terça-feira, 30 de dezembro de 2025

Kant e-prints

 

Foco e Escopo

Kant e-prints é uma revista destinada a veicular produções teóricas sobre a filosofia de Kant, constituída pela Seção de Campinas da Sociedade Kant Brasileira (SKB) e vinculada ao Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Como tal, não distingue linhas de pensamento, tampouco opções metodológicas e doutrinárias, estabelecendo como critérios de avaliação dos manuscritos submetidos: a originalidade, o ineditismo, o cumprimento das regras e orientações determinadas na política de Submissões, além do impacto e da relevância da produção para as pesquisas e discussões sobre Kant na atualidade. A Kant e-prints aceita para publicação artigos, ensaios, estudos críticos e resenhas, em línguas: portuguesa, italiana, inglesa, francesa, espanhola ou alemã, e traduções em língua portuguesa ou espanhola, procurando promover, assim, o intercâmbio e a internacionalização de pesquisas feitas no Brasil e no exterior, com o objetivo central de divulgar e fomentar a pesquisa científica sobre a filosofia kantiana, assim como ressaltar a importância e a atualidade de seu pensamento nos debates filosóficos contemporâneos.

Em edições ou números especiais, a Kant e-prints, com prévio aviso à comunidade filosófica e, ocasionalmente, com convite a colaboradores(as), estará aberta à publicação de artigos e ensaios ligados a temas específicos ou tópicos especiais, seja da filosofia de Kant, seja das tradições filosóficas influenciadas por ela.

Público-alvo

Pesquisadores(as), Professores(as), Acadêmicos e Estudantes de Filosofia, Bibliotecas e Institutos.

Periodicidade

A revista internacional de filosofia Kant e-prints adota o sistema de publicação contínua (rolling pass), desde o volume 18 de 2023, tornando a publicação dos artigos aprovados pela equipe editorial ágil e rápida. Não há fascículos, os artigos são publicados em um único volume, à medida que são aprovados. O sumário completo e o editorial são publicados apenas ao final do ano, após o fechamento do volume

Fundação e História da Revista Kant e-prints

Fundada em 2002, pela Seção de Campinas da Sociedade Kant Brasileira (SKB), essa publicação tinha por objetivo inicial levar ao público a produção dos membros e colaboradores do grupo Kant de Campinas, cujos membros vinham desenvolvendo, na sua maioria, trabalhos relacionados à interpretação semântica do criticismo kantiano. Definida como publicação eletrônica de preprints, a 1ª série da Kant e-prints visava tornar públicos textos que passaram por um parecerista, escolhido entre os membros de um Conselho Editorial ou apontado ad hoc, mas que, refeitos ou não, iam ser publicados, de forma definitiva, em outro veículo. Pensava-se mais, portanto, em divulgação de projetos em andamento, iniciados a partir da fundação da Seção de Campinas, em 1994, do que em publicação de resultados considerados definitivos.

Muito rapidamente, contudo, Kant e-prints atraiu a atenção de colaboradores na comunidade kantiana do Brasil e mesmo fora do país, que contribuíram com trabalhos significativos e acabados. No mesmo período, a produção brasileira sobre Kant passou a crescer de modo exponencial, destacando-se, no âmbito da comunidade filosófica brasileira, tanto pela qualidade como pela quantidade de seus trabalhos – à produção da geração dos fundadores da SKB somava-se a dos jovens pesquisadores, cujo interesse pelo filósofo alemão era estimulado, em parte, pela crise do marxismo e da filosofia da ciência de tradição analítica, e amparado pela criação de novos cursos de pós-graduação em filosofia e pelo fortalecimento do mais antigos. Esse desenvolvimento refletiu-se em uma série de eventos nacionais e internacionais promovidos pela SKB e nos Colóquios Kant da Seção de Campinas da SKB, iniciados em 1999 com o apoio do Departamento de Filosofia da Universidade Estadual de Campinas e do Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência da mesma universidade, e culminou na realização, pela SKB, em setembro de 2005, em São Paulo, do X Congresso Kant Internacional.

