terça-feira, 3 de abril de 2018

Direitos Animais!



Direitos dos Animais! Assistam
#CafécomConversa #DireitosdosAnimais
"Ainda hoje aqui na página um bate-papo que trocou a "polarização" pela "controvérsia" em um tema de extrema importância para a comunidade científica e toda a sociedade.
Prazer em participar desse bate-papo!" 
(texto do Prof Wagner Fávaro Juliana Mattoso com o qual concordo em cada letra)
jornalista Luiza Bragion.
#CafécomConversa
#Unicamp 

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

O amor em psicanálise como condição para a constituição do sujeito e a atividade da filosofia

O amor em psicanálise como condição para a constituição do sujeito e a atividade da filosofia

Toda segunda-feira de 2018, a partir de 26 fevereiro até junho inclusive, de 19 a 23 horas no IFCH da Unicamp
Disciplina de graduação em filosofia

Tema: O amor em psicanálise como condição para a constituição do sujeito e a atividade da filosofia

Ementa: A disciplina tem como objetivo indagar os elementos que fazem possível a constituição do sujeito do inconsciente (da enunciação) e a emergência da atividade filosófica. Para tal fim, abordaremos a questão do amor em psicanálise e com essas ferramentas iremos a abordar cada caso.
Nossa hipótese é que: a partir dele (do amor, entendido desde Freud e de Lacan) o sujeito e filosofia são possíveis. Nesse sentido trabalharemos um conjunto de textos que nos permitirão destacar cada um dos elementos com o intuito de organizar um dispositivo conceitual capaz de provar nossa hipótese e alcançar nosso objetivo.
O método de trabalho sobre a questão será análogo ao de Kant na sua disciplina de Antropologia desde um ponto de vista pragmático. Pretendemos estar realizando uma continuação daquele trabalho.
Programa:
Definições de filosofia, sujeito e amor na história da filosofia e na literatura que nos permitirão demarcar o horizonte de trabalho. A apresentação do horizonte de trabalho. Amor sensual, amor filial, amor de amigo, o amor universal, o amor a Deus, o amor à Pátria. A filosofia teorética, prática e a filosofia como práxis e filosofia de vida
Exposição do objetivo, método e possíveis resultados do trabalho
O amor de Freud: Narciso e seu espelho. Quem é o objeto do nosso amor? Quem é aquele que pode nos amar? Como o amor começa e como o amor acaba? É possível amar a mais de uma pessoa?
O dom de amar segundo Lacan e a possibilidade do sujeito e da atividade filosófica
O amor do banquete: completude e ágalma (os mitos e o amor de transferência; mestre e discípulo) (alguns elementos da leitura de Lacan em O Seminário 8)
O amor de Alcibíades e Sócrates (o amigo e a política) (alguns elementos da leitura de Lacan em O Seminário 8)
O amor de mãe em Medeia (as interpretações de Passollini e Lars von Trier)
O amor sacro e mundano da Salomé (da Biblia a Wilde e Strauss)
O amor de irmã da Antígona (alguns elementos da leitura de Lacan em O Seminário 7 e 15)
O amor de Helena (entre dois amores, amor e traição I)
O amor de tango (o amor na gloria e no ocaso; o drama da vida e a traição; a mãe e os amigos)
O amor na amizade. Séneca e marco Aurelio
O amor da família italiana (a família na república, no Império e nas cenas do cinema americano, de Paul Veyne a Francis Ford Coppola)
O amor do Deus dos judeus e dos cristãos (o fruto do jardim, babel, a destruição das cidades ímpias, Jô e as apostas, o Apocalipse)
O amor de Jesus (o universal e a carne ou a pregação e Maria Madalena; o pai, o povo e a cruz; Jesus carrega a cruz por amor a um povo que o apedreja;
O amor de Agostinho (confissões autobiográficas, Monica –a mãe- e a salvação, o amor homossexual e a dúvida do pecado entre a carne e a alma)
O amor de Heloisa e Abelardo (a liberdade da mulher e a insegurança do homem)
O amor entre os homens dos árabes (a poesia homo afetiva do século IX; o amor romântico e erótico dos homens)
O amor cortês (cavaleiros e princesas num mundo sempre imaginário)
O matrimónio por amor ( a igreja e a função da família)
O amor de Santa Teresa de Ávila e de San Juan de la Cruz (alguns elementos da leitura de Lacan em O Seminário 20)
A maldição de Malinche (amor e traição II)
O amor de Descartes e a princesa triste (as paixões da alma, o eu e a filosofia)
O amor de Kant (a distância e o sexo)
O amor de Arendt e Heidegger (a filosofia, a universidade e o racismo)
O amor de Simone e Sarte (liberdade individual e compromisso político)
O amor de Perón e Evita (a política, a pátria e o povo)
O amor segundo Hitchcock (a mãe e a psicose) (alguns elementos da leitura de Lacan em O Seminário 3)
O amor segundo Woody Allen (a tradição judaica na cidade cosmopolita)
O amor segundo Clint Eastwood (a tradição republicana ou como manter valores em épocas de decadência)
Epílogo do amor
Metodologia: aulas expositivas e debate sobre o conteúdo
Avaliação: Trabalho final escrito avaliado com critérios acordados em sala de aula
Consulta: Toda segunda-feira de 16.00 h a 19.00 h na sala 45 B

Filosofia e psicanálise: sobre contradição, negação e oposição a partir de Kant e suas implicações em Lacan e Laclau

Filosofia e psicanálise: sobre contradição, negação e oposição a partir de Kant e suas implicações em Lacan e Laclau

todas as Terças-feiras do primeiro semestre de 2018 de 19 a 23 horas na Unicamp A PARTIR DE 27 DE FEVEREIRO

Filosofia e psicanálise: sobre contradição, negação e oposição a partir de Kant e suas implicações em Lacan e Laclau
Disciplina de pós-graduação em filosofia para o primeiro semestre de 2018 na Unicamp.



