segunda-feira, 25 de setembro de 2017

2018, primeiro semestre de filosofia na Unicamp Toda segunda-feira de 19 a 23 horas no IFCH

Toda segunda-feira de 19 a 23 horas no IFCH da Unicamp

Disciplina de graduação em filosofia

Tema: O amor em psicanálise como condição para a constituição do sujeito e a atividade da filosofia

Ementa: A disciplina tem como objetivo indagar os elementos que fazem possível a constituição do sujeito do inconsciente (da enunciação) e a emergência da atividade filosófica. Para tal fim, abordaremos a questão do amor em psicanálise e com essas ferramentas iremos a abordar cada caso.
Nossa hipótese é que: a partir dele (do amor, entendido desde Freud e de Lacan) o sujeito e filosofia são possíveis. Nesse sentido trabalharemos um conjunto de textos que nos permitirão destacar cada um dos elementos com o intuito de organizar um dispositivo conceitual capaz de provar nossa hipótese e alcançar nosso objetivo.
O método de trabalho sobre a questão será análogo ao de Kant na sua disciplina de Antropologia desde um ponto de vista pragmático. Pretendemos estar realizando uma continuação daquele trabalho.

Programa:
  1. Definições de filosofia, sujeito e amor na história da filosofia e na literatura que nos permitirão demarcar o horizonte de trabalho. A apresentação do horizonte de trabalho. Amor sensual, amor filial, amor de amigo, o amor universal, o amor a Deus, o amor à Pátria. A filosofia teorética, prática e a filosofia como práxis e filosofia de vida
  2. Exposição do objetivo, método e possíveis resultados do trabalho
  3. O amor de Freud: Narciso e seu espelho. Quem é o objeto do nosso amor? Quem é aquele que pode nos amar? Como o amor começa e como o amor acaba? É possível amar a mais de uma pessoa?
  4. O dom de amar segundo Lacan e a possibilidade do sujeito e da atividade filosófica
  5. O amor do banquete: completude e ágalma (os mitos e o amor de transferência; mestre e discípulo) (alguns elementos da leitura de Lacan em O Seminário 8)
  6. O amor de Alcibíades e Sócrates (o amigo e a política) (alguns elementos da leitura de Lacan em O Seminário 8)
  7. O amor de mãe em Medeia (as interpretações de Passollini e Lars von Trier)
  8. O amor sacro e mundano da Salomé (da Biblia a Wilde e Strauss)
  9. O amor de irmã da Antígona (alguns elementos da leitura de Lacan em O Seminário 7 e 15)
  10. O amor de Helena (entre dois amores, amor e traição I)
  11. O amor de tango (o amor na gloria e no ocaso; o drama da vida e a traição; a mãe e os amigos)
  12. O amor na amizade. Séneca e marco Aurelio
  13. O amor da família italiana (a família na república, no Império e nas cenas do cinema americano, de Paul Veyne a Francis Ford Coppola)
  14. O amor do Deus dos judeus e dos cristãos (o fruto do jardim, babel, a destruição das cidades ímpias, Jô e as apostas, o Apocalipse)
  15. O amor de Jesus (o universal e a carne ou a pregação e Maria Madalena; o pai,  o povo e a cruz; Jesus carrega a cruz por amor a um povo que o apedreja;
  16. O amor de Agostinho (confissões autobiográficas, Monica –a mãe- e a salvação, o amor homossexual e a dúvida do pecado entre a carne e a alma)
  17. O amor de Heloisa e Abelardo (a liberdade da mulher e a insegurança do homem)
  18. O amor entre os homens dos árabes (a poesia homo afetiva do século IX; o amor romântico e erótico dos homens)
  19. O amor cortês (cavaleiros e princesas num mundo sempre imaginário)
  20. O matrimónio por amor ( a igreja e a função da família)
  21. O amor de Santa Teresa de Ávila e de San Juan de la Cruz (alguns elementos da leitura de Lacan em O Seminário 20)
  22. A maldição de Malinche (amor e traição II)
  23. O amor de Descartes e a princesa triste (as paixões da alma, o eu e a filosofia)
  24. O amor de Kant (a distância e o sexo)
  25. O amor de Arendt e Heidegger (a filosofia, a universidade e o racismo)
  26. O amor de Simone e Sarte (liberdade individual e compromisso político)
  27. O amor de Perón e Evita (a política, a pátria e o povo)
  28. O amor segundo Hitchcock (a mãe e a psicose) (alguns elementos da leitura de Lacan em O Seminário 3)
  29. O amor segundo Woody Allen (a tradição judaica na cidade cosmopolita)
  30. O amor segundo Clint Eastwood (a tradição republicana ou como manter valores em épocas de decadência)
  31. Epílogo do amor

