terça-feira, 30 de dezembro de 2025

Cadernos de História e Filosofia da Ciência

 Sobre a Revista

https://www.cle.unicamp.br/eprints/index.php/cadernos/about


Foco e Escopo

Os Cadernos de História e Filosofia da Ciência dirigem-se especialmente ao público interessado nas áreas de Epistemologia, Filosofia da Ciência, Teoria do Conhecimento e História das Ciências. Têm por objetivo central a publicação de artigos originais de pesquisadores nacionais e estrangeiros, traduções de textos concernentes aos temas mais centrais da reflexão filosófica, metodológica e histórica sobre a ciência, e traduções comentadas de textos marcantes do desenrolar histórico dessa reflexão, bem como resenhas nas áreas do conhecimento em que os Cadernos atuam.

Publicada desde 1980, a revista Cadernos de História e Filosofia da Ciência (Cahiers of History and Philosophy of Science), editada pelo Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE), Unicamp, aceita contribuições em português, italiano, inglês, francês, espanhol e alemão, nas áreas de história e filosofia das ciências formais (lógica e matemática) e empíricas, puras ou aplicadas, com ênfase em questões científicas mais que institucionais.

Público-alvo

Pesquisadores, professores, acadêmicos e estudantes interessados em história e filosofia das ciências, bibliotecas e institutos.

Periodicidade

A revista Cadernos de História e Filosofia da Ciência adota o sistema de publicação contínua (rolling pass), desde 2025, tornando a publicação dos artigos aprovados pela equipe editorial ágil e rápida. Não há fascículos, os artigos são publicados em um único volume, à medida que são aprovados. O sumário completo e o editorial são publicados apenas ao final do ano, após o fechamento do volume.

Apoio Institucional

• Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

• Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE)

V Colóquio Filosofia e Psicanálise da UNICAMP: Fundamentos Lógicos e Filosóficos da Psicanálise

 

Título:

V Colóquio Filosofia e Psicanálise da UNICAMP:

Fundamentos Lógicos e Filosóficos da Psicanálise

 

Tema:

Psicanálise e outras ciências

Local do evento:

CLE/UNICAMP

R. Sérgio Buarque de Holanda, 251 - Cidade Universitária,

Campinas – SP, CEP: 13083-859

 Modalidade do evento:

Híbrida (Presencial e Virtual)

 Data:

13, 14 e 15 de abril de 2026

 Prazo para submissão de propostas de comunicação:

Até 01 de março de 2026

 Inscrição para ouvintes:

Até o dia 5 de maio 

 Contato:

 Área de Conhecimento (Área de Avaliação):

70100004 – Filosofia

 

Sobre o Evento

Nos dias 13, 14 e 15 de abril de 2026, o Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência da UNICAMP sediará o V Colóquio Filosofia e Psicanálise da UNICAMP: Fundamentos Lógicos e Filosóficos da Psicanálise. O tema geral desta edição é “Psicanálise e outras ciências”.


            O evento retoma uma série de debates iniciados na UNICAMP em anos anteriores, desde 2016, e, nesta nova edição, propõe como eixo central a reflexão sobre o estatuto epistemológico da psicanálise, suas relações com outros campos do saber e sua contribuição ao fazer filosófico.

Desde sua primeira edição, o Colóquio tem buscado oferecer um espaço de interlocução entre pesquisadores de diferentes áreas, reunindo perspectivas teóricas diversas em torno da articulação entre filosofia e psicanálise.

A primeira edição, realizada em 2016, teve como tema “Identificação e Subjetividade”, e marcou o início de uma série de encontros dedicados a explorar as dimensões filosóficas do sujeito e os fundamentos teóricos da psicanálise.
            A segunda edição, em 2017, com o tema “Discurso e Identidade” deu continuidade a essas discussões, ampliando o debate sobre o conceito de sujeito e as formas de subjetivação, com ênfase nas intersecções entre teoria psicanalítica, filosofia contemporânea e crítica da cultura.


            Ainda em 2017, realizou-se a terceira edição do Colóquio, cujo tema geral, “Construindo redes”, marcou um momento de consolidação do evento como espaço institucional e coletivo de pesquisa interdisciplinar a partir da UNICAMP. Essa edição reafirmou o Colóquio como um fórum de interlocução crítica dedicado à análise dos conceitos fundamentais da psicanálise em diálogo com a tradição filosófica moderna e contemporânea. Além das conferências, o encontro destacou-se pela inclusão de apresentações de grupos de trabalho, voltadas à socialização de investigações coletivas e projetos em desenvolvimento, o que reforçou o caráter colaborativo e formativo da comunidade de pesquisa que se constitui em torno da relação entre filosofia e psicanálise.

Após um intervalo, o Colóquio foi retomado em 2023, em sua quarta edição, com o tema “A construção e o diálogo entre campos de investigação”. Essa edição buscou aprofundar a discussão sobre as condições de possibilidade do encontro entre filosofia e psicanálise, destacando a construção de pontes conceituais e metodológicas entre diferentes áreas do conhecimento. Foram promovidas conferências, sessões temáticas e comunicações que exploraram as transformações recentes nas pesquisas interdisciplinares sobre o campo psicanalítico, bem como apresentações de grupos de pesquisa voltadas à exposição de trabalhos coletivos e investigações em andamento. Com isso, o evento reafirmou seu compromisso com a formação e o fortalecimento de redes colaborativas de pesquisa, principalmente internas e a partir da UNICAMP em seus diversos institutos e faculdades, consolidando-se como um espaço de diálogo contínuo entre diferentes tradições teóricas.

Em 2026, o Colóquio mantém a aposta, já presente em 2023, na valorização das produções desenvolvidas na e com a UNICAMP no campo da filosofia e da psicanálise, fortalecendo redes internas de pesquisa e promovendo o diálogo entre diferentes institutos, instituições, grupos e tradições teóricas. Sob o tema “Psicanálise e outras ciências”, esta edição concentra-se na análise das relações entre a psicanálise e outros campos do saber, sempre mediadas pela reflexão filosófica, com ênfase na teoria do conhecimento, na epistemologia e na lógica, entre outros domínios. Ao interrogar as fronteiras conceituais e metodológicas que atravessam essas áreas, o Colóquio busca examinar o estatuto do saber psicanalítico e suas formas de interlocução com outras áreas.

Nesta edição, esse esforço se articula ainda a uma homenagem e retomada da obra de Luiz Roberto Monzani, figura central para a consolidação da filosofia da psicanálise no Brasil e para a história intelectual da UNICAMP. Professor do Departamento de Filosofia da UFSCar e, na UNICAMP, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas e pesquisador do Centro de Lógica e Epistemologia, onde fundou o curso de especialização “Fundamentos Filosóficos da Psicologia e da Psicanálise”, Monzani foi responsável por introduzir e desenvolver, no contexto universitário e filosófico brasileiro, uma abordagem conceitualmente rigorosa da psicanálise em diálogo com a tradição filosófica moderna e contemporânea. Autor de obras fundamentais como Freud, o movimento de um pensamento (1989), Desejo e prazer na idade moderna (1995), sua produção teve papel decisivo na formação de pesquisadores e na constituição de um campo de investigação dedicado aos fundamentos filosóficos da psicanálise. Ao retomar seu legado, o V Colóquio Filosofia e Psicanálise da UNICAMP reafirma seu compromisso com a continuidade crítica dessa tradição de pesquisa e com a articulação entre filosofia, psicanálise e outras ciências.

Submissão de propostas: A Comissão Organizadora receberá propostas de comunicação de professores(as) com titulação de doutor(a) e estudantes de pós-graduação, que serão avaliadas pela Comissão Científica do evento. Os resumos das propostas devem ser submetidos neste formulário e devem ter no máximo 400 palavras.

 

São bem-vindas contribuições sobre os temas:

-          Fundamentos Lógicos e Filosóficos da Psicanálise

-          Epistemologia e Psicanálise

-          Filosofia da Psicanálise no Brasil

-          Retomadas críticas da obra de Luiz Roberto Monzani

-          Psicanálise e Filosofia Moderna e Contemporânea

-          Lógica e Psicanálise

-          História dos conceitos psicanalíticos

-           Comissão Organizadora:

Daniel Omar Perez (UNICAMP)

Izabela Loner (UNICAMP)

 

Comissão Científica:

Daniel Omar Perez (UNICAMP)

Matteo Bonfitto (UNICAMP)

Fabio Bertato (UNICAMP)

Richard Simanke (UFJF)

Fátima Caropreso (UFJF)

Francisco Bocca (PUC-PR)

Eduardo Fonseca (PUC-PR)

Suze Piza (UFABC)

 

 

Promoção:

Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE/UNICAMP)

Secretaria de Eventos (IFCH/UNICAMP)

 

Apoio Técnico:

Centro de Lógica, Epistemologia e História das Ciências

Secretaria de Eventos – IFCH/UNICAMP

 

 

 

Dias 13, 14 e 15 de abril de 2026 (manhã e tarde). V Colóquio de filosofia da Psicanálise: Fundamentos lógicos e filosóficos da psicanálise.

