terça-feira, 22 de maio de 2018

Agenda

Em junho, dia 4
mesa redonda sobre Psicanálise e política:
Natureza humana e subjetividade coletiva
segunda, 4 de junho, 17h
Departamento de Filosofia da Universidade Nacional de Brasilia



Em junho, nos dias 8 e 9, 
estarei na Universidad Nacional de Rosario, na Argentina, dando um seminário sobre identificação individual e coletiva.
El psicoanálisis y la política: Populismo, masa, afectividad y sentimientos. Identificación individual e identificación colectiva: ¿sujeto colectivo?
Dictantes: Dr. Daniel PÉREZ (Universidade Estadual de Campinas - Dpto. de Filososfia e Ciências Humanas), Prof. Juan RITVO.
Cronograma: 11 y 12 de mayo, 8 y 9 de junio. Viernes de 9 a 13 y de 14.30 a 19.30 hs, Sábados de 9 a 13 hs.


Em junho, nos dias 11 a 14 
estarei no VI Congresso da Sociedade Kant Brasileira, na Unicamp.
“As pretensões da razão”
Apresentarei o trabalho no dia 14 de junho sobre ontologia e semântica em Kant, o problema do objeto e do significado dos conceitos na formulação de problemas cognitivos.


Em Junho, no dia 20, 
estarei na Casa do Saber em São Paulo, falando sobre a cura pela palavra, o trabalho de Sigmund Freud.

No segundo semestre de 2018, na Unicamp toda quinta-feira a partir de 19 horas
DISCIPLINA PARA O SEGUNDO SEMESTRE DE FILOSOFIA NA UNICAMP
Como viver juntos? Sobre a noção de comunidade a partir de Kant, Sade e Freud: a lei, a perversão e o desejo.
Disciplina 2º período de 2018: Tópicos especiais de filosofia
Professor: Daniel Omar Perez
Tema: Como viver juntos? Sobre a noção de comunidade a partir de Kant, Sade e Freud: a lei, a perversão e o desejo.
Ementa: O objetivo deste programa de trabalho consiste em analisar as noções de comunidade ou análogas que referem à possibilidade de viver juntos a partir da obra de autores como Kant, Sade e Freud. Kant propõe uma comunidade a partir da lei, Sade tematiza a relação com os outros a partir de um conceito de natureza que se esgota no próprio usufruto, Freud propõe pensar os coletivos e a sociedade a partir do desejo. O intuito dessa análise visa refletir sobre a possibilidade de estabelecer um laço social (conceito de Lacan) que permita a vida em comum e o reconhecimento da diferença. Isto é, trata-se de passar do autoerotismo à relação com o outro na sua diferença.

Em agosto, entre os dias 7 e 10, 
estarei na semana de filosofia da UFES
Laços sociais e identificações coletivas entre as sociedades fascistas e os reconhecimentos de minorias.
Apartir de Freud, Lacan e Laclau

Em agosto, no dia 14, 
estaremos organizando um Fórum sobre o autismo na Unicamp. Com a participação de palestrantes brasileiros e estrangeiros especialistas na área.

Em agosto, no dia 25,
estarei no Centro Winnicott de São Paulo falando sobre o espectro de autismo e a constituição do sujeito

Em outubro, entre os dias 22 e 26 de outubro, 
estarei no encontro da Anpof, participando do GT Criticismo e semântica apresentando um trabalho acerca da questão do homem em Kant e Heidegger.

segunda-feira, 7 de maio de 2018

El psicoanálisis y la política: Populismo, masa, afectividad y sentimientos. Identificación individual e identificación colectiva: ¿sujeto colectivo?

El psicoanálisis y la política: Populismo, masa, afectividad y sentimientos. Identificación individual e identificación colectiva: ¿sujeto colectivo?


Dictantes: Dr. Daniel PÉREZ (Universidade Estadual de Campinas - Dpto. de Filososfia e Ciências Humanas), Prof. Juan RITVO.


