Através de
Borges, é possível dar conta da operação fundamental da metafísica como
operação de metaforização, que no mesmo momento que funda e fecha um sentido na
sua apresentação abre e enuncia a possibilidade daquilo que não pode ser
apresentado de modo literal, e que só pode ser lembrado através do
esquecimento, em algum sentido heideggeriano. Tal como escreve Borges, “é o
esquecimento aquilo que permite a leitura”.
sexta-feira, 31 de maio de 2013
terça-feira, 28 de maio de 2013
para além da natureza humana da modernidade
Meu trabalho sobre a natureza humana e a linguagem tem outra cara, como uma dupla face que avança para além dos estudos kantianos e se apropria de elementos da psicanálise.
Nos próximos três anos também trabalharei nisso:
Título: “A constituição do sujeito a partir das relações de identificação. Uma abordagem entre a filosofia kantiana e a psicanálise freudiano-lacanaina”
Resumo: A partir de uma crítica à noção de identidade individual do sujeito desde elementos da filosofia moderna e da psicanálise freudiano-lacaniana estabeleceremos como objetivo a elaboração de uma lógica da identificação que permita dar conta da constituição do sujeito e sua relação com a verdade. A identidade pessoal, as relações amorosas e os projetos políticos serão os fenômenos a serem acolhidos desde a lógica da identificação. A meta é fornecer elementos que nos permitam pensar a possibilidade da emergência de novas identificações individuais e sociais, bem como a ação política.
Os objetivos serão
1. Elaborar uma lógica da identificação que permita dar conta da constituição do sujeito e sua relação com a realidade a partir de elementos da filosofia moderna e da psicanálise freudiano-lacaniana desde uma crítica à noção de identidade individual do sujeito
2. Reformular a pergunta pela realidade desde uma teoria do sujeito a partir dos conceitos “alienação-separação” em sentido lacaniano.
3. A partir da “lógica da identificação” elaborar uma teoria da identificação amorosa para além do narcisismo, retomando a noção de dom em Lacan e de descarga pulsional e laço freudiano-lacaniano.
4. A partir da “lógica da identificação” elaborar uma teoria da identificação política que apresente dois modelos divergentes: perverso e sublimatório
5. Elaborar uma teoria da “Figura ética”, da “Figura política” e das “Figuras do feminino” como formas de subjetivação constituidas a partir do estranho, o gozo e o semblante.
6. Apresentar a possibilidade da pulsão olfativa e respiratória como elemento de laço identificatório.
Nos próximos três anos também trabalharei nisso:
Título: “A constituição do sujeito a partir das relações de identificação. Uma abordagem entre a filosofia kantiana e a psicanálise freudiano-lacanaina”
Resumo: A partir de uma crítica à noção de identidade individual do sujeito desde elementos da filosofia moderna e da psicanálise freudiano-lacaniana estabeleceremos como objetivo a elaboração de uma lógica da identificação que permita dar conta da constituição do sujeito e sua relação com a verdade. A identidade pessoal, as relações amorosas e os projetos políticos serão os fenômenos a serem acolhidos desde a lógica da identificação. A meta é fornecer elementos que nos permitam pensar a possibilidade da emergência de novas identificações individuais e sociais, bem como a ação política.
Os objetivos serão
1. Elaborar uma lógica da identificação que permita dar conta da constituição do sujeito e sua relação com a realidade a partir de elementos da filosofia moderna e da psicanálise freudiano-lacaniana desde uma crítica à noção de identidade individual do sujeito
2. Reformular a pergunta pela realidade desde uma teoria do sujeito a partir dos conceitos “alienação-separação” em sentido lacaniano.
3. A partir da “lógica da identificação” elaborar uma teