Filosofia Psicanálise e Literatura

Daniel Omar Perez

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

OBRA COMPLETA DE HEGEL

http://giuseppecapograssi.wordpress.com/2013/08/02/g-w-f-hegel-werke-1-20-suhrkamp-1986/

on agosto 02, 2013
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Sentimentos em conflito: Acerca do que fazemos, podemos e devemos fazer de nós mesmos

Sentimentos em conflito: Acerca do que fazemos, podemos e devemos fazer de nós mesmos
Neste trabalho, intitulado Sentimentos em conflito - Acerca do que fazemos, podemos e devemos fazer de nós mesmos, procurei mostrar como se organiza e funciona o campo de sentido da experiência prática com vários dos seus desdobramentos internos. Chamamos aqui de experiência prática ao conjunto de experiências do sujeito no domínio prático: moral em sentido estrito, direito, política e história, incluindo reflexões sobre a loucura e o conhecimento antropológico. A pergunta em questão é acerca da possibilidade da experiência moral e nos conduz a indagar as estruturas proposicionais que aparecem na experiência prática, o sujeito dessa experiência que aparece como operador e objeto das operações, os afetos e sentimentos que se articulam com os enunciados morais, bem como as regras sintáticas e referenciais que estão em jogo no campo prático. Parafraseando Kant: deixamos para trás o presunçoso título de ontologia como também o de uma moral dos fatos em si e avançamos numa analítica das condições de possibilidade de uma experiência prática (em sentido amplo): moral, política, histórica e antropológica, incluindo ainda a experiência da loucura. Coleção Modernos e Contemporâneos ISBN: 978-85-66045-60-4 384 páginas 73R$ FRETE GRÁTIS (envio por registro módico)

Sentimentos em conflito: Acerca do que fazemos, podemos e devemos fazer de nós mesmos

Sentimentos em conflito: Acerca do que fazemos, podemos e devemos fazer de nós mesmos
Neste trabalho, intitulado Sentimentos em conflito - Acerca do que fazemos, podemos e devemos fazer de nós mesmos, procurei mostrar como se organiza e funciona o campo de sentido da experiência prática com vários dos seus desdobramentos internos. Chamamos aqui de experiência prática ao conjunto de experiências do sujeito no domínio prático: moral em sentido estrito, direito, política e história, incluindo reflexões sobre a loucura e o conhecimento antropológico. A pergunta em questão é acerca da possibilidade da experiência moral e nos conduz a indagar as estruturas proposicionais que aparecem na experiência prática, o sujeito dessa experiência que aparece como operador e objeto das operações, os afetos e sentimentos que se articulam com os enunciados morais, bem como as regras sintáticas e referenciais que estão em jogo no campo prático. Parafraseando Kant: deixamos para trás o presunçoso título de ontologia como também o de uma moral dos fatos em si e avançamos numa analítica das condições de possibilidade de uma experiência prática (em sentido amplo): moral, política, histórica e antropológica, incluindo ainda a experiência da loucura. Coleção Modernos e Contemporâneos ISBN: 978-85-66045-60-4 384 páginas 73R$ FRETE GRÁTIS (envio por registro módico)

A natureza do homem

O homem é um malabarista por natureza e joga um papel estranho. (Kant, Reflexões sobre antropologia; Vol XV, Rx 240)

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Antropologia e história em Kant. Disciplina de pós-graduação no curso de filosofia da UNICAMP

segundo semestre de 2015

Título: Antropologia e história em Kant

Resumo: O curso visa apresentar os elementos fundamentais da Antropologia em Kant, especialmente no que diz respeito à natureza humana e a história. Trabalharemos fundamentalemte na leitura das lições de antropologia desde um ponto de vista pragmática e das reflexões de antropologia. Destacaremos os elementos da natureza humana apresentados por Kant tanto na didática quanto na característica antropológica buscando compreender o enunciado kantiano que diz que a antropologia pragmática estuda o que o homem faz, pode e deve fazer de si mesmo.

Referências:

BRANDT, R. & STARK, W. Einleitung. IN Kants Gesammelte Schriften. Berlin: W. de Gruyter, 1997.

FELICITAS MUNZEL, G. Kant’s Conception of Moral Character: The Critical Link of Morality. Anthropology and Reflective Judgment. Chicago: The University of Chicago Press, 2003.

FRIERSON, P. “Character and Evil in Kant’s Moral Anthropology”. Journal of History of Philosophy, 44(4), pp. 623-634, 2006.

KANT, I. (1902- ) Kant’s Gesammelte Schriften. Berlin: Walter de Gruyter & Co.

LONGUENESSE, B. Kant on the Human Standpoint. New York: Cambridge University Press, 2005.

—————. “The Moral Importance of Politeness in Kant’s Anthropology”. Kantian Review, v. 9, pp. 105-27, 2005.

—————. Freedom and Anthropology in Kant’s Moral Philosophy (freedom). New York, Cambridge University Press, 2003.

GRENBERG, J. “Anthropology from a Metaphysical Point of View”. Journal of the History of Philosophy, 37(1), pp. 91-115, 1999. (Academic Research Library)

JACOBS, B., KAIN, P. (eds.). Essays on Kant’s Anthropology. Cambridge: Cambridge University Press, 2003.

LOPARIC, Z. “As Duas Metafísicas de Kant”. Kant e-prints, v. 2, n. 5, pp. 1-10, 2003.

ftp://ftp.cle.unicamp.br/pub/kant-e-prints/vol.2,n.5,2003.pdf

—————. A Semântica Transcendental de Kant. Campinas: Unicamp, 2000. (Coleção CLE, v. 29)

LOUDEN, R. Kant’s Impure Ethics. New York: Oxford University Press, 2000.

