segunda-feira, 20 de agosto de 2018

As Paixões, os Sentimentos e os Afetos Entre a filosofia e a psicanálise

As Paixões, os Sentimentos e os Afetos

Entre a filosofia e a psicanálise
Daniel Omar Perez
Atenção: este curso é ministrado presencialmente na Casa do Saber (rua dr. Mario Ferraz, 414, São Paulo).


A filosofia e a psicanálise, em cada caso, revelam os indivíduos como efeitos da linguagem, do discurso e da razão, mas também como tomados, impulsionados ou inclinados por paixões, sentimentos e afetos. Quais são essas formas da sensibilidade que movimentam, que determinam nas escolhas, que obrigam a repetir condutas, que conduzem por caminhos que muitas vezes se resiste a percorrer? Estes encontros apresentam as paixões, os sentimentos e os afetos a partir dos estudos de Descartes, Kant e Lacan tentando dar conta daquilo que cada pessoa é para além (ou aquém) da razão e da fala.

  • 1
    05/12 Descartes e as paixões da alma da Princesa

  • 2
    12/12 Kant e os sentimentos do cidadão do mundo

  • 3
    19/12 Lacan, os afetos e a angustia como o único afeto que não engana

Lacan e a Lógica

Lacan e a Lógica

Os nós e a topologia
Daniel Omar Perez
Atenção: este curso é ministrado presencialmente na Casa do Saber (rua dr. Mario Ferraz, 414, São Paulo).


Os encontros apresentam, de modo introdutório, os elementos formais usados por Lacan em relação aos percursos de análise ou fragmentos de análise. Trata-se de transmitir de modo didático o ensino formal de Lacan, que reinventou a psicanálise a partir da retomada dos elementos freudianos, lidos com a apropriação de outros saberes. Com o auxílio de conceitos da linguística, da filosofia e da matemática, reformulou a clínica, propondo novas formas de entender o que é uma análise e um fim de análise.

  • 07/11 Lacan e a lógica significante. A direção de uma análise

  • 2
    14/11 Esquemas, grafos e matemas. A formalização de um percurso de análise

  • 3
    21/11 Topologia e enodamentos. O final de uma análise.

O Amor e Seus Mitos

O Amor e Seus Mitos

Uma leitura psicanalítica
 Daniel Omar Perez
Atenção: este curso é ministrado presencialmente na Casa do Saber (rua dr. Mario Ferraz, 414, São Paulo). 


Por que o amor dói? Por que a experiência amorosa pode ser vivida como um desvario, como um ato de loucura? O que cada um é capaz de fazer por amor? Uma guerra? Ferir? Matar? Medeia foi a que matou os filhos para se vingar do amado; Antígona a que desafiou as leis temporais para enterrar o corpo do irmão, perecendo por isso; Helena, a bela, foi a raptada por Páris, o que causou a guerra de Troia. Três mulheres e três formas de amar serão abordadas no curso, com o auxílio de elementos da filosofia e da psicanálise. Os encontros visam abordar, desde a psicanálise de Freud e de Lacan, uma série de casos literários que se mostram como paradigmas de situações amorosas da vida cotidiana. O objetivo é refletir sobre o que acontece em situações extremas de paixão e desejo.

  • 03/10 Morrer por amor: Antígona e seus irmãos

  • 2
    10/10 Matar por amor: Medeia entre o marido e seus filhos

  • 3
    17/10 A guerra por amor: Helena entre o amante e o marido. Romeu e Julieta entre o ódio e a morte.

Lacan: o Reinventar da Psicanálise O retorno a Freud

Lacan: o Reinventar da Psicanálise O retorno a Freud

com Daniel Omar Perez

Atenção: este curso é ministrado presencialmente na Casa do Saber (rua dr. Mario Ferraz, 414, São Paulo).

1 12/09 Introdução à vida e obra de Jacques Lacan: escritos e seminários

2 19/09 O retorno a Freud pela via da fala e da linguagem: inconsciente e significante. O que é uma psicanálise? Entrada em análise.