Diante desse quadro, que revelou uma demanda crescente por novos espaços de publicação de trabalhos na área de estudos kantianos, a Seção de Campinas da SKB decidiu iniciar uma segunda série de Kant e-prints, desta vez com todas as características de uma revista eletrônica de plenos direitos: periodicidade regular, consulta a dois pareceristas aplicando o duplo-cego, conselho editorial ampliado e internacionalizado, normatização dos textos etc. Os objetivos da publicação foram modificados de acordo, aceitando-se trabalhos sobre Kant e a herança kantiana submetidos por todos os que, no Brasil e no exterior, desejam contribuir para esses domínios de estudos acadêmicos. De órgão de uma seção regional da SKB, a Kant e-prints passa a ser uma revista de caráter internacional, desvinculada de qualquer linha de pesquisa particular, editada segundo normas acadêmicas vigentes, relativas à padronização e à qualidade, e em diferentes línguas da cultura ocidental: portuguesa, italiana, inglesa, francesa, espanhola e alemã. Assim foi lançada a 2ª série da revista Kant e-prints em 2006.

A continuidade do projeto não seria possível sem o apoio do Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE) e, depois, da colaboração do Portal de Periódicos Eletrônicos Científicos (PPEC) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).

Apoio Institucional

• Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

• Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE)

• Sociedade Kant Brasileira (SKB)

• Seção de Campinas da Sociedade Kant Brasileira

• Portal de Periódicos Eletrônicos Científicos – UNICAMP

Catalogação na Publicação elaborada por: Luciana Pietrosanto Milla - CRB-8ª/8129

Cadernos de História e Filosofia da Ciência

 Sobre a Revista

https://www.cle.unicamp.br/eprints/index.php/cadernos/about


Foco e Escopo

Os Cadernos de História e Filosofia da Ciência dirigem-se especialmente ao público interessado nas áreas de Epistemologia, Filosofia da Ciência, Teoria do Conhecimento e História das Ciências. Têm por objetivo central a publicação de artigos originais de pesquisadores nacionais e estrangeiros, traduções de textos concernentes aos temas mais centrais da reflexão filosófica, metodológica e histórica sobre a ciência, e traduções comentadas de textos marcantes do desenrolar histórico dessa reflexão, bem como resenhas nas áreas do conhecimento em que os Cadernos atuam.

Publicada desde 1980, a revista Cadernos de História e Filosofia da Ciência (Cahiers of History and Philosophy of Science), editada pelo Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE), Unicamp, aceita contribuições em português, italiano, inglês, francês, espanhol e alemão, nas áreas de história e filosofia das ciências formais (lógica e matemática) e empíricas, puras ou aplicadas, com ênfase em questões científicas mais que institucionais.

Público-alvo

Pesquisadores, professores, acadêmicos e estudantes interessados em história e filosofia das ciências, bibliotecas e institutos.

Periodicidade

A revista Cadernos de História e Filosofia da Ciência adota o sistema de publicação contínua (rolling pass), desde 2025, tornando a publicação dos artigos aprovados pela equipe editorial ágil e rápida. Não há fascículos, os artigos são publicados em um único volume, à medida que são aprovados. O sumário completo e o editorial são publicados apenas ao final do ano, após o fechamento do volume.

Apoio Institucional

• Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

• Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE)

V Colóquio Filosofia e Psicanálise da UNICAMP: Fundamentos Lógicos e Filosóficos da Psicanálise

 

Título:

V Colóquio Filosofia e Psicanálise da UNICAMP:

Fundamentos Lógicos e Filosóficos da Psicanálise

 

Tema:

Psicanálise e outras ciências

Local do evento:

CLE/UNICAMP

R. Sérgio Buarque de Holanda, 251 - Cidade Universitária,

Campinas – SP, CEP: 13083-859

 Modalidade do evento:

Híbrida (Presencial e Virtual)

 Data:

13, 14 e 15 de abril de 2026

 Prazo para submissão de propostas de comunicação:

Até 01 de março de 2026

 Inscrição para ouvintes:

Até o dia 5 de maio 

 Contato:

 Área de Conhecimento (Área de Avaliação):

70100004 – Filosofia

 

Sobre o Evento

Nos dias 13, 14 e 15 de abril de 2026, o Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência da UNICAMP sediará o V Colóquio Filosofia e Psicanálise da UNICAMP: Fundamentos Lógicos e Filosóficos da Psicanálise. O tema geral desta edição é “Psicanálise e outras ciências”.