PEREZ, D. O. . História e teleologia na filosofia kantiana. Resposta às críticas de Ricardo Terra contra a Escola semântica de Campinas . Studia Kantiana (Rio de Janeiro), v. 16, p. 144-159, 2014.

____________. A relação entre a Teoria do Juízo e natureza humana em Kant. Educação e Filosofia (UFU. Impresso), v. 27, p. 233-258, 2013.

___________. Foucault como kantiano: acerca de um pensamento do homem desde sua própria finitude. Revista de Filosofia: Aurora (PUCPR. Impresso), v. 24, p. 217, 2012.

___________. A Antropologia Pragmática como parte da Razão Prática em sentido kantiano. Manuscrito (UNICAMP), v. 32, p. 357-397, 2009.

___________. A loucura como questão semântica: uma interpretação kantiana. Trans/Form/Ação (UNESP. Marília. Impresso), v. 32, p. 95-117, 2009.

___________. O SIGNIFICADO DE NATUREZA HUMANA EM KANT. Kant e-Prints (Online), v. 5, p. 75-87, 2010.

___________. Kant e o problema da significação Curitiba: Editora Champagnat, 2008.

___________. Os significados dos conceitos de hospitalidade en Kant e a problemática do estrangeiro. Revista Philosophica, v. 31, p. 43-53, 2007.

___________. Política, Religión y Medicina en Kant: El Conflicto de las Proposiciones. Cinta de Moebio, v. 28, p. 91-103, 2007.

___________. Os significados da história em Kant. Philosophica (Lisboa), v. 28, p. 67-107, 2006.

SCHMIDT, C. M., “The Anthropological Dimension of Kant’s Metaphysical of Morals”. Kant-Studien, 96, pp. 66-84, 2005.

STARK, W. “Historical Notes and Interpretive about Kant’s Lectures on Anthropology”. In: B. Jacobs and P. Kain (eds.) (2003), pp. 15-37.

SUSSMAN, D. The Idea of Humanity: Anthropology and Anthroponomy in Kant’s Ethics. New York: Routledge, 2003.

WOOD, A. “Kant and the Problem of Human Nature”. In: B. Jacobs and P. Kain (eds.) (2003), pp. 38-59.

WILSON, H. L. Kant´s pragmatic anthropology. Its origin, meaning, and critical significance. New York: State University of New York Press, 2006.

Programa de ética para graduação em filosofia da UNICAMP. SEGUNDAS-FEIRAS 2015

Resumo: O programa visa apresentar uma introdução aos conceitos fundamentais da disciplina de ética com o intuito deinvestigar a relação entre lei e liberdade. Primeiramente, procuraremos reconhecer alguns conceitos técnicos, bem como os modos de abordagem das questões éticas na história da filosofia que nos possibilitem a formulação da questão. Em segundo lugar, abordaremos a invenção da liberdade na época moderna. Terceiro, mostraremos a questão da liberdade na relação entre a razão e os sentimentos. No quarto momento passaremos a tratar este último tópico a partir de Immanuel Kant. O centro da nossa reflexão estará dado pelo modo kantiano de formular as questões da moral e da ética. Porém, estabeleceremos permanentemente um contraponto entre a proposta kantiana e algumas reflexões contemporâneas, nomeadamente, a partir de Nietzsche, Freud e Heidegger.

Tópicos

1. Introdução: Conceitos técnicos fundamentais da ética

1.1. Alguns modos de abordagem das questões da ética na história da filosofia

1.2. A invenção da liberdade na modernidade

1.3. A razão e os sentimentos na modernidade

2. A liberdade, a razão e os sentimentos no Kant do período pré-crítico

2.1. A obra de Kant e os problemas morais

2.2. Sentimentos e lei moral nos anos 1760.

3. A filosofia transcendental e as questões éticas: o problema da liberdade e a lei.

3.1. O que é filosofia transcendental?

3.2. O empírico e o transcendental com relação à moral

4. Estrutura e objetivo da Fundamentação da metafísica dos costumes

5. Estrutura e objetivo de uma Crítica da razão prática

6. Estrutura e objetivo de uma Metafísica dos costumes

7. A relação entre moral, ética e antropologia em Kant

7.1. Lei moral pura, liberdade como postulado da razão prática e natureza humana

8. As perguntas kantianas e a Antropologia de um ponto de vista pragmático

8.1. Que posso saber?

8.2. Que devo fazer?

8.3. Que está me permitido esperar?

8.4. Que é o homem?

9. Reflexões sobre o alcance e o limite do modo de formular os problemas éticos em Kant. Contraponto com Nietzsche, Freud e Heidegger.

Modalidade de trabalho:

Realizaremos aulas expositivas com debates abertos sobre os temas tratados.

Modo de avaliação:

Será realizada uma prova escrita na metade do semestre e será solicitado um trabalho final escrito no final do semestre. A nota de aprovação será o resultado das duas avaliações.

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CURSO DE EXTENSÃO EM PSICANÁLISE - UEL - LONDRINA

terças-feiras de psicanálise na Unicamp 2015 sujeito, identidade e identificação


HF161-A – HISTÓRIA EPISTEMOLÓGICA DA PSICOLOGIA E DA PSICANÁLISE

PROF. DANIEL OMAR PEREZ 1º SEMESTRE/2015

TÍTULO: “A constituição do sujeito a partir das relações de identificação. Uma abordagem entre a filosofia kantiana e a psicanálise freudiano-lacanaina”

RESUMO:A partir de uma crítica à noção de identidade individual do sujeito desde elementos da filosofia moderna e da psicanálise freudiano-lacaniana estabeleceremos como objetivo a elaboração de uma lógica da identificação que permita dar conta da constituição do sujeito e sua relação com a verdade. A identidade pessoal, as relações amorosas e os projetos políticos serão os fenômenos a serem acolhidos desde a lógica da identificação. A meta é fornecer elementos que nos permitam pensar a possibilidade da emergência de novas identificações individuais e sociais, bem como a ação política.