XXII Colóquio Kant da UNICAMP

 

Título:

XXII Colóquio Kant da UNICAMP

 

Tema:

Kant e a era da inteligência artificial

 

Local do evento:

CLE/UNICAMP

R. Sérgio Buarque de Holanda, 251 - Cidade Universitária,

Campinas – SP, CEP: 13083-859

 

Modalidade do evento:

Híbrida (Presencial e Virtual)

 

Data:

22, 23 e 24 de abril de 2026

 

Prazo para submissão de propostas de comunicação[1]:

Até 01 de março de 2026

 

Inscrição para ouvintes:

Até o dia 22 de abril NO LOCAL A Casa do Lago da Unicamp

 

Contato:

coloquiokant.unicamp@gmail.com

 

Área de Conhecimento (Área de Avaliação):

70100004 – Filosofia

 

Escopo do Evento

Nos dias 22, 23 e 24 de abril de 2026, o Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência da UNICAMP sediará o XXII Colóquio Kant. O tema geral desta edição é: “Kant e a era da inteligência artificial”. Com essa temática, o evento pretende discutir o pensamento kantiano em face dos novos desafios trazidos, e esperados, pelo desenvolvimento da inteligência artificial à dimensão do conhecimento, da cognição, da educação, da política, da antropologia e da ética. Afinal, a filosofia kantiana ainda possui ferramentas conceituais capazes de nos orientar nos novos tempos da inteligência artificial?

 

São bem-vindas contribuições sobre os temas:

Kant e a questão do conhecimento e da cognição na era da inteligência artificial

Kant e a questão da liberdade e da autonomia na era da inteligência artificial

Kant e a questão da formação e da educação na era da inteligência artificial

Kant e a questão do homem na era da inteligência artificial

Kant e a questão da ética na era da inteligência artificial

 

Comissão Organizadora:

Daniel Omar Perez (UNICAMP)

Luhan Galvão Alves (UESB)

Alexandre Starnino

Claudia Orlandini

Fernanda Rojas

Patricia Guisolphe

 

 

Comissão Científica:

Maria de Lourdes Borges (UFSC)

Luhan Galvão Alves (UESB)

Daniel Omar Perez (UNICAMP)

Olavo Calabria Pimenta (UFU)

Alexandre Hahn (UNB)

Fabio Maia Bertato (Unicamp)

 

Promoção:

Secretaria de Eventos (IFCH/UNICAMP)

Centro de Estudos de filosofia Moderna e contemporânea Fausto Castilho (CEMODECON)

Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE/UNICAMP)

Seção de Campinas da Sociedade Kant Brasileira (SKB)

GT Criticismo e Semântica (ANPOF)

Revista Kant e-prints (Unicamp)

 

Apoio Técnico:

Centro de Lógica, Epistemologia e História das Ciências

Secretaria de Eventos – IFCH/UNICAMP

A casa do Lago da Unicamp

 

 

O Colóquio Kant da UNICAMP é um dos eventos mais tradicionais acerca da filosofia kantiana no Brasil. A história do colóquio, que remonta mais de duas décadas de discussões sobre a filosofia transcendental, compartilha muitos pontos de contato com a própria história do departamento de filosofia da UNICAMP. Desde 1999 o evento é promovido por integrantes da Seção de Campinas da Sociedade Kant Brasileira (SKB), e conta com a parceria de programas de pós-graduação e grupos de pesquisa do Brasil e do exterior. Até então, o evento foi realizado em dezenove ocasiões:

 

I Colóquio Kant (1999): “De que trata a Crítica da razão prática?”;

II Colóquio Kant (2000): “Problemas abertos da Terceira Crítica”;

III Colóquio Kant (2001): “Problemas da filosofia prática de Kant”;

IV Colóquio Kant (2002): “Metafísica dos costumes e antropologia moral”;

V Colóquio Kant (2003): “A teoria kantiana dos juízos históricos”;

VI Colóquio Kant (2004): “Psicologia e antropologia em Kant”;

VII Colóquio Kant (2005): “Criticismo e semântica”;

VIII Colóquio Kant (2006): “A doutrina kantiana da religião”;

IX Colóquio Kant (2007): “Acerca da natureza humana em Kant”;

X Colóquio Kant (2008): “Problemas semânticos na filosofia de Kant”;

XI Colóquio Kant (2009): “Kant diante dos problemas da razão teórica”;

XII Colóquio Kant (2010): “Direito e Política”;

XIII Colóquio Kant (2011): “Kant e a Ciência de seu tempo”;

XIV Colóquio Kant (2012): “Justiça e Liberdade”;

XV Colóquio Kant (2013): “Intuições sem conceitos são cegas”;

XVI Colóquio Kant (2014): “História em Kant: debate entre a interpretação histórico crítico-sistemática e a escola semântica”;

XVII Colóquio Kant (2015): “Interpretações Semânticas de Kant”;

XVIII Colóquio Kant (2017): “Semântica e filosofia”;

XIX Colóquio Kant (2021): “Escritos, Lições, Reflexões e Problemas de Antropologia”.

XX Colóquio Kant (2022) “Kant e as Ciências”

XXI Colóquio Kant (2024) “Interpretação semântica de Kant”

XXII Colóquio Kant (2026) “Kant e a inteligência artificial”



[1] Elaboração das propostas: A Comissão Organizadora receberá propostas de comunicação de professores(as) com titulação de doutor(a) e estudantes de pós-graduação, que serão avaliadas pela Comissão Científica do evento. Os resumos das propostas devem ser encaminhados para o correio eletrônico do evento: coloquiokant.unicamp@gmail.com, em arquivo PDF, e devem obedecer às seguintes regras: máximo de 400 palavras, fonte Times New Roman, tamanho 12, alinhamento justificado, espaçamento de 1,5 (sem a identificação do autor, que deve estar no corpo do e-mail – Nome, correio eletrônico, Instituição de Ensino e vinculação acadêmica). Ao enviar a mensagem, em “assunto” o autor da proposta deve escrever: “Submissão para o XXII Colóquio Kant”.

HF 177 Metapsicologia Seminário de Pós-graduação da Unicamp 8 créditos Quarta-feira de 8.00 a 12.00 horas a partir de 25 de fevereiro de 2026

 HF 177 Metapsicologia          Seminário de Pós-graduação da Unicamp

8 créditos

Quarta-feira de 8.00 a 12.00 horas a partir de 25 de fevereiro de 2026

 

Professor: Daniel Omar Perez

 

Aceita alunos especiais

A aula será ministrada no Centro de Lógica, Epistemologia e História das Ciências

Sala Leibniz

 

Programa: A metapsicologia é o arcabouço teórico criado por Sigmund Freud no final do século XIX e reformulado a partir de 1915 para explicar os processos psíquicos. O fenômeno da angústia é inicialmente compreendido desde esta perspectiva como um evento complexo que compromete várias dimensões. Num primeiro momento, a angústia surge como resultado de conflito entre forças psíquicas. Do ponto de vista econômico, a angústia está ligada ao acúmulo de energia psíquica (libido). Tratar-se-ia de um excesso de excitação. Do ponto de vista estrutural a angústia aparece como um fenômeno que transita o aparelho psíquico (Inconsciente; Pré-Consciente; Consciente). Na segunda tópica, Freud mostra ao Eu como responsável de produzir angústia como mecanismo de defesa. Em 1926, entende que a angústia não é gerada pela repressão senão, ao contrário, o medo da ameaça de castração produz a repressão. Estas mudanças nos fundamentos da teoria têm consequências evidentes na clínica. Podemos ver isso em o caso do pequeno Hans e no caso de O Homem dos lobos. Por tal motivo, Jacques Lacan avança em O Seminário, Livro 10 “A Angústia” reformulando a questão a partir de outros modos de formalização e debate. Em diálogo com a noção de angústia em Heidegger e em Kierkegaard, Lacan pensa a angústia como sinal do objeto causa de desejo, para além do medo da ameaça de castração. Nesse sentido, esta disciplina trabalhará a angústia em Freud, Heidegger, Kierkegaard e Lacan.