            O evento retoma uma série de debates iniciados na UNICAMP em anos anteriores, desde 2016, e, nesta nova edição, propõe como eixo central a reflexão sobre o estatuto epistemológico da psicanálise, suas relações com outros campos do saber e sua contribuição ao fazer filosófico.

Desde sua primeira edição, o Colóquio tem buscado oferecer um espaço de interlocução entre pesquisadores de diferentes áreas, reunindo perspectivas teóricas diversas em torno da articulação entre filosofia e psicanálise.

A primeira edição, realizada em 2016, teve como tema “Identificação e Subjetividade”, e marcou o início de uma série de encontros dedicados a explorar as dimensões filosóficas do sujeito e os fundamentos teóricos da psicanálise.
            A segunda edição, em 2017, com o tema “Discurso e Identidade” deu continuidade a essas discussões, ampliando o debate sobre o conceito de sujeito e as formas de subjetivação, com ênfase nas intersecções entre teoria psicanalítica, filosofia contemporânea e crítica da cultura.


            Ainda em 2017, realizou-se a terceira edição do Colóquio, cujo tema geral, “Construindo redes”, marcou um momento de consolidação do evento como espaço institucional e coletivo de pesquisa interdisciplinar a partir da UNICAMP. Essa edição reafirmou o Colóquio como um fórum de interlocução crítica dedicado à análise dos conceitos fundamentais da psicanálise em diálogo com a tradição filosófica moderna e contemporânea. Além das conferências, o encontro destacou-se pela inclusão de apresentações de grupos de trabalho, voltadas à socialização de investigações coletivas e projetos em desenvolvimento, o que reforçou o caráter colaborativo e formativo da comunidade de pesquisa que se constitui em torno da relação entre filosofia e psicanálise.

Após um intervalo, o Colóquio foi retomado em 2023, em sua quarta edição, com o tema “A construção e o diálogo entre campos de investigação”. Essa edição buscou aprofundar a discussão sobre as condições de possibilidade do encontro entre filosofia e psicanálise, destacando a construção de pontes conceituais e metodológicas entre diferentes áreas do conhecimento. Foram promovidas conferências, sessões temáticas e comunicações que exploraram as transformações recentes nas pesquisas interdisciplinares sobre o campo psicanalítico, bem como apresentações de grupos de pesquisa voltadas à exposição de trabalhos coletivos e investigações em andamento. Com isso, o evento reafirmou seu compromisso com a formação e o fortalecimento de redes colaborativas de pesquisa, principalmente internas e a partir da UNICAMP em seus diversos institutos e faculdades, consolidando-se como um espaço de diálogo contínuo entre diferentes tradições teóricas.

Em 2026, o Colóquio mantém a aposta, já presente em 2023, na valorização das produções desenvolvidas na e com a UNICAMP no campo da filosofia e da psicanálise, fortalecendo redes internas de pesquisa e promovendo o diálogo entre diferentes institutos, instituições, grupos e tradições teóricas. Sob o tema “Psicanálise e outras ciências”, esta edição concentra-se na análise das relações entre a psicanálise e outros campos do saber, sempre mediadas pela reflexão filosófica, com ênfase na teoria do conhecimento, na epistemologia e na lógica, entre outros domínios. Ao interrogar as fronteiras conceituais e metodológicas que atravessam essas áreas, o Colóquio busca examinar o estatuto do saber psicanalítico e suas formas de interlocução com outras áreas.

Nesta edição, esse esforço se articula ainda a uma homenagem e retomada da obra de Luiz Roberto Monzani, figura central para a consolidação da filosofia da psicanálise no Brasil e para a história intelectual da UNICAMP. Professor do Departamento de Filosofia da UFSCar e, na UNICAMP, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas e pesquisador do Centro de Lógica e Epistemologia, onde fundou o curso de especialização “Fundamentos Filosóficos da Psicologia e da Psicanálise”, Monzani foi responsável por introduzir e desenvolver, no contexto universitário e filosófico brasileiro, uma abordagem conceitualmente rigorosa da psicanálise em diálogo com a tradição filosófica moderna e contemporânea. Autor de obras fundamentais como Freud, o movimento de um pensamento (1989), Desejo e prazer na idade moderna (1995), sua produção teve papel decisivo na formação de pesquisadores e na constituição de um campo de investigação dedicado aos fundamentos filosóficos da psicanálise. Ao retomar seu legado, o V Colóquio Filosofia e Psicanálise da UNICAMP reafirma seu compromisso com a continuidade crítica dessa tradição de pesquisa e com a articulação entre filosofia, psicanálise e outras ciências.