Metodologia: aulas expositivas e debate sobre o conteúdo
Avaliação: Trabalho final escrito avaliado com critérios acordados em sala de aula
Consulta: Toda segunda-feira de 16.00 h a 19.00 h na sala 45 B

Bibliografia:
em breve será divulgada

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

toda sexta-feira do primeiro semestre de 2018 às 13.00 horas no Centro de Lógica e Epistemologia

2018 na Unicamp
toda sexta-feira do primeiro semestre às 13.00 horas no Centro de Lógica e Epistemologia
HF 951-Seminário de Orientação em Filosofia da Linguagem e do Conhecimento I
Daniel Omar Perez/Marco Ruffino
Programa / Ementa / Bibliografia:     Tópico: O Contingente A Priori de Kripke e o Sintético A Priori de Kant
O propósito deste seminário é estudar a polêmica em torno da hipótese de Kripke (1980) de que há verdades contingentes a priori, bem como verdades necessárias a posteriori, bem como realizar uma comparação com a teoria kantiana dos juízos sintéticos a priori. No caso de Kripke, sua hipótese depende de algumas teses mais fundamentais sobre a existência de dois mecanismos de referência na linguagem natural, a saber, referência direta (através de termos singulares genuínos ou que apresentam rigidez de jure, como Kripke a chama), e referência indireta (ou através de descrições definidas, rígidas ou não rígidas). Kripke apresenta alguns exemplos de um e de outro tipo de verdade que se tornaram célebres, e se tornaram objeto de intensa polêmica na filosofia da linguagem e epistemologia. (Em Kaplan (1989) encontramos exemplos análogos que surgem do emprego de termos indexicais.)
Estudaremos as críticas de Donnellan (1977), Salmon (1986, 1987), Soames (2003, 2005), Evans (1979) e Hawthorn and Manley (2012) aos casos de contingente a priori. Veremos as defesas parciais propostas por Jeshion (2000, 2001), Williamson (1986) e Ruffino (2007, 2013). Por fim, será explorada a possibilidade de uma solução via teorias de atos de fala e enunciados performativos.
No caso de Kant procuraremos apresentar sua teoria da existência em O único fundamento possível para uma demonstração da existência de Deus, os modos de doação de sentido dos distintos tipos de conceitos (empíricos, do entendimento e da razão) e os critérios para decidir a validade das proposições sintéticas na Crítica da razão pura e Prolegômenos a toda metafísica futura. Para nos aproximar da questão proposta por Kripke (1) abordaremos as proposições que contem o conceito de matéria nos Princípios metafísicos da ciência da natureza; (2) as proposições de direito em Metafísica dos costumes.
BIBLIOGRAFIA Donnellan, K. (1977). “The Contingent A Priori and Rigid Designators”. Midwest Studies in Philosophy II, pp. 12-27. Donnellan, K. (1983 ). “Kripke and Putnam on natural kind terms”. In S. Ginet and S. Shoemaker (eds.), Knowledge and Mind: Philosophical Essays, Oxford, Oxford University Press, pp. 84-104. Evans, G. (1979). “Reference and Contingency”, The Monist 62, pp. 161-89. Fleming, N. (eds.). Meta-Meditations: Studies in Descartes. Belmont, CA.: Wadsworth Publishing Co, pp. 50-76.
Hawthorne, J., e Manley, D. (2012). The Reference Book. Oxford: Oxford University Press. (Chapter II.) Hintikka, J. (1962). “Cogito ergo Sum: Inference or Performance?” in Sesonske, A. and Jeshion, R. (2000). “Ways of Taking a Meter”. Philosophical Studies 99: 297–318. Jeshion, R. (2001). “Donnellan on Neptune”. Philosophy and Phenomenological Research LXIII, N. 1, pp. 111-135.
Kant, I. (1901-) Kant´s gesammelte Schriften. Berlin: Walter de Gruyter & Co. Loparic, Z. (2000) A semântica transcendental de Kant. Campinas: CLE. ________. (2005) O problema fundamental da semântica jurídica de Kant. In: Perez, Kaplan, D. (1989). “Demonstratives. An Essay on the Semantics, Logic, Metaphysics and Epistemology of Demonstratives and Other Indexicals” in Almog, J., Perry, J., Wettstein, H. (eds.), Themes From Kaplan. New York: Oxford University Press.
Kripke, S. (1980). Naming and Necessity. Cambridge: Harvard University Press. Perez, Daniel Omar. (Org.). (2005) Kant no Brasil. 1ed.São Paulo: Editora Escuta, v. 1, p. 273- 313.
Loparic, Z. (2000) A semântica transcendental de Kant. Campinas: CLE. ________. (2005) O problema fundamental da semântica jurídica de Kant. In: Perez,Daniel Omar (2005) Perez,Daniel Omar (2008) Kant e o problema da significação. Curitiba: Champagnat.
_________ (2016) Ontology, metaphysics and criticism as Transcendental Semantics as of Kant. Revista de Filosofia Aurora, v.28, n.44.
Ruffino, M. (2007). “The Contingent A Priori and De Re Knowledge”, in Penco, C., Vignolo, M., Ottonelli, V, Amoretti, C. (eds.), Proceedings of the 4th Latin Meeting in Analytic Philosophy. Genova: CEUR Workshop Proceedings, pp. 45-58. Ruffino, M. (2013). “O Contingente A Priori”. Em Branquinho, J. e Santos, R. (Eds.), Compêndio em Linha de Problemas de Filosofia Analítica. Lisboa: Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa. Salmon, N. (1986). Frege’s Puzzle. Atascadero, CA: Ridgeview Publishing Co., pp. 140-2. Salmon, N. (1987) “How to Measure the Standard Meter”, Proceedings of the Aristotelian Society 88, pp. 193-217. Soames, S. (2003). Philosophical Analysis in the Tweentieth Century, Vol. 2. The Age of Meaning. Princeton: Princeton University Press, pp. 372-422. Soames, S. (2005). Reference and Description. Princeton: Princeton University Press, pp. 54-68. Wiliamson, T. (1986). “The Contingent A Priori: Has It Anything to Do with Indexicals?”, Analysis, Vol. 46, No. 3 (Jun., 1986), pp. 113-117