Cronograma: 11 y 12 de mayo, 8 y 9 de junio. Viernes de 9 a 13 y de 14.30 a 19.30 hs, Sábados de 9 a 13 hs.


https://fpsico.unr.edu.ar/posgrado/seminarios-y-cursos-de-posgrado/seminarios-acreditables-abiertos-1o-cuatr-2018/


Fundamentos:
Desde algunos elementos de la obra de Ernesto Laclau podemos definir provisoriamente una crisis en el ámbito de las relaciones sociales de un país a partir de la relación entre las demandas populares insatisfechas y la gestión de un gobierno. Cuando las demandas de los ciudadanos y de los diferentes grupos y sectores sociales no son mínimamente satisfechas por la gestión de gobierno en el Estado se origina un descontentamiento general que provoca un rechazo discursivo y afectivo tanto por identidades individuales cuanto colectivas y, mas tarde, se produce una relación de oposición o aún de antagonismo entre dos polos. De ese modo el gobierno (como uno de los polos) queda sim legitimidad social y política y los diferentes sectores sociales (como el otro de los polos) aparecen sin representatividad en la estructura de gestión del Estado.
Podemos decir que, de ese modo, en la distancia entre el gobierno y la población se produce un gap que, en muchos casos, pode provocar una situación de desconocimiento entre la mayoría de la población y el conjunto de las instituciones del Estado. Las instituciones del Estado acaban por no representar (quiere decir, no dar e satisfacción mínima a las demandas) la mayoría de los intereses de los diferentes sectores sociales y de los ciudadanos y son comprendidas como siendo utilizadas con fines estrictamente particulares (personales) por aquellos que ocupan cargos de gobierno generando la imagen de una casta. Así, entendemos que la población tiene la percepción subjetiva de que no solo el gobierno del poder ejecutivo desconoce sus demandas seno que el ámbito legislativo y judicial, bien como todo el aparato de gestión institucional del Estado, no corresponde con las expectativas de las mayorías.
El impasse criado entre un Estado visto como aparato financiado por todos al servicio de pocos y una población que se reconoce como despojada de aquello que entiende como siendo suyo, ofrece las condiciones necesarias para una salida populista de la crisis.
En la Argentina existe un debate en el ámbito de la filosofía política y del psicoanálisis donde se discute si podemos entender como sujeto una identidad colectiva o un grupo identitário. De este debate participan en posiciones teóricas divergentes Jorge Alemán, Nora Merlin, Juan Bautista Ritvo, Carlos Kuri entre otros. Se trata de esclarecer la noción de sujeto que puede advenir del psicoanálisis y que puede ser utilizada en la teoría política. El debate acontece en encuentros, seminarios y entre publicaciones. Este curso busca cautelosamente proponer que una identificación colectiva puede funcionar como agente en determinados acontecimientos políticos.

Objetivo: o objetivo deste curso não é nem reconstruir exaustivamente a questão da
identificação em Freud e Lacan nem apresentar uma exegese das obras dos autores nem
elucidar sua escrita mais claramente que eles próprios. Nosso objetivo é tentar dar conta
do problema da constituição das identidades individuais e coletivas e da possibilidade
de dar estatuto de sujeito a estas últimas no campo semântico de formulação de
problemas políticos. Entendemos que o político está definido pela indagação acerca do
poder que se exerce no âmbito da articulação simbólica em relação com o sujeito da
falta. Portanto, não se trata de um suposto poder natural ou divino despido de linguagem
nem da mera descrição do funcionamento de uma estrutura autoproduzida.

Eixos Temáticos:
1. Análise de fragmentos dos textos freudianos sobre as relações de identificação
individual e coletiva com o intuito de colher alguns elementos: Totem e tabu,
Psicologia das massas, Moises, Introdução ao narcisismo entre outros.
2. Análise de fragmentos dos textos lacanianos que nos permitam colher elementos
para abordar o problema das identificações individuais e coletivas: A família, O
seminário 7, 9, 12, 19, 20, 25 entre outros.
3. Análise de fragmentos de textos de Juan Ritvo e Carlos Kuri sobre a
identificação com o intuito de formular o problema da unidade, a singularidade e
a incompletude do sujeito em questão
4. Análise de fragmentos de textos de Merlin, Alemán, Stavrakakis e Laclau com o
intuito de avançar na formulação do problema acima enunciado (sobre uma esquerda lacaniana?)
5. Avaliação do alcance e do limite dos recursos até aqui obtidos e proposta de
esboços de ensaios de abordagem do problema em questão.