3 26/09 A clínica do Real: Real, simbólico e imaginário. Inibição, sintoma e angustia. Fim de análise

Freud inventou a psicanálise em seu encontro com a histeria, compreendida como um conjunto de sintomas que não era provocado por uma causa biológica nem era uma atitude tomada voluntariamente. A histeria se torna, então, objeto de tratamento pela via da palavra sob um dispositivo clínico sustentado na noção de inconsciente. Os comportamentos, escolhas e gostos podem ser pensados como determinados inconscientemente. Lacan retoma a invenção freudiana e articula com elementos da linguística, da etnologia e da filosofia fundando uma nova clínica dos fenômenos psíquicos inconscientes. Os encontros têm como objeto apresentar de modo introdutório os fundamentos da teoria e da clínica lacaniana.

sábado, 14 de julho de 2018

Kant na filosofia contemporânea africana.


Kant na filosofia contemporânea africana.
Unicamp, filosofia
Na segunda-feira 17 de setembro e na terça-feira 18 de 14 horas a 17 horas minicurso na sala de congregação da pós-graduação do IFCH:

Reler Kant. O dialogo crítico com o universalismo epistemológico, ético e político de Kant na filosofia contemporânea africana.

Na quarta-feira 19 de setembro de 14 horas a 15.30 Conferência com debate na sala de tese da pós-graduação do IFCH:
Projetando o futuro. Crítica, violência e progresso na filosofia de Kant, Foucault e Mbembe.
Prof.a. Dra
Marita Rainsborough
Coordena: Daniel Omar Perez

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Vivemos uma epidemia de autismo? Pesquisas, experiências e desafios

Vivemos uma epidemia de autismo? Pesquisas, experiências e desafios

EMENTA: Desde a década de 1940, quando onze crianças desafiaram o psiquiatra Leo Kanner, não se adequando às classificações até então conhecidas, o enigma diante do autismo se mantém. Atualmente, segundo dados do Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), o autismo atinge uma em cada 68 crianças. Apesar da divergência e diversidade nas pesquisas sobre o tema, há um consenso acerca da complexidade etiológica do autismo e da necessidade de tratamento precoce e inserção escolar. A multiplicidade nas formas de sua apresentação clínica, desde quadros severos com estereotipias e ausência de fala até altas habilidades, também suscita discussões acadêmicas. A crescente publicação de livros autobiográficos de autistas adultos, assim como de pais de autistas, indica que os protagonistas e suas famílias cada vez mais participam desse debate. Diante dessa perspectiva, o presente Fórum objetiva problematizar o aumento significativo de diagnósticos de autismo, discutir as atuais pesquisas sobre o tema, assim como analisar as repercussões familiares, sociais e escolares.
[
LOCAL: Auditório do Centro de Convenções da UNICAMP
DATA: 14/08/2018

ORGANIZAÇÃO: Kelly Cristina Brandão da Silva (FCM/UNICAMP) e Daniel Omar Perez (IFCH/UNICAMP)

COMISSÃO DE APOIO: Kelly Macedo Alcântara (mestranda – FCM/UNICAMP) e Marina Pereira Leite (mestranda – FCM/UNICAMP)

PROGRAMAÇÃO

8h30: Credenciamento
9h: Abertura
9h15 às 10h: Conferência I “Detecção precoce de sofrimento psíquico X epidemia diagnóstica de autismo” Julieta Jerusalinsky: Psicanalista. Membro da Associação Psicanalítica de Porto Alegre (APPOA), do Centro Lydia Coriat (Porto Alegre) e docente da COGEAE-PUC/SP Mediação: Kelly Cristina Brandão da Silva (FCM/UNICAMP)

10h às 10h30: Coffee-break

10h30 às 12h: Mesa-redonda I – “O que os sujeitos autistas nos ensinam?” - Marina Bialer: Psicóloga. Doutora pela Université Paris Diderot e pós-doutora pelo Instituto de Psicologia da USP - Lígia Maria de Godoy Carvalho: Terapeuta ocupacional; sócia proprietária da Clínica Ludens (Campinas/SP)
Mediação: Lauro Baldini (IEL/UNICAMP)