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Introdução a Kant Consciência livre contra o Mal com Daniel Omar Perez

Introdução a Kant Consciência livre contra o Mal
com Daniel Omar Perez
A reflexão de Kant sobre a moral procura apresentar uma lei universal aplicável a cada ser humano, sem, no entanto, perder de vista suas condições individuais, tais como cultura, idade, gênero ou a própria história. Nesse sentido, podem ser encontrados elementos comuns que servem para distinguir o bem do mal e o certo do errado. Com isso, Kant considera que existem diferentes graus de maldade e que alguns dos seus modos não são superados individualmente, mas em comunidade. A lei moral, que interpela a cada um na solidão de sua consciência, só se realiza plenamente numa comunidade ética. Esse é o problema kantiano por excelência: como superar o mal radical? Como constituir uma comunidade de espíritos livres? O curso aborda os elementos fundamentais da filosofia kantiana e, a partir desse horizonte de pensamento, apresenta a ideia de comunidade ética, de mal radical e da possibilidade da sua superação. São temas essenciais para a compreensão da vida nos dias que correm.
Bibliografia
Kant, I. Fundamentação da metafísica dos costumes
______ Crítica da razão prática
______ Metafísica dos costumes
______ Religião nos limites da simples razão
______ Conflito das faculdades
______ Antropologia desde um ponto de vista pragmático
Daniel Omar Perez
Professor de filosofia na Unicamp
05/10 O projeto kantiano de filosofia e os fundamentos da sua filosofia moral
19/10 O homem e a lei moral, elementos de uma antropologia pragmática
26/10 A comunidade ética, a igreja como comunidade de espíritos e o mal radical
http://casadosaber.com.br/sp/cursos/filosofia/introduc-o-a-kant.html