 

1.            Introdução à metapsicologia de Freud (25 de fevereiro)

Leitura sugerida: Freud, S. “Projeto de psicologia científica”; “Interpretação do sonho”; “Psicopatologia da vida cotidiana”; “O chiste e sua relação com o inconsciente”; “A repressão”; “A pulsão e seus destinos”; “O Inconsciente”; “Introdução ao narcisismo”.

2.            Introdução à formalização da teoria de Lacan (4 de março)

Leitura sugerida: Darmon, M. “Ensaios acerca da Topologia lacaniana”

3.            A angústia nos primeiros escritos de Freud (11 de março)

Leitura sugerida: Freud, S. Escritos A, B, C, D e E. “Inibição, sintoma e angústia”; “Luto e melancolia”

4.            A angústia no caso de O pequeno Hans (18 de março)

Leitura sugerida: Freud, S. “O caso do pequeno Hans”

5.            A angústia no caso O Homem dos lobos (25 de março)

Leitura sugerida: Freud, S. “O caso do homem dos lobos”

6.            A angústia na segunda tópica de Freud (1 de abril)

Leitura sugerida: Freud, S. “Para além do princípio do prazer”; “O Eu e o Isso”

7.            A angústia em o seminário 10 de Lacan: A angústia e o nada (8 de abril)

Leitura sugerida: Lacan, J. O seminário 10

8.            A angústia em o seminário 10 de Lacan: Heidegger (15 de abril)

Leitura sugerida: Lacan, J. O seminário 10

9.            A angústia em o seminário 10 de Lacan: A angústia e a fantasia (22 de abril)

Leitura sugerida: Lacan, J. O seminário 10

10.         A angústia em o seminário 10 de Lacan: A angústia e os significantes (29 de abril)

Leitura sugerida: Lacan, J. O seminário 10

11.         A angústia em o seminário 10 de Lacan: A angústia e o desejo (6 de maio)

Leitura sugerida: Lacan, J. O seminário 10

12.         A angústia em o seminário 10 de Lacan: Kierkegaard (13 de maio)

Leitura sugerida: Lacan, J. O seminário 10

13.         A angústia em o seminário 10 de Lacan: Das Unheimliche (20 de maio)

Leitura sugerida: Lacan, J. O seminário 10

14.         A angústia em o seminário 10 de Lacan: o objeto (27 de maio)

Leitura sugerida: Lacan, J. O seminário 10

15.         A angústia em o seminário 10 de Lacan: o ato (3 de junho)

Leitura sugerida: Lacan, J. O seminário 10

 

Bibliografia:

Aristóteles Retórica. Lisboa: INCM, 2018.

________ Ética a Nicômaco. São Paulo: Edipro, 2018.

Burton, R. Anatomia da melancolia. Curitiba: UFPr, 2011.

Descartes, R. Paixões da alma. São Paulo: Nova Cultural, 2000.

Freud, S. Inibição, sintoma e angústia. Obras completas, vol 17. São Paulo: Companhia das Letras, 2014.

Freud, S.. Psicologia das massas e análise do eu. Porto Alegre: LPM. (2013)

Freud, S. (1914) Introducción al narcisismo. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 11. Buenos Aires: Hyspamerica.

_______. (1915) El Inconsciente. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 11. Buenos Aires: Hyspamerica. (2012) Unbewusste. IN Freud, S. Das Ich und das Es. Metapsychologische Schriften. Frankfurt am Main: Fischer.

_______. (1915b) Los instintos y sus destinos. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 11. Buenos Aires: Hyspamerica. (2012) Triebe und Triebschicksale. IN Freud, S. Das Ich und das Es. Metapsychologische Schriften. Frankfurt am Main: Fischer.

 _______. (1921) Psicologia de las masas y análisis del Yo. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 14. Buenos Aires: Hyspamerica. (2010) Massenpsychologie und Ich-Analyse. Hamburg: Nilkol Verlagsgesellschaft.

_______. (1932-1933) Nuevas Lecciones introductorias al Psicoanálisis. . IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 18. Buenos Aires: Hyspamerica. (2010) Vorlesungen zur Einführung in die Psychoanalyse. Hamburg: Nikol Verlagsgesellschaft.

________ (1939) Moises y a religion monoteísta. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 19. Buenos Aires: Hyspamerica.