1. O problema da identidade do sujeito a partir de Descartes e Kant: uma apresentação a partir de Freud e de Lacan

2. O problema da identidade e da identificação em Freud

3. A interpretação de Lacan sobre a identidade e a identificação em Freud.

http://www.ifch.unicamp.br/pos/fi/2015/ementas1s/hf161a.pdf

SEMINÁRIO DE INTRODUÇÃO Á FORMALIZAÇÃO EM PSICANÁLISE (TOPOLOGIA E LÓGICA EM LACAN)


Durante as sextas-feiras do mês de junho, entre 11 e 13 horas no doutorado de filosofia da PUC-PR, na sala A28, realizaremos um seminário aberto de formalização em psicanálise. Todos podem participar livremente.

Cronograma:
07/06/2013 sobre topologia lacaniana- Introdução à formalização em psicanálise:Daniel Omar Perez.
1ª e 2ª tópicas: Rozana Mazetto.

14/06/2013: O esquema L: Juliana Portilho.
Esquema Óptico: Luiz Doni Filho.

21/06/2013: Grafo do desejo: Luiz Doni Filho.
RSI: Daniel Omar Perez.
Toro e garrafa de Klein: Rodrigo Camilotti Rodrigues.

28/06/2013: Os quatro discursos: Bruna Iodice.
Fórmulas da sexuação: Juliana Portilho.

Seminário 2013 no programa de doutorado de filosofia da PUC-PR (Curitiba)

"O PROJETO ANTROPOLÓGICO. A invenção da natureza humana".

Este segundo seminário terá o seguinte itinerário Sumário:

1.Introdução. Navegantes, naturalistas e filósofos: o desenho humano a partir da colonização da América.
2.Antropologia empírica e problemas filosóficos: estética, loucura e caráter moral nos anos 1760.
3.Antropologia fisiológica e o debate com os naturalistas: os conceitos filosóficos importados da história natural entre 1760-1780
4.História natural e o debate sobre as raças e o conceito de humanidade: discussões entre os Forster e Kant.
5.Teoria do juízo e natureza humana
6.O projeto antropológico de Kant
7.É possível uma antropologia transcendental?
8.Antropologia prática
9.Antropologia pragmática
10.Os fins da razão como fins do homem
11.História
12.Política, semântica e antropologia
13.Cosmopolitismo e cidadania mundial: o político e a política
14.A Psicologia não pode ser uma ciência: crítica ao estudo da interioridade.
15.Kant como dobradiça. Considerações sobre o ser humano como objeto das ciências humanas, sociais e bio-médicas: a passagem do século XVIII para o século XIX.
16.Foucault como kantiano. Acerca de um pensamento do homem desde sua própria finitude


Desde a virada do século XV para o XVI e com as primeiras viajens para América os diarios de viajantes narraram o percurso incluindo nas suas páginas os detalhes sobre as paisagens, as formas de curiosos animais, estranhos costumes, plantas raras e possibilidades de exploração a partir dos quais começa a se desenhar uma figura humana que mais tarde se reconheceria como o habitante do planeta Terra. Os naturalistas aproveitaram os materiais das viagens para classificar –Linneu-, comparar e descrever –Lamarck- o mundo e o homem. Os filósofos do mesmo período procuraram especular sobre os mecanismos de uma natureza humana a partir de um ser supremo. No final do século XVIII Kant propõe pensar o que seria o homem a partir da sua própria finitude, mas se apropriando de conceitos da história natural, das narrativas e das descrições de viajantes, bem como de reflexões filosóficas da época.

Seminário 2013 no programa de doutorado de filosofia da PUC-PR (Curitiba)

"A vida em comum: histórias de amor e projeto político".

Terá o seguinte itinerário Sumário:
1.Um relato cartesiano para perguntar sobre a realidade, o tempo, a verdade e aquilo que nós somos.
2.Teoria bipolar do individuo moderno: O mundo de u.m só que tem necessidades biológicas e toma decisões racionais.
3.Os contra-exemplos modernos da bipolaridade: De vários a um.
4.Primeiro a manada, depois eu: Entre o clã, o sexo e os mortos.
5.A organização social da pulsão: A repressão e a arte como dispositivo de produção da realidade.
6.A identificação entre a satisfação de pertencer e a angustia da singularidade.
7.Não somos idênticos, nos identificamos.
8.A política da vida em comum: a relação amorosa e a comunidade.
9.A pergunta pela realidade e o tempo o tempo de uma vida.

A identificação e a identidade. Disciplina de pós-graduação no curso de filosofia da UNICAMP

segundo semestre de 2015

Título: A identificação e a identidade

Resumo: Com o objetivo de indagar os elementos de uma teoria acerca do sujeito o curso se propõe oferecer uma leitura do Seminário 9 de Lacan. Delimitaremos o trabalho no tópico onde Lacan desenvolve um diálogo crítico com Descartes, Kant e alguns filósofos da tradição analítica no que diz respeito ao princípio de identidade. Avançaremos na compreensão de significante e traço unário, bem como na possibilidade de formalização da nomeação.

Bibliografia

Amster, P. (2010) Apuntes matemáticos para ler a Lacan. 1 Topologia. BsAs: Letra viva.

_________(2010b) Apuntes matemáticos para ler a Lacan. 2 Lógica y teoria de conjuntos. BsAs: Letra viva.

Baudes de Moresco, M. (2011) Real, simbólico, imaginário. Uma introducción. BsAs: Letra viva.

Darmon, M. (2008) Ensayos acerca de la Topologia lacaniana. BsAs: Letra viva.

Eidelsztein, A. (2006) La Topologia em la clínica psicoanalítica. BsAs: Letra viva.

____________ (2007) El grafo del deseo. BsAs: Letra viva.

Kant, I. (1902-) Kant’s Gesammelte Schriften. Berlin: Walter de Gruyter & Co.

Kripke, S. (1972) "Identity and Necessity", In Identity and Individuation, edited by M. K. Munitz. New York: New York University Press. Reprinted in Philosophical Troubles. Collected Papers Vol. I, Oxford University Press.

________. (1980) "Naming and Necessity", In Semantics of Natural Language, edited by D. Davidson and G. Harman. Dordrecht; Boston: Reidel.

Kuri, C. (2010) La identificación. Lo originario y lo primario: una diferencia clínica. Rosario: HomoSapiens.

Lacan, J. O Seminário 9 A identificação

_______ (1998) Escritos. RJ: Jorge Zahar Editor.

_______ (2001) Outros Escritos. RJ: Jorge Zahar Editor.

Laclau, E. (2009) Prefacio. IN Zizek, S “El sublime objeto de la ideologia”. BsAs: Siglo XXI Editores, pp 11-19.

________ (2008) La razón populista. BsAs: FCE

Murta, C. (2012) Feminilidades. Curitiba: Editora CRV.

Perez, D.O. (2008) Kant e o problema da significação. 1. ed. Curitiba: Champagnat.

_________ (2009) A psicanálise como experiência ética e o problema da cientificidade. Revista Mal-Estar e Subjetividade, v. 9, p. 15-30.

_________ (2012) O Inconsciente. Onde mora o desejo.. 1. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.

_________ (2009) A loucura como questão semântica: uma interpretação kantiana. Trans/Form/Ação (UNESP. Marília. Impresso), v. 32, p. 95-117.

_________(2009) El cuerpo y la ley: de la idea de humanidad kantiana a la ética del deseo en Lacan. Revista de Filosofia : Aurora (PUCPR. Impresso), v. 21, p. 481-501, 2009.

Ritvo, J. (2006) Figuras del prójimo. El enemigo, el cuerpo, el huesped. BsAs: Letra viva.

_______ (2009) El labirinto de la feminidad y e lacto analítico. Rosario: Homo Sapiens.

_______ (2011) Sujeto Massa Comunidad. La razón conjetural y la economia del resto. Santa Fe: Mar por médio Editores.

Stavrakakis, Y (2010) La izquierda lacaniana. Psicoanálisis, teoria, política. BsAs: FCE.     

Disciplina de Ética no programa de pós-graduação de filosofia na Unicamp Primeiro semestre de 2016

segundas-feiras de 15.00 a 19.00 hs

A disciplina abordará as inclinações, os sentimentos e os afetos na filosofia prática de Kant. Primeiramente, examinaremos as inclinações e o sentimento de respeito na Fundamentação e na segunda crítica. Em segundo lugar, examinaremos o afeto de entusiasmo na terceira crítica, no Conflito das faculdades e na Metafísica dos Costumes. Finalmente retomaremos a análise de inclinações, sentimentos e afetos na Antropologia.

Daniel Omar Perez

Daniel Omar Perez
Psicanalista, professor de filosofia na UNICAMP, pesquisador em CNPq. (Club Rosario Central)

Ontologia e política

Por um lado, no que tradicionalmente se entendeu como a ontologia, se pensou a realidade desde a pergunta pelo SER e seus atributos fundamentais.
Por outro lado, no que tradicionalmente se entendeu comoa política, se pensaram as relações entre os membros de uma comunidade na elaboração de um projeto de modo de vida em comum.

Entender a política como um modo de ação, como um tipo de determinação que modifica a própria realidade não pode estar dissociada de uma reflexão sobre a realidade na que opera. Essa modificação não se faz desde lugar nenhum nem desde uma mente divina. Assim, é necessário identificar como efeito de um conjunto de determinações algo como uma inflexão, uma variedade de sujeitos, agentes, operadores políticos sobre a realidade que se pretende modificar.

Tanto a filosofia kantiana quanto a psicanálise freudiana e lacaniana colocam em questão os sujeitos dessa realidade e o próprio estatuto da realidade, seja na forma de sujeito individual quanto de sujeito coletivo que se defronta com os problemas do conhecer, do agir, do prazer.... etc.

Assim, a filosofia kantiana e a psicanálise freudiana e lacaniana me permitem pensar a realidade desde o "como se", desde a ficção originária, tão bem entendida por Hans Vaihinger e Jorge Luis Borges, e o sujeito como vazio, como função lógica, como efeito, como suposição, como posição numa estrutura, como lugar de enunciação.

Sentimentos em conflito: Acerca do que fazemos, podemos e devemos fazer de nós mesmos

Sentimentos em conflito: Acerca do que fazemos, podemos e devemos fazer de nós mesmos
Neste trabalho, intitulado Sentimentos em conflito - Acerca do que fazemos, podemos e devemos fazer de nós mesmos, procurei mostrar como se organiza e funciona o campo de sentido da experiência prática com vários dos seus desdobramentos internos. Chamamos aqui de experiência prática ao conjunto de experiências do sujeito no domínio prático: moral em sentido estrito, direito, política e história, incluindo reflexões sobre a loucura e o conhecimento antropológico. A pergunta em questão é acerca da possibilidade da experiência moral e nos conduz a indagar as estruturas proposicionais que aparecem na experiência prática, o sujeito dessa experiência que aparece como operador e objeto das operações, os afetos e sentimentos que se articulam com os enunciados morais, bem como as regras sintáticas e referenciais que estão em jogo no campo prático. Parafraseando Kant: deixamos para trás o presunçoso título de ontologia como também o de uma moral dos fatos em si e avançamos numa analítica das condições de possibilidade de uma experiência prática (em sentido amplo): moral, política, histórica e antropológica, incluindo ainda a experiência da loucura. Coleção Modernos e Contemporâneos ISBN: 978-85-66045-60-4 384 páginas 73R$ FRETE GRÁTIS (envio por registro módico)

O PÊNDULO DE EPICURO: ensaio sobre o sujeito e a lógica de uma história sem finalidade Kant, Freud

O PÊNDULO DE EPICURO: ensaio sobre o sujeito e a lógica de uma história sem finalidade Kant, Freud
O Pêndulo de Epicuro é, em princípio, uma estratégia de reflexão sobre a filosofia da história. O recurso a Kant parece-nos justificado em si mesmo quanto ao tema. Já o recurso a Freud tem um valor adicional: a simetria e dissimetria em relação a Kant que reconhecemos nele. A novidade, se podemos assim chamar, aparece no recurso a Darwin. Este nos deu o equilíbrio do pêndulo, o ponto de vista que faz verdadeiro contraponto a Kant e Freud, mas, principalmente, que delineia os dois enquadres que detectamos na história da filosofia, o acaso e a necessidade, o aprioristicamente determinado e a contingência, o progresso e o declínio, numa palavra, o mesmo e a diferença. Tudo isto, por outro motivo que não o diletantismo filosófico, a saber, uma reflexão consistente sobre o sujeito e, assim, sobre os destinos da humanidade, sobre as responsabilidades humanas, sobre as condições de possibilidade das ações e das autodeterminações humanas. A dimensão do desafio encontrado, verá o leitor, é que tudo está por ser feito e ninguém além dos seres humanos o fará. Detalhes do produto Editora: EDITORA CRV ISBN:978-85-444-3592-2 DOI: 10.24824/978854443592.2 Ano de edição: 2019 Distribuidora: EDITORA CRV Número de páginas: 190 Formato do Livro: 14x21 cm Número da edição:1 28,70 R$

ONTOLOGIE SANS MIROIRS Essai sur la réalité Borges, Descartes, Locke, Berkeley, Kant, Freud

ONTOLOGIE SANS MIROIRS Essai sur la réalité Borges, Descartes, Locke, Berkeley, Kant, Freud
Josiane Cristina Bocchi, Daniel Omar Perez, Francisco Verardi Bocca Traduit du portugais (Brésil) par Isabelle Alcaraz Collection : La philosophie en commun PHILOSOPHIE Livre papier : 19,5 €

2012 O INCONSCIENTE. ONDE MORA O DESEJO

2012 O INCONSCIENTE. ONDE MORA O DESEJO
Ferramentas para a pesquisa e a prática psicanalítica e da filosofia. O inconsciente pode ser considerado o texto mais importante da chamada Metapsicologia freudiana. Foi elaborado por Freud para dar conta de sintomas que, não tendo causa física, também não eram produtos da consciência e, mesmo assim, se apresentavam como efeitos passíves de reconhecimento na clínica. Insiste em ser mais do que um conceito hoje em dia. Aparece como voz da linguagem popular, como ferramenta da clínica, como categoria de pensamento, como problema, como palavra sem sentido, como objeto de estudo, como tema de exame e até como elemento a ser decorado para avaliações universitárias.

2014 Ontologia sem espelhos

2014 Ontologia sem espelhos
Sobre a impossibilidade de uma realidade última. O que é a realidade? Como uma pergunta desse tipo é possível? O objetivo deste livro é nos prepararmos para a interrogação acerca da realidade. Por isso, antes de responder e avançar positivamente preferimos nos deter e apontar para a própria pergunta. Assim sendo, ensaiamos a busca de alguns elementos das condições de possibilidade da sua formulação. Para alcançarmos o nosso objetivo desenvolvemos a apresentação do resultado da pesquisa em três abordagens e uma conclusão. Num primeiro enfoque do problema a tarefa se coloca na relação literatura-filosofia. A questão acerca do real aparece no plano da narrativa e do jogo da argumentação, isto é, da linguagem. Para isso usamos as ideias de Jorge Luis Borges e suas especulações sobre a realidade tanto nas ficções literárias quanto em relação a própria escrita filosófica. Numa segunda perspectiva o assunto é colocado em relação a quem pergunta e seu objeto. Por isso achamos pertinente usar alguns conceitos e dispositivos teóricos da filosofia moderna e suas objeções, especialmente em Descartes, Berkeley e Kant. No terceiro momento, indicamos o ponto no horizonte onde o fracasso das pressuposições anteriormente reveladas impulsiona a tentativa de uma nova formulação da pergunta pela realidade. O recurso da psicanálise se apresenta como a possibilidade de marcar o fim de uma época e abertura de uma nova pauta de trabalho. Ao final nos interrogamos o que é a realidade enquanto pergunta. Como uma pergunta desse tipo é possível? Nosso trabalho revela que a pergunta pela realidade supõe uma linguagem (isto é, um conjunto de conceitos, regras e argumentações) e um sujeito (desde onde se enuncia o interrogante). Linguagem articulada em conceitos e argumentos e Sujeito da enunciação se conformam num dispositivo teórico que possibilita a pergunta e a eventual resposta.