Filosofia e psicanálise: sobre contradição, negação e oposição a partir de Kant e suas implicações em Lacan e Laclau
O curso visa abordar as noções de contradição, negação e oposição em Kant com o intuito de acompanhar o percurso do uso desses elementos até a psicanálise lacaniana e a teoria política de Laclau. A elucidação desses elementos lógicos é fundamental para elaborar o dispositivo conceitual que nos permite entender a constituição do sujeito e das identificações coletivas
1. "As magnitudes negativas na filosofia", "Lógica" e "Crítica da razão pura" de I. Kant.
1.1. A diferença entre oposição lógica e oposição real
1.2. Causa e identidade
1.3. Realidade, negação, limitação e contradição
1.4. As quatro formas do conceito de Nada
2. "Ciência da lógica" e "Fenomenologia do espírito" de G. Hegel
2.1. A crítica de Hegel a Kant: acerca de negação e contradição
3. "Interpretação dos sonhos" e "A negação" de S. Freud
3.1 Negação, determinação e sobredeterminação
4. "Sobre a contradição" e "Sobre o tratamento correto das contradições no interior do povo" de Mao Tse-tung.
4.1. Contradição fundamental e contradição secundária
5. "Contradição e sobredeterminação" de L. Althusser
6. "Introdução ao comentário de Jean Hyppolite sobre a Verneining de Freud" e "Resposta ao comentário de Jean Hyppolite sobre a Verneining de Freud" de J.Lacan
7. "Antagonismo, subjetividade e política" de E.Laclau
Bibliografia Básica:
Althusser, L. "Contradicción y sobredeterminación" IN "La revolución teórica de Marx". México: Siglo XXI, 1985.
Freud, S. "La negación" IN Freud Obras Completas, vol. 16. Buenos Aires: Hyspamerica, 1988. Versão em alemão na obra completa on-line http://freud-online.de/Texte/PDF/freud_werke_bd14.pdf

_______ "La interpretación de los sueños" IN Freud Obras Completas, vol 3. Buenos Aires: Hyspamerica, 1988.
_______ "Die Traumdeutung" Hamburg: Nikol, 2010.
Hegel, G "Phänomenologie des Geistes." Paderborn: Voltmedia.
_______ "Ciencia de la lógica." Trad Rodolfo Mondolfo. Buenos Aires: Las cuarenta, 2013. Versão em alemão file:///C:/Users/Usuario/Documents/3%20BIBLIOTECA/Wissenschaft%20der%20Logik%20-%20Erster%20Teil.pdf
Kant, I. "Kant’s Gesammelte Schriften." Berlin: Walter de Gruyter & Co, 1902-.
Lacan, J. "Escritos." Rio de Janeiro: Zahar Ed., 1998. Versão em francês http://staferla.free.fr/

Laclau, E. "Los fundamentos retóricos de la sociedad" Buenos Aires: FCE, 2014.
Mao Tse-tung "Cinco Tesis filosóficas" IN Obras Escogidas de Mao Tse-tung. Ediciones em lenguas extranjeras Pekin, 1968.

O Contingente A Priori de Kripke e o Sintético A Priori de Kant

O Contingente A Priori de Kripke e o Sintético A Priori de Kant

HF951-A – SEMINÁRIO DE ORIENTAÇÃO EM FILOSOFIA DA LINGUAGEM E DO CONHECIMENTO


PROF. DANIEL OMAR PEREZ 
1º SEMESTRE 2018 TODA SEXTA A PARTIR DE 2 DE MARÇO 13.00 HORAS

O Contingente A Priori de Kripke e o Sintético A Priori de Kant


O propósito deste seminário é estudar a polêmica em torno da hipótese de Kripke (1980) de que há verdades contingentes a priori, bem como verdades necessárias a posteriori, bem como realizer uma comparação com a teoria kantiana dos juízos sintéticos a priori. No caso de Kripke, sua hipótese depende de algumas teses mais fundamentais sobre a existência de dois mecanismos de referência na linguagem natural, a saber, referência direta (através de termos singulares genuínos ou que apresentam rigidez de jure, como Kripke a chama), e referência indireta (ou através de descrições definidas, rígidas ou não rígidas). Kripke apresenta alguns exemplos de um e de outro tipo de verdade que se tornaram célebres, e se tornaram objeto de intensa polêmica na filosofia da linguagem e epistemologia. (Em Kaplan (1989) encontramos exemplos análogos que surgem do emprego de termos indexicais.) Estudaremos as críticas de Donnellan (1977), Salmon (1986, 1987), Soames (2003, 2005), Evans (1979) e Hawthorn and Manley (2012) aos casos de contingente a priori. Veremos as defesas parciais propostas por Jeshion (2000, 2001), Williamson (1986) e Ruffino (2007, 2013). Por fim, será explorada a possibilidade de uma solução via teorias de atos de fala e enunciados performativos. No caso de Kant procuraremos apresentar sua teoria da existência em O único fundamento possível para uma demonstração da existência de Deus, os modos de doação de sentido dos distintos tipos de conceitos (empíricos, do entendimento e da razão) e os critérios para decidir a validade das proposições sintéticas na Crítica da razão pura e Prolegômenos a toda metafísica futura. Para nos aproximar da questão proposta por Kripke (1) abordaremos as proposições que contem o conceito de matéria nos Princípios metafísicos da ciência da natureza; (2) as proposições de direito em Metafísica dos costumes.