________ (1912-13) Totem y tabú. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 9. Buenos Aires: Hyspamerica.

Giacoia Jr, O. Ressentimento. RJ: Viaverita, 2021.

Grinberg, L., Langer, M., & Rodrigué, E.. Psicoterapia del grupo. Buenos Aires: Paidos. (1957)

Grinberg, L., & Langer, M.. Psicoanálisis en las Américas. Psicoanálisis en las Américas (p. 230). Buenos Aires: Paidos. (1968)

Heidegger, M. Que es metafísica y otros ensayos. Buenos Aires: Siglo XX, 1983.

_____________ Heráclito: RJ: Relume Dumará, 1998.

_____________ Que é metafísica? IN Heidegger, Os Pensadores. SP: Nova Cultural, 1999.

Kehl, M. R. Ressentimento. São Paulo: Boitempo, 2020.

Kierkegaard, S. O conceito de angústia. Petropólis: Editora Vozes, 2010.

____________ O desespero humano. São Paulo: Editora Unesp,  2010.

Lacan, J. O Seminário 10, A angústia. RJ: Zahar Editor, 2005.

_______ O Seminário 20, Ainda. RJ: Zahar Editor, 1985.

Paschoal, A.E. Nietzsche e o ressentimento. São Paulo: Humanitas, 2014.

Perez, D. O.  O Inconsciente. Onde mora o desejo.. 1. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2012. 193p .

Perez, Daniel Omar; Bocchi, Josiane Cristina; Verardi Bocca, Francisco . Ontologie sans miroirs : Essai sur la réalité. 1. ed. Paris: Éditions l'Harmattan, 2019. 188p .

Perez, D. O.; Verardi Bocca, Francisco . O pêndulo de Epicuro. Ensaio sobre o sujeito e a lógica de uma história sem finalidade. 1. ed. Curitiba: CRV, 2019. 190p.

Perez, D. O.. Sentimentos em conflito. Acerca do que fazemos, podemos e devemos fazer de nós mesmos. 1. ed. Campinas: editora phi, 2019. 384p .

Perez, Daniel Omar; Starnino, A. (Org.) . Por que nos identificamos?. 1. ed. Curitiba: CRV, 2018.

Perez, Daniel Omar; Verardi Bocca, Francisco ; Bocchi, Josiane Cristina . Ontologia sem espelhos. Ensaio sobre a realidade: Descartes, Locke, Berkeley, Kant, Freud. 1. ed. Curitiba: Editora CRV, 2014. v. 1. 120p .

Spinoza, B. Ética. Obras completas, vol VI. São Paulo: Perspectiva, 2014

 

 

 

Metodologia: aulas expositivas e debate

Forma de avaliação: apresentação oral e escrita de um trabalho final na última aula do semestre.

Horário de consulta: a combinar de acordo com as possibilidades dos estudantes.

 

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HG830 - Tópicos Especiais de História da Filosofia Contemporânea Unicamp Graduação em filosofia Quarta-feira de 19.00 a 23.00 horas a partir de 25 de fevereiro de 2026

 HG830 - Tópicos Especiais de História da Filosofia Contemporânea 

Unicamp Graduação em filosofia

Quarta-feira de 19.00 a 23.00 horas a partir de 25 de fevereiro de 2026

 Ementa

O curso se propõe a desenvolver tópicos em história da filosofia contemporânea, a partir de textos clássicos pertinentes, de acordo com as pesquisas em andamento no departamento de Filosofia.

 Programa:

 Tema: A angústia em Kierkegaard e Lacan

 Resumo: Esta disciplina abordará a elaboração da noção de angústia realizada por J.Lacan em O Seminário, Livro 10 A Angústia a partir do diálogo com Freud, Heidegger e Kierkegaard. A angústia, primeiro como acúmulo de libido e depois como medo à ameaça de castração em Freud é também abordada em Kierkegaard como possibilidade das possibilidades, como vertigem de liberdade e, ainda em Heidegger como um afeto que revela o ser enquanto ser-para-a-morte. A partir desses elementos Lacan avançará numa noção de angústia como sinal do objeto causa de desejo. A leitura do seminário 10 de Lacan nos permitirá retomar os fundamentos da psicanálise, seu diálogo com a filosofia e suas consequências clínicas. Diferenciaremos angústia de medo, terror, horror e abordaremos a experiência freudiana de “das Unheimliche”.