2009 A EFICÁCIA DA CURA EM PSICANÁLISE

2009 A EFICÁCIA DA CURA EM PSICANÁLISE
Antonio Godino Cabas, Daniel Omar Perez, Edna Maria Romano Wallbach, Francisco Verardi Bocca, Gilberto Rudeck da Fonseca, João Perci Schiavon, Jorge Sesarino, Maria Angélica Carrera e Nadja Nara Barbosa Pinheiro se interrogam sobre a cura e oferecem dez trabalhos que lhe permitem ao leitor ter uma compreensão bastante abrangente do que seria uma psicanálise. O que seria um tratamento psicanalítico? O que trata uma psicanálise? Qual é a sua finalidade? Quando começa um tratamento psicanalítico? Quando termina? Quais são suas etapas ou momentos ou tempos? Qual é a duração de uma análise? Só há uma ou mais de uma análise? Todos podem fazer análise? O que faz um analista? As perguntas acima listadas são inquietação de leigos e iniciados e não têm data de validade nem prescrição definitiva. A tentativa de resposta para essas questões requer um cuidado ético-epistemológico para além de uma mera descrição de procedimentos e metodologias. A psicanálise como um trabalho com as palavras engendrou orientações convergentes e divergentes em diferentes aspectos, criou várias gerações de analistas que desenvolveram tratamentos gerais ou abordagens específicas. Algumas dessas práticas foram abandonadas, outras aprofundadas. Muitas tiveram uma eficácia duradoura, várias não passaram de ensaios. Um conjunto das práticas contemporâneas que refletem parte desse percurso se encontra expressado neste livro.

2007 FILÓSOFOS E TERAPEUTAS

2007 FILÓSOFOS E TERAPEUTAS
O livro apresenta uma história e um debate sobre os diferentes modos nos quais a filosofia pensou e tratou a dor, os medos, as angústias, a loucura e o desvario que muitas vezes provoca a incerteza da própria existência. Também aborda as relações de poder e de saber que temos na constituição, construção e modelação dos corpos e pensamentos feitos máquinas ou dispositivos. Mas, fundamentalmente, fala daquilo que nós mesmos somos e como tratamos aquilo que somos. Os filósofos, antes de serem professores, são terapeutas de si mesmos, e é a partir desse lugar que alguns deles se arriscam a sugerir uma medicina por meio do cuidado ou da renúncia, da auto-afirmação ou da transcendência. Durante 2.500 anos a filosofia se apresenta como estilo de vida e como reflexão sobre a vida, como crítica e como justificação, como consolo e como a exalação de uma ferida aberta. Assim, o filósofo se torna santo ou artista, vilão ou analista, médico ou bibliotecário, mas em todos os casos destila em seus escritos aquilo que o confronta em seu próprio limite. Filósofos e Terapeutas é um livro que fala da vida e da cura da vida.

2008 KANT E O PROBLEMA DA SIGNIFICAÇÃO

2008 KANT E O PROBLEMA DA SIGNIFICAÇÃO
Um livro sobre a filosofia transcendental. Como é possível o conhecimento nas ciências físico-matemáticas? Como é possível o conhecimento moral? Como é possível o julgamento estético? Como é possível afirmar a finalidade de um objeto, de um sistema ou até mesmo da natureza ou da humanidade? Essas são as perguntas fundamentais com as quais Kant se deparou no decorrer da sua obra filosófica e também foi a partir daí que desenhou seu sistema. Kant e o problema da significação apresenta uma interpretação sistemática da filosofia transcendental. Do problema da significação dos conceitos no período pré-crítico à indagação das condições de possibilidade das proposições sintéticas na etapa crítica o sistema da filosofia transcendental se constrói como análise lógico-semântico. Nesse percurso a questão da metafísica e do que é propriamente filosofar se articula com os enredos biográficos e os embaraços conceituais do filósofo de Königsberg. Por momentos o livro é um romance que revela um Kant em situações de indecisão, tentativas fracassadas e reinícios de projetos.

Livros e artigos em pdf para baixar no computador

  • academia.edu

O que fazem os que fazem psicanálise.

O que fazem os que fazem psicanálise.
A interrogação sobre a prática e a teoria psicanalítica é o exercício constante da sua própria renovação.

LIVROS E ARTIGOS

  • O Inconsciente. Onde mora o desejo (livro)
  • Kant e o problema da significação (livro)
  • Kant in Brazil (livro org)
  • Ensaios de filosofia moderna e contemporânea (livro organizado)
  • Ensaios de ética e política (livro organizado)
  • Kant no Brasil (livro organizado)
  • Filósofos e terapeutas (livro organizado)
  • A eficácia da cura em psicanálise. Freud, Winnicott, Lacan (livro organizado)
  • A loucura como questão semântica: uma interpretação kantiana (artigo)
  • A semântica transcendental de Kant (artigo)
  • Os significados dos conceitos de hospitalidade em Kant e a problemática do estrangeiro (artigo)
  • FIGURAS ÉTICAS (artigo)
  • A psicanálise como experiência ética e o problema da cientificidade (artigo)
  • A Antropologia pragmática como parte da razão prática em sentido kantiano (artigo)
  • A INTERPRETAÇÃO DE J. L. BORGES SOBRE A METÁFORA NO TEXTO FILOSÓFICO (artigo)

OS PENSADORES

  • Fundamentação da metafísica dos costumes
  • Kant Werke
  • Kants Gesammelten Werken
  • Lacan completo em Francês
  • Obras completas de Aristóteles
  • biblioteca virtual
  • coleção os pensadores para baixar
  • obra completa de Heidegger em alemão
  • vários pensadores

Sujeito e História segundas-feiras de Kant na Unicamp 2015

HF698-B – HISTÓRIA DA FILOSOFIA MODERNA IIPROF. DANIEL OMAR PEREZ1º SEMESTRE/2015


TÍTULO: História e sujeito em Kant.