BIBLIOGRAFIA Daniel Omar. (Org.). (2005) Kant no Brasil. 1ed.São Paulo: Editora Escuta, v. 1, p. 273- 313. Donnellan, K. (1977). “The Contingent A Priori and Rigid Designators”. Midwest Studies in Philosophy II, pp. 12-27.
Donnellan, K. (1983 ). “Kripke and Putnam on natural kind terms”. In S. Ginet and S. Shoemaker (eds.), Knowledge and Mind: Philosophical Essays, Oxford, Oxford University Press, pp. 84-104. Evans, G. (1979). “Reference and Contingency”, The Monist 62, pp. 161-89. Kant, I. (1901-) Kant´s gesammelte Schriften. Berlin: Walter de Gruyter & Co. ________. (2000) A semântica transcendental de Kant. Campinas: CLE. ________. (2005) O problema fundamental da semântica jurídica de Kant. In: Perez, ________ (2008) Kant e o problema da significação. Curitiba: Champagnat. _________ (2016) Ontology, metaphysics and criticism as Transcendental Semantics as of Kant. Revista de Filosofia Aurora, v.28, n.44. Hawthorne, J., e Manley, D. (2012). The Reference Book. Oxford: Oxford University Press. (Chapter II.) Hintikka, J. (1962). “Cogito ergo Sum: Inference or Performance?” in Sesonske, A. and Fleming, N. (eds.). Meta-Meditations: Studies in Descartes. Belmont, CA.: Wadsworth Publishing Co, pp. 50-76. Jeshion, R. (2000). “Ways of Taking a Meter”. Philosophical Studies 99: 297–318. Jeshion, R. (2001). “Donnellan on Neptune”. Philosophy and Phenomenological Research LXIII, N. 1, pp. 111-135. Kaplan, D. (1989). “Demonstratives. An Essay on the Semantics, Logic, Metaphysics and Epistemology of Demonstratives and Other Indexicals” in Almog, J., Perry, J., Wettstein, H. (eds.), Themes From Kaplan. New York: Oxford University Press. Kripke, S. (1980). Naming and Necessity. Cambridge: Harvard University Press. Ruffino, M. (2007). “The Contingent A Priori and De Re Knowledge”, in Penco, C., Vignolo, M., Ottonelli, V, Amoretti, C. (eds.), Proceedings of the 4th Latin Meeting in Analytic Philosophy. Genova: CEUR Workshop Proceedings, pp. 45-58. Ruffino, M. (2013). “O Contingente A Priori”. Em Branquinho, J. e Santos, R. (Eds.), Compêndio em Linha de Problemas de Filosofia Analítica. Lisboa: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa. Salmon, N. (1986). Frege’s Puzzle. Atascadero, CA: Ridgeview Publishing Co., pp. 140-2. Salmon, N. (1987) “How to Measure the Standard Meter”, Proceedings of the Aristotelian Society 88, pp. 193-217. Soames, S. (2003). Philosophical Analysis in the Tweentieth Century, Vol. 2. The Age of Meaning. Princeton: Princeton University Press, pp. 372-422. Soames, S. (2005). Reference and Description. Princeton: Princeton University Press, pp. 54-68.  Wiliamson, T. (1986). “The Contingent A Priori: Has It Anything to Do with Indexicals?”, Analysis, Vol. 46, No. 3 (Jun., 1986), pp. 113-117

Filosofia com famílias sob o diagnóstico de autismo

Filosofia com famílias sob o diagnóstico de autismo

Projeto de extensão na Unicamp
registrado no SAE no sistema BAS

REUNIÃO TODA SEGUNDA-FEIRA 16.00 HORAS NAS MESAS DO PRÉDIO DA PÓS-GRADUAÇÃO DO ifch DA UNICAMP

Filosofia com famílias sob o diagnóstico de autismo
(se procuram estudantes interessados no trabalho)


Trata-se de desenvolver um trabalho de transmissão e produção de filosofia com crianças, adolescentes e adultos com diagnóstico de autismo e suas famílias.

O autismo é definido a partir de problemas cognitivos, de comunicação e de sociabilidade. De acordo com a nova formulação da Associação Americana de Psiquiatria DSM-V, no espectro do trastorno de autismo se observam os problemas de comunicação social e os déficits e os comportamentos fixos ou repetitivos. Isto gera dificuldades no processo de socialização e de cognição. 