12h às 14h: Almoço

14h às 15h: Conferência II “Autismos e espectros em perseguição. A experiência infantil em perigo de extinção”
- Esteban Levin: Psicomotricista. Diretor da Escuela de Formación em Clínica Psicomotriz y Problemas de la Infancia (Buenos Aires/Argentina).
Mediação: Daniel Omar Perez (IFCH/UNICAMP)

15h às 15h30: Coffee-break

15h30 às 16h30: Mesa-redonda II – “Experiências institucionais no campo do autismo”
- Cláudia Dubard: Terapeuta ocupacional; diretora do Instituto Ser – Clínica e Escola (Campinas/SP)
- Antônio Moreira de Lima Jr.: Psiquiatra da APAE de Várzea Paulista; psicanalista e associado da Tykhè Associação de Psicanálise. Mediação: Ana Paula Rigon Francischetti Garcia (FENF/UNICAMP)

16h30 às 17h: Espetáculo artístico inclusivo "Quixote de La Mancha" (Instituto Ser)

quarta-feira, 27 de junho de 2018

grupos de pesquisa e clínica psicanalítica da unicamp

No segundo semestre funcionarão três grupos de pesquisa e clínica psicanalítica na unicamp. Todos são abertos e gratuitos.

TEMA: CLÍNICA PÚBLICA
Encontros a cada 15 dias: segunda-feira de 10.00 a 12.00
Nas mesas do IEL (encontro 16 de julho)

Coordenador: Dr. Lauro Baldini


TEMA: ANGUSTIA
Encontros a cada 15 dias: terça-feira de 17.30 a 19.00
Na Faculdade de Enfermagem sala EN01 (reinicia em agosto)

Coordenadora: Dra. Ana paula Garcia


TEMA: AUTISMO
Encontros a cada 15 dias: quarta-feira de 9.00 a 11.00
Nas salas de aula da Faculdade de Ciências Médicas (Legolandia do lado da cantina)

Coordenadora Dra. Kelly Brandão​

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Kant e -Prints Revista Internacional de Filosofia Série 2, volume 12, número 3,set.-dez ., 2017


Kant e -Prints
Revista Internacional de Filosofia
Série 2, volume 12, número 3,set.-dez ., 2017
ISSN: 1677
-
163X
Publicações CLE
Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência
Seção de Campinas da Sociedade Kant Brasileira
Universidade Estadual de Campinas


SUMÁRIO
Artigos

6
¿Por  qué no es posible definir las categorías, de acuerdo con la Crítica de la Razón Pura ?
Luciana Martínez

19
Filosofia moral sem antropologia
Aguinaldo  Pavão

31
¿Cuál es el dominio de una antropología pragmática?: Un análisis de las propuestas de
Daniel Omar Pérez en torno a la antropología kantiana
Javier Echarri

54
La pregunta por la posibilidad de los juicios sintéticos
a priori prácticos y el “ factum de la razón” en la interpretación semántica de Kant
Pablo Moscón


