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Siglenverzeichnis
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sábado, 12 de dezembro de 2015
Siglas das obras de Kant para referência
Fragmento do início do livro "Kant e os sentimentos de uma filosofia prática"
ABERTURA: da ontologia às condições de possibilidade
O percurso até chegar à
questão
Quando
escrevi Kant e o problema da significação
(2008) procurei mostrar que a partir do trabalho crítico de Kant já não podemos
sustentar uma ontologia como ciência do ser enquanto ser e seus atributos
fundamentais ou uma metafísica como ciência do suprassensível e que o labor do
filósofo consiste em perguntar pelas condições de possibilidade das proposições
abrindo campos semânticos em cada caso segundo o tipo proposicional (cognitivo,
prático ou reflexivo) e assim poder dar conta de experiências desde um lugar de
enunciação marcado pela finitude.
Na
sequência, quando escrevi Ontologia sem
espelhos (2015), em colaboração com meus colegas Bocca e Bocchi, a ideia
foi mostrar o fracasso de uma teoria última sobre
uma realidade última a partir da polêmica de Descartes a Kant sobre a prova da realidade
dos objetos externos e a necessidade de recorrer a uma ficção originária. Para
isso utilizamos os textos de Jorge Luis Borges e Sigmund Freud. Sem citar,
aquele trabalho retomava o espectro de Hans Vaihinger (2011) em A filosofia do como se onde a marca
ficcional da realidade não pode ser senão originária do ponto de vista
estrutural. Esses dois livros me conduziram a pensar que a ontologia não
poderia ser mais fundamental ou primeira senão apenas transformada em teoria
dos objetos e campos de sentido desses objetos e a metafísica devia ser substituída
kantianamente por uma investigação acerca das condições de possibilidade.
Dito por outras palavras se trata de avançar
numa teoria de domínios ou campos semânticos enquanto condições de
possibilidade de objetos, sujeitos e problemas. Assim, as diferentes
experiências, incluídas as do conhecer, do agir e do contemplar com todos seus
elementos não poderiam se entender senão dentro de diferentes campos de
sentido. Isto supõe que o conhecer, o agir ou o contemplar não seria possível
senão a partir de algum tipo de determinação ou reflexão específica que deve
ser explicitada.
Em O
inconsciente: onde mora o desejo (2012), a ideia da produção do livro foi
mostrar que a elaboração freudiana de o
Inconsciente se pautava pela abertura de uma nova causalidade, isto é, um
novo campo de sentido. Assim, uma ação poderia ser pensada (1) desde o ponto de
vista da causalidade natural dos corpos, numa experiência cognitiva, (2) desde
o ponto de vista da causalidade livre consciente de um sujeito, numa
experiência prática, ou (3) desde a determinação psíquica inconsciente, numa
experiência de desejo e recalque. Deste modo, o doutor Freud não só acolheria sintomas
somáticos (causalidade natural) e ações volitivas (causalidade livre
consciente) senão também casos de histeria e neurose obsessiva introduzindo um
novo registro de determinação (psíquica inconsciente).
Aquilo que estava em jogo no percurso do
nosso trabalho era (1) uma crítica a um realismo ontológico do ser enquanto ser
enunciado desde o absoluto (lugar impossível de ser ocupado e ao mesmo tempo
pressuposto como lugar de enunciação do realista) e (2) a proposta de uma tarefa
filosófica como indagação das condições de possibilidade (em sentido
transcendental) de uma experiência. Formulação esta que só pode ser feita desde
um lugar de enunciação finito e, portanto, até certo ponto determinado. Assim,
deixamos a filosofia do absoluto para aqueles que conseguem demonstrar a
possibilidade de falar desde um não-lugar de enunciação ou se autorizam a
pensar desde uma mente divina.
Os sentimentos de uma filosofia prática
Durante este verão 2015-2016 terminarei de revisar o livro "Kant e os sentimentos de uma filosofia prática"
Nesse trabalho propomos expor alguns elementos que permitam
avançar nas condições de possibilidade das diferentes experiências práticas,
isto é, da experiência ética, de direito, do evento histórico, da experiência
da loucura, da ação política e do reconhecimento de mim mesmo como alguém que age como membro de uma comunidade. Assim, o livro se concentra em problemas, questões e conceitos pertencentes ao
domínio prático e está dividido em cinco partes: ética, direito, história,
política e antropologia.
Cada uma das partes contém, à maneira de ensaios, textos
que buscam apresentar os elementos específicos que respondem à pergunta geral: Como é possível uma experiência prática?
Por sua vez reduzida à indagação do significado dos conceitos ou à pergunta
pelas condições de possibilidade de formulação, justificação, validação ou
realização de proposições em cada caso.
Nesse sentido,
serão tratados os seguintes tópicos específicos: a determinação prática
diferente da determinação cognitiva; o sentimento moral diferente de outro tipo
de sentimentos ou inclinações; a diferença entre norma e obrigações como regras
de prescrição sobre si mesmo, a diferença entre a história sem sujeito do
propósito da natureza e o sujeito da história; a relação entre o direito e a
ação política, a loucura e a linguagem; o lugar do filósofo na universidade; a
possibilidade de uma natureza humana não meramente fisiológica; a relação entre
natureza humana e teoria do juízo.
No final do
livro o leitor encontrará um Epílogo que retoma e encerra os resultados desta
pesquisa.
O Sumário muito provavelmente seja o seguinte:
Agradecimentos
Siglas
Advertência
ABERTURA: da ontologia às
condições de possibilidade
O percurso até chegar à questão
A questão
A questão explicitada: Como são possíveis os problemas
morais?
Um percurso prévio para chegar à questão: do problema
da metafísica à problemática da significação
À procura da metafísica objetiva
A metafísica e o significado dos conceitos
A ilusão da razão e a etapa crítica
Da metafísica como problema à problemática da significação
A metafísica e a teoria da significação
Da problemática da significação os campos semânticos
O agora e a divisão do livro
A ÉTICA: os sentimentos e os princípios
A ética e os sentimentos
A origem mítica da lei de Freud e Hobbes e as condições de
possibilidade da moral em Kant: gênese ou estrutura.
A questão do sujeito da ética entre Foucault e Kant
Ética formal e antropologia pragmática
A HISTÓRIA: o sentido, o
entusiasmo e o sujeito
Os significados da história em Kant
Dois modelos semânticos para uma teoria da história.
Rousseau, Kant e a hipótese da história
O DIREITO: a relação com o
outro
A hospitalidade de Kant em debate com Derrida e Levinas.
Justiça e direito: Kant, Derrida e Levinas
A responsabilidade não recíproca e desigual. Uma interpretação
kantiana
A POLÍTICA: um conflito
Religião, política e medicina em Kant: O conflito das proposições
ANTROPOLOGIA: a natureza humana
A antropologia pragmática como parte da ração prática
O significado do conceito de natureza humana
A loucura entre a fisiologia e a análise dos conceitos
O homem não é um ser racional
O debate com a história natural
Juízo e natureza humana
EPÍLOGO
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Revistas de estudos Kantianos
Revista Contextos Kantianos
http://con-textoskantianos.net/index.php/revista/index
Revista Kant e-prints
http://www.cle.unicamp.br/eprints/index.php?journal=kant-e-prints
Revista Estudos Kantianos
http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/index
Revista Studia Kantiana
http://www.sociedadekant.org/studiakantiana/index.php/sk
http://con-textoskantianos.net/index.php/revista/index
Revista Kant e-prints
http://www.cle.unicamp.br/eprints/index.php?journal=kant-e-prints
Revista Estudos Kantianos
http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/index
Revista Studia Kantiana
http://www.sociedadekant.org/studiakantiana/index.php/sk
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
KANTHROPOLOGY
The 2016 CRMEP graduate conference, a reading group and public lecture series on Immanuel Kant's anthropological writings and their legacy
KEY DATES
November 2015 - May 2016: Reading group
1 February 2016: Deadline for conference abstracts
19-20th May 2016: Graduate conference
1 February 2016: Deadline for conference abstracts
19-20th May 2016: Graduate conference
- Critical ‘race’ theory and the Critical Philosophy of ‘race’
- The place of anthropology in Kant's critical project
- Anthropology, psychology and Foucault
- The troubled legacy of Enlightenment philosophy with respect to its racial, colonial and gendered biases
- Kant and Human Rights Discourse
- Ontology contra anthropology
- The empirical subject vs. the transcendental subject
- Ideology and History in Kant
- The idea of the 'canon' in Modern European Philosophy
- Anti-humanism and/or Post-humanism.
