-258, 2013.
___________. Foucault como kantiano: acerca de um pensamento do homem desde sua própria finitude. Revista de Filosofia: Aurora (PUCPR. Impresso), v. 24, p. 217, 2012.
___________. A Antropologia Pragmática como parte da Razão Prática em sentido kantiano. Manuscrito (UNICAMP), v. 32, p. 357-397, 2009.
___________. A loucura como questão semântica: uma interpretação kantiana. Trans/Form/Ação (UNESP. Marília. Impresso), v. 32, p. 95-117, 2009.
___________. O SIGNIFICADO DE NATUREZA HUMANA EM KANT. Kant e-Prints (Online), v. 5, p. 75-87, 2010.
___________. Kant e o problema da significação Curitiba: Editora Champagnat, 2008.
___________. Os significados dos conceitos de hospitalidade en Kant e a problemática do estrangeiro. Revista Philosophica, v. 31, p. 43-53, 2007.
___________. Política, Religión y Medicina en Kant: El Conflicto de las Proposiciones. Cinta de Moebio, v. 28, p. 91-103, 2007.
___________. Os significados da história em Kant. Philosophica (Lisboa), v. 28, p. 67-107, 2006.
SCHMIDT, C. M., “The Anthropological Dimension of Kant’s Metaphysical of Morals”. Kant-Studien, 96, pp. 66-84, 2005.
STARK, W. “Historical Notes and Interpretive about Kant’s Lectures on Anthropology”. In: B. Jacobs and P. Kain (eds.) (2003), pp. 15-37.
SUSSMAN, D. The Idea of Humanity: Anthropology and Anthroponomy in Kant’s Ethics. New York: Routledge, 2003.
WOOD, A. “Kant and the Problem of Human Nature”. In: B. Jacobs and P. Kain (eds.) (2003), pp. 38-59.
WILSON, H. L. Kant´s pragmatic anthropology. Its origin, meaning, and critical significance. New York: State University of New York Press, 2006.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Uma investigação sobre a natureza humana a partir da filosofia transcendental de Immanuel Kant

Vídeo sobre o tema da minha pesquisa. Agradeço ao Dr. Leopoldo Fulgêncio, do departamento de Psicologia da USP por me permitir divulgar o trabalho e alguns dos resultados.


quarta-feira, 6 de maio de 2015

Disciplina do programa de pós-graduação em filosofia da Unicamp "A identificação e a identidade"

Título: A identificação e a identidade

Segundo semestre de 2015, segundas-feiras de 18.00 hs às 20.00 hs.


Resumo: Com o objetivo de indagar os elementos de uma teoria acerca do sujeito o curso se propõe oferecer uma leitura do Seminário 9 de Lacan. Delimitaremos o trabalho no tópico onde Lacan desenvolve um diálogo crítico com Descartes, Kant e alguns filósofos da tradição analítica no que diz respeito ao princípio de identidade. Avançaremos na compreensão de significante e traço unário, bem como na possibilidade de formalização da nomeação.