Sistema de transmissão dos conteúdos: se realizarão aulas expositivas e debate de
conteúdos e ensaios de formulação do problema simultaneamente.

Avaliação para aprovar o curso: Um trabalho final que aborde alguma questão do
curso

Advertência: A indicação de bibliografia será realizada a partir da demanda dos
estudantes e do desejo de aprofundar em determinados pontos dos eixos temáticos. Isto
pode modificar o percurso da exposição e a bibliografia incluindo elementos e textos
não mencionados no programa.

Referências fundamentais:
Alemán, J. (2009) Para uma izquierda lacaniana... Intervenciones y textos. Buenos Aires: Grama Ediciones.
David-Ménard; Florence, Kristeva; Michaud; Oury; Schotte; Stein; Taillandier (1988) Las identificaciones. Confrontación de la clínica y de la teoría de Freud y de Lacan. Buenos Aires: Ediciones Nueva Visión
Freud, S. (1895) Proyecto de uma psicologia para neurólogos. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 2. Buenos Aires: Hyspamerica.
_______. (1900) La interpretación de los sueños. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 3. Buenos Aires: Hyspamerica. (2010) Die Traumdeutung. Hamburg: Nikol Verlagsgesellschaft.
_______. (1905) Tres ensayos para una teoria sexual. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 6. Buenos Aires: Hyspamerica. (2010) Drei Abhandlungen zur Sexualtheorie. Hamburg: Nikol Verlagsgesellschaft.
_______. (1912) Totem y Tabú. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 9. Buenos Aires: Hyspamerica. (2007) Totem und Tabu. Einige Übereinstimmungen im Seelenleben der Wilden und der Neurotiker. Frankfurt am Main: Fischer Verlag.
_______. (1914) Introducción al narcisismo. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 11. Buenos Aires: Hyspamerica.
_______. (1914b) Recuerdo, repetición, elaboración. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 9. Buenos Aires: Hyspamerica.
_______. (1914-1918) Histoira de uma neuroses infantil. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 10. Buenos Aires: Hyspamerica.
_______. (1915) El Inconsciente. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 11. Buenos Aires: Hyspamerica. (2012) Unbewusste. IN Freud, S. Das Ich und das Es. Metapsychologische Schriften. Frankfurt am Main: Fischer.
_______. (1915b) Los instintos y sus destinos. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 11. Buenos Aires: Hyspamerica. (2012) Triebe und Triebschicksale. IN Freud, S. Das Ich und das Es. Metapsychologische Schriften. Frankfurt am Main: Fischer.
_______. (1921) Psicologia de las masas y análisis del Yo. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 14. Buenos Aires: Hyspamerica. (2010) Massenpsychologie und Ich-Analyse. Hamburg: Nilkol Verlagsgesellschaft.
_______. (1932-1933) Nuevas Lecciones introductorias al Psicoanálisis. . IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 18. Buenos Aires: Hyspamerica. (2010) Vorlesungen zur Einführung in die Psychoanalyse. Hamburg: Nikol Verlagsgesellschaft.
_______. (1939) Moises y la religión monoteista. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 19. Buenos Aires: Hyspamerica.
Kripke, S. (1971) Identity and Necessity. IN Munitz, M.K. (ed.) Identity and individuation. New York: New York University Press.
Kuri, C. (2010)  La identificación. Lo originario y lo primario: una diferencia clínica. Rosario: HomoSapiens.
Lacan, J. (1998) Escritos. RJ: Jorge Zahar Editor.
______. (2001) Outros Escritos. RJ: Jorge Zahar Editor.
_______. (2005) O simbólico, o imaginário e o real. IN Nomes –do-pai. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor.
______. (1955-1956) Psychoses http://staferla.free.fr/ Tradução para o português: O Seminário Psicoses. Livro 3. (1997) Rio de Janeiro: Zahar Editores.
(1956-1957) La relation. http://staferla.free.fr/ Tradução para o português: O Seminário A relação de objeto. Livro 4. (1995) Rio de Janeiro: Zahar Editores.
______. (1959-1960) L´Ethique. http://staferla.free.fr/ Tradução para o português: O Seminário A ética da psicanálise. Livro 7. (1997) Rio de Janeiro: Zahar Editores.
______. (1961-1962) L´identification. http://staferla.free.fr/
______. (1962-1963) L´Angoisse. http://staferla.free.fr/. Tradução para o português: O Seminário A angústia. Livro 10. (2005) Rio de Janeiro: Zahar Editores.
______. (1969-1970) L´envers. http://staferla.free.fr/. Tradução para o português: O Seminário O avesso da psicanálise. Livro 17. (1992) Rio de Janeiro: Zahar Editores.
Laclau, E. (2009) Prefacio. IN Zizek, S “El sublime objeto de la ideologia”. BsAs: Siglo XXI Editores, pp 11-19.
________ (2008) La razón populista. BsAs: FCE,
________ (2014) Los fundamentos retóricos de la sociedad. BsAs: FCE.
Merlin, N. (2015) Populismo y psicoanálisis. BsAs: Letra Viva.
Perez, D.O. (2014) Ontologia sem espelhos. Curitiba: Editora CRV.
_________ (2012) O Inconsciente. Onde mora o desejo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.
_________ (2009) A psicanálise como experiência ética e o problema da cientificidade. Revista Mal-Estar e Subjetividade, v. 9, p. 15-30.
_________. (2008) Kant e o problema da significação. Curitiba: Champagnat.
_________ (2016) A identificação, o sujeito e a realidade. Uma abordagem entre a filosofia kantiana e a psicanálise freudiano-lacaniana. Revista Sofia Vitória(ES), vol. 6, n. 1, Jan.- Jul. , p. 162-210.
Ritvo, J.B. (1994) La causa del sujeto: acto y alienación. Rosario: Homo Sapiens.
_________ (2006) Figuras del projimo. El enemigo, el cuerpo el huésped. BsAs: Letra Viva.
_________ (2004) Del padre: políticas de su genealogía. BsAs: Letra Viva.
_________ (2011) Sujeto, masa, comunidad. La razón conjectural y la economia del resto. Santa Fe: Mas por medio editores.
_________  (2014) La retórica conjetural o el nacimiento del sujeto. Rosario: Nube negra.
Stavrakakis, Y. (2010) La izquierda lacaniana. BsAs: FCE.