- Existential anthropology and/or relational humanism.
- The philosophical elucidation of the struggle against everyday; ableism, racism, classism and sexism.
- A discussion of Kant’s allusion to what we would now call a 'performative subject' in his statement from the anthropology 'the more civilized human beings are, the more they are actors.'
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
XIII Congresso de Filosofia Contemporânea da PUCPR. Homenagem a Zeljko Loparic
Dia 16/11/2015 (2ª feira)
09h horas
Abertura do evento
Recepção dos participantes
Auditório Tristão de Ataíde
09h horas
Abertura do evento
Recepção dos participantes
Auditório Tristão de Ataíde
09h30min às 11h30min
Conferência:
Prof. Dr. Zeljko Loparic (UNICAMP - PUCPR)
Título: Filosofia na chave antropológica.
Auditório Tristão de Ataíde
Conferência:
Prof. Dr. Zeljko Loparic (UNICAMP - PUCPR)
Título: Filosofia na chave antropológica.
Auditório Tristão de Ataíde
13h15min às 15h15min
Mesas de Comunicações – Apresentação de trabalhos de pesquisadores
Escola de Educação e Humanidades da PUCPR
Mesas de Comunicações – Apresentação de trabalhos de pesquisadores
Escola de Educação e Humanidades da PUCPR
15h15min às 19h15min
Mini-curso: Apreender a filosofia e apreender a filosofar
Ementa: Aprender a filosofia e aprender a filosofar. O curso parte da diferença kantiana entre aprender a filosofia e aprender a filosofar como impulso para discutir o ensino da filosofia no Brasil, incluindo com isso as perspectivas do ensino superior e ensino médio. Reconstrói as raízes históricas, analisa as perspectivas filosóficas (Hegel e filosofia contemporânea) e confronta a questão do ensino.
Professores responsáveis:
Prof. Ericson Falabretti
Prof. Paulo Cesar Carbonari
Prof. Jelson de Oliveira
Prof. Eduardo Ribeiro da Fonseca
Escola de Educação e Humanidades da PUCPR
Mini-curso: Apreender a filosofia e apreender a filosofar
Ementa: Aprender a filosofia e aprender a filosofar. O curso parte da diferença kantiana entre aprender a filosofia e aprender a filosofar como impulso para discutir o ensino da filosofia no Brasil, incluindo com isso as perspectivas do ensino superior e ensino médio. Reconstrói as raízes históricas, analisa as perspectivas filosóficas (Hegel e filosofia contemporânea) e confronta a questão do ensino.
Professores responsáveis:
Prof. Ericson Falabretti
Prof. Paulo Cesar Carbonari
Prof. Jelson de Oliveira
Prof. Eduardo Ribeiro da Fonseca
Escola de Educação e Humanidades da PUCPR
19h45min
Conferências
Prof.ª Dr.ª Patricia Kauark Leite (UFMG)
Título: Sobre a relevância da semântica transcendental
Prof. Dr. Robert Hanna (Colorado University/PUCPR)
Titulo: Kant, Natural Piety and the limits of Science
Auditório Tristão de Ataíde: Escola de Educação e Humanidades da PUCPR
Conferências
Prof.ª Dr.ª Patricia Kauark Leite (UFMG)
Título: Sobre a relevância da semântica transcendental
Prof. Dr. Robert Hanna (Colorado University/PUCPR)
Titulo: Kant, Natural Piety and the limits of Science
Auditório Tristão de Ataíde: Escola de Educação e Humanidades da PUCPR
17/11/2015 (3ª feira)
09h às 11h30min
Conferências
Prof. Dr. Federico Ferraguto (PUCPR)
Sobre a teoria das pulsões in Fichte e Husserl
09h às 11h30min
Conferências
Prof. Dr. Federico Ferraguto (PUCPR)
Sobre a teoria das pulsões in Fichte e Husserl
Prof. Dr. Alessandro Bertinetto (Univerisitá di Udine)
Título: Soggettivitá e improvvisazione
Auditório Maria Montessori: Escola de Educação e Humanidades da PUCPR
Título: Soggettivitá e improvvisazione
Auditório Maria Montessori: Escola de Educação e Humanidades da PUCPR
13h15min às 15h15min
Mesas de Comunicações
Apresentação de trabalhos de
pesquisadores
Escola de Educação e Humanidades da PUCPR
Mesas de Comunicações
Apresentação de trabalhos de
pesquisadores
Escola de Educação e Humanidades da PUCPR
15h30min às 19h30min
Mini-curso: Apreender a filosofia e apreender a filosofar
Escola de Educação e Humanidades da PUCPR
19h45min
Conferências:
Prof. Dr. André Duarte (UFPR)
Título: Figuras contemporâneas da relação entre vida e política: a sexualidade entre captura e resistência.