Entendemos que o trabalho com elementos da filosofia em atividades alternativas de ensino e entretenimento pode contribuir para que as pessoas com diagnóstico de autismo e suas famílias encontrem modos de lidar com problemas cotidianos como 
(1) outorgar sentido e significação a palavras, enunciados e situações, 
(2) resolver com autonomia relativa problemas da vida cotidiana.
Para alcançar algum resultado o grupo: 
(1) estabelecerá reuniões de estudo e pesquisa para (a) compreender teoricamente o espectro do autismo, (b) tomar conhecimento de experiências de ensino (c) tomar conhecimento de acompanhamento com pessoas diagnosticadas de autismo, (d) propor formas de trabalho em ensino e entretenimento com conteúdos de temas de filosofia com pessoas diagnosticadas de autismo; 
(2) realizará as atividades em combinação com as famílias; 
(3) avaliará os resultados para deixar registro da experiência e para melhorar as novas propostas.
OBJETIVOS
1) formar alunos capazes de trabalhar filosofia com pessoas com diagnóstico de autismo
2) transmitir e produzir filosofia com as famílias sob o diagnóstico de autismo
3) contribuir com filosofia na resolução de problemas cotidianos das pessoas diagnosticadas de autismo
4)registrar e comunicar a experiência de filosofia com diagnóstico de autismo.

domingo, 14 de janeiro de 2018

O Amor e Seus Mitos na casa do saber em São Paulo

O Amor e Seus Mitos

Medeia, Antígona e Helena de Troia

Medeia foi a que matou os filhos para se vingar do amado; Antígona a que desafiou as leis temporais para enterrar o corpo do irmão, perecendo por isso; Helena, a bela, foi a raptada por Páris, o que causou a guerra de Troia. Três mulheres e três formas de amar serão abordadas no curso, com o auxílio de elementos da filosofia e da psicanálise. Os encontros fazem uma reflexão sobre os impasses do amor com relação aos filhos, aos irmãos, ao marido e ao amante, questionando acerca da possibilidade do amor como ato feminino.

http://casadosaber.com.br/sp/professores/daniel-omar-perez.html

  • 1
    08/02 O amor de mãe em Medeia: as interpretações de Passollini e Lars von Trier

  • 2
    05/02 O amor de irmã da Antígona: alguns elementos da leitura de Lacan nos seminários 7 e 15