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

III Colóquio Kant: As faculdades do Animo, de 25 a 30 de setembro de 2018

III Colóquio Kant: As faculdades do Animo, de 25 a 30 de setembro de 2018
Estes são os dois trabalhos que apresentarei em Uberlândia. Cada um é resultado parcial da minha pesquisa.
1. Antropologia pragmática como a ciência do homem. Elementos para um estudo da natureza humana como autoproduzida.
Resumo: A exposição deste trabalho visa apresentar os elementos fundamentais da Antropologia pragmática como ciência em Kant, seu estatuto e seu lugar sistemático. Uma vez determinada estruturalmente a antropologia procuraremos mostrar que seu objeto (o homem) é autoproduzido e auto-posto. Para tal fim, abordaremos as lições de antropologia e o Convolut VII de Opus Postumum.
2. Etwas, mannigfaltigkeit, Gegenstand e Objekt em Kant. Um problema ontológico e semântico
Resumo: Trata-se de apresentar o problema dos elementos originários do objeto da experiência cognitiva. Na filosofia transcendental o objeto é construído na relação entre representações sensíveis e representações intelectuais. Os objetos são conhecidos não como coisas em si, mas como fenômenos, tal como se nos aparecem. Entretanto. Kant entende que na sensibilidade “algo” é dado anteriormente a qualquer conceito. Isso é denominado de o diverso da intuição. É um algo que não está submetido ao conceito de quantidade e, no entanto, aparece como diverso, nem um nem muitos. Aqui identificamos duas questões problemáticas: 1. Qual é o estatuto desse algo dado? Pode ser entendido como coisa em si? Trata-se de uma matéria real sem forma? Se for assim: seria Kant um realista?; 2. Haveria uma unidade anterior ao conceito de unidade? Poderíamos entender em Kant uma pré-compreensão do algo dado anterior ao conceito?

XVIII Colóquio Kant da Unicamp: Semântica e filosofia

XVIII Colóquio Kant da Unicamp: Semântica e filosofia
14 de setembro
IFCH a partir das 9.30 horas
Luciana Martínez (UBA, CONICET): ¿Se pueden definir las categorías? Sobre la definición y el significado en la “Analítica de los principios”
Pablo Moscón (UBA, CONICET): La pregunta por la posibilidad de los juicios sintéticos a priori prácticos y el “factum de la razón” en la interpretación semántica de Kant
Javier Echarri (UBA): ¿Le corresponde a la antropología en sentido pragmático una proposición fundamental?
Natalia Lerussi (UBA, CONICET): Reflexiones en torno a una disputa entre Daniel Omar Pérez y Ricardo Terra acerca del significado de la historia en el pensamiento crítico de Kant.
Jorge Conceição (Unibrasil) Antropologia pragmática como uma doutrina da prudência nas versões dos cursos de Antropologia de Kant

IVº Simposio de Filosofía Moderna UNR - 6-8 de noviembre de 2017

IVº Simposio de Filosofía Moderna
UNR - 6-8 de noviembre de 2017

Segunda Circular

Organiza:
Centro de Estudios de Filosofía Moderna
Universidad Nacional de Rosario

Comunicaciones:
Las mismas deberán tener un máximo de 2500 palabras (fuente Times New
Roman, hoja A4, interlineado 1½, márgenes predeterminados) y estar
acompañadas de un resumen de no más de 300 palabras y un breve curriculum
vitae (máximo 100 palabras). A fin de facilitar el proceso de evaluación,
rogamos enviar la comunicación en un documento sin datos del autor y el
resumen y el breve curriculum vitae en un documento diferente.
Las comunicaciones deberán enviarse hasta el día 15 de septiembre de 2017
filosofiamoderna@unr.edu.ar

Áreas:
Metafísica
Teoría del Conocimiento
Filosofía e Historia de las Ciencias
Filosofía del Lenguaje
Ética
Filosofía Política
Antropología Filosófica
Estética
Filosofía de la Historia
Lógica
Filosofía de la Educación
Filosofía del Derecho

Ya han confirmado su participación Virginia López Domínguez, Mario Caimi,
Susana Maidana, Fernando Bahr, Graciela Fernández, Claudia Jáuregui y
Jorge Fernández.