PROGRAMA:O curso visa abordar a questão do tempo em relação com os eventos históricos bem como o sujeito vinculado a eles. Para tal fim, primeiramente reconheceremos de modo introdutório as noções de tempo e sujeito na filosofia crítica de Kant fazendo a distinção correspondente entre âmbito teórico e âmbito prático, nomeadamente na Crítica da razão pura e na Crítica da razão prática. Em segundo lugar, para avançarmos sobre as noções de tempo e sujeito no âmbito prático trabalharemos fragmentos dos textos O começo conjectural da história dahumanidade, Religião nos limites da simples razão, À paz perpétua, O conflito das faculdades e Antropologia em sentido pragmático. Destacaremos o aparecimento do tempo histórico vinculado à teleologia e do signo da história como rememorativo-demonstrativo-prognostico,bem como a distinção entre sujeito individual e sujeito coletivo, o surgimento do conceito de raça, povo, espécie e gênero. Esses conceitos de tempo e de sujeitos nos permitem repensar oproblema da história. Procuraremos refletir sobre o alcance e o limite do modo kantiano de formular o problema em contraponto com as críticas nietzscheanas.

http://www.ifch.unicamp.br/pos/fi/2015/ementas1s/hf698b.pdf

2012 KANT IN BRAZIL

2012 KANT IN BRAZIL
Estudos kantianos brasileiros em inglês. The availability of this material in English for the first time will promote interaction between North American and Brazilian scholars as well as enable Anglophone readers worldwide to incorporate excellent but previously neglected work into their own debates about Kant. The book contains an editor's introduction providing an overview of the institutional structure of Kant studies in Brazil. The essays that follow, translated from Portuguese, include a survey of the history of Kant studies in Brazil over the past two centuries as well as interpretive essays that span the corpus of Kant's work in theoretical philosophy, ethics, political philosophy, history, aesthetics, and teleology. Various styles of philosophy are put into practice as well: analytical, philological, reflective, comparative, displaying the broad and diverse nature of Brazilian philosophy. Frederick Rauscher is associate professor of philosophy at Michigan State University. Daniel Omar Perez is professor of philosophy at the Unicamp.

2006 INICIAÇÃO á FILOSOFIA

2006 INICIAÇÃO á FILOSOFIA
Um livro introdutório para utilizar em sala de aula no ensino médio.

2005 KANT NO BRASIL

2005 KANT NO BRASIL
Os nomes de Guido de Almeida, Ricardo R. Terra, Valerio Rohden e Zeljko Loparic representam, sem dúvida, uma marca nos estudos kantianos que não pode ser negligenciada nem mesmo pelo leitor mais desatento. Qualquer aproximação dos escritos de Immanuel Kant que demande o debate de idéias e o confronto de argumentos não deve ignorar as obras destes filósofos que, nas últimas décadas, balizaram o rumo das pesquisas filosóficas no Brasil. A maturidade do pensamento se reflete aqui na heterogeneidade de abordagens, na especificidade das discussões, na riqueza dos temas e na precisão conceitual. Este livro reúne textos importantes que certamente permitem ver com clareza a orientação dos trabalhos da filosofia transcendental nos âmbitos cognitivo, prático e estético.

2002 ENSAIOS DE ÉTICA E POLÍTICA

2002 ENSAIOS DE ÉTICA E POLÍTICA
Através de diversas problemáticas da política, do direito e da ética os textos desta coletânea apresentam a distância entre o homem e a lei que não é outra coisa que a lógica do agir. Assim, o conjunto dos trabalhos que publicamos neste livro visa abordar a questão do agir humano em relação com suas leis de acordo com diferentes perspectivas filosóficas. No primeiro capítulo o professor José Luis Ames aborda a lei na relação do Estado e o indivíduo segundo o pensamento de Machiavelli. No segundo capítulo o professor Luis Yanzer Portela versa sobre o problema do fundamento da filosofia política de Hobbes. No terceiro capítulo o professor Arlei de Espíndola mostra a origem da moralidade em Rousseau. No quarto capítulo o professor Wilson Antonio Frezzatti Junior se demora nas considerações sobre a transparência nas relações políticas também segundo Rousseau. No quinto capítulo o trabalho do professor Daniel Omar Perez sobre Kant interpreta a relação entre lei moral e coerção da razão à luz do sentimento moral. No sexto e último capítulo o professor Horacio Lujan Martinez faz uma leitura da "filosofia política" de Wittgenstein. Estes Ensaios de ética e política proporcionam a leitura de algumas variáveis possíveis em relação com o agir humano. Não há pretensão de encerrar a questão. Apenas sugere-se sua possibilidade de problematização

2001 ENSAIOS DE FILOSOFIA MODERNA E CONTEMPORÂNEA

2001 ENSAIOS DE FILOSOFIA MODERNA E CONTEMPORÂNEA
Os textos da tradição parecem demandar uma leitura de historiador da filosofia. Desse modo, a produção acadêmica em nosso meio afigura-se como o labor de um leitor cuidadoso de um texto idêntico a si mesmo, regido pela conveniência da coerência, preocupado com a trama interna e determinável per se. Com efeito, o rigor do trabalho solicita essa disposição. Parece que uma leitura rigorosa opõe-se à problematização da filosofia. A urgência do filósofo que levanta questões, e usa a tradição para tal fim, passaria por alto exatamente sobre aquilo que a paciência do filósofo que cuida do texto zela com a maior dedicação. O historiador da filosofia aborda a letra dos filósofos procurando manter a maior fidelidade. Mas até que ponto não trai o legado quando não avança no próprio problema que o texto abre? Aristóteles, mas também Kant, Hegel, Nietzsche, Wittgenstein ou Heidegger conseguem captar fielmente o sentido dos discursos filosóficos da tradição ocidental? E, caso contrário, qual seria o valor dos seus escritos? É possível levantar questões pertinentes em filosofia sem ter uma leitura adequada da sua história? É possível realizar uma boa interpretação sem levantar o problema que emerge do texto interpelado? Estas são algumas das discussões apresentadas na presente obra e que servem de inspiração para apresentar propostas de leitura de textos significativos da história da filosofia.