Mini-curso: Apreender a filosofia e apreender a filosofar
Escola de Educação e Humanidades da PUCPR
19h45min
Conferências:
Prof. Dr. André Duarte (UFPR)
Título: Figuras contemporâneas da relação entre vida e política: a sexualidade entre captura e resistência.
Alexandre Franco de Sá (PUCPR – Coimbra)
Autonomia e niilismo na identidade do sujeito moderno
Auditório Maria Montessori: Escola de Educação e Humanidades da PUCPR
Autonomia e niilismo na identidade do sujeito moderno
Auditório Maria Montessori: Escola de Educação e Humanidades da PUCPR
18/11/2015 (4ª feira)
09h às11h30min
Conferência:
Prof. Dr. Marco Casanova (UERJ)
Título: Existência e historicidade: circularidade hermenêutica e circularidade fenomenológica
09h às11h30min
Conferência:
Prof. Dr. Marco Casanova (UERJ)
Título: Existência e historicidade: circularidade hermenêutica e circularidade fenomenológica
Prof. Dr. Davide Scarso
Título: Merleau-Ponty e Feud: notas sobre a universalidade do complexo edipiano.
Auditório Tristão de Ataíde: Escola de Educação e Humanidades da PUCPR
Título: Merleau-Ponty e Feud: notas sobre a universalidade do complexo edipiano.
Auditório Tristão de Ataíde: Escola de Educação e Humanidades da PUCPR
13h30min às 15h30min
Mesas de Comunicações - Apresentação de
Trabalhos de pesquisadores
Escola de Educação e Humanidades da PUCPR
15h30min às 19h30min
Mini-curso: Apreender a filosofia e apreender a filosofar
Escola de Educação e Humanidades da PUCPR
19h45min
Mesas de Comunicações - Apresentação de
Trabalhos de pesquisadores
Escola de Educação e Humanidades da PUCPR
15h30min às 19h30min
Mini-curso: Apreender a filosofia e apreender a filosofar
Escola de Educação e Humanidades da PUCPR
19h45min
Conferências:
Prof. Dr. Francisco Bocca (PUCPR)
Título: A definir
Prof. Dr. Francisco Bocca (PUCPR)
Título: A definir
Prof. Dr. Daniel Omar Perez (UNICAMP)
Título: A interpretação semântica de Kant e o problema da natureza humana
Auditório Tristão de Ataíde: Escola de Educação e Humanidades da PUCPR
Título: A interpretação semântica de Kant e o problema da natureza humana
Auditório Tristão de Ataíde: Escola de Educação e Humanidades da PUCPR
19/11/2015 ( 5ª feira)
09h30min às 11h30min
Conferência:
Guy-Felix Duportail (Paris I – Sorbonne).
Título: Du Cercle Au Nœud: Sur La Topologie Du Mouvement Obscur De L’existence.
Auditório Tristão de Ataíde: Escola de Educação e Humanidades
09h30min às 11h30min
Conferência:
Guy-Felix Duportail (Paris I – Sorbonne).
Título: Du Cercle Au Nœud: Sur La Topologie Du Mouvement Obscur De L’existence.
Auditório Tristão de Ataíde: Escola de Educação e Humanidades
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
VIII Encontro Internacional da Sociedade de Psicanálise e Filosofia/VIII Meeting of the International Society of Psychoanalysis and Philosophy 23 a 27 de novembro de 2015
23 to 27 november 2015
Universidade de São Paulo (23-24 november)
Universidade Federal de Minas Gerais (25-27 november)
23 TH NOVEMBER (Philosophy Department/UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO)
CONFERENCES ROOM 14 AUDITORIUM
9:00 - 10:30 Guillaume Silbertin-Blanc (Univ. Toulouse): “Psychanalyse, différences anthropologiques et formes politiques: pour introduire la différence intensive”debate with: Nelson da Silva Jr. (USP).
