No segundo semestre funcionarão três grupos de pesquisa e clínica psicanalítica na unicamp. Todos são abertos e gratuitos.
TEMA: CLÍNICA PÚBLICA
Encontros a cada 15 dias: segunda-feira de 10.00 a 12.00
Nas mesas do IEL (encontro 16 de julho)
Coordenador: Dr. Lauro Baldini
TEMA: ANGUSTIA
Encontros a cada 15 dias: terça-feira de 17.30 a 19.00
Na Faculdade de Enfermagem sala EN01 (reinicia em agosto)
Coordenadora: Dra. Ana paula Garcia
TEMA: AUTISMO
Encontros a cada 15 dias: quarta-feira de 9.00 a 11.00
Nas salas de aula da Faculdade de Ciências Médicas (Legolandia do lado da cantina)
Coordenadora Dra. Kelly Brandão
quarta-feira, 27 de junho de 2018
quinta-feira, 21 de junho de 2018
Kant e -Prints Revista Internacional de Filosofia Série 2, volume 12, número 3,set.-dez ., 2017
Kant e -Prints
Revista Internacional de Filosofia
Série 2, volume 12, número 3,set.-dez ., 2017
ISSN: 1677
-
163X
Publicações CLE
Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência
Seção de Campinas da Sociedade Kant Brasileira
Universidade Estadual de Campinas
SUMÁRIO
Artigos
6
¿Por qué no es posible definir las categorías, de
acuerdo con la Crítica de la Razón Pura ?
Luciana Martínez
19
Filosofia moral sem antropologia
Aguinaldo Pavão
31
¿Cuál es el dominio de una
antropología pragmática?: Un análisis de las propuestas de
Daniel Omar Pérez en torno
a la antropología kantiana
Javier Echarri
54
La pregunta por la
posibilidad de los juicios sintéticos
a priori prácticos y el “ factum
de la razón” en la interpretación semántica de Kant
Pablo Moscón
domingo, 3 de junho de 2018
REVISTA KANT e-prints 2017
REVISTA KANT e-prints
Série 2, v. 12, n. 2 (especial) 2017
SUMÁRIO
7 Apresentação
Luciano Carlos Utteich & Olavo Calabria
Luciano Carlos Utteich & Olavo Calabria
Artigos
10 Teoria crítica da sensibilidade e contrapartidas incongruentes em Kant Marcos César Seneda
28 Espaço, intuição e fenômeno na Estética transcendental Danilo Fernando Miner de Oliveira
50 Os significados de “intuição”, suas subdivisões e objetos Olavo Calabria
68 Notas sobre a Estética transcendental de Kant: intuição e aparecimento, forma e matéria Luís Eduardo Ramos de Souza
104 Percepção objetiva, espaço egocêntrico e não-conceitualismo kantiano: uma primeira aproximação Renato Duarte Fonseca
131 Unidade e objetividade entre a Dedução transcendental e as Analogias da experiência André Rodrigues Ferreira Perez
161 A aparência (Schein) estética desde um estatuto crítico-transcendental Luciano Carlos Utteich
193 O “eu penso” e o método da Dedução transcendental Pedro Costa Rego
218 Dissertação de 1770: novidade ou pré-crítica da razão pura?Marcio Tadeu Girotti
236 Da causalidade segundo a natureza às pretensões dialéticas da razão para além da natureza Luciano Vorpagel da Silva
249 Entre a oratória e a poesia: o gênio em Kant Tamara Havana dos Reis Pasqualatto
263 Notas sobre a liberdade na Dialética e no Cânon: uma nova leitura Vanessa Brun Bicalho
(trabalho de edição de Luhan Galvão Alves )
A chamada a artigos para a edição de 2018 está aberta.
sábado, 2 de junho de 2018
Natureza humana e subjetividade coletiva
mesa redonda sobre Psicanálise e política:
Natureza humana e subjetividade coletiva
Daniel Omar Perez
Érico Andrade
Herivelto P. Souza
Érico Andrade
Herivelto P. Souza
terça-feira, 22 de maio de 2018
Comentários sobre a Antropologia de um ponto de vista
pragmático de Kant
Maria de Lourdes
Borges (Org.).