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Como viver juntos? Sobre a noção de comunidade a partir de Kant, Sade e Freud: a lei, a perversão e o desejo.


Disciplina 2º período de 2018: Tópicos especiais de filosofia HG 081
Professor: Daniel Omar Perez

Tema: Como viver juntos? Sobre a noção de comunidade a partir de Kant, Sade e Freud: a lei, a perversão e o desejo.

Ementa: O objetivo deste programa de trabalho consiste em analisar as noções de comunidade ou análogas que referem à possibilidade de viver juntos a partir da obra de autores como Kant, Sade e Freud. Kant propõe uma comunidade a partir da lei, Sade tematiza a relação com os outros a partir de um conceito de natureza que se esgota no próprio usufruto, Freud propõe pensar os coletivos e a sociedade a partir do desejo. O intuito dessa análise visa refletir sobre a possibilidade de estabelecer um laço social (conceito de Lacan) que permita a vida em comum e o reconhecimento da diferença. Isto é, trata-se de passar do autoerotismo à relação com o outro na sua diferença.

Programa:
1.      A formulação do problema: como passar do gozo sem laço (Lacan em seus seminários da década de 1970) para uma ética do desejo e do reconhecimento da diferença? Como viver juntos? (Pergunta de Roland Barthes no seu seminário do Colégio da França)
2.      A questão de uma comunidade ética entre a lei e o desejo: Lacan conta a história em O Seminário 7.
3.      Uma comunidade ética da lei sobre o desejo: Kant imperativo e natureza humana
3.1.O bem viver
3.2.O temor a Deus
3.3.A perfeição
3.4.O bem comum
3.5.O mal radical: os três graus de maldade.
4.      Sade: o avesso de Kant entre a lei e o desejo
4.1.Sade e o sadismo
4.2.Masoch e o masoquismo
4.3.A interpretação deleuziana de Sade e de Masoch
4.4.A interpretação freudiano-lacaniana de sadomasoquismo
4.5.O cinismo antigo e o contemporâneo
4.6.O quinto discurso de Lacan: o discurso capitalista
4.7.O gozo sem laço: a interpretação de Collete Soler
5.      Freud: o retorno do recalcado e o desejo
5.1. A moral como repressão
5.2. A ordem social como renuncia
5.3. A interpretação de Lacan sobre a lei do desejo
5.4. O ato analítico como ato ético e feminino
6.      Observações finais:
6.1.O laço social e os corpos em desamparo, o problema do medo, do pânico e do ódio na sociedade. A noção de Hilflosigkeit em Freud.


Bibliografia:

Agamben, G. (2013) O homem sem conteúdo. Belo Horizonte: Autêntica.
___________ (2016) O tempo que resta. Belo Horizonte: Autêntica.
___________  (2017) O uso dos corpos. Belo Horizonte: Autêntica.
___________ (2015) Meios sem fim. Notas sobre a política. Belo Horizonte: Autêntica..
Barthes, R (2003) Como vivir juntos? Buenos Aires: Siglo XXI.
Copjec, J. (2006) Imaginemos que la mujer no existe. Ética y sublimación. Buenos Aires: FCE.
Costa Pereira, M.E. (2008) Pânico e desemparo. São Paulo: Editora Escuta.
Derrida, J. (2002) O animal que logo sou. São Paulo Editora da Unesp.
Freud, S. (1914) Introducción al narcisismo. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 11. Buenos Aires: Hyspamerica.
_______. (1915) El Inconsciente. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 11. Buenos Aires: Hyspamerica. (2012) Unbewusste. IN Freud, S. Das Ich und das Es. Metapsychologische Schriften. Frankfurt am Main: Fischer.
_______. (1915b) Los instintos y sus destinos. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 11. Buenos Aires: Hyspamerica. (2012) Triebe und Triebschicksale. IN Freud, S. Das Ich und das Es. Metapsychologische Schriften. Frankfurt am Main: Fischer.
_______. (1921) Psicologia de las masas y análisis del Yo. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 14. Buenos Aires: Hyspamerica. (2010) Massenpsychologie und Ich-Analyse. Hamburg: Nilkol Verlagsgesellschaft.
_______. (1932-1933) Nuevas Lecciones introductorias al Psicoanálisis. . IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 18. Buenos Aires: Hyspamerica. (2010) Vorlesungen zur Einführung in die Psychoanalyse. Hamburg: Nikol Verlagsgesellschaft.
________ (1939) Moises y a religion monoteísta. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 19. Buenos Aires: Hyspamerica.
________ (1912-13) Totem y tabú. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 9. Buenos Aires: Hyspamerica.
Kant,I. Kant’s Gesammelte Schriften. Berlin: Walter de Gruyter & Co, 1902-.
Lacan, J. (1998) Escritos. RJ: Jorge Zahar Editor.
______. (2001) Outros Escritos. RJ: Jorge Zahar Editor.
______. (1955-1956) Psychoses http://staferla.free.fr/ Tradução para o português: O Seminário Psicoses. Livro 3. (1997) Rio de Janeiro: Zahar Editores.
______. (1959-1960) L´Ethique. http://staferla.free.fr/ Tradução para o português: O Seminário A ética da psicanálise. Livro 7. (1997) Rio de Janeiro: Zahar Editores.
______. (1973-1974) Mais ainda. Livro 20. (1985) Rio de Janeiro: Zahar Editores.
______ (1975-1976) O Sinthoma. Livro 23 . (2007) Rio de Janeiro: Zahar Editores.
Nancy, J.L (2014) Um sujeto? Adrogue: Ediciones la Cebra.
Perez, D.O. (2014) Ontologia sem espelhos. Curitiba: Editora CRV.
_________ (2012) O Inconsciente. Onde mora o desejo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.
_________  La responsabilidad no-recíproca y desigual. Una interpretación kantiana.. In: Dorando Michelini; Wolfgang Kuhlmann; Alberto Damiani. (Org.). Ética del discurso y globalización. Corresponsabilidad solidaria en un mundo global intercultural.. 1ed.Rio Cuarto: Ediciones del Icala, 2008 b, v. 1, p. 49-59.
_________ A loucura como questão semântica: uma interpretação kantiana. Trans/Form/Ação (UNESP. Marília. Impresso), v. 32, p. 95-117, 2009.
_________ A antropologia pragmática como parte da razão prática em sentido kantiano. Manuscrito (UNICAMP), v. 32, p. 357-397, 2009 b.
_________  El cuerpo y la ley: de la idea de humanidad kantiana a la ética del deseo en Lacan. Revista de Filosofia : Aurora (PUCPR. Impresso), v. 21, p. 481-501, 2009.
_________  O Sexo e a Lei em Kant e a Ética do Desejo em Lacan.. Adverbum (Campinas), v. 4, p. 104-112, 2009 c.