10:30 - 12:00 Jelica Sumic (Slovenian Academy): “The unconscious is politics”; debate with: Daniel Perez (Unicamp).
http://www.sipp-ispp.org/#/185
Universidade Federal de Minas Gerais (25-27 november)
23 TH NOVEMBER (Philosophy Department/UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO)
CONFERENCES ROOM 14 AUDITORIUM
9:00 - 10:30 Guillaume Silbertin-Blanc (Univ. Toulouse): “Psychanalyse, différences anthropologiques et formes politiques: pour introduire la différence intensive”debate with: Nelson da Silva Jr. (USP).
10:30 - 12:00 Jelica Sumic (Slovenian Academy): “The unconscious is politics”; debate with: Daniel Perez (Unicamp).
http://www.sipp-ispp.org/#/185
REVISTA KANT e-PRINTS
Kant e-Prints é uma revista de periodicidade quadrimestral destinada a veicular produções teóricas sobre a filosofia de Kant, constituída pela Seção Campinas da Sociedade Kant Brasileira (SKB) e vinculada ao Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Como tal, não distingue linhas de pensamento, tampouco opções metodológicas e doutrinárias, estabelecendo como critérios de avaliação, o ineditismo, o estrito cumprimento de critérios, regras e orientações determinadas na política de Submissões, além do impacto e da relevância da produção para as pesquisas e discussões sobre Kant na atualidade. A revista Kant e-Prints publica artigos, ensaios, estudos, resenhas e traduções, em língua portuguesa, italiana, inglesa, francesa, espanhola e alemã, procurando promover, assim, o intercâmbio e a internacionalização de pesquisas feitas no Brasil e no exterior, com o objetivo central de divulgar e fomentar a pesquisa científica sobre a filosofia kantiana, assim como ressaltar a importância e a atualidade de seu pensamento nos debates filosóficos contemporâneos.
Em números específicos, com prévio aviso à comunidade filosófica, a revista Kant e-prints estará aberta à publicação de artigos e ensaios ligados a temas específicos, seja da própria filosofia de Kant seja das tradições filosóficas influenciadas por ela.
Ciclo Imigrantes: as novas “classes perigosas”?
Ciclo Imigrantes: as novas “classes perigosas”? que será realizado em janeiro no Centro de Pesquisa e Formação. Qualquer dúvida estou à disposição.
18/01 – Projeto eugenista de imigração na década de 40
Fábio Koiffman
19/01 – Políticas migratórias no Brasil
Deisy Ventura
20/01 – Cotidiano de imigrantes na metrópole
Marcio Farias
Rosana Baeninger
Rosana Baeninger
21/01 – Recepção, acolhimento e integração de imigrantes nos centros urbanos
Daniel Omar Perez
Patrícia Tavarez
Patrícia Tavarez
22/01 – Discurso da mídia brasileira sobre imigração
Mohammed ElHajj
| Centro de Pesquisa e Formação
Rua Dr.Plínio Barreto, 285 4º andar - Bela Vista
Filosofia na Unicamp: “A lei e o desejo: as condições de possibilidade da experiência ética. De Kant a Lacan”.
XVII Encontro de Pesquisa na Graduação em Filosofia da Unicamp
conferência de encerramento
Resumo: Existe um esforço explícito em Freud e em Lacan por elevar a psicanálise no estatuto de um saber científico. Certamente, Freud mostrou que a psicanálise era uma novidade que vinha a destronar o lugar de reinado do sujeito da consciência. Lacan não é omisso no debate e a insistência com a cientificidade da psicanálise aparece na forma de uma aproximação com a lógica e a matemática. Se na primeira tentativa se buscava uma ciência da natureza, na segunda se procura uma formalização (sob o modo das formulas, matemas e grafos). Entretanto, do mesmo modo que os epistemólogos do início do século XX denunciavam a forma e os critérios não-científicos da psicanálise qualquer matemático dirá hoje que aquilo que aparece nos seminários e escritos de Lacan nada tem a ver com o que eles entendem por formalização. Todos terão razão. A psicanálise não podia ser uma ciência da natureza como não pode ser um modo da matemática. Entretanto, entre Freud e Lacan há uma diferença que está além da escolha do modelo de cientificidade malsucedida. Uma psicanálise se compreende como uma ética, como experiência ética da relação do sujeito com o próprio desejo e com as barreiras que separam um do outro. Aqui teremos então três pontos de trabalho. Um é sobre o desejo do analista, sobre o desejo de curar do analista. Os outros dois pontos dizem respeito às noções de sublimação e sadismo. Neste sentido, o que fica é a articulação significante no simbólico e no imaginário por meio do mecanismo da sublimação, de colocar alguma coisa como Coisa, de ficar no prazer, para além da lei, para aquém do gozo.