Submissão de propostas: A Comissão Organizadora receberá propostas de comunicação de professores(as) com titulação de doutor(a) e estudantes de pós-graduação, que serão avaliadas pela Comissão Científica do evento. Os resumos das propostas devem ser submetidos neste formulário e devem ter no máximo 400 palavras.

 

São bem-vindas contribuições sobre os temas:

-          Fundamentos Lógicos e Filosóficos da Psicanálise

-          Epistemologia e Psicanálise

-          Filosofia da Psicanálise no Brasil

-          Retomadas críticas da obra de Luiz Roberto Monzani

-          Psicanálise e Filosofia Moderna e Contemporânea

-          Lógica e Psicanálise

-          História dos conceitos psicanalíticos

-           Comissão Organizadora:

Daniel Omar Perez (UNICAMP)

Izabela Loner (UNICAMP)

 

Comissão Científica:

Daniel Omar Perez (UNICAMP)

Matteo Bonfitto (UNICAMP)

Fabio Bertato (UNICAMP)

Richard Simanke (UFJF)

Fátima Caropreso (UFJF)

Francisco Bocca (PUC-PR)

Eduardo Fonseca (PUC-PR)

Suze Piza (UFABC)

 

 

Promoção:

Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE/UNICAMP)

Secretaria de Eventos (IFCH/UNICAMP)

 

Apoio Técnico:

Centro de Lógica, Epistemologia e História das Ciências

Secretaria de Eventos – IFCH/UNICAMP

 

 

 

Dias 13, 14 e 15 de abril de 2026 (manhã e tarde). V Colóquio de filosofia da Psicanálise: Fundamentos lógicos e filosóficos da psicanálise.

XXII Colóquio Kant da UNICAMP

 

Título:

XXII Colóquio Kant da UNICAMP

 

Tema:

Kant e a era da inteligência artificial

 

Local do evento:

CLE/UNICAMP

R. Sérgio Buarque de Holanda, 251 - Cidade Universitária,

Campinas – SP, CEP: 13083-859

 

Modalidade do evento:

Híbrida (Presencial e Virtual)

 

Data:

22, 23 e 24 de abril de 2026

 

Prazo para submissão de propostas de comunicação[1]:

Até 01 de março de 2026

 

Inscrição para ouvintes:

Até o dia 22 de abril NO LOCAL A Casa do Lago da Unicamp

 

Contato:

coloquiokant.unicamp@gmail.com

 

Área de Conhecimento (Área de Avaliação):

70100004 – Filosofia

 

Escopo do Evento

Nos dias 22, 23 e 24 de abril de 2026, o Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência da UNICAMP sediará o XXII Colóquio Kant. O tema geral desta edição é: “Kant e a era da inteligência artificial”. Com essa temática, o evento pretende discutir o pensamento kantiano em face dos novos desafios trazidos, e esperados, pelo desenvolvimento da inteligência artificial à dimensão do conhecimento, da cognição, da educação, da política, da antropologia e da ética. Afinal, a filosofia kantiana ainda possui ferramentas conceituais capazes de nos orientar nos novos tempos da inteligência artificial?

 

São bem-vindas contribuições sobre os temas:

Kant e a questão do conhecimento e da cognição na era da inteligência artificial

Kant e a questão da liberdade e da autonomia na era da inteligência artificial

Kant e a questão da formação e da educação na era da inteligência artificial

Kant e a questão do homem na era da inteligência artificial

Kant e a questão da ética na era da inteligência artificial

 

Comissão Organizadora:

Daniel Omar Perez (UNICAMP)

Luhan Galvão Alves (UESB)

Alexandre Starnino

Claudia Orlandini

Fernanda Rojas

Patricia Guisolphe

 

 

Comissão Científica:

Maria de Lourdes Borges (UFSC)

Luhan Galvão Alves (UESB)

Daniel Omar Perez (UNICAMP)

Olavo Calabria Pimenta (UFU)

Alexandre Hahn (UNB)

Fabio Maia Bertato (Unicamp)

 

Promoção:

Secretaria de Eventos (IFCH/UNICAMP)

Centro de Estudos de filosofia Moderna e contemporânea Fausto Castilho (CEMODECON)

Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE/UNICAMP)

Seção de Campinas da Sociedade Kant Brasileira (SKB)

GT Criticismo e Semântica (ANPOF)

Revista Kant e-prints (Unicamp)

 

Apoio Técnico:

Centro de Lógica, Epistemologia e História das Ciências

Secretaria de Eventos – IFCH/UNICAMP

A casa do Lago da Unicamp

 

 

O Colóquio Kant da UNICAMP é um dos eventos mais tradicionais acerca da filosofia kantiana no Brasil. A história do colóquio, que remonta mais de duas décadas de discussões sobre a filosofia transcendental, compartilha muitos pontos de contato com a própria história do departamento de filosofia da UNICAMP. Desde 1999 o evento é promovido por integrantes da Seção de Campinas da Sociedade Kant Brasileira (SKB), e conta com a parceria de programas de pós-graduação e grupos de pesquisa do Brasil e do exterior. Até então, o evento foi realizado em dezenove ocasiões:

 

I Colóquio Kant (1999): “De que trata a Crítica da razão prática?”;

II Colóquio Kant (2000): “Problemas abertos da Terceira Crítica”;

III Colóquio Kant (2001): “Problemas da filosofia prática de Kant”;

IV Colóquio Kant (2002): “Metafísica dos costumes e antropologia moral”;

V Colóquio Kant (2003): “A teoria kantiana dos juízos históricos”;

VI Colóquio Kant (2004): “Psicologia e antropologia em Kant”;

VII Colóquio Kant (2005): “Criticismo e semântica”;

VIII Colóquio Kant (2006): “A doutrina kantiana da religião”;

IX Colóquio Kant (2007): “Acerca da natureza humana em Kant”;

X Colóquio Kant (2008): “Problemas semânticos na filosofia de Kant”;

XI Colóquio Kant (2009): “Kant diante dos problemas da razão teórica”;

XII Colóquio Kant (2010): “Direito e Política”;

XIII Colóquio Kant (2011): “Kant e a Ciência de seu tempo”;

XIV Colóquio Kant (2012): “Justiça e Liberdade”;

XV Colóquio Kant (2013): “Intuições sem conceitos são cegas”;

XVI Colóquio Kant (2014): “História em Kant: debate entre a interpretação histórico crítico-sistemática e a escola semântica”;

XVII Colóquio Kant (2015): “Interpretações Semânticas de Kant”;

XVIII Colóquio Kant (2017): “Semântica e filosofia”;

XIX Colóquio Kant (2021): “Escritos, Lições, Reflexões e Problemas de Antropologia”.

XX Colóquio Kant (2022) “Kant e as Ciências”

XXI Colóquio Kant (2024) “Interpretação semântica de Kant”

XXII Colóquio Kant (2026) “Kant e a inteligência artificial”



[1] Elaboração das propostas: A Comissão Organizadora receberá propostas de comunicação de professores(as) com titulação de doutor(a) e estudantes de pós-graduação, que serão avaliadas pela Comissão Científica do evento. Os resumos das propostas devem ser encaminhados para o correio eletrônico do evento: coloquiokant.unicamp@gmail.com, em arquivo PDF, e devem obedecer às seguintes regras: máximo de 400 palavras, fonte Times New Roman, tamanho 12, alinhamento justificado, espaçamento de 1,5 (sem a identificação do autor, que deve estar no corpo do e-mail – Nome, correio eletrônico, Instituição de Ensino e vinculação acadêmica). Ao enviar a mensagem, em “assunto” o autor da proposta deve escrever: “Submissão para o XXII Colóquio Kant”.