_________  Kant : a lei moral. In: Anor Sganzerla; Ericson Falabretti; Francisco Bocca. (Org.). Ética em movimento: contribuições dos grandes mestres da filosofia. 1ed.São Paulo: Paulus, 2009 d, v. 1, p. 147-154.
_________ A lei, a filosofia, a psicanálise.. In: Leyserée Adriane Fritsch Xavier. (Org.). Kant a Freud: o imperativo categórico e o superego.. 1ed.Curitiba: Juruá, 2009 f, v. 1, p. 11-14.
_________  . Ética y Antropologia o el kantismo de Maliandi. In: Michelini, Dorando, J. ; Hesse, Reinhard; Wester, Jutta.. (Org.). Ética del Discurso. La pragmática trascendental y sus implicancias prácticas.. 1ed.Rio Cuarto: Ediciones del Icala., 2009, v. 1, p. 107-115.
_________ A proposição fundamental da antropologia pragmática e o conceito de cidadão do mundo em Kant. Coleção CLE, v. 57, p. 313-333, 2010.
_________ O significado de natureza humana em Kant. Kant e-Prints (Online), v. 5, p. 75-87, 2010b.
_________  El ódio al vecino o: se puede amar al prójimo? Un diálogo con los conceptos de responsabilidad y solidaridad de Dorando Michelini.. In: Anibal Fornari; Carlos Perez Zavala; Jutta Westter. (Org.). La razón en tiempos difíciles.. 1ed.Rio Cuarto - Argentina: Universidad Católica de Santa Fe - Ediciones del Icala, 2010 c, v. 1, p. 29-36.
_________  Acerca de la afirmación kantiana de que el ser humano no es un animal racional y mucho menos alguien en quién se pueda confiar. In: Dorando Michelini, Andrés Crelier, Gustavo Salermo. (Org.). Ética del discurso. Aportes a la ética, la política y la semiótica.. 1ed.Rio Cuarto, Argentina: Ediciones del Icala - Alexander von Homboldt Stiftung., 2010 d, v. 1, p. 74-81.
_________  O significado da natureza humana em Kant. In: Leonel Ribeiro dos Santos; Ubirajara Rancan de Azevedo Marques; Gregorio Piaia; Marco Sgarbi; Ricardo Pozzo. (Org.). Que é o homem? Antropologia, estética e teleologia em Kant.. 1ed.Lisboa: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, 2011, v. 1, p. 207-218.
_________   A natureza humana em Kant. In: Claudinei Luiz Chitolina; José Aparecido Pereira; José Francisco de Assis Dias; Leomar antonio Montagna; Rodrigo Hayasi Pinto. (Org.). A natureza da mente. 1ed.Maringá: Editora Humanitas Vivens, 2011 b, v. 1, p. 97-115.
_________  Foucault como kantiano: acerca de um pensamento do homem desde sua própria finitude. Revista de Filosofia: Aurora (PUCPR. Impresso), v. 24, p. 217, 2012.
_________  Kant, o antropólogo pragmático.. In: Anor Sganzerla; Antonio José Romera Valverde, Ericson Falabreti. (Org.). Natureza Humana em movimento.. 1ed.São Paulo: Paulus, 2012, v. 1, p. 127-144.
________  A relação entre a Teoria do Juízo e natureza humana em Kant. Educação e Filosofia (UFU. Impresso), v. 27, p. 233-258, 2013.
_________  História e teleologia na filosofia kantiana. Resposta às críticas de Ricardo Terra contra a ?Escola semântica de Campinas?. Studia Kantiana (Rio de Janeiro), v. 16, p. 144-159, 2014.
__________  Idealismo Transcendental e Realismo Empírico: uma Interpretação Semântica do Problema da Cognoscibilidade dos Objetos Externos. Estudos Kantianos, v. 2, p. 29-40, 2014.
___________  A identificação, o sujeito e a realidade. Uma abordagem entre a filosofia kantiana e a psicanálise freudiano-lacaniana. Sofia, v. 6, p. 162-210, 2016.
Sade
Soler, C. (2016) O que faz laço? São Paulo: Editora Escuta
Stoller, R. (2014) Perversão. A forma erótico do ódio. São Paulo: Hedra.
Zizek, S. (2003) Las metástases del goce. Seis ensayos sobre la mujer y la causalidade. Buenos Aires: Paidós.
_______ (2006) Porque no saben lo que hacen. El goce como un factor político. Buenos Aires: Paidos.