domingo, 3 de junho de 2018

REVISTA KANT e-prints 2017

REVISTA KANT e-prints

Série 2, v. 12, n. 2 (especial) 2017
SUMÁRIO
7 Apresentação
Luciano Carlos Utteich & Olavo Calabria
Artigos
10 Teoria crítica da sensibilidade e contrapartidas incongruentes em Kant Marcos César Seneda
28 Espaço, intuição e fenômeno na Estética transcendental Danilo Fernando Miner de Oliveira
50 Os significados de “intuição”, suas subdivisões e objetos Olavo Calabria
68 Notas sobre a Estética transcendental de Kant: intuição e aparecimento, forma e matéria Luís Eduardo Ramos de Souza
104 Percepção objetiva, espaço egocêntrico e não-conceitualismo kantiano: uma primeira aproximação Renato Duarte Fonseca
131 Unidade e objetividade entre a Dedução transcendental e as Analogias da experiência André Rodrigues Ferreira Perez
161 A aparência (Schein) estética desde um estatuto crítico-transcendental Luciano Carlos Utteich
193 O “eu penso” e o método da Dedução transcendental Pedro Costa Rego
218 Dissertação de 1770: novidade ou pré-crítica da razão pura?Marcio Tadeu Girotti
236 Da causalidade segundo a natureza às pretensões dialéticas da razão para além da natureza Luciano Vorpagel da Silva
249 Entre a oratória e a poesia: o gênio em Kant Tamara Havana dos Reis Pasqualatto
263 Notas sobre a liberdade na Dialética e no Cânon: uma nova leitura Vanessa Brun Bicalho 

(trabalho de edição de Luhan Galvão Alves )

A chamada a artigos para a edição de 2018 está aberta.

sábado, 2 de junho de 2018

Natureza humana e subjetividade coletiva

mesa redonda sobre Psicanálise e política:
Natureza humana e subjetividade coletiva
Daniel Omar Perez
Érico Andrade
Herivelto P. Souza
segunda, 4 de junho, 17h
Departamento de Filosofia da UnB


terça-feira, 22 de maio de 2018

Comentários sobre a Antropologia de um ponto de vista pragmático de Kant 

 Maria de Lourdes Borges (Org.). 

– Florianópolis : Nefiponline, 2018. 268 p

Sumário
A redescoberta da Antropologia de Kant...................................................... 9

Sobre o aperfeiçoamento moral como destino da espécie humana.............. 12
Cinara Nahra

A “Antropologia de um ponto de vista pragmático” e a filosofia política de Kant ............................................................................................................ 23
Clélia Aparecida Martins

O projeto antropológico de Kant................................................................. 54
Daniel Omar Perez

Reflexão teleológica e o caráter da espécie humana na Antropologia de um Ponto de Vista Pragmático .......................................................................... 83
Joel Thiago Klein

A diferença dos sexos na doutrina kantiana.............................................. 127
Laís Sirtoli de Sousa

O poder do negativo, ou a economia do mal no pensamento antropo-político de Kant...................................................................................................... 140
Leonel Ribeiro dos Santos

Psicologia empírica, Antropologia e Metafísica do Costumes em Kant..... 171
Maria de Lourdes Borges

Corpo, desejo e razão: a sedução como arte de dominação na Antropologia de Kant...................................................................................................... 190
Nuria Sánchez Madrid

A “Antropologia” e a faculdade da imaginação........................................ 211
Olavo Calábria Pimenta

Rousseau, Rameau e Kant sobre harmonia e melodia ............................... 249
Ubirajara Rancan

Agenda

Em junho, dia 4
mesa redonda sobre Psicanálise e política:
Natureza humana e subjetividade coletiva
segunda, 4 de junho, 17h
Departamento de Filosofia da Universidade Nacional de Brasilia



Em junho, nos dias 8 e 9, 
estarei na Universidad Nacional de Rosario, na Argentina, dando um seminário sobre identificação individual e coletiva.
El psicoanálisis y la política: Populismo, masa, afectividad y sentimientos. Identificación individual e identificación colectiva: ¿sujeto colectivo?
Dictantes: Dr. Daniel PÉREZ (Universidade Estadual de Campinas - Dpto. de Filososfia e Ciências Humanas), Prof. Juan RITVO.
Cronograma: 11 y 12 de mayo, 8 y 9 de junio. Viernes de 9 a 13 y de 14.30 a 19.30 hs, Sábados de 9 a 13 hs.


Em junho, nos dias 11 a 14 
estarei no VI Congresso da Sociedade Kant Brasileira, na Unicamp.
“As pretensões da razão”
Apresentarei o trabalho no dia 14 de junho sobre ontologia e semântica em Kant, o problema do objeto e do significado dos conceitos na formulação de problemas cognitivos.