  • 3
    19/02 O amor de Helena: entre dois amores, amor e traição

Obras de Freud em ordem cronológica

Obras Completas de Sigmund Freud {New York: Routledge Publishers . ISBN 978-950-518-575-7 } 2
Volume I - prepsicoanalíticas Publicações e manuscritos inéditos na vida Freud (1886-1899) { ISBN 978-950-518-577-1 }
  1. Relatório sobre meus estudos em Paris e Berlim (1956 [1886])
  2. Prefácio à tradução de JM Charcot, Leçons sur les maladies du système nerveux (1886)
  3. Observação de um caso grave de hemi-anestesia histérica no homem (1886)
  4. Duas resenhas curtas (1887)
  5. Hysteria (1888)
  6. Funciona em hipnose e sugestão (1888-1892)
  7. Prefácio à tradução de H. Bernheim, De la sugestão (1888 [1888-1889])
  8. Revisão de agosto Forel, Der Hypnotismus (1889)
  9. Tratamento psicológico (alma) (1890)
  10. Hipnose (1891)
  11. Um caso de cura por hipnose (1892-1893)
  12. Prefácio e notas de tradução JM Charcot, Leçons du Mardi de la Salpêtrière (1887-1888) (1892-1894)
  13. Esboços da "Comunicação Preliminar" de 1893 (1940-1941 [1892])
  14. Algumas considerações para um estudo comparativo dos motores orgânica e histérica paralisa (1893 [1888-1893])
  15. Fragmentos da correspondência com Fliess (1950 [1892-1899])
  16. Psicologia do Projeto (1950 [1895])
Volume II - Estudos sobre a Histeria (1893-1895) { ISBN 978-950-518-578-8 }
  1. Estudos sobre a Histeria (Breuer e Freud) (1893-1895)
    1. I. Sobre o mecanismo psíquico dos fenômenos histéricos: comunicação preliminar (Breuer e Freud) (1893)
    2. II. Case Histories (Breuer e Freud)
    3. III. Parte teórica (Breuer)
    4. IV. Na psicoterapia de histeria (Freud)
  2. Apêndice A. Cronologia do caso de Frau Emmy von N.
  3. Apêndice B. Escritos de Freud que tratam predominantemente na histeria de conversão
Volume III - Primeiras publicações psicanalíticas (1893-1899) { ISBN 978-950-518-579-5 }
  1. Prefácio à Sammlung Kleiner Schriften zur aus den Jahren 1893-1906 Neurosenlehre (1906)
  2. Charcot (1893)
  3. Sobre o mecanismo psíquico dos fenômenos histéricos (1893)
  4. As neuropsicoses de defesa (Teste de uma teoria psicológica da histeria adquirida, de muitas fobias e obsessões, e certa psicose alucinatória) (1894)
  5. Obsessões e fobias. O seu mecanismo psíquico e sua etiologia (1895 [1894])
  6. Justificação para a separação da neurastenia uma síndrome particular como "neurose de angústia" (1895 [1894])
  7. No que diz respeito à crítica de "neurose de angústia" (1895)
  8. A hereditariedade ea etiologia das neuroses (1896)
  9. Outras observações sobre as neuropsicoses de defesa (1896)
  10. A etiologia da histeria (1896)
  11. Resumo do trabalho científico do Dr. Sigm atribuído professor. Freud, 1877-1897
  12. A sexualidade na etiologia das neuroses (1898)
  13. Sobre o mecanismo psíquico do esquecimento (1898)
  14. Na tela memórias (1899)
  15. Autobiográfico Notícias (1901 [1899])
  1. A Interpretação dos Sonhos (1900 [1899])
    1. I. A literatura científica sobre os problemas do sono
      1. Apêndice 1909
      2. Apêndice 1914
    2. II. O método de interpretação dos sonhos. Análise de um sonho paradigmático
    3. III. O sonho é uma realização de desejo
    4. IV. Dream-distorção
    5. V. O material e as fontes de sonhos
    6. VI. O trabalho do sono
Volume V - A Interpretação dos Sonhos (II) e Dream On (1900-1901) { ISBN 978-950-518-581-8 }
  1. A Interpretação dos Sonhos (continuação)
    1. VI. O trabalho do sono (continuação)
    2. VII. Na psicologia dos processos oníricos
    3. A. Apêndice A premonição sonho cumprido
  2. Sobre a Dream (1901)
    1. Apêndice B. Escritos de Freud que tratam predominantemente ou em grande parte sobre o sono
  1. Psicopatologia da Vida Cotidiana (On esquecimento, deslizamentos de expressão, estragada, superstição e erro) (1901)
Volume VII - Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade e outros trabalhos (1901-1905), Fragmento da análise de um caso de histeria " (Processo de 'Dora') { ISBN 978-950-518-583-2 }
  1. Fragmento da análise de um caso de histeria (1905 [1901])
  2. Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade (1905)
    1. I. As aberrações sexuais
    2. II. A sexualidade infantil
    3. III. A metamorfose da puberdade
    4. Resumo
    5. Apêndice. Escritos de Freud que tratam predominantemente ou em grande parte sobre a sexualidade
  3. Parcerias para o Neue Freie Presse (1903-1904)
  4. O método psicanalítico de Freud (1904 [1903])
  5. Psicoterapia (1905 [1904])
  6. A minha tese sobre o papel da sexualidade na etiologia das neuroses (1906 [1905])
  7. Personagens psicopáticos no Palco (1942 [1905 ou 1906])
  1. Os chistes e sua relação com o inconsciente (1905)
    1. Parte A. Analítica
    2. Synthetic Parte B.
    3. C. parte teórica
      1. Apêndice. Os enigmas de Franz Brentano
Volume IX - Delírios e Sonhos na 'Gradiva' W. Jensen e outros trabalhos (1906-1908) { ISBN 978-950-518-585-6 }