1998 KANT PRÉ-CRÍTICO

1998 KANT PRÉ-CRÍTICO
É uma obra que introduz o leitor a alguns textos kantianos em sua fase pré-crítica. A investigação procura apresentar questões de significação na formulação e resolução de problemas metafísicos e a passagem para o tratamento crítico. Na busca de uma boa metafísica que alcance conhecimentos certos, rechaçando a ilusão dogmática e a possibilidade cética, de que tal metafísica, se existe, é tão só o sonho de um visionário, constata-se o fracasso deste projeto empreendido por Kant. A pesquisa volta-se para a preocupação semântica de Kant com relação à formulação e resolução de problemas. Na tentativa de elaborar campos de sentido, assumem importância, no estudo do kantismo, os problemas de significação. É neste campo que se situa a atividade filosófica em termos críticos.

Kant

Kant
o filósofo da legislação da razão e do cosmopolitismo e do esclarecimento político

Lacan

Lacan
o doutor que formalizava fragmentos de experiência de análise de encontro com o gozo e com o desejo

Freud

Freud
o neurologista que interpretava sonhos, lapsos e esquecimentos para encontrar aquilo que era da ordem do desejo

Saussure

Saussure
o professor que inventava anagramas e procurava formalizar o murmúrio das conversas

Levi-Strauss

Levi-Strauss
o viajante que inventou o estruturalismo antropológico no Brasil

Borges

Borges
o bibliotecário cego que lia livros de areia numa biblioteca de Babel

Gödel

Gödel
o destruidor da ilusão de completude

Cantor

Cantor
o ordenador de conjuntos

Troilo

Troilo
Pichuco, o bandoneon maior de Buenos Aires

VIDEO SOBRE ética e psicanálise I, II, III, IV.

  • http://webconf.rnp.br/p52654476/
  • http://webconf.rnp.br/p80382516/
  • http://webconf.rnp.br/p66241102/

VIDEO SOBRE comer o outro por amor.

  • http://webconf.rnp.br/p21672484/

VIDEO DE conversa com Safatle.

  • http://vimeo.com/13589103

VIDEO SOBRE A SEMÂNTICA DOS JUÍZOS O CONHECIMENTO E A METAFÍSICA

  • http://www.youtube.com/watch?v=stmWxykaRkg&feature=related
  • http://www.youtube.com/watch?v=K-KYYEj6mB0&feature=related
  • http://www.youtube.com/watch?v=xtqgHfal7Oc&feature=related

VIDEO Uma investigação sobre a natureza humana a partir da filosofia transcendental de Kant

  • https://www.youtube.com/watch?v=cNroJH3qi9k

VIDEO Por quê nos identificamos? A Possibilidade das Histórias de Amor e dos Projetos Políticos

  • https://www.youtube.com/watch?v=Zl4NzoLqofE
  • https://www.youtube.com/watch?v=tx5PT5Ih85Y
  • https://www.youtube.com/watch?v=wWz-ECXs_jQ
  • https://www.youtube.com/watch?v=kZTGK_XcJpQ
  • https://www.youtube.com/watch?v=4Y5OxVXlf9w
  • https://www.youtube.com/watch?v=hTWwAGtxibM

VIDEO sobre o Imaginário, o Simbólico e o Real.

  • http://www.youtube.com/watch?v=3Czruh-CC2Q

Por que nos identificamos? Desde o mito da androginia, de Aristófanes, o estigma do amor romântico

Por que nos identificamos? Desde o mito da androginia, de Aristófanes, o estigma do amor romântico
Aristófanes estava bêbado quando discursava no Banquete sobre a história do amor e da androginia originária. Talvez por isso aquele relato revele algo que de alguma maneira é possível advertir em várias situações: o amor é uma forma de procurar por nós mesmos. Segundo Aristófanes, fomos seres redondos com quatro pernas, quatro braços, quatro orelhas, dois rostos e duas genitálias. Tão autossuficientes e cheios de si nessa completude, fomos divididos ao meio pelos deuses. Desde então, cada metade ficou condenada à falta, à incompletude e à tarefa do reencontro da parte perdida, da parte que completasse nosso ser originário. O que se propõe neste relato não é tanto o ideal de amor perfeito, mas a possibilidade de pensar que o ser existe em relação ao outro com o qual estabelecemos um laço, um vínculo, uma cumplicidade. A outra metade, na sua presença e na sua ausência, declara aquilo que sou enquanto miticamente dividido e errante. Aquele com o qual faço laço me nomeia em minha própria fala. O discurso indireto no qual digo algo do outro ou digo o que o outro diz de mim é uma boa pista para achar as formas do reconhecimento de si. Da mesma maneira, a posição do outro como amado, como objeto de amor e de satisfação, determina minha posição como amante e vice-versa. Essa relação não só se dá no amor, mas também aparece no ódio. O amor e o ódio respondem à mesma lógica de identificação.

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