HF 177 Metapsicologia Seminário de Pós-graduação da Unicamp 8 créditos Quarta-feira de 8.00 a 12.00 horas a partir de 25 de fevereiro de 2026

 HF 177 Metapsicologia          Seminário de Pós-graduação da Unicamp

8 créditos

Quarta-feira de 8.00 a 12.00 horas a partir de 25 de fevereiro de 2026

 

Professor: Daniel Omar Perez

 

Aceita alunos especiais

A aula será ministrada no Centro de Lógica, Epistemologia e História das Ciências

Sala Leibniz

 

Programa: A metapsicologia é o arcabouço teórico criado por Sigmund Freud no final do século XIX e reformulado a partir de 1915 para explicar os processos psíquicos. O fenômeno da angústia é inicialmente compreendido desde esta perspectiva como um evento complexo que compromete várias dimensões. Num primeiro momento, a angústia surge como resultado de conflito entre forças psíquicas. Do ponto de vista econômico, a angústia está ligada ao acúmulo de energia psíquica (libido). Tratar-se-ia de um excesso de excitação. Do ponto de vista estrutural a angústia aparece como um fenômeno que transita o aparelho psíquico (Inconsciente; Pré-Consciente; Consciente). Na segunda tópica, Freud mostra ao Eu como responsável de produzir angústia como mecanismo de defesa. Em 1926, entende que a angústia não é gerada pela repressão senão, ao contrário, o medo da ameaça de castração produz a repressão. Estas mudanças nos fundamentos da teoria têm consequências evidentes na clínica. Podemos ver isso em o caso do pequeno Hans e no caso de O Homem dos lobos. Por tal motivo, Jacques Lacan avança em O Seminário, Livro 10 “A Angústia” reformulando a questão a partir de outros modos de formalização e debate. Em diálogo com a noção de angústia em Heidegger e em Kierkegaard, Lacan pensa a angústia como sinal do objeto causa de desejo, para além do medo da ameaça de castração. Nesse sentido, esta disciplina trabalhará a angústia em Freud, Heidegger, Kierkegaard e Lacan.

 

1.            Introdução à metapsicologia de Freud (25 de fevereiro)

Leitura sugerida: Freud, S. “Projeto de psicologia científica”; “Interpretação do sonho”; “Psicopatologia da vida cotidiana”; “O chiste e sua relação com o inconsciente”; “A repressão”; “A pulsão e seus destinos”; “O Inconsciente”; “Introdução ao narcisismo”.

2.            Introdução à formalização da teoria de Lacan (4 de março)

Leitura sugerida: Darmon, M. “Ensaios acerca da Topologia lacaniana”

3.            A angústia nos primeiros escritos de Freud (11 de março)

Leitura sugerida: Freud, S. Escritos A, B, C, D e E. “Inibição, sintoma e angústia”; “Luto e melancolia”

4.            A angústia no caso de O pequeno Hans (18 de março)

Leitura sugerida: Freud, S. “O caso do pequeno Hans”

5.            A angústia no caso O Homem dos lobos (25 de março)

Leitura sugerida: Freud, S. “O caso do homem dos lobos”

6.            A angústia na segunda tópica de Freud (1 de abril)

Leitura sugerida: Freud, S. “Para além do princípio do prazer”; “O Eu e o Isso”

7.            A angústia em o seminário 10 de Lacan: A angústia e o nada (8 de abril)

Leitura sugerida: Lacan, J. O seminário 10

8.            A angústia em o seminário 10 de Lacan: Heidegger (15 de abril)

Leitura sugerida: Lacan, J. O seminário 10

9.            A angústia em o seminário 10 de Lacan: A angústia e a fantasia (22 de abril)

Leitura sugerida: Lacan, J. O seminário 10

10.         A angústia em o seminário 10 de Lacan: A angústia e os significantes (29 de abril)

Leitura sugerida: Lacan, J. O seminário 10

11.         A angústia em o seminário 10 de Lacan: A angústia e o desejo (6 de maio)

Leitura sugerida: Lacan, J. O seminário 10

12.         A angústia em o seminário 10 de Lacan: Kierkegaard (13 de maio)

Leitura sugerida: Lacan, J. O seminário 10

13.         A angústia em o seminário 10 de Lacan: Das Unheimliche (20 de maio)

Leitura sugerida: Lacan, J. O seminário 10

14.         A angústia em o seminário 10 de Lacan: o objeto (27 de maio)

Leitura sugerida: Lacan, J. O seminário 10

15.         A angústia em o seminário 10 de Lacan: o ato (3 de junho)

Leitura sugerida: Lacan, J. O seminário 10

 

Bibliografia:

Aristóteles Retórica. Lisboa: INCM, 2018.