  1. Delírios e sonhos na "Gradiva" de W. Jensen (1907 [1906])
  2. O Coroner e psicanálise (1906)
  3. Atos obsessivos e práticas religiosas (1907)
  4. O esclarecimento sexual da criança (Carta Aberta ao Dr. M. Fürst) (1907)
  5. O criador literário e fantasiar (1908 [1907])
  6. Fantasias histéricas e sua relação com a bissexualidade (1908)
  7. Caráter e erotismo anal (1908)
  8. A moralidade "cultural" sexual e nervosismo moderno (1908)
  9. Teorias sexuais infantis Quem (1908)
  10. Observações gerais sobre ataques histéricos (1909 [1908])
  11. O romance familiar dos neuróticos (1909 [1908])
  12. Escritos curtas (1906-1909)
Volume X - "Análise de uma fobia em um período de cinco anos de idade ' e ​​'A propósito de um caso de neurose obsessiva " (1909) { ISBN 978-950-518-586-3 }
  1. Análise de uma fobia em um período de cinco anos (1909)
    1. I. Introdução
    2. II. História e análise médica
    3. III. Epicrisis
    4. Anexo à análise do pequeno Hans (1922)
  2. A propósito de um caso de neurose obsessiva (1909)
    1. [Introdução]
    2. I. o histórico médico
    3. II. Sobre a teoria
  3. Anexo. Notas originais em caso de neurose obsessiva
    1. Apêndice. Alguns escritos de Freud que tratam de ansiedade e fobias em crianças e neurose obsessiva
Volume XI - Cinco Lições de Psicanálise , uma lembrança de infância de Leonardo da Vinci e outros trabalhos (1910) { ISBN 978-950-518-587-0 }
  1. Cinco palestras sobre psicanálise (1910 [1909])
    1. Apêndice. Obras populares da psicanálise escritos por Freud
  2. Uma lembrança de infância de Leonardo da Vinci (1910)
  3. As perspectivas futuras da terapia psicanalítica (1910)
  4. No sentido antitético das palavras primitivas (1910)
  5. Em um determinado tipo de escolha de objeto nos homens (Contribuições à psicologia do amor I) (1910)
  6. Sobre a vida mais generalizada degradação amor (Contribuições à psicologia do amor II) (1912)
  7. O tabu da virgindade (Contribuições à psicologia do amor, III) (1918 [1917])
  8. Perturbação psicogênica da visão na psicanálise (1910)
  9. Sobre a psicanálise "selvagem" (1910)
  10. Escritos curtas (1910)
Volume XII - Funciona em técnica psicanalítica , e outros trabalhos (1911-1913), "Em um caso de paranóia descrito graficamente Autobio (Schreber Case) { ISBN 978-950-518-588-7 }
  1. Observações psicanalíticas sobre um caso de paranóia (Dementia paranóico) descreveu autobiográfica (1911 [1910])
    1. Apêndice (1912 [1911])
  2. Funciona em técnica psicanalítica (1911-1915 [1914])
  3. O uso da interpretação dos sonhos na psicanálise (1911)
  4. Sobre a dinâmica da transferência (1912)
  5. Recomendações aos médicos sobre o tratamento psicanalítico (1912)
  6. No início do tratamento (Novas dicas sobre a técnica da psicanálise I) (1913)
  7. Lembrando, repetir e elaborar (Novas dicas sobre a técnica da psicanálise II) (1914)
  8. Observações sobre o amor transferencial (Novas dicas sobre a técnica da psicanálise III) (1915 [1914])
  9. Apêndice para "trabalhar em técnica psicanalítica"
  10. Sonhos em folclore (Freud e Oppenheim) (1958 [1911])
  11. Em psicanálise (1913 [1911])
  12. Formulações sobre os dois princípios de happend mentais (1911)
  13. Sobre os tipos de contração neurose (1912)
  14. Contribuições para uma discussão sobre a masturbação (1912)
  15. Nota sobre o conceito de inconsciente na psicanálise (1912)
  16. Um sonho como prova (1913)
  17. Materiais conto popular em sonhos (1913)
  18. A razão para a escolha da caixa (1913)
  19. Duas crianças Lies (1913)
  20. A predisposição à neurose obsessiva. Contribuição para o problema da escolha da neurose (1913)
  21. Introdução ao Oskar Pfister, Die Methode Psychanalytische (1913)
  22. Prefácio à tradução alemã de JG Bourke, Rites scatologic de Todas as Nações (1913)
  23. Escritos curtas (1911-1913)
Volume XIII - Totem e tabu e outros trabalhos (1913-1914) { ISBN 978-950-518-589-4 }
  1. Totem e Tabu. Alguns pontos em comum na vida mental dos selvagens e neuróticos (1913 [1912])
    1. Apêndice. Escritos de Freud que tratam de antropologia social, mitologia e história das religiões
  2. O interesse pela psicanálise (1913)
  3. Experiências e exemplos da prática analítica (1913)
  4. Sobre o reconhecimento fausse ("raconte vu") no curso do trabalho psicanalítico (1914)
  5. O Moisés de Michelangelo (1914)
    1. Apêndice (1927)
  6. Sobre Estudante de Psicologia (1914)
Volume XIV - Funciona em metapsicologia e outros trabalhos (1914-1916), "Contribuição à história do movimento psicanalítico" { ISBN 978-950-518-590-0 }
  1. Contribuição à história do movimento psicanalítico (1914)
  2. Introdução do Narcisismo (1914)
  3. Funciona em metapsicologia [1915]
  4. Instintos e suas vicissitudes (1915)
  5. Repressão (1915)
  6. O Inconsciente (1915)
  7. Metapsicológica complementar à teoria dos sonhos (1917 [1915])
  8. Luto e melancolia (1917 [1915])
  9. Apêndice para "Artigos sobre metapsicologia"