https://www.facebook.com/events/1507249869573089/
conferência de encerramento
Resumo: Existe um esforço explícito em Freud e em Lacan por elevar a psicanálise no estatuto de um saber científico. Certamente, Freud mostrou que a psicanálise era uma novidade que vinha a destronar o lugar de reinado do sujeito da consciência. Lacan não é omisso no debate e a insistência com a cientificidade da psicanálise aparece na forma de uma aproximação com a lógica e a matemática. Se na primeira tentativa se buscava uma ciência da natureza, na segunda se procura uma formalização (sob o modo das formulas, matemas e grafos). Entretanto, do mesmo modo que os epistemólogos do início do século XX denunciavam a forma e os critérios não-científicos da psicanálise qualquer matemático dirá hoje que aquilo que aparece nos seminários e escritos de Lacan nada tem a ver com o que eles entendem por formalização. Todos terão razão. A psicanálise não podia ser uma ciência da natureza como não pode ser um modo da matemática. Entretanto, entre Freud e Lacan há uma diferença que está além da escolha do modelo de cientificidade malsucedida. Uma psicanálise se compreende como uma ética, como experiência ética da relação do sujeito com o próprio desejo e com as barreiras que separam um do outro. Aqui teremos então três pontos de trabalho. Um é sobre o desejo do analista, sobre o desejo de curar do analista. Os outros dois pontos dizem respeito às noções de sublimação e sadismo. Neste sentido, o que fica é a articulação significante no simbólico e no imaginário por meio do mecanismo da sublimação, de colocar alguma coisa como Coisa, de ficar no prazer, para além da lei, para aquém do gozo.
https://www.facebook.com/events/1507249869573089/
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
Política a partir do desamparo
Para aqueles que trabalham em filosofia política, uma sugestão conceitual:
O Hilflosigkeit -- o desamparo -- Freud em Mal-estar:
"Não existe uma regra de ouro que se aplique a todos: todo homem tem de descobrir por si mesmo de que modo específico ele pode ser salvo (do desamparo). Todos os tipos de diferentes fatores operarão a fim de dirigir sua escolha. É uma questão de quanta satisfação real ele pode esperar obter do mundo externo, de até onde é levado para tornar-se independente dele e, finalmente, de quanta força sente à sua disposição para alterar o mundo, a fim de adaptá-lo a seus desejos".
A partir daqui pensar os modos do político e da ação política.
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Encontros de Filosofia nos meses de outubro e novembro de 2015 - informações ANPOF
ENCONTROS
Projeto Sexta Filosofia - Por que Nietzsche - FAJE - 2º semestre/2015
IX CONIFIL - Congresso Internacional de Filosofia - UNICENTRO - 05 a 09 de outubro de 2015.
Simpósio Internacional - Religião para a paz ou para a guerra? Um diálogo transdisciplinar - FAJE e PUC Minas - 07 a 09 de outubro de 2015.
III Congresso Internacional da Sociedade IberoAmericana de Estudos Heideggerianos / XX COLÓQUIO HEIDEGGER / PUC-Rio - de 19 a 21 de outubro de 2015
I Semana de Estudos sobre Gêneros, Sexualidade e Feminismos - PUCRS - de 19 a 24 de outubro de 2015.
Mulher & Filosofia - PUCRS - 27 e 28 de outubro de 2015
VII Colóquio Internacional Schopenhauer - UFBA - 26 a 30 de outubro de 2015.
XIV Colóquio do Centro do Pensamento Antigo (CPA) - IFCH & IV Semana de Estudos Clássicos do CEC - IEL-UNICAMP - 03 a 05 de novembro de 2015.
Encontro de Pesquisa em Filosofia do Programa de Pós-Graduação da FAJE - 05 e 06 de novembro de 2015.
Colóquio Rousseau - UFSCar - 09 a 13 de novembro de 2015
PÁGINA DA ANPOF
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