Sumário
A redescoberta da Antropologia de Kant...................................................... 9
Sobre o aperfeiçoamento moral como destino da espécie humana.............. 12
Cinara Nahra
A “Antropologia de um ponto de vista pragmático” e a filosofia política de Kant ............................................................................................................ 23
Clélia Aparecida Martins
O projeto antropológico de Kant................................................................. 54
Daniel Omar Perez
Reflexão teleológica e o caráter da espécie humana na Antropologia de um Ponto de Vista Pragmático .......................................................................... 83
Joel Thiago Klein
A diferença dos sexos na doutrina kantiana.............................................. 127
Laís Sirtoli de Sousa
O poder do negativo, ou a economia do mal no pensamento antropo-político de Kant...................................................................................................... 140
Leonel Ribeiro dos Santos
Psicologia empírica, Antropologia e Metafísica do Costumes em Kant..... 171
Maria de Lourdes Borges
Corpo, desejo e razão: a sedução como arte de dominação na Antropologia de Kant...................................................................................................... 190
Nuria Sánchez Madrid
A “Antropologia” e a faculdade da imaginação........................................ 211
Olavo Calábria Pimenta
Rousseau, Rameau e Kant sobre harmonia e melodia ............................... 249
Ubirajara Rancan
Agenda
Em junho, dia 4
Em junho, nos dias 8 e 9,
mesa redonda sobre Psicanálise e política:
Natureza humana e subjetividade coletiva
segunda, 4 de junho, 17h
Departamento de Filosofia da Universidade Nacional de Brasilia
Departamento de Filosofia da Universidade Nacional de Brasilia
Em junho, nos dias 8 e 9,
estarei na Universidad Nacional de Rosario, na Argentina, dando um seminário sobre identificação individual e coletiva.
El psicoanálisis y la política: Populismo, masa, afectividad y sentimientos. Identificación individual e identificación colectiva: ¿sujeto colectivo?
Dictantes: Dr. Daniel PÉREZ (Universidade Estadual de Campinas - Dpto. de Filososfia e Ciências Humanas), Prof. Juan RITVO.
Cronograma: 11 y 12 de mayo, 8 y 9 de junio. Viernes de 9 a 13 y de 14.30 a 19.30 hs, Sábados de 9 a 13 hs.
Dictantes: Dr. Daniel PÉREZ (Universidade Estadual de Campinas - Dpto. de Filososfia e Ciências Humanas), Prof. Juan RITVO.
Cronograma: 11 y 12 de mayo, 8 y 9 de junio. Viernes de 9 a 13 y de 14.30 a 19.30 hs, Sábados de 9 a 13 hs.
Em junho, nos dias 11 a 14
estarei no VI Congresso da Sociedade Kant Brasileira, na Unicamp.
“As pretensões da razão”
Apresentarei o trabalho no dia 14 de junho sobre ontologia e semântica em Kant, o problema do objeto e do significado dos conceitos na formulação de problemas cognitivos.
Em Junho, no dia 20,
estarei na Casa do Saber em São Paulo, falando sobre a cura pela palavra, o trabalho de Sigmund Freud.
No segundo semestre de 2018, na Unicamp toda quinta-feira a partir de 19 horas
DISCIPLINA PARA O SEGUNDO SEMESTRE DE FILOSOFIA NA UNICAMP
Como viver juntos? Sobre a noção de comunidade a partir de Kant, Sade e Freud: a lei, a perversão e o desejo.
Disciplina 2º período de 2018: Tópicos especiais de filosofia
Professor: Daniel Omar Perez
Professor: Daniel Omar Perez
Tema: Como viver juntos? Sobre a noção de comunidade a partir de Kant, Sade e Freud: a lei, a perversão e o desejo.
Ementa: O objetivo deste programa de trabalho consiste em analisar as noções de comunidade ou análogas que referem à possibilidade de viver juntos a partir da obra de autores como Kant, Sade e Freud. Kant propõe uma comunidade a partir da lei, Sade tematiza a relação com os outros a partir de um conceito de natureza que se esgota no próprio usufruto, Freud propõe pensar os coletivos e a sociedade a partir do desejo. O intuito dessa análise visa refletir sobre a possibilidade de estabelecer um laço social (conceito de Lacan) que permita a vida em comum e o reconhecimento da diferença. Isto é, trata-se de passar do autoerotismo à relação com o outro na sua diferença.
Em agosto, entre os dias 7 e 10,
estarei na semana de filosofia da UFES
Laços sociais e identificações coletivas entre as sociedades fascistas e os reconhecimentos de minorias.
Apartir de Freud, Lacan e Laclau
Em agosto, no dia 14,
estaremos organizando um Fórum sobre o autismo na Unicamp. Com a participação de palestrantes brasileiros e estrangeiros especialistas na área.
estarei no Centro Winnicott de São Paulo falando sobre o espectro de autismo e a constituição do sujeito
Em outubro, entre os dias 22 e 26 de outubro,
estarei no encontro da Anpof, participando do GT Criticismo e semântica apresentando um trabalho acerca da questão do homem em Kant e Heidegger.
segunda-feira, 7 de maio de 2018
El psicoanálisis y la política: Populismo, masa, afectividad y sentimientos. Identificación individual e identificación colectiva: ¿sujeto colectivo?
El psicoanálisis y la política: Populismo, masa, afectividad y sentimientos. Identificación individual e identificación colectiva: ¿sujeto colectivo?
Dictantes: Dr. Daniel PÉREZ (Universidade Estadual de Campinas - Dpto. de Filososfia e Ciências Humanas), Prof. Juan RITVO.
Cronograma: 11 y 12 de mayo, 8 y 9 de junio. Viernes de 9 a 13 y de 14.30 a 19.30 hs, Sábados de 9 a 13 hs.
https://fpsico.unr.edu.ar/posgrado/seminarios-y-cursos-de-posgrado/seminarios-acreditables-abiertos-1o-cuatr-2018/
Fundamentos:
Desde algunos elementos de la obra
de Ernesto Laclau podemos definir provisoriamente una crisis en el ámbito de
las relaciones sociales de un país a partir de la relación entre las demandas
populares insatisfechas y la gestión de un gobierno. Cuando las demandas de los
ciudadanos y de los diferentes grupos y sectores sociales no son mínimamente
satisfechas por la gestión de gobierno en el Estado se origina un
descontentamiento general que provoca un rechazo discursivo y afectivo tanto
por identidades individuales cuanto colectivas y, mas tarde, se produce una
relación de oposición o aún de antagonismo entre dos polos. De ese modo el
gobierno (como uno de los polos) queda sim legitimidad social y política y los
diferentes sectores sociales (como el otro de los polos) aparecen sin
representatividad en la estructura de gestión del Estado.
Podemos decir que, de ese modo, en
la distancia entre el gobierno y la población se produce un gap que, en muchos
casos, pode provocar una situación de desconocimiento entre la mayoría de la
población y el conjunto de las instituciones del Estado. Las instituciones del
Estado acaban por no representar (quiere decir, no dar e satisfacción mínima a
las demandas) la mayoría de los intereses de los diferentes sectores sociales y
de los ciudadanos y son comprendidas como siendo utilizadas con fines
estrictamente particulares (personales) por aquellos que ocupan cargos de
gobierno generando la imagen de una casta. Así, entendemos que la población
tiene la percepción subjetiva de que no solo el gobierno del poder ejecutivo
desconoce sus demandas seno que el ámbito legislativo y judicial, bien como
todo el aparato de gestión institucional del Estado, no corresponde con las
expectativas de las mayorías.
El impasse criado entre un Estado visto como aparato financiado por
todos al servicio de pocos y una población que se reconoce como despojada de
aquello que entiende como siendo suyo, ofrece las condiciones necesarias para
una salida populista de la crisis.
En la Argentina existe un debate en
el ámbito de la filosofía política y del psicoanálisis donde se discute si podemos
entender como sujeto una identidad colectiva o un grupo identitário. De este
debate participan en posiciones teóricas divergentes Jorge Alemán, Nora Merlin,
Juan Bautista Ritvo, Carlos Kuri entre otros. Se trata de esclarecer la noción
de sujeto que puede advenir del psicoanálisis y que puede ser utilizada en la
teoría política. El debate acontece en encuentros, seminarios y entre
publicaciones. Este curso busca cautelosamente proponer que una identificación
colectiva puede funcionar como agente en determinados acontecimientos
políticos.
Objetivo: o
objetivo deste curso não é nem reconstruir exaustivamente a questão da
identificação em Freud e Lacan nem apresentar uma exegese
das obras dos autores nem
elucidar sua escrita mais claramente que eles próprios.
Nosso objetivo é tentar dar conta
do problema da constituição das identidades individuais e
coletivas e da possibilidade
de dar estatuto de sujeito a estas últimas no campo
semântico de formulação de
problemas políticos. Entendemos que o político está definido
pela indagação acerca do
poder que se exerce no âmbito da articulação simbólica em
relação com o sujeito da
falta. Portanto, não se trata de um suposto poder natural ou
divino despido de linguagem
nem da mera descrição do funcionamento de uma estrutura
autoproduzida.
Eixos Temáticos:
1. Análise de fragmentos dos textos freudianos sobre as
relações de identificação
individual e coletiva com o intuito de colher alguns
elementos: Totem e tabu,
Psicologia das massas, Moises, Introdução ao narcisismo entre
outros.
2. Análise de fragmentos dos textos lacanianos que nos
permitam colher elementos
para abordar o problema das identificações individuais e
coletivas: A família, O
seminário 7, 9, 12, 19, 20, 25 entre outros.
3. Análise de fragmentos de textos de Juan Ritvo e Carlos
Kuri sobre a
identificação com o intuito de formular o problema da
unidade, a singularidade e
a incompletude do sujeito em questão
4. Análise de fragmentos de textos de Merlin, Alemán,
Stavrakakis e Laclau com o
intuito de avançar na formulação do problema acima enunciado
(sobre uma esquerda lacaniana?)
5. Avaliação do alcance e do limite dos recursos até aqui
obtidos e proposta de
esboços de ensaios de abordagem do problema em questão.
Sistema de
transmissão dos conteúdos: se realizarão aulas expositivas e debate de
conteúdos e ensaios de formulação do problema
simultaneamente.
Avaliação para
aprovar o curso: Um trabalho final que aborde alguma questão do
curso
Advertência: A indicação de bibliografia será realizada a
partir da demanda dos
estudantes e do desejo de aprofundar em determinados pontos
dos eixos temáticos. Isto
pode modificar o percurso da exposição e a bibliografia
incluindo elementos e textos
não mencionados no programa.
Referências
fundamentais:
Alemán, J. (2009) Para
uma izquierda lacaniana... Intervenciones y textos. Buenos Aires: Grama
Ediciones.
David-Ménard; Florence, Kristeva; Michaud; Oury;
Schotte; Stein; Taillandier (1988) Las
identificaciones. Confrontación de la clínica y de la teoría de Freud y de Lacan. Buenos Aires: Ediciones Nueva Visión
Freud, S. (1895) Proyecto
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ensayos para una teoria sexual. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 6. Buenos Aires: Hyspamerica. (2010) Drei Abhandlungen zur Sexualtheorie.
Hamburg: Nikol Verlagsgesellschaft.
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y Tabú. IN Freud, S. (1988) Obras
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Übereinstimmungen im Seelenleben der Wilden und der Neurotiker. Frankfurt am Main: Fischer Verlag.
_______. (1914) Introducción
al narcisismo. IN Freud, S. (1988) Obras
completas. Vol 11. Buenos Aires: Hyspamerica.
_______. (1914b) Recuerdo,
repetición, elaboración. IN Freud, S. (1988) Obras
completas. Vol 9. Buenos Aires: Hyspamerica.
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(1914-1918) Histoira de uma neuroses
infantil. IN Freud, S. (1988) Obras
completas. Vol 10. Buenos Aires: Hyspamerica.
_______. (1915) El
Inconsciente. IN Freud, S. (1988) Obras
completas. Vol 11. Buenos Aires: Hyspamerica. (2012)
Unbewusste. IN Freud, S. Das Ich und das Es. Metapsychologische
Schriften. Frankfurt am Main: Fischer.
_______. (1915b) Los
instintos y sus destinos. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 11. Buenos Aires: Hyspamerica. (2012) Triebe und Triebschicksale.
IN Freud, S. Das Ich und das Es.
Metapsychologische Schriften. Frankfurt am Main: Fischer.
_______. (1921) Psicologia
de las masas y análisis del Yo. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 14. Buenos Aires: Hyspamerica. (2010) Massenpsychologie und Ich-Analyse. Hamburg:
Nilkol Verlagsgesellschaft.
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(1962-1963) L´Angoisse. http://staferla.free.fr/. Tradução para o
português: O Seminário A angústia.
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(2014) Los fundamentos retóricos de la sociedad. BsAs: FCE.
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Populismo y psicoanálisis. BsAs: Letra Viva.
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_________ (2009)
A psicanálise como experiência
ética e o problema da cientificidade. Revista Mal-Estar e Subjetividade, v. 9, p. 15-30.
_________. (2008) Kant e o problema da significação. Curitiba: Champagnat.
_________ (2016)
A identificação, o sujeito e a realidade.
Uma abordagem entre a filosofia kantiana e a psicanálise freudiano-lacaniana.
Revista Sofia Vitória(ES), vol. 6, n. 1, Jan.- Jul. , p. 162-210.
Ritvo, J.B. (1994) La
causa del sujeto: acto y alienación. Rosario: Homo Sapiens.
_________ (2006) Figuras del projimo. El enemigo, el
cuerpo el huésped. BsAs: Letra Viva.
_________ (2004) Del padre: políticas de su
genealogía. BsAs: Letra Viva.
_________ (2011) Sujeto, masa, comunidad. La razón
conjectural y la economia del resto. Santa Fe: Mas por medio editores.
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(2014) La retórica conjetural o el nacimiento del sujeto. Rosario: Nube
negra.
Stavrakakis,
Y. (2010) La izquierda lacaniana. BsAs: FCE.
quinta-feira, 26 de abril de 2018
Como viver juntos? Sobre a noção de comunidade a partir de Kant, Sade e Freud: a lei, a perversão e o desejo.
Disciplina 2º período
de 2018: Tópicos especiais de filosofia HG 081
Professor: Daniel
Omar Perez
Tema: Como viver
juntos? Sobre a noção de comunidade a partir de Kant, Sade e Freud: a lei, a perversão e o desejo.
Ementa: O
objetivo deste programa de trabalho consiste em analisar as noções de
comunidade ou análogas que referem à possibilidade de viver juntos a partir da
obra de autores como Kant, Sade e Freud. Kant propõe uma comunidade a partir da
lei, Sade tematiza a relação com os outros a partir de um conceito de natureza
que se esgota no próprio usufruto, Freud propõe pensar os coletivos e a
sociedade a partir do desejo. O intuito dessa análise visa refletir sobre a
possibilidade de estabelecer um laço social (conceito de Lacan) que permita a
vida em comum e o reconhecimento da diferença. Isto é, trata-se de passar do
autoerotismo à relação com o outro na sua diferença.
Programa:
1.
A formulação do problema: como passar do gozo
sem laço (Lacan em seus seminários da década de 1970) para uma ética do desejo
e do reconhecimento da diferença? Como viver juntos? (Pergunta de Roland
Barthes no seu seminário do Colégio da França)
2.
A questão de uma comunidade ética entre a lei e
o desejo: Lacan conta a história em O Seminário 7.
3.
Uma comunidade ética da lei sobre o desejo: Kant
imperativo e natureza humana
3.1.O bem viver
3.2.O temor a Deus
3.3.A perfeição
3.4.O bem comum
3.5.O mal radical: os três
graus de maldade.
4.
Sade: o avesso de Kant entre a lei e o desejo
4.1.Sade e o sadismo
4.2.Masoch e o masoquismo
4.3.A interpretação deleuziana
de Sade e de Masoch
4.4.A interpretação
freudiano-lacaniana de sadomasoquismo
4.5.O cinismo antigo e o
contemporâneo
4.6.O quinto discurso de Lacan:
o discurso capitalista
4.7.O gozo sem laço: a
interpretação de Collete Soler
5.
Freud: o retorno do recalcado e o desejo
5.1. A moral como repressão
5.2. A ordem social como
renuncia
5.3. A interpretação de Lacan
sobre a lei do desejo
5.4. O ato analítico como ato
ético e feminino
6.
Observações finais:
6.1.O laço social e os corpos em desamparo, o problema do medo,
do pânico e do ódio na sociedade. A noção de Hilflosigkeit em Freud.
Bibliografia:
Agamben,
G. (2013) O homem sem conteúdo. Belo Horizonte: Autêntica.
___________
(2016) O tempo que resta. Belo Horizonte: Autêntica.
___________ (2017) O uso dos corpos. Belo Horizonte:
Autêntica.
___________
(2015) Meios sem fim. Notas sobre a política. Belo Horizonte: Autêntica..
Barthes,
R (2003) Como vivir juntos? Buenos Aires: Siglo XXI.
Copjec, J. (2006) Imaginemos que la
mujer no existe. Ética y sublimación. Buenos Aires: FCE.
Costa Pereira, M.E. (2008) Pânico e desemparo. São Paulo:
Editora Escuta.
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Aires: Paidós.
_______ (2006) Porque no saben lo que hacen. El goce
como un factor político. Buenos Aires: Paidos.
Metodologia: aulas expositivas e debate com
os estudantes
Avaliação: Um trabalho final a combinar
os critérios com os estudantes matriculados
Data e horário:
quintas-feiras de 19 a 23 horas de agosto a novembro de 2018.
Consulta:
sextas-feiras de 15 a 19 horas
Serão aceitos alunos
especiais.
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