sexta-feira, 21 de novembro de 2014
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Filosofia sem ontologia
A larga banda de fenomenologias (ou pelo menos um recorte delas), desde Husserl até Jean Luc Marion, compartilha com a filosofia analítica (também em sentido largo, muito largo mesmo) desde Carnap até Kripke, a raiz kantiana num ponto decisivo: fazer filosofia sem ontologia fundamental.
Quando escrevi "Kant e o probema da significação" mostrei que é possível pensar campos semânticos onde as categorias não fossem predicados ontológicos e sim regras de determinação dos objetos. Desta forma, sujeito e objeto só aparecem e fazem sentido dentro daqueles campos.
Quando escrevi "Ontologia sem espelhos" com meus colegas a ideia era mostrar o fracasso de uma teoria última sobre uma realidade última.
A ontologia não pode ser mais fundamental senão apenas regional, derivada de dominios ou campos semânticos. A tarefa da filosofia é se perguntar pelas condições de possibilidade. O único modo possível de conservar a palavra "ontologia" é a partir de um significado análogo ao usado em computação.
A ontologia não pode ser mais fundamental senão apenas regional, derivada de dominios ou campos semânticos. A tarefa da filosofia é se perguntar pelas condições de possibilidade. O único modo possível de conservar a palavra "ontologia" é a partir de um significado análogo ao usado em computação.
A análise das condições de possibilidade de um enunciado se resolve a partir da análise dos ingredientes, das regras lógico-semânticas e da construção do executor das regras logico-semânticas, isso me oferece o dominio no qual certas proposições podem fazer sentido e certos objetos podem vir a aparecer. Dai podemos falar de uma teoria dos objetos e de algo como um sujeito de uma experiência cognitiva, ética, estética etc em cada caso. Não se postula uma realidade última ou uma ontologia fundamental ou qualquer ciência do ser. Trata-se de dominios de objetos e de experiências em relação com esses objetos. Quando vc muda o quadro categorial, muda o tipo de objeto. Assim, como as categorias da física clássica produzem um tipo de objeto com Newton, mas quando vc muda as categorias na mecânica quântica muda também o tipo de objeto. Entre um e outro não há uma ontologia fundamental
filosofia da Unicamp no lugar 42 do mundo
Departamento de filosofia da Unicamp no número 42 do ranking mundial da QS World University Rankings by Subject 2014 - Philosophy
O departamento de filosofiia
Chamada de artigos de estudos kantianos
Prezados colegas, estou organizando o número da Revista Kant e-prints correspondente a
Série 2, v. 9, n. 2, jul.-dez., 2014
Os interessados em enviar trabalhos podem encaminhar seus arquivos por este mesmo endereço eletrônico.
Os interessados em enviar trabalhos podem encaminhar seus arquivos por este mesmo endereço eletrônico.
danielomarperez@hotmail.com
Visite a página da revista:
Daniel Omar Perez
XVII Colóquio Kant da SKB-Seção Campinas Interpretações semânticas de Kant
XVII
Colóquio Kant da SKB-Seção Campinas
Interpretações
semânticas de Kant
e Encontro do Grupo de Trabalho da ANPOF
"Semântica e criticismo",
Data e hora: encontro do GT 24 e 25 de agosto de 2015 das 9.00 hs.
às 19.00 hs.
Data e hora: : da totalidade das apresentações do Colóquio, de 24 a
28 de agosto de 2015 das 8.00 hs. às 19.00 hs.
Local: Unicamp / IFCH
Coordenador do
evento
Daniel Omar Perez (Unicamp)
Comissão
Organizadora:
Ricardo Machado Santos
Comissão
Científica:
Alexandre
Hahn (UNB)
Daniel
Omar Perez (Unicamp)
Fábio
Scherer (UEL)
João
Carlos Brum Torres (CNPq)
José
Oscar de Almeida Marques (Unicamp)
Juan
Adolfo Bonaccini (UFPe)
Julio
Cesar Ramos Esteves (UENF)
Oswaldo
Giacóia Jr. (Unicamp)
Patrícia
Maria Kauark Leite (UFMG)
Robert Hannah (University of Colorado - USA)
Stephan
Zimmermann (Bonn Universität - Deutschland)
Zeljko
Loparic (Unicamp)
Fundamentação e
justificativa:
História:
A
Seção de Campinas da Sociedade Kant Brasileira e o Grupo Criticismo e Semântica
realizam anualmente o Colóquio Kant da UNICAMP, já em sua décima sétima edição
a ser concretizada em 2015. O primeiro Colóquio Kant da UNICAMP foi realizado
em 1999, com o tema De que trata a
Crítica da razão prática. O segundo, em 2000, tratou dos Problemas abertos da terceira Crítica.
Os Problemas da filosofia prática de Kant
se constituíram, em 2001, no objeto do III Colóquio. Em 2002, Metafísica dos costumes e antropologia moral
foi o tema do quarto evento. O tema escolhido para o V Colóquio Kant, em 2003,
foi A teoria kantiana dos juízos
históricos. Em 2004, foi realizado o sexto evento com o tema Psicologia e antropologia em Kant
(Colóquio internacional comemorativo do bicentenário da morte de Kant). Em
2005. Criticismo e Semântica foi o
tema do VII Colóquio. Em 2006, Adoutrina
kantiana da religião tornou-se o tema em debate. A reunião de 2007 trouxe
ao centro da discussão um foco comum para o qual tendem as investigações
kantianas. O Colóquio discutiu: Acerca da
Natureza Humana em Kant. Em 2008, o X Colóquio Kant tratou dos Problemas semânticos na filosofia de Kant.
No ano de 2009, o tema foi a inesgotável primeira Crítica e o título: 1781, Kant diante dos problemas da razão
teórica. Em 2010, discutimos o tema Direito
e Política. Em 2011, nosso Colóquio teve por tema "Kant e a Ciência de seu Tempo" e,
em 2012, "Justiça e Liberdade".
Em 2013, no XV colóquio o tema foi Intuições
sem conceitos são cegas. No final de 2014 se realizará o XVI colóquio sob o
título História em Kant: debate entre a
interpretação histórico crítico-sistemática e a escola semântica.
Participantes dos eventos
durante os 15 anos de colóquios:
Diferentes
colegas de diferentes universidades do Brasil, América latina, Estados Unidos e
Europa tem participado ativamente nos eventos. Isso possibilitou a oportunidade
de um intercâmbio frutífero entre colegas e instituições.
Financiamentos:
Os
primeiros Colóquios Kant foram financiados pelo Programa de Pós-Graduação em
Filosofia da Unicamp. Com o crescimento do evento, as edições de 2006 a 2010 e
2012 receberam também apoio da CAPES (processos PAEP n. 0008/06-0, 0690/06-6,
0817/07-4, 0066/09-5, 733/2010-01 e 3219/2012-81 respectivamente) e as edições
de 2006 a 2012 receberam ainda apoio da FAPESP (processos n. 05/60814-5,
06/61000-4, 07/58739-0, 09/50539-8, 10/50160-6, 2011/50527-0 e 2012/04384-5
respectivamente). Em 2011, excepcionalmente, não foi solicitado apoio da
CAPES.
Promoção de atividades
Além
dos Colóquios Kant, a Seção de Campinas da Sociedade Kant Brasileira vem
promovendo também jornadas e workshops, seminários, cursos e disciplinas
regulares, bem como pesquisas no nível de graduação, mestrado, doutorado e
pós-doutorado a fim de promover o debate sobre questões mais pontuais, que não
podem ser devidamente aprofundadas nos Colóquios, de temática pouco mais ampla.
A seção Campinas da Sociedade Kant Brasileira também edita desde 2002 a revista
Kant e-prints hospedada no Centro de Lógica e Epistemologia da UNICAMP.
Programa de
trabalho:
segunda-feira 24
de agosto de 2015
8.00 hs. Abertura dos trabalhos
8.30 hs. Apresentação de comunicações
13.00 hs. Início das apresentações dos membros do Grupo
de Trabalho da Anpof “Criticismo e semântica”
terça-feira 25
de agosto de 2015
8.30 hs. Continuação das apresentações dos membros do
Grupo de Trabalho da Anpof “Criticismo e semântica”
14.30 hs. Continuação das
apresentações dos membros do Grupo de Trabalho da Anpof “Criticismo e semântica”
quarta-feira 26
de agosto de 2015
8.30 hs Apresentação de comunicações
14.30 hs Apresentação de comunicações
quinta-feira 27
de agosto de 2015
8.30 hs Inicio das apresentações
14.30 hs Início das apresentações
sexta-feira 28
de agosto de 2015
8.30 hs Inicio das apresentações
14.30 hs Apresentação de comunicações
Chamada de trabalhos:
Para os interessados em geral (não membros do GT)
Data limite para apresentação de trabalhos para o colóquio:
30 de abril de 2015.
Os trabalhos devem ser enviados na íntegra, em arquivo
pdf contendo os seguintes elementos:
Nome do pesquisador e instituição; título do trabalho;
resumo entre 5 e 15 linhas; 5 palavras chave; texto integral do trabalho a ser
apresentado.
Os trabalhos serão avaliados e os aceitos serão
publicados em lista até 13 de maio de 2015.
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Colóquio Kant 2015
XVII Colóquio Kant da SKB-Seção Campinas
Interpretações semânticas de Kant
e
Encontro do Grupo de Trabalho da ANPOF "Semântica e criticismo",
Data e hora: encontro do GT 24 e 25 de agosto de 2015 das 9.00 hs. às 19.00 hs.