Inscripción (pago durante el evento):
Expositores graduados: $500
Expositores estudiantes: $200
Asistentes graduados: $150
La asistencia al evento es gratuita para estudiantes.
(Se otorgan certificados).

Lugar:
Facultad de Humanidades y Artes
Universidad Nacional de Rosario
Entre Ríos 758 – (2000) Rosario

Informes:
filosofiamoderna@unr.edu.ar
http://www.filosofiamoderna.unr.edu.ar/

PD: En la página web de nuestro Centro se encuentran disponibles en
formato PDF las Actas de nuestros simposios anteriores (2011, 2013 y
2015).

Filosofia e psicanálise: sobre contradição, negação e oposição a partir de Kant e suas implicações em Lacan e Laclau

Disciplina de pós-graduação em filosofia para o primeiro semestre de 2018 na Unicamp.

Terças-feiras de 19 a 23 horas

Filosofia e psicanálise: sobre contradição, negação e oposição a partir de Kant e suas implicações em Lacan e Laclau

O curso visa abordar as noções de contradição, negação e oposição em Kant com o intuito de acompanhar o percurso do uso desses elementos até a psicanálise lacaniana e a teoria política de Laclau. A elucidação desses elementos lógicos é fundamental para elaborar o dispositivo conceitual que nos permite entender a constituição do sujeito e das identificações coletivas.



1. "As magnitudes negativas na filosofia", "Lógica" e "Crítica da razão pura" de I. Kant.
1.1. A diferença entre oposição lógica e oposição real
1.2. Causa e identidade
1.3. Realidade, negação, limitação e contradição
1.4. As quatro formas do conceito de Nada
2. "Ciência da lógica" e "Fenomenologia do espírito" de G. Hegel
2.1. A crítica de Hegel a Kant: acerca de negação e contradição
3. "Interpretação dos sonhos" e "A negação" de S. Freud
3.1 Negação, determinação e sobredeterminação
4. "Sobre a contradição" e "Sobre o tratamento correto das contradições no interior do povo" de Mao Tse-tung.
4.1. Contradição fundamental e contradição secundária
5. "Contradição e sobredeterminação" de L. Althusser
6. "Introdução ao comentário de Jean Hyppolite sobre a Verneining de Freud" e "Resposta ao comentário de Jean Hyppolite sobre a Verneining de Freud" de J.Lacan
7. "Antagonismo, subjetividade e política" de E.Laclau




Bibliografia Básica:
Althusser, L. "Contradicción y sobredeterminación" IN "La revolución teórica de Marx". México: Siglo XXI, 1985.
Freud, S. "La negación" IN Freud Obras Completas, vol. 16. Buenos Aires: Hyspamerica, 1988. Versão em alemão na obra completa on-line http://freud-online.de/Texte/PDF/freud_werke_bd14.pdf
_______ "La interpretación de los sueños" IN Freud Obras Completas, vol 3. Buenos Aires: Hyspamerica, 1988.
_______ "Die Traumdeutung" Hamburg: Nikol, 2010.
Hegel, G "Phänomenologie des Geistes." Paderborn: Voltmedia.
_______ "Ciencia de la lógica." Trad Rodolfo Mondolfo. Buenos Aires: Las cuarenta, 2013. Versão em alemão file:///C:/Users/Usuario/Documents/3%20BIBLIOTECA/Wissenschaft%20der%20Logik%20-%20Erster%20Teil.pdf
Kant, I. "Kant’s Gesammelte Schriften." Berlin: Walter de Gruyter & Co, 1902-.
Lacan, J. "Escritos." Rio de Janeiro: Zahar Ed., 1998. Versão em francês http://staferla.free.fr/
Laclau, E. "Los fundamentos retóricos de la sociedad" Buenos Aires: FCE, 2014.
Mao Tse-tung "Cinco Tesis filosóficas" IN Obras Escogidas de Mao Tse-tung. Ediciones em lenguas extranjeras Pekin, 1968.