________ Ética a Nicômaco. São Paulo: Edipro, 2018.

Burton, R. Anatomia da melancolia. Curitiba: UFPr, 2011.

Descartes, R. Paixões da alma. São Paulo: Nova Cultural, 2000.

Freud, S. Inibição, sintoma e angústia. Obras completas, vol 17. São Paulo: Companhia das Letras, 2014.

Freud, S.. Psicologia das massas e análise do eu. Porto Alegre: LPM. (2013)

Freud, S. (1914) Introducción al narcisismo. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 11. Buenos Aires: Hyspamerica.

_______. (1915) El Inconsciente. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 11. Buenos Aires: Hyspamerica. (2012) Unbewusste. IN Freud, S. Das Ich und das Es. Metapsychologische Schriften. Frankfurt am Main: Fischer.

_______. (1915b) Los instintos y sus destinos. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 11. Buenos Aires: Hyspamerica. (2012) Triebe und Triebschicksale. IN Freud, S. Das Ich und das Es. Metapsychologische Schriften. Frankfurt am Main: Fischer.

 _______. (1921) Psicologia de las masas y análisis del Yo. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 14. Buenos Aires: Hyspamerica. (2010) Massenpsychologie und Ich-Analyse. Hamburg: Nilkol Verlagsgesellschaft.

_______. (1932-1933) Nuevas Lecciones introductorias al Psicoanálisis. . IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 18. Buenos Aires: Hyspamerica. (2010) Vorlesungen zur Einführung in die Psychoanalyse. Hamburg: Nikol Verlagsgesellschaft.

________ (1939) Moises y a religion monoteísta. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 19. Buenos Aires: Hyspamerica.

________ (1912-13) Totem y tabú. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 9. Buenos Aires: Hyspamerica.

Giacoia Jr, O. Ressentimento. RJ: Viaverita, 2021.

Grinberg, L., Langer, M., & Rodrigué, E.. Psicoterapia del grupo. Buenos Aires: Paidos. (1957)

Grinberg, L., & Langer, M.. Psicoanálisis en las Américas. Psicoanálisis en las Américas (p. 230). Buenos Aires: Paidos. (1968)

Heidegger, M. Que es metafísica y otros ensayos. Buenos Aires: Siglo XX, 1983.

_____________ Heráclito: RJ: Relume Dumará, 1998.

_____________ Que é metafísica? IN Heidegger, Os Pensadores. SP: Nova Cultural, 1999.

Kehl, M. R. Ressentimento. São Paulo: Boitempo, 2020.

Kierkegaard, S. O conceito de angústia. Petropólis: Editora Vozes, 2010.

____________ O desespero humano. São Paulo: Editora Unesp,  2010.

Lacan, J. O Seminário 10, A angústia. RJ: Zahar Editor, 2005.

_______ O Seminário 20, Ainda. RJ: Zahar Editor, 1985.

Paschoal, A.E. Nietzsche e o ressentimento. São Paulo: Humanitas, 2014.

Perez, D. O.  O Inconsciente. Onde mora o desejo.. 1. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2012. 193p .

Perez, Daniel Omar; Bocchi, Josiane Cristina; Verardi Bocca, Francisco . Ontologie sans miroirs : Essai sur la réalité. 1. ed. Paris: Éditions l'Harmattan, 2019. 188p .

Perez, D. O.; Verardi Bocca, Francisco . O pêndulo de Epicuro. Ensaio sobre o sujeito e a lógica de uma história sem finalidade. 1. ed. Curitiba: CRV, 2019. 190p.

Perez, D. O.. Sentimentos em conflito. Acerca do que fazemos, podemos e devemos fazer de nós mesmos. 1. ed. Campinas: editora phi, 2019. 384p .