Em Junho, no dia 20, 
estarei na Casa do Saber em São Paulo, falando sobre a cura pela palavra, o trabalho de Sigmund Freud.

No segundo semestre de 2018, na Unicamp toda quinta-feira a partir de 19 horas
DISCIPLINA PARA O SEGUNDO SEMESTRE DE FILOSOFIA NA UNICAMP
Como viver juntos? Sobre a noção de comunidade a partir de Kant, Sade e Freud: a lei, a perversão e o desejo.
Disciplina 2º período de 2018: Tópicos especiais de filosofia
Professor: Daniel Omar Perez
Tema: Como viver juntos? Sobre a noção de comunidade a partir de Kant, Sade e Freud: a lei, a perversão e o desejo.
Ementa: O objetivo deste programa de trabalho consiste em analisar as noções de comunidade ou análogas que referem à possibilidade de viver juntos a partir da obra de autores como Kant, Sade e Freud. Kant propõe uma comunidade a partir da lei, Sade tematiza a relação com os outros a partir de um conceito de natureza que se esgota no próprio usufruto, Freud propõe pensar os coletivos e a sociedade a partir do desejo. O intuito dessa análise visa refletir sobre a possibilidade de estabelecer um laço social (conceito de Lacan) que permita a vida em comum e o reconhecimento da diferença. Isto é, trata-se de passar do autoerotismo à relação com o outro na sua diferença.

Em agosto, entre os dias 7 e 10, 
estarei na semana de filosofia da UFES
Laços sociais e identificações coletivas entre as sociedades fascistas e os reconhecimentos de minorias.
Apartir de Freud, Lacan e Laclau

Em agosto, no dia 14, 
estaremos organizando um Fórum sobre o autismo na Unicamp. Com a participação de palestrantes brasileiros e estrangeiros especialistas na área.

Em agosto, no dia 25,
estarei no Centro Winnicott de São Paulo falando sobre o espectro de autismo e a constituição do sujeito

Em outubro, entre os dias 22 e 26 de outubro, 
estarei no encontro da Anpof, participando do GT Criticismo e semântica apresentando um trabalho acerca da questão do homem em Kant e Heidegger.

segunda-feira, 7 de maio de 2018

El psicoanálisis y la política: Populismo, masa, afectividad y sentimientos. Identificación individual e identificación colectiva: ¿sujeto colectivo?

El psicoanálisis y la política: Populismo, masa, afectividad y sentimientos. Identificación individual e identificación colectiva: ¿sujeto colectivo?


Dictantes: Dr. Daniel PÉREZ (Universidade Estadual de Campinas - Dpto. de Filososfia e Ciências Humanas), Prof. Juan RITVO.


Cronograma: 11 y 12 de mayo, 8 y 9 de junio. Viernes de 9 a 13 y de 14.30 a 19.30 hs, Sábados de 9 a 13 hs.


https://fpsico.unr.edu.ar/posgrado/seminarios-y-cursos-de-posgrado/seminarios-acreditables-abiertos-1o-cuatr-2018/