Bibliografia
Amster, P. (2010) Apuntes matemáticos para ler a Lacan. 1 Topologia. BsAs: Letra viva.
_________(2010b) Apuntes matemáticos para ler a Lacan. 2 Lógica y teoria de conjuntos. BsAs: Letra viva.
Baudes de Moresco, M. (2011) Real, simbólico, imaginário. Uma introducción. BsAs: Letra viva.
Darmon, M. (2008) Ensayos acerca de la Topologia lacaniana. BsAs: Letra viva.
Eidelsztein, A.  (2006) La Topologia em la clínica psicoanalítica. BsAs: Letra viva.
____________ (2007) El grafo del deseo. BsAs: Letra viva.
Kant, I. (1902-) Kant’s Gesammelte Schriften. Berlin: Walter de Gruyter & Co.
Kripke, S. (1972) "Identity and Necessity", In Identity and Individuation, edited by M. K. Munitz. New York: New York University Press. Reprinted in Philosophical Troubles. Collected Papers Vol. I, Oxford University Press.
________. (1980) "Naming and Necessity", In Semantics of Natural Language, edited by D. Davidson and G. Harman. Dordrecht; Boston: Reidel.
Kuri, C. (2010)  La identificación. Lo originario y lo primario: una diferencia clínica. Rosario: HomoSapiens.
Lacan, J. O Seminário 9 A identificação
_______ (1998) Escritos. RJ: Jorge Zahar Editor.
_______ (2001) Outros Escritos. RJ: Jorge Zahar Editor.
Laclau, E. (2009) Prefacio. IN Zizek, S “El sublime objeto de la ideologia”. BsAs: Siglo XXI Editores, pp 11-19.
________ (2008) La razón populista. BsAs: FCE
Murta, C. (2012) Feminilidades. Curitiba: Editora CRV.
Perez, D.O. (2008) Kant e o problema da significação. 1. ed. Curitiba: Champagnat.
_________ (2009) A psicanálise como experiência ética e o problema da cientificidade. Revista Mal-Estar e Subjetividade, v. 9, p. 15-30.
_________ (2012) O Inconsciente. Onde mora o desejo.. 1. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.
_________ (2009) A loucura como questão semântica: uma interpretação kantiana. Trans/Form/Ação (UNESP. Marília. Impresso), v. 32, p. 95-117.
_________(2009) El cuerpo y la ley: de la idea de humanidad kantiana a la ética del deseo en Lacan. Revista de Filosofia : Aurora (PUCPR. Impresso), v. 21, p. 481-501, 2009.
Ritvo, J. (2006) Figuras del prójimo. El enemigo, el cuerpo, el huesped. BsAs: Letra viva.
_______ (2009) El labirinto de la feminidad y e lacto analítico. Rosario: Homo Sapiens.
_______ (2011) Sujeto Massa Comunidad. La razón conjetural y la economia del resto. Santa Fe: Mar por médio Editores.
Stavrakakis, Y (2010) La izquierda lacaniana. Psicoanálisis, teoria, política. BsAs: FCE.     

Disciplina do programa de pós-graduação em filosofia da Unicamp "Antropologia e história em Kant"

Título: Antropologia e história em Kant

Segundo semestre de 2015, segundas-feiras de 15.00 hs às 17.00 hs.



Resumo: O curso visa apresentar os elementos fundamentais da Antropologia em Kant, especialmente no que diz respeito à natureza humana e  a história. Trabalharemos fundamentalemte na leitura das lições de antropologia desde um ponto de vista pragmática e das reflexões de antropologia. Destacaremos os elementos da natureza humana apresentados por Kant tanto na didática quanto na característica antropológica buscando compreender  o enunciado kantiano que diz que a antropologia pragmática estuda o que o homem faz, pode e deve fazer de si mesmo.