  10. Um caso de paranóia que contraria a teoria psicanalítica (1915)
  11. Da guerra e da morte. Tópicos (1915)
  12. Transitoriedade (1916 [1915])
  13. Alguns tipos de caráter elucidados pelo trabalho psicanalítico (1916)
  14. Escritos curtas (1915-1916)
Volume XV - Conferências Introdutórias sobre Psicanálise (Partes I e II) (1915-1916) { ISBN 978-950-518-591-7 }
  1. Conferências Introdutórias sobre Psicanálise (1916-17 [1915-17])
    1. Prólogo [1917]
    2. Prefácio à tradução hebraica [1930]
    3. Parte I. atos falhados (1916 [1915])
    4. Parte II. Sleep (1916 [1915-1916])
Volume XVI - Conferências Introdutórias sobre Psicanálise (Parte III) (1.916-1.917) { ISBN 978-950-518-592-4 }
  1. Parte III. Teoria geral das neuroses (1917 [1916-1917])
Volume XVII - "Da História de uma Neurose Infantil" (Processo "Wolf-Man"), e outros trabalhos (1917-1919) { ISBN 978-950-518-593-1 }
  1. A partir da história de uma neurose infantil (1918 [1914])
    1. Apêndice. Histórias clínicas maiores Freud
  2. Transposições na unidade, incluindo anal erotismo (1917)
  3. Uma dificuldade da psicanálise (1917 [1916])
  4. A memória da infância em Poesia e Verdade (1917)
  5. Novas formas de terapia psicanalítica (1919 [1918])
  6. Caso a psicanálise ser ensinada na faculdade? (1919 [1918])
  7. "Atenha-se uma criança." Contribuição para o conhecimento da origem das perversões sexuais (1919)
  8. Introdução à Psychoanalyse der Kriegsneurosen Zur (1919)
    1. Apêndice. Neuróticos de guerra Relatório eletroterapia (1955 [1920])
  9. O estranho (1919)
  10. Escritos curtas (1919)
Volume XVIII - Além do Princípio do Prazer , Psicologia de Grupo e Análise do Ego , e outros trabalhos (1920-1922) { ISBN 978-950-518-594-8 }
  1. Além do Princípio do Prazer (1920)
  2. Psicologia de Grupo e Análise do Ego (1921)
  3. Na psicogênese de um caso de homossexualidade feminina (1920)
  4. Psicanálise e Telepatia (1941 [1921])
  5. Sonho e Telepatia (1922)
  6. Em Alguns mecanismos neuróticos no ciúme, paranóia e homossexualidade (1922 [1921])
  7. Dois artigos de enciclopédia: "Psicanálise" e "Teoria da libido" (1923 [1922])
  8. Escritos curtas (1920-1922)
Volume XIX - O ego eo id e outros trabalhos (1923-1925) { ISBN 978-950-518-595-5 }
  1. O Ego eo Id (1923)
  2. A neurose demoníaca no século XVII (1923 [1922])
  3. Observações sobre a teoria ea prática da interpretação dos sonhos (1923 [1922])
  4. Algumas notas adicionais sobre a interpretação de sonhos como um todo (1925)
  5. A organização genital infantil (uma interpolação na teoria da sexualidade) (1923)
  6. Neurose e psicose (1924 [1923])
  7. O problema econômico do masoquismo (1924)
  8. O enterro do complexo de Édipo (1924)
  9. A perda da realidade na neurose e psicose (1924)
  10. Breve relatório sobre psicanálise (1924 [1923])
  11. A resistência contra psicanálise (1925 [1924])
  12. Nota sobre a "ardósia mágica" (1925 [1924])
  13. Negação (1925)
  14. Algumas conseqüências psíquicas da diferença anatômica entre os sexos (1925)
  15. Josef Popper-Lynkeus e teoria dos sonhos (1923)
  16. Escritos curtas (1923-1925)
Volume XX - Estudo Autobiográfico , Inibições, sintomas e ansiedade , pode colocar Análise? , e outros trabalhos (1925-1926) { ISBN 978-950-518-596-2 }
  1. Estudo Autobiográfico (1925 [1924])
  2. Inibição, sintoma e angústia (1926 [1925])
  3. Pode colocar Análise? Diálogos com um julgamento justo (1926)
  4. Psicanálise (1926)
  5. Discurso aos membros da Sociedade B'nai B'rith (1941 [1926])
  6. Escritos curtas (1926)
Volume XXI - O futuro de uma ilusão , Civilização e seus Descontentes cultura , e outros trabalhos (1927-1931) { ISBN 978-950-518-597-9 }
  1. O Futuro de uma Ilusão (1927)
  2. O mal-estar cultural (1930 [1929])
  3. Pés (1927)
  4. Humor (1927)
  5. A experiência religiosa (1928 [1927])
  6. Dostoiévski eo parricídio (1928 [1927])
  7. Carta a M. Leroy sobre um sonho de Descartes (1929)
  8. Prêmio Goethe (1930)
  9. Tipos libidinal (1931)
  10. A sexualidade feminina (1931)
  11. Escritos curtas (1929-1931)
Volume XXII - Novas Conferências Introdutórias sobre Psicanálise e outros trabalhos (1932-1936) { ISBN 978-950-518-598-6 }
  1. Novas Conferências Introdutórias sobre Psicanálise (1933 [1932])
  2. Na Conquest of Fire (1932 [1931])
  3. Por que a guerra? (Einstein e Freud) (1933 [1932])
  4. Meu contato com Josef Popper-Lynkeus (1932)
  5. Carta a Romain Rolland (A perturbação da memória na Acrópole) (1936)
  6. Escritos curtas (1932-1936)
Volume XXIII - Moisés eo monoteísmo , Esboço de psicanálise e outros trabalhos (1937-1939) { ISBN 978-950-518-599-3 }
  1. Moisés eo monoteísmo (1939 [1934-1938])
  2. Esboço de Psicanálise (1940 [1938])
  3. Análise terminável e interminável (1937)
  4. Construções em análise (1937)
  5. A divisão do ego no processo de defesa (1940 [1938])
  6. Algumas lições elementares de psicanálise (1940 [1938])
  7. Comente sobre o Anti-semitismo (1938)
  8. Escritos curtos (1937-1938)