 

  1. Introdução ao problema da melancolia em “Anatomia da Melancolia de Robert Burton. (25 de fevereiro)
  2. A Angústia nos escritos e as cartas a Fliess de Freud (4 de março)
  3. O medo e a fobia no caso do pequeno Hans (11 de março)
  4. O luto e a melancolia em Freud (18 de março)
  5. A inibição, o sintoma e a angústia em Freud (25 de março)
  6. O pânico e o desamparo em Freud (1 de abril)
  7. A angústia em Heidegger “Que é metafísica?” (8 de abril)
  8. A angústia em Heidegger “Ser e Tempo” (15 de abril)
  9. A angústia em Kierkegaard (22 de abril)
  10. A angústia e o desespero em Kierkegaard (29 de abril)

11.   A angústia em o seminário 10 de Lacan: A angústia e os significantes (6 de maio)

  1. A angústia em o seminário 10 de Lacan: A angústia e o desejo (13 de maio)
  2. A angústia em o seminário 10 de Lacan: Das Unheimliche (20 de maio)
  3. A angústia em o seminário 10 de Lacan: o objeto (27 de maio)

15.   A angústia em o seminário 10 de Lacan: o ato (3 de junho)

 Bibliografia:

Aristóteles Retórica. Lisboa: INCM, 2018.

________ Ética a Nicômaco. São Paulo: Edipro, 2018.

Burton, R. Anatomia da melancolia. Curitiba: UFPr, 2011.

Descartes, R. Paixões da alma. São Paulo: Nova Cultural, 2000.

Freud, S. Inibição, sintoma e angústia. Obras completas, vol 17. São Paulo: Companhia das Letras, 2014.

Freud, S.. Psicologia das massas e análise do eu. Porto Alegre: LPM. (2013)

Freud, S. (1914) Introducción al narcisismo. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 11. Buenos Aires: Hyspamerica.

_______. (1915) El Inconsciente. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 11. Buenos Aires: Hyspamerica. (2012) Unbewusste. IN Freud, S. Das Ich und das Es. Metapsychologische Schriften. Frankfurt am Main: Fischer.

_______. (1915b) Los instintos y sus destinos. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 11. Buenos Aires: Hyspamerica. (2012) Triebe und Triebschicksale. IN Freud, S. Das Ich und das Es. Metapsychologische Schriften. Frankfurt am Main: Fischer.

 _______. (1921) Psicologia de las masas y análisis del Yo. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 14. Buenos Aires: Hyspamerica. (2010) Massenpsychologie und Ich-Analyse. Hamburg: Nilkol Verlagsgesellschaft.

_______. (1932-1933) Nuevas Lecciones introductorias al Psicoanálisis. . IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 18. Buenos Aires: Hyspamerica. (2010) Vorlesungen zur Einführung in die Psychoanalyse. Hamburg: Nikol Verlagsgesellschaft.

________ (1939) Moises y a religion monoteísta. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 19. Buenos Aires: Hyspamerica.

________ (1912-13) Totem y tabú. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 9. Buenos Aires: Hyspamerica.

Giacoia Jr, O. Ressentimento. RJ: Viaverita, 2021.

Grinberg, L., Langer, M., & Rodrigué, E.. Psicoterapia del grupo. Buenos Aires: Paidos. (1957)

Grinberg, L., & Langer, M.. Psicoanálisis en las Américas. Psicoanálisis en las Américas (p. 230). Buenos Aires: Paidos. (1968)

Heidegger, M. Que es metafísica y otros ensayos. Buenos Aires: Siglo XX, 1983.

_____________ Heráclito: RJ: Relume Dumará, 1998.

_____________ Que é metafísica? IN Heidegger, Os Pensadores. SP: Nova Cultural, 1999.

Kehl, M. R. Ressentimento. São Paulo: Boitempo, 2020.

Kierkegaard, S. O conceito de angústia. Petropolis: Editora Vozes, 2010.

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Spinoza, B. Ética. Obras completas, vol VI. São Paulo: Perspectiva, 2014

 

Aceita alunos especiais

 

Metodologia: aulas expositivas e debate

Forma de avaliação: apresentação oral e escrita de um trabalho final na última aula do semestre.

Horário de consulta: a combinar de acordo com as possibilidades dos estudantes.