Referências:
BRANDT, R. & STARK, W. Einleitung. IN Kants Gesammelte Schriften. Berlin: W. de Gruyter, 1997.
FELICITAS MUNZEL, G. Kant’s Conception of Moral Character: The Critical Link of Morality. Anthropology and Reflective Judgment. Chicago: The University of Chicago Press, 2003.
FRIERSON, P. “Character and Evil in Kant’s Moral Anthropology”. Journal of History of Philosophy, 44(4), pp. 623-634, 2006.
KANT, I. (1902- ) Kant’s Gesammelte Schriften. Berlin: Walter de Gruyter & Co.
LONGUENESSE, B. Kant on the Human Standpoint. New York: Cambridge University Press, 2005.
—————. “The Moral Importance of Politeness in Kant’s Anthropology”. Kantian Review, v. 9, pp. 105-27, 2005.
—————. Freedom and Anthropology in Kant’s Moral Philosophy (freedom). New York, Cambridge University Press, 2003.
GRENBERG, J. “Anthropology from a Metaphysical Point of View”. Journal of the History of Philosophy, 37(1), pp. 91-115, 1999. (Academic Research Library)
JACOBS, B., KAIN, P. (eds.). Essays on Kant’s Anthropology. Cambridge: Cambridge University Press, 2003.
LOPARIC, Z. “As Duas Metafísicas de Kant”. Kant e-prints, v. 2, n. 5, pp. 1-10, 2003.
ftp://ftp.cle.unicamp.br/pub/kant-e-prints/vol.2,n.5,2003.pdf
—————. A Semântica Transcendental de Kant. Campinas: Unicamp, 2000. (Coleção CLE, v. 29)
LOUDEN, R. Kant’s Impure Ethics. New York: Oxford University Press, 2000.
PEREZ, D. O. . História e teleologia na filosofia kantiana. Resposta às críticas de Ricardo Terra contra a Escola semântica de Campinas . Studia Kantiana (Rio de Janeiro), v. 16, p. 144-159, 2014.
____________. A relação entre a Teoria do Juízo e natureza humana em Kant. Educação e Filosofia (UFU. Impresso), v. 27, p. 233-258, 2013.
___________. Foucault como kantiano: acerca de um pensamento do homem desde sua própria finitude. Revista de Filosofia: Aurora (PUCPR. Impresso), v. 24, p. 217, 2012.
___________. A Antropologia Pragmática como parte da Razão Prática em sentido kantiano. Manuscrito (UNICAMP), v. 32, p. 357-397, 2009.
___________. A loucura como questão semântica: uma interpretação kantiana. Trans/Form/Ação (UNESP. Marília. Impresso), v. 32, p. 95-117, 2009.
___________. O SIGNIFICADO DE NATUREZA HUMANA EM KANT. Kant e-Prints (Online), v. 5, p. 75-87, 2010.
___________. Kant e o problema da significação Curitiba: Editora Champagnat, 2008.
___________. Os significados dos conceitos de hospitalidade en Kant e a problemática do estrangeiro. Revista Philosophica, v. 31, p. 43-53, 2007.
___________. Política, Religión y Medicina en Kant: El Conflicto de las Proposiciones. Cinta de Moebio, v. 28, p. 91-103, 2007.
___________. Os significados da história em Kant. Philosophica (Lisboa), v. 28, p. 67-107, 2006.
SCHMIDT, C. M., “The Anthropological Dimension of Kant’s Metaphysical of Morals”. Kant-Studien, 96, pp. 66-84, 2005.
STARK, W. “Historical Notes and Interpretive about Kant’s Lectures on Anthropology”. In: B. Jacobs and P. Kain (eds.) (2003), pp. 15-37.
SUSSMAN, D. The Idea of Humanity: Anthropology and Anthroponomy in Kant’s Ethics. New York: Routledge, 2003.
WOOD, A. “Kant and the Problem of Human Nature”. In: B. Jacobs and P. Kain (eds.) (2003), pp. 38-59.
WILSON, H. L. Kant´s pragmatic anthropology. Its origin, meaning, and critical significance. New York: State University of New York Press, 2006. 

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Kant e o problema da significação (livro completo pdf)

Livro Kant e o problema da significação.

https://pt.scribd.com/doc/262051794/Kant-e-o-Problema-Da-Significacao

XVII Colóquio Kant da SKB-Seção Campinas Interpretações semânticas de Kant e Encontro do Grupo de Trabalho da ANPOF "Semântica e criticismo", de 24 a 28 de agosto de 2015

XVII Colóquio Kant da SKB-Seção Campinas 
Interpretações semânticas de Kant
e Encontro do Grupo de Trabalho da ANPOF
 "Semântica e criticismo"

Data e hora: da totalidade das apresentações e reuniões do Colóquio e do Encontro, de 24 a 28 de agosto de 2015 das 8.00 hs. às 20.00 hs. 
Local: Unicamp / IFCH

Coordenador do evento

Daniel Omar Perez (Unicamp)


Comissão Organizadora:

  1. Alexandre Hahn (UNB)
  2. Andrea Luisa Bucchile Faggion (UEL)
  3. José Oscar de Almeida Marques (UNICAMP)
  4. Daniel Omar Perez (UNICAMP)
  5. Zeljko Loparic (UNICAMP)


Comissão Científica:

  1. Aguinaldo Antônio Cavalheiro Pavão (UEL)
  2. Alexandre Hahn (UNB)
  3. Andrea Luisa Bucchile Faggion (UEL)
  4. Daniel Omar Perez (UNICAMP)
  5. Fábio Scherer (UEL)
  6. Ileana Paola Beade (UNR –Argentina)
  7. João Carlos Brum Torres (CNPq)
  8. José Oscar de Almeida Marques (UNICAMP)
  9. Juan Adolfo Bonaccini (UFPe)
  10. Natalia Lerussi (UBA- Argentina)
  11. Patrícia Maria Kauark Leite (UFMG)
  12. Robert Hanna (University of Colorado - USA)
  13. Tommasso Tuppini  (Itália)
  14. Ubirajara Rancan Azevedo Marques (UNESP - CNPq)
  15. Zeljko Loparic (UNICAMP)