Fundamentos:
Desde algunos elementos de la obra de Ernesto Laclau podemos definir provisoriamente una crisis en el ámbito de las relaciones sociales de un país a partir de la relación entre las demandas populares insatisfechas y la gestión de un gobierno. Cuando las demandas de los ciudadanos y de los diferentes grupos y sectores sociales no son mínimamente satisfechas por la gestión de gobierno en el Estado se origina un descontentamiento general que provoca un rechazo discursivo y afectivo tanto por identidades individuales cuanto colectivas y, mas tarde, se produce una relación de oposición o aún de antagonismo entre dos polos. De ese modo el gobierno (como uno de los polos) queda sim legitimidad social y política y los diferentes sectores sociales (como el otro de los polos) aparecen sin representatividad en la estructura de gestión del Estado.
Podemos decir que, de ese modo, en la distancia entre el gobierno y la población se produce un gap que, en muchos casos, pode provocar una situación de desconocimiento entre la mayoría de la población y el conjunto de las instituciones del Estado. Las instituciones del Estado acaban por no representar (quiere decir, no dar e satisfacción mínima a las demandas) la mayoría de los intereses de los diferentes sectores sociales y de los ciudadanos y son comprendidas como siendo utilizadas con fines estrictamente particulares (personales) por aquellos que ocupan cargos de gobierno generando la imagen de una casta. Así, entendemos que la población tiene la percepción subjetiva de que no solo el gobierno del poder ejecutivo desconoce sus demandas seno que el ámbito legislativo y judicial, bien como todo el aparato de gestión institucional del Estado, no corresponde con las expectativas de las mayorías.
El impasse criado entre un Estado visto como aparato financiado por todos al servicio de pocos y una población que se reconoce como despojada de aquello que entiende como siendo suyo, ofrece las condiciones necesarias para una salida populista de la crisis.
En la Argentina existe un debate en el ámbito de la filosofía política y del psicoanálisis donde se discute si podemos entender como sujeto una identidad colectiva o un grupo identitário. De este debate participan en posiciones teóricas divergentes Jorge Alemán, Nora Merlin, Juan Bautista Ritvo, Carlos Kuri entre otros. Se trata de esclarecer la noción de sujeto que puede advenir del psicoanálisis y que puede ser utilizada en la teoría política. El debate acontece en encuentros, seminarios y entre publicaciones. Este curso busca cautelosamente proponer que una identificación colectiva puede funcionar como agente en determinados acontecimientos políticos.

Objetivo: o objetivo deste curso não é nem reconstruir exaustivamente a questão da
identificação em Freud e Lacan nem apresentar uma exegese das obras dos autores nem
elucidar sua escrita mais claramente que eles próprios. Nosso objetivo é tentar dar conta
do problema da constituição das identidades individuais e coletivas e da possibilidade
de dar estatuto de sujeito a estas últimas no campo semântico de formulação de
problemas políticos. Entendemos que o político está definido pela indagação acerca do
poder que se exerce no âmbito da articulação simbólica em relação com o sujeito da
falta. Portanto, não se trata de um suposto poder natural ou divino despido de linguagem
nem da mera descrição do funcionamento de uma estrutura autoproduzida.

Eixos Temáticos:
1. Análise de fragmentos dos textos freudianos sobre as relações de identificação
individual e coletiva com o intuito de colher alguns elementos: Totem e tabu,
Psicologia das massas, Moises, Introdução ao narcisismo entre outros.
2. Análise de fragmentos dos textos lacanianos que nos permitam colher elementos
para abordar o problema das identificações individuais e coletivas: A família, O
seminário 7, 9, 12, 19, 20, 25 entre outros.
3. Análise de fragmentos de textos de Juan Ritvo e Carlos Kuri sobre a
identificação com o intuito de formular o problema da unidade, a singularidade e
a incompletude do sujeito em questão
4. Análise de fragmentos de textos de Merlin, Alemán, Stavrakakis e Laclau com o
intuito de avançar na formulação do problema acima enunciado (sobre uma esquerda lacaniana?)
5. Avaliação do alcance e do limite dos recursos até aqui obtidos e proposta de
esboços de ensaios de abordagem do problema em questão.

Sistema de transmissão dos conteúdos: se realizarão aulas expositivas e debate de
conteúdos e ensaios de formulação do problema simultaneamente.

Avaliação para aprovar o curso: Um trabalho final que aborde alguma questão do
curso

Advertência: A indicação de bibliografia será realizada a partir da demanda dos
estudantes e do desejo de aprofundar em determinados pontos dos eixos temáticos. Isto
pode modificar o percurso da exposição e a bibliografia incluindo elementos e textos
não mencionados no programa.