Data e hora: da totalidade das apresentações do Colóquio, de 24 a 28 de agosto de 2015 das 9.00 hs. às 19.00 hs.
Local: Unicamp / IFCH
Data limite para apresentação de trabalhos para o colóquio: 30 de abril de 2015.
Os trabalhos devem ser enviados na íntegra, em arquivo pdf contendo os seguintes elementos:
Nome do pesquisador e instituição; título do trabalho; resumo entre 5 e 15 linhas; 5 palavras chave; texto integral do trabalho a ser apresentado.
Os trabalhos serão avaliados e os aceitos serão publicados em lista até 13 de maio de 2015.
XVI COLÓQUIO KANT SKB-Seção Campinas
História em Kant: debate entre a interpretação histórico crítico-sistemática e a escola semântica.
Desde 1999 a Seção Campinas da Sociedade Kant Brasileira realiza colóquios, reuniões de trabalho, jornadas, seminários e promove o desenvolvimento de pesquisas de graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado.
Em 2014 debateremos o tema da História em Kant e suas interpretações a partir de diferentes perspectivas. Especialmente abordaremos a interpretação crítico histórico-sistemática e a interpretação semântica.
Os links abaixo apresentam parte do debate já realizado
http://www.sociedadekant.org/studiakantiana/index.php/sk/article/view/110
http://www.sociedadekant.org/studiakantiana/index.php/sk/article/view/168
Desde 1999 a Seção Campinas da Sociedade Kant Brasileira realiza colóquios, reuniões de trabalho, jornadas, seminários e promove o desenvolvimento de pesquisas de graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado.
Em 2014 debateremos o tema da História em Kant e suas interpretações a partir de diferentes perspectivas. Especialmente abordaremos a interpretação crítico histórico-sistemática e a interpretação semântica.
Os links abaixo apresentam parte do debate já realizado
http://www.sociedadekant.org/studiakantiana/index.php/sk/article/view/110
http://www.sociedadekant.org/studiakantiana/index.php/sk/article/view/168
Data e hora: sábado 13 de dezembro de 2014. Das 9.30 hs às 12.30 hs. e das 14.00 hs. às 17.00 hs
Local: Sociedade Winnicott. Endereço: Rua João Ramalho, 146 - Perdizes. Telefone: (11) 3676.0635
Local: Sociedade Winnicott. Endereço: Rua João Ramalho, 146 - Perdizes. Telefone: (11) 3676.0635
danielomarperez@hotmail.com
CHAMADA PARA APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS KANT
XVI Colóquio Kant SKB-Seção Campinas
História em Kant: debate entre a interpretação histórico crítico-sistemática e a escola semântica.
Data e hora: sábado 13 de dezembro de 2014. Das 9.30 hs às 12.30 hs. e das 14.00 hs. às 17.00 hs
Local: Sociedade Winnicott. Endereço: Rua João Ramalho, 146 - Perdizes. Telefone: (11) 3676.0635
Local: Sociedade Winnicott. Endereço: Rua João Ramalho, 146 - Perdizes. Telefone: (11) 3676.0635
Comissão Organizadora
Zeljko Loparic
Daniel Omar Perez
Ricardo Machado Santos
Andrea Faggion
Zeljko Loparic
Daniel Omar Perez
Ricardo Machado Santos
Andrea Faggion
terça-feira, 16 de setembro de 2014
A história, a lógica dos acontecimentos e o sujeito da ação
O problema da História em Kant não é apenas um problema interno aos estudos do kantismo, trata-se de entender as condições de possibilidade de pensar a história, sua lógica, seu sentido e a possibilidade ou não do sujeito da ação.
Aqui vai o percurso de um debate sobre o tema:
Artigo sobre os significados da História em Kant
https://www.academia.edu/8349039/Os_significados_da_historia_em_Kant
https://www.academia.edu/8349039/Os_significados_da_historia_em_Kant
Crítica de Ricardo Terra
http://www.sociedadekant.org/studiakantiana/index.php/sk/article/view/110
http://www.sociedadekant.org/studiakantiana/index.php/sk/article/view/110
Resposta à crítica de Ricardo Terra
http://www.sociedadekant.org/studiakantiana/index.php/sk/article/view/168
http://www.sociedadekant.org/studiakantiana/index.php/sk/article/view/168
terça-feira, 24 de junho de 2014
Filosofia da economia e a refutação lógico-matemática do neoliberalismo.