Metodologia: aulas expositivas e debate com os estudantes

Avaliação: Um trabalho final a combinar os critérios com os estudantes matriculados

Data e horário: quintas-feiras de 19 a 23 horas de agosto a novembro de 2018.

Consulta: sextas-feiras de 15 a 19 horas

Serão aceitos alunos especiais.

terça-feira, 24 de abril de 2018

Recomendações de leituras


Trabalhos publicados em 2015-2016-2017.

Artigos

1 LOS LÍMITES DE LA PSICOLOGÍA COMO CIENCIA Y LA POSIBILIDAD DE SU USO EN LA ANTROPOLOGÍA EN KANT Studia Kantiana 2017

2 O lugar da natureza humana em Kant, 2017 Natureza Humana (Online) 2017

3 A identificação, o sujeito e a realidade. Uma abordagem entre a filosofia kantiana e a psicanálise freudiano-lacaniana REVISTA SOFIA - VERSÃO ELETRÔNICA 2016

4 Ontology, metaphysics and criticism as Transcendental Semantics as of Kant Clique para acessar o artigo REVISTA DE FILOSOFIA: AURORA (PUCPR. IMPRESSO) 2016

5 Semântica, natureza humana e objetos externos. Divergência entre semântica transcendental e semântica cognitiva KANT E-PRINTS (ONLINE) 2016

Capítulos de livros

1 O esquecimento da tragédia e a psicanálise como experiência ética Capítulo de livro publicado 2017

2 Ontologia, metafísica e crítica como semântica transcendental desde Kant. Capítulo de livro publicado 2017

3 Do líder, as identificações e as coletividades Capítulo de livro publicado 2016

4 O cínico e a política Capítulo de livro publicado 2016
5 A clínica na psicose: proposta Fontana Capítulo de livro publicado 2015

6 The Possybility of an Anthropological Study of Human Nature in Kant Capítulo de livro publicado 2015


Livros, traduções e Artigos e capítulos de livros enviados para Publicação em 2017 - 2018 


1. Sem Perdão. A lógica do perdão e da culpa, do esquecimento e da lembrança a partir de Freud (Brasilia) 

2. A função da apercepção transcendental na dedução das categorias do entendimento (Curitiba) 

3. Lacan contra a ontologia (São Paulo) 

4. O Projeto Antropológico De Kant (Florianópolis) 

5. As condições de possibilidade da experiência de hospitalidade (Fortaleza) 

6. O populismo, a massa e a afetividade 

7. Livro "Kant e os sentimentos de uma filosofia prática" 

8. Tradução, estudo introdutório e notas das "Reflexões de antropologia" do volume XV das obras completas de Immanuel Kant a ser publicada em 3 volumes.