Perez, Daniel Omar; Starnino, A. (Org.) . Por que nos identificamos?. 1. ed. Curitiba: CRV, 2018.

Perez, Daniel Omar; Verardi Bocca, Francisco ; Bocchi, Josiane Cristina . Ontologia sem espelhos. Ensaio sobre a realidade: Descartes, Locke, Berkeley, Kant, Freud. 1. ed. Curitiba: Editora CRV, 2014. v. 1. 120p .

Spinoza, B. Ética. Obras completas, vol VI. São Paulo: Perspectiva, 2014

 

 

 

Metodologia: aulas expositivas e debate

Forma de avaliação: apresentação oral e escrita de um trabalho final na última aula do semestre.

Horário de consulta: a combinar de acordo com as possibilidades dos estudantes.

 

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HG830 - Tópicos Especiais de História da Filosofia Contemporânea Unicamp Graduação em filosofia Quarta-feira de 19.00 a 23.00 horas a partir de 25 de fevereiro de 2026

 HG830 - Tópicos Especiais de História da Filosofia Contemporânea 

Unicamp Graduação em filosofia

Quarta-feira de 19.00 a 23.00 horas a partir de 25 de fevereiro de 2026

 Ementa

O curso se propõe a desenvolver tópicos em história da filosofia contemporânea, a partir de textos clássicos pertinentes, de acordo com as pesquisas em andamento no departamento de Filosofia.

 Programa:

 Tema: A angústia em Kierkegaard e Lacan

 Resumo: Esta disciplina abordará a elaboração da noção de angústia realizada por J.Lacan em O Seminário, Livro 10 A Angústia a partir do diálogo com Freud, Heidegger e Kierkegaard. A angústia, primeiro como acúmulo de libido e depois como medo à ameaça de castração em Freud é também abordada em Kierkegaard como possibilidade das possibilidades, como vertigem de liberdade e, ainda em Heidegger como um afeto que revela o ser enquanto ser-para-a-morte. A partir desses elementos Lacan avançará numa noção de angústia como sinal do objeto causa de desejo. A leitura do seminário 10 de Lacan nos permitirá retomar os fundamentos da psicanálise, seu diálogo com a filosofia e suas consequências clínicas. Diferenciaremos angústia de medo, terror, horror e abordaremos a experiência freudiana de “das Unheimliche”.

 

  1. Introdução ao problema da melancolia em “Anatomia da Melancolia de Robert Burton. (25 de fevereiro)
  2. A Angústia nos escritos e as cartas a Fliess de Freud (4 de março)
  3. O medo e a fobia no caso do pequeno Hans (11 de março)
  4. O luto e a melancolia em Freud (18 de março)
  5. A inibição, o sintoma e a angústia em Freud (25 de março)
  6. O pânico e o desamparo em Freud (1 de abril)
  7. A angústia em Heidegger “Que é metafísica?” (8 de abril)
  8. A angústia em Heidegger “Ser e Tempo” (15 de abril)
  9. A angústia em Kierkegaard (22 de abril)
  10. A angústia e o desespero em Kierkegaard (29 de abril)

11.   A angústia em o seminário 10 de Lacan: A angústia e os significantes (6 de maio)

  1. A angústia em o seminário 10 de Lacan: A angústia e o desejo (13 de maio)
  2. A angústia em o seminário 10 de Lacan: Das Unheimliche (20 de maio)
  3. A angústia em o seminário 10 de Lacan: o objeto (27 de maio)

15.   A angústia em o seminário 10 de Lacan: o ato (3 de junho)

 Bibliografia:

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_______. (1932-1933) Nuevas Lecciones introductorias al Psicoanálisis. . IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 18. Buenos Aires: Hyspamerica. (2010) Vorlesungen zur Einführung in die Psychoanalyse. Hamburg: Nikol Verlagsgesellschaft.

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Spinoza, B. Ética. Obras completas, vol VI. São Paulo: Perspectiva, 2014

 

Aceita alunos especiais

 

Metodologia: aulas expositivas e debate

Forma de avaliação: apresentação oral e escrita de um trabalho final na última aula do semestre.

Horário de consulta: a combinar de acordo com as possibilidades dos estudantes.