sábado, 23 de dezembro de 2017

Programa de Férias

Freud, Lacan e as Definições do Amor

 Daniel Omar Perez


Atenção: este curso é ministrado presencialmente na Casa do Saber (rua dr. Mario Ferraz, 414, São Paulo). Caso queira acompanhar via internet, consulte a área “Ao Vivo/ On-line” do site. A matrícula na turma presencial não possibilita o acesso à versão on-line do curso e vice-versa.


O amor foi objeto de atenção para a filosofia desde tempos imemoriais, mas apenas com o surgimento da psicanálise, no começo do século 20, é que o tema ganha o olhar por outro viés: quem ama, o que ama, de fato? Que sentimento é esse? Se, para Freud, “em última análise, precisamos amar para não adoecer”, Lacan entendia que “amar é dar o que não se tem a alguém que não o quer”, ou seja: o amor situa-se nas fronteiras da necessidade e da impossibilidade. O que é, então, o amor?


Os encontros apresentam os elementos do amor, tal como compreendido desde Freud e Lacan. Serão abordados o amor narcísico e o dom de amar, o amor como identificação, demanda e laço.

http://casadosaber.com.br/sp/cursos/ferias/freud-lacan-e-as-definicoes-do-amor.html

domingo, 3 de dezembro de 2017

Vídeos de filosofia e psicanálise

Borges e a ética



Lacan e a ontologia

http://cameraweb.ccuec.unicamp.br/watch_video.php?v=XU9X5AWUXKGD

Identificação em psicanálise

http://cameraweb.ccuec.unicamp.br/watch_video.php?v=KS36YYDY746R

Kant e a metafísica (três vídeos)



Antropologia e natureza humana a partir da filosofia transcendental de Kant



Por que nos identificamos? Histórias de amor e projetos políticos




sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

IV Jornada de Filosofia Oriental da FFLCH/USP

1 de dezembro, 2017, USPIV Jornada de Filosofia Oriental da FFLCH/USP14h – 16h: Mesa Redonda 4: (Des)substancialização do “ego” e psicopatologia: Ocidente e Oriente em confronto.
Antonio Florentino Neto (UNICAMP/PUC-Goiás)Daniel Omar Perez (UNICAMP)José Carlos Michelazzo (SBF)Luiz Fernando Fontes-Teixeira (UNIFESP)Tommy Akira Goto (UFU)Coordenação: Lucas Nascimento Machado (USP)https://jornadaforientalusp.wordpress.com/programacao/

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

O sujeito em questão

Há alguns anos trabalho a questão do sujeito. Como é que foi pensado? Como é que se constitui? Como é que aparece? Há um tempo que, por um lado, fico pensando nas identidades coletivas que respondem contra sua própria subsistência coletiva e individual e, por outro lado, me demoro nas identidades individuais que resistem ao intolerável e persistem em algo como um si mesmo ou o rejeitam. Com isso foi conduzido ao nomeado fenômeno do autismo.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Somos todos tolerantes?

No uso cotidiano é possível entender o sentido da palavra de um modo propositivo e como que tentando contribuir na tentativa de viver em comunidade de um modo não arbitrário, mas também é possível perceber um tom de voz que sugere arrogância e manifestação de poder. Em filosofia política a palavra tem uma história. Não se preocupe, não vou contar toda a história. Locke se preguntava se era possível ser tolerante com os não cristãos. É claro que a resposta devia ser evidente. Kant escreve e se manifesta contra a palavra. Ele entende que afirmar o enunciado da tolerância supõe um poder superior em relação com o outro e a outorga de um direito que poderia ser eliminado segundo capricho subjetivo. Numa sociedade cosmopolita não há tolerância porque não há o que tolerar, se trata apenas de reconhecer o semelhante não apenas como meio, mas como um fim em si mesmo como sendo a própria humanidade. Tolerar uma ação do outro, tanto do foro íntimo quanto na ação externa explicitamente legislada não diz respeito do que poderia ou não admitir um cidadão ou um sujeito de direito. Acredito que o enunciado da globo tenta manifestar uma posição enfática de algo que é moralmente inadmissível para a instituição. Com boa vontade poderíamos entender que se trata de destacar uma regra moral enfaticamente diante de uma atualidade que mostra pessoas e instituições permissivas em relação com esse ato. Entretanto, todo enunciado prático (por oposição a teórico ou cognitivo, que refere a uma realidade independente) isto é, ético ou político, sempre supõe um sujeito que enuncia. Assim, o sentido do enunciado não está isolado e não é independente dos atos do sujeito da enunciação. Por exemplo, o caso do corrupto que participa de uma manifestação contra a corrupção e diz que desviar dinheiro público é um mal moral. O sentido desse enunciado não pode ser entendido sem o sujeito que o enuncia. No caso, não se trata apenas de um enunciado verdadeiro, mas de um ato cínico, ou mentiroso, ou hipócrita.


Freud, Lacan e as Definições do Amor

Freud, Lacan e as Definições do Amor


Professor: Daniel Omar Perez
Duração: 3 encontros
Dias: segundas-feiras, das 20h às 22h
Encontros: 8/1, 15/1 e 22/1


O curso apresenta os elementos que fazem possível a constituição do sujeito do inconsciente, para a psicanálise, por meio da emergência de uma atividade filosófica. A partir do amor, tal como compreendido desde Freud e Lacan, o sujeito e a filosofia são possíveis.

Encontros:
1. Sujeito e amor: definições na história da filosofia
2. O amor de Freud: Narciso e seu espelho. Quem é o objeto do nosso
amor? Quem é aquele que pode nos amar? Como o amor começa e como
o amor acaba? É possível amar a mais de uma pessoa?
3. O dom de amar segundo Lacan e a possibilidade do sujeito e da atividade
filosófica




Daniel Omar Perez
Professor de filosofia na Unicamp, realizou um estágio de pós-doutorado na Bonn Universität (Alemanha) e na Michigan State University (Estados Unidos). É membro da Sociedade Kant Brasileira e atua como psicanalista.

É autor de Kant e o problema da significação (Editora Champagnat, 2008); O Inconsciente: onde mora o desejo (Civilização Brasileira, 2012) e Ontologia sem espelhos. Ensaio sobre a realidade (CRV, 2014).

Casa do Saber São Paulo
R. Dr. Mario Ferraz, 414
+55 11 3707 8900