A refutação lógico-matetática do neoliberalismo pelo lógico Newton da Costa, o matemático Antonio Doria e o economista Marcelo Tsuji.
http://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/os-tres-brasileiros-que-refutaram-as-bases-do-neoliberalismo?page=2
Apresentação do livro em video
video 1
http://www.youtube.com/watch?v=Hpk3xaAeKYY
video 2
http://www.youtube.com/watch?v=DY4i1mei_EI
video 3
http://www.youtube.com/watch?v=YfSJO_Oylao
http://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/os-tres-brasileiros-que-refutaram-as-bases-do-neoliberalismo?page=2
Apresentação do livro em video
video 1
http://www.youtube.com/watch?v=Hpk3xaAeKYY
video 2
http://www.youtube.com/watch?v=DY4i1mei_EI
video 3
http://www.youtube.com/watch?v=YfSJO_Oylao
quinta-feira, 1 de maio de 2014
Ontologia sem espelhos. Ensaio sobre a realidade.
A pergunta pela Realidade
O
que é a realidade? Como uma pergunta desse tipo é possível?
O
objetivo deste livro é nos prepararmos para a interrogação acerca da realidade.
Por isso, antes de responder e avançar positivamente preferimos nos deter e
apontar para a própria pergunta. Assim sendo, ensaiamos a busca de alguns
elementos das condições de possibilidade da sua formulação. Para alcançarmos o
nosso objetivo desenvolvemos a apresentação do resultado da pesquisa em três
abordagens e uma conclusão.
Num
primeiro enfoque do problema a tarefa se coloca na relação literatura-filosofia.
A questão acerca do real aparece no plano da narrativa e do jogo da
argumentação, isto é, da linguagem. Para isso usamos as ideias de Jorge Luis
Borges e suas especulações sobre a realidade tanto nas ficções literárias
quanto em relação à própria escrita filosófica. Numa segunda perspectiva o
assunto é colocado em relação a quem pergunta e seu objeto. Por isso achamos
pertinente usar alguns conceitos e dispositivos teóricos da filosofia moderna e
suas objeções, especialmente em Descartes, Berkeley, Locke e Kant. No terceiro
momento, indicamos o ponto no horizonte onde o fracasso das pressuposições
anteriormente reveladas impulsiona a tentativa de uma nova formulação da
pergunta pela realidade. O recurso da psicanálise se apresenta como a
possibilidade de marcar o fim de uma época e abertura de uma nova pauta de
trabalho. Ao final nos interrogamos o que é a realidade enquanto
pergunta. Como uma pergunta desse tipo é possível?
Nosso trabalho revela que a pergunta pela realidade supõe uma
linguagem (isto é, um conjunto de conceitos, regras e argumentações) e um
sujeito (desde onde se enuncia o interrogante). Linguagem articulada em
conceitos e argumentos e Sujeito da enunciação se conformam num dispositivo
teórico que possibilita a pergunta e a eventual resposta.
Na avaliação da articulação conceitual que os filósofos nos
propõem descobrimos dois elementos fundamentais: uma ficção originária e
a pressuposição de interior/exterior. O recurso da ficção originária é
geralmente algum tipo de postulado, axioma ou conceito que ordena todos os
outros num dispositivo. A pressuposição de interior/exterior conforma o plano
tomado como inquestionável. A partir dele é possível localizar sujeito e
objeto, realidade e imaginação, percepção e alucinação e todas as relações de
oposição ordenadas no dispositivo. Freud se defrontou com a fragilidade de
algumas ficções originárias e propôs outras. Da mesma forma colocou em questão
a geometria da superfície na qual se formula a pergunta e a tentativa de
resposta sobre a realidade. Na avaliação do sujeito que enuncia a pergunta
observamos que este se constrói em relação com o espaço que se supõe e as
ficções conceituais que se propõem. Nesse sentido, Freud se vê forçado a
repensar não só os conceitos e as relações de determinação causal, mas também a
identidade do sujeito e o estatuto da relação interior/exterior.
Sem indagarmos o dispositivo teórico que permite a pergunta e a
resposta qualquer avanço em ontologia se revela arbitrário. Por isso, antes de
responder à pergunta o que é a realidade? devemos observar suas
condições de possibilidade: que tipo de ficções usamos para ordenar o campo
conceitual, que tipo de relações de determinação causal fazemos funcionar
entre os eventos, como pensamos a espacialidade e o tempo onde se localizam os
elementos da nossa questão e qual é o lugar do sujeito da enunciação da
pergunta e da resposta.
O que é ontologia?
A ontologia é uma disciplina filosófica que pode
ser definida como a ciência do ser. Abordar filosoficamente aquilo que é implica
responder à pergunta: porque há algo e não nada? Quando se responde ao porquê
desse algo se define o algo como algo determinado em geral.
Esse algo determinado em geral é o que chamamos de realidade. O
modo em que concebemosa determinação desse algo em geral se faz desde um lugar. Damos o
nome de sujeito a este lugar desde onde perguntamos pela determinação em
geral desse algo e estabelecemos o modo em que se concebe. Assim, podemos dizer
que alguém enquanto sujeito com alguma linguagem se pergunta: o
que é a realidade?
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