Fundamentação e justificativa:

História:
A Seção de Campinas da Sociedade Kant Brasileira e o Grupo Criticismo e Semântica realizam anualmente o Colóquio Kant da UNICAMP, já em sua décima sétima edição a ser concretizada em 2015. O primeiro Colóquio Kant da UNICAMP foi realizado em 1999, com o tema De que trata a Crítica da razão prática. O segundo, em 2000, tratou dos Problemas abertos da terceira Crítica. Os Problemas da filosofia prática de Kant se constituíram, em 2001, no objeto do III Colóquio. Em 2002, Metafísica dos costumes e antropologia moral foi o tema do quarto evento. O tema escolhido para o V Colóquio Kant, em 2003, foi A teoria kantiana dos juízos históricos. Em 2004, foi realizado o sexto evento com o tema Psicologia e antropologia em Kant (Colóquio internacional comemorativo do bicentenário da morte de Kant). Em 2005. Criticismo e Semântica foi o tema do VII Colóquio. Em 2006, Adoutrina kantiana da religião tornou-se o tema em debate. A reunião de 2007 trouxe ao centro da discussão um foco comum para o qual tendem as investigações kantianas. O Colóquio discutiu: Acerca da Natureza Humana em Kant. Em 2008, o X Colóquio Kant tratou dos Problemas semânticos na filosofia de Kant. No ano de 2009, o tema foi a inesgotável primeira Crítica e o título: 1781, Kant diante dos problemas da razão teórica. Em 2010, discutimos o tema Direito e Política. Em 2011, nosso Colóquio teve por tema "Kant e a Ciência de seu Tempo" e, em 2012, "Justiça e Liberdade". Em 2013, no XV colóquio o tema foi Intuições sem conceitos são cegas. No final de 2014 se realizou o XVI colóquio sob o título História em Kant: debate entre a interpretação histórico crítico-sistemática e a escola semântica.
 



Participantes dos eventos durante os 15 anos de colóquios:
Diferentes colegas de diferentes universidades do Brasil, América latina, Estados Unidos e Europa tem participado ativamente nos eventos. Isso possibilitou a oportunidade de um intercâmbio frutífero entre colegas e instituições.
Promoção de atividades
Além dos Colóquios Kant, a Seção de Campinas da Sociedade Kant Brasileira vem promovendo também jornadas e workshops, seminários, cursos e disciplinas regulares, bem como pesquisas no nível de graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado a fim de promover o debate sobre questões mais pontuais, que não podem ser devidamente aprofundadas nos Colóquios, de temática pouco mais ampla. A seção Campinas da Sociedade Kant Brasileira também edita desde 2002 a revista Kant e-prints hospedada no Centro de Lógica e Epistemologia da UNICAMP.


Programa de trabalho:

segunda-feira 24 de agosto de 2015

13.00  hs. Abertura dos trabalhos:

A semântica de Kant: analítica e ontologia
1. Daniel Omar Perez (Unicamp – CNPq): As interpretações de Kant e a semântica
2. Zeljko Loparic (Unicamp): A interpretação semântica de Kant, a filosofia analítica e a fenomenologia
3. Robert Hanna (University of Colorado): Kant, Wittgenstein, and Transcendental Philosophy
4. Roberto Horácio Sá Pereira (UFRJ): Objeto e objetividade em Kant
5. Tiago Fonseca (UFPR): 'A Defesa Kantiana do Princípio de Causalidade'
6. Juan Bonnaccini (UFPE – CNPq): Analítica e ontologia. Sobre a teoria kantiana dos objetos
Mesa de debate sobre ontologia e quântica
7. Patricia Kauark (UFMG): Criticismo e semântica sem ontologia: a visão anti-realista de Niels Bohr da mecânica quântica. 
8. Decio Krause (UFSC):  
9. Maria Luisa Dalla Chiara e 10. Roberto Giuntini: The Two-Slit Experiment, Quantum Logic And Quantum  Computational Logics

terça-feira 25 de agosto de 2015

8.00 hs.