Referências fundamentais:
Alemán, J. (2009) Para uma izquierda lacaniana... Intervenciones y textos. Buenos Aires: Grama Ediciones.
David-Ménard; Florence, Kristeva; Michaud; Oury; Schotte; Stein; Taillandier (1988) Las identificaciones. Confrontación de la clínica y de la teoría de Freud y de Lacan. Buenos Aires: Ediciones Nueva Visión
Freud, S. (1895) Proyecto de uma psicologia para neurólogos. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 2. Buenos Aires: Hyspamerica.
_______. (1900) La interpretación de los sueños. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 3. Buenos Aires: Hyspamerica. (2010) Die Traumdeutung. Hamburg: Nikol Verlagsgesellschaft.
_______. (1905) Tres ensayos para una teoria sexual. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 6. Buenos Aires: Hyspamerica. (2010) Drei Abhandlungen zur Sexualtheorie. Hamburg: Nikol Verlagsgesellschaft.
_______. (1912) Totem y Tabú. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 9. Buenos Aires: Hyspamerica. (2007) Totem und Tabu. Einige Übereinstimmungen im Seelenleben der Wilden und der Neurotiker. Frankfurt am Main: Fischer Verlag.
_______. (1914) Introducción al narcisismo. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 11. Buenos Aires: Hyspamerica.
_______. (1914b) Recuerdo, repetición, elaboración. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 9. Buenos Aires: Hyspamerica.
_______. (1914-1918) Histoira de uma neuroses infantil. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 10. Buenos Aires: Hyspamerica.
_______. (1915) El Inconsciente. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 11. Buenos Aires: Hyspamerica. (2012) Unbewusste. IN Freud, S. Das Ich und das Es. Metapsychologische Schriften. Frankfurt am Main: Fischer.
_______. (1915b) Los instintos y sus destinos. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 11. Buenos Aires: Hyspamerica. (2012) Triebe und Triebschicksale. IN Freud, S. Das Ich und das Es. Metapsychologische Schriften. Frankfurt am Main: Fischer.
_______. (1921) Psicologia de las masas y análisis del Yo. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 14. Buenos Aires: Hyspamerica. (2010) Massenpsychologie und Ich-Analyse. Hamburg: Nilkol Verlagsgesellschaft.
_______. (1932-1933) Nuevas Lecciones introductorias al Psicoanálisis. . IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 18. Buenos Aires: Hyspamerica. (2010) Vorlesungen zur Einführung in die Psychoanalyse. Hamburg: Nikol Verlagsgesellschaft.
_______. (1939) Moises y la religión monoteista. IN Freud, S. (1988) Obras completas. Vol 19. Buenos Aires: Hyspamerica.
Kripke, S. (1971) Identity and Necessity. IN Munitz, M.K. (ed.) Identity and individuation. New York: New York University Press.
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Lacan, J. (1998) Escritos. RJ: Jorge Zahar Editor.
______. (2001) Outros Escritos. RJ: Jorge Zahar Editor.
_______. (2005) O simbólico, o imaginário e o real. IN Nomes –do-pai. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor.
______. (1955-1956) Psychoses http://staferla.free.fr/ Tradução para o português: O Seminário Psicoses. Livro 3. (1997) Rio de Janeiro: Zahar Editores.
(1956-1957) La relation. http://staferla.free.fr/ Tradução para o português: O Seminário A relação de objeto. Livro 4. (1995) Rio de Janeiro: Zahar Editores.
______. (1959-1960) L´Ethique. http://staferla.free.fr/ Tradução para o português: O Seminário A ética da psicanálise. Livro 7. (1997) Rio de Janeiro: Zahar Editores.
______. (1961-1962) L´identification. http://staferla.free.fr/
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________ (2014) Los fundamentos retóricos de la sociedad. BsAs: FCE.
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Perez, D.O. (2014) Ontologia sem espelhos. Curitiba: Editora CRV.
_________ (2012) O Inconsciente. Onde mora o desejo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.
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_________ (2016) A identificação, o sujeito e a realidade. Uma abordagem entre a filosofia kantiana e a psicanálise freudiano-lacaniana. Revista Sofia Vitória(ES), vol. 6, n. 1, Jan.- Jul. , p. 162-210.
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Stavrakakis, Y. (2010) La izquierda lacaniana. BsAs: FCE.