Analítica e funcionamento da razão
11. Setephan Zimmermann (Bonn University – Alemanha)  Kant on “Categories of Freedom”
12. Olavo Pimenta (UFU): “Características, operações e tarefas da faculdade da
imaginação nos domínios teórico e estético do idealismo
transcendental”.
13. Ubirajara Rancan Azevedo Marques (UNESP - CNPq) : Expressões kantianas e idiossincrasias próprias.
14. Natalia Lerussi (UBA – Argentina) Teleología e historia en El conflicto de las facultades de Kant.
15. Martin Arias (Conicet – Argentina): La función regulativa de la razón teórica en la primera crítica.

14.00 hs.

Razão prática: Estado e Liberdade
16. Julio Cesar Esteves (UENF – CNPq): Kant e o Problema da Moral Luck
17. Ileana Beade (UNR – Argentina) La caracterización kantiana del «principio universal del derecho» como postulado.Consideraciones en torno a una posible derivación del derecho a partir de la ética.
18. Andrea Faggion (UEL): Kant e o libertarianismo
19. Aguinaldo Pavão (UEL): Obrigação moral e obrigação política
20. Alexandre Hahnn (UNB) A crítica kantiana à psicologia racional como ciência


19.00 hs Reunião da Revista Kant e-prints para planejamento de atividades
20.00 hs Reunião do GT (Grupo de Trabalho) da ANPOF  "Semântica e criticismo" para planejamento de atividades


quarta-feira 26 de agosto de 2015

8.00 hs

Consequências do criticismo
21. Olivier Feron (PUC-PR): "O estatuto do realismo no postkantismo"
22. Nicolas Garrera (PUC-PR): “A crítica da fenomenologia de Husserl a Kant”
23. Suze Piza (Fundação Getúlio Vargas): Acontecimento como signo em Kant e Foucault
24. Fabio Scherer (UEL) Do método kantiano de descoberta e prova do a priori, conforme Friedrich Lange
25. Tommaso Tuppini (Università di Verona - Itália) La Metafora, la Libertà: Kant, Derrida e il Tono della Filosofia

12.00 hs Reunião da SKB-Seção Campinas para planejamento de atividades e escolha das autoridades


quinta-feira 27 de agosto de 2015

8.00 hs Inicio das apresentações de comunicações já avaliadas pela comissão científica

1. André Renato de Oliveira (doutorando Unicamp): A psicologia na antropologia de Kant
2. Luís Gustavo das Mercês Muniz (doutorando Unicamp): A prudência na filosofia moral de Kant
3. Luhan Galvão Alves (mestrando Unicamp): O conceito de insociável sociabilidade em Kant
4. Henrique Azevedo (doutorando Unicamp): Conceito de filosofia cosmopolita em Kant
5. Carlos André Duque Acosta (doutorado Unicamp) O distinção kantiana entre contradição, oposição antagonismo e conflito em Kant
6. Luiz Cesar Yanzer Portela (doutorando Unicamp): Ontologia em Kant
7. Fabiano Queiroz da Silva (doutorando Unicamp): Do antropólogo pragmático de Kant ao antropólogo pragmático na modernidade líquida de Bauman
8. Claudio Sehnem (doutorando Unicamp): A imaginação em Kant

Comunicações a serem avaliadas pela comissão científica

sexta-feira 28 de agosto de 2015

8.00 hs Inicio das apresentações
Comunicações a serem avaliadas pela comissão científica



Chamada de trabalhos: 
Para os interessados em geral (não membros do GT e da Seção Campinas)
Data limite para apresentação de trabalhos para o colóquio: 30 de junho de 2015.
Os trabalhos devem ser enviados na íntegra, em arquivo pdf contendo os seguintes elementos:
Nome do pesquisador e instituição; título do trabalho; resumo entre 5 e 15 linhas; 5 palavras chave; texto integral do trabalho a ser apresentado.
Os trabalhos serão avaliados e os aceitos serão publicados em lista até 13 de maio de 2015.
Os critérios de avaliação são: 1. Pertinência do trabalho com relação aos estudos kantianos; 2. Relevância científica; 3. Objetivo, método e resultado definidos e explícitos.
As palestras a serem apresentadas são de membros do Grupo de Trabalho da ANPOF e de colegas brasileiros e estrangeiros que trabalham os temas do colóquio e têm estabelecido um diálogo com membros do GT.


domingo, 12 de abril de 2015

O desamparo e a identificação: o desejo de Salomé






A história bíblica de Salomé (em Mateus 14, Marcos 6, Lucas 9) foi levada ao teatro por Oscar Wilde e transformada em ópera por R. Strauss. Salomé, uma moça bela e sensual fica apaixonada por João o Batista que a rejeita e ao mesmo tempo se vê objeto das insinuações do seu padrasto. Diante da rejeição Salomé procura seduzir numa dança ao segundo esposo da sua mãe e em troca desse espectáculo pede a cabeça de João. Herodes concede o pedido. O desejo de Salomé vai do amor sensual à morte. O que está no fundo dessa passagem é o desamparo. O pai morreu, o padrasto a deseja sexualmente e o homem do qual se apaixona a rejeita. Sem laços que a sustentem entra no jogo das objetivações. Objetivasse ela para tornar os outros também objetos. A figura do desamparo se transforma em desejo de morte.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Ontologia e semântica. "Tem algo lá fora?" Como posso afirmar uma realidade fora de mim?

O problema da extistência dos objetos externos talvez possa ser considerado um dos problemas fundamentais da filosofia, e quiça também o que perpassa toda a história do pensamento do qual somos herdeiros. Uma forma anterior desse problema pode estar na formulação da pergunta: por que há algo e não nada? Esse é o tema do que chamamos ontologia ou metafísica generalis.

Desde os antigos até hoje a pergunta é reiterada:
1. por que ha algo e não nada?
2. como posso afirmar a existência de objetos fora de mim?

Com relação a isso Kant escreveu na segunda edição da "Crítica da Razão Pura" uma "Refutação ao idealismo". Segundo Guido de Almeida (138, 2005) "essa interpolação parece se explicar pelo desejo de Kant de realçar o lado realista da sua doutrina, a fim de se defender dos críticos que assimilavam o idealismo transcendental a uma nova forma do subjetivismo e do ceticismo".



A posição do cético seria a de exigir uma prova da existência do mundo externo e seria escandaloso para uma filosofia que afirma o conhecimento não ter uma prova anteriro. Perante esse pedido filósofos como Heidegger em "Ser e Tempo" parágrafo 43 consideram que o verdadeiro escândalo da filosofia não é não ter a prova mas exigir uma prova da existência do mundo externo. O Ser-aí já está no mundo quando faz essa pergunta. Por outro lado, G. E. Moore, em seu texto "A prova do mundo externo" considera o problema desde o ponto de vista das expressões na linguagem e sua relação com algo percebido. Sem entrar no mérito das duas propostas anteriores, que marcará o rumo de fenomenólogos e analíticos, vamos nos demorar em algumas considerações anteriores feitas a partir de Kant.



A questão que Kant assume não é se existe isto ou aquilo específico, mas se existe algo em geral. O problema de se existe isso ou aquilo específico pode ser um problema empírico, pode ser reducido a um equívoco circunstancial ou um problema reservado ao médico ou ao psicólogo. Ma s o problema de se existe algo em geral é problema da filosofia. Porém, essa existência de algo em geral é abordada não sem uma determinação específica. trata-se de saber se posso afirmar a existência de algo em geral na experiência cognitiva. Esse é o ponto de diferença entre a metafísica tradicional e a tarefa da filosofia entendida por Kant. A pergunta acerca de se há algo e não nada passa para a questão da existência do mundo externo, e essa questão é enunciada no interior de um campo de sentido.



No link que segue tem um artigo que ensaia uma interpretação semãntica da refutação ao idealismo com relação à questão dos objetos externos

https://www.academia.edu/8359400/Idealismo_Transcendental_e_Realismo_Emp%C3%ADrico_uma_Interpreta%C3%A7%C3%A3o_Sem%C3%A2ntica_do_Problema_da_Cognoscibilidade_dos_Objetos_Externos




Almeida, G. (2005) Kant e o escandalo da filosofia. IN PEREZ, D. O. "Kant no Brasil". São Paulo: Editora Escuta, pp. 137-166.

Antropologia e psicologia

Reunião Científica do Grupo de Pesquisa Psicanálise e Desenvolvimento
Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo;

Prédio G,  Auditório Carolina Bori, 22/04/2015, das 09:00 as 12h00
(entrada livre)

Organização: Prof. Dr. Leopoldo Fulgencio

Conferência:

A Antropologia Pragmática.
Uma investigação sobre a natureza humana
a partir da filosofia transcendental de Immanuel Kant

Prof. Dr. Daniel Omar Perez  (UNICAMP, Departamento de Filosofia)


Comentador: Prof. Dr. Nelson da Silva (IPUSP)

·       Esta Reunião Científica será transmitida ao vivo pela internet, no endereço



Resumo da conferência: A filosofia transcendental de Kant foi elaborada a partir de uma crítica à metafísica e à ontologia tradicional. Essa crítica se articula na tentativa de dar resposta às seguintes perguntas: 1. O que posso saber? 2. O que devo fazer? 3. O que é permitido esperar? As três perguntas comduzem a uma quarta: O que é o homem? A formulação de respostas a estas perguntas levou Kant a uma nova concepção de antropologia e de natureza humana. De acordo com ele, a antropologia pragmática não procura saber o que a natureza fez do homem, mas o que o homem faz, pode e deve fazer de si mesmo. Nesta conferência buca-se apresentar a concepção kantiana de natureza humana e de antropologia, bem como a relação destas com a tarefa da filosofia como crítica.


Daniel Omar Perez é professor doutor em filosofia na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), pesquisador PQ 1D no CNPQ com "A antropologia e o juízo prático. O ser humano como executor de operações judicativas na virtude, no direito, na história e na pedagogia de Kant". Também desenvolve um projeto sobre A constituição do sujeito a partir das relações de identificação; uma abordagem entre a filosofia kantiana e a psicanálise freudiano-lacanaina. Em 2012 realizou um estágio de pós-doutorado na Bonn Universität (ALEMANHA) onde desenvolveu parte do projeto sobre antropologia em Kant e avançou na tradução das "Reflexões de Antropologia" de Kant (trabalho iniciado com Valerio Rohden em 2008). No ano de 2007 realizou outro estágio de pós-doutorado na Michigan State University (EEUU) com o apoio da Capes onde trabalhou na antropologia pragmática de Kant e na organização do livro "Kant in Brazil" com Frederick Rauscher. Publicou artigos de filosofia e psicanálise em revistas especializadas e livros, tais como Kant e o problema da significação (Editora Champagnat, 2008), O inconsciente, onde mora o desejo (Record, 2012), Ontologia sem espelhos (CVR, 2014), dentre outros.

 Nelson da Silva Júnior é psicanalista, Doutor pela Universidade Paris VII, Professor Livre Docente e Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social do Instituto de Psicologia da USP. Membro do Departamento de Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae e da Associação Universitária de Pesquisa em Psicopatologia Fundamental. Coordenador do Laboratório de Teoria Social, Filosofia e Psicanálise, juntamente com Christian Dunker e Vladimir Safatle.  Autor dos livros: Le fictionnel en psychanalyse. Une étude à partir de l'œuvre de Fernando Pessoa. Villeneuve d’ Asq : Presses Universitaires du Septentrion, 2000, e Linguagens e Pensamento. A lógica na razão e desrazão, Casa do Psicólogo, 2007.

Leopoldo Fulgencio é professor do Instituto de Psicologia da USP, Departamento de Psicologia da Aprendizagem, do Desenvolvimento e da Personalidade; bolsista Produtividade CNPq; autor de Freud na Filosofia Brasileira (ESCUTA, 2004), O Método Especulativo em Freud (EDUC, 2008), e “Winnicott rejection of the basic concepts of Freud’s metapsychology” (artigo selecionado para compor o anuário do International Journal of Psychoanalysis de 2007), dentre outros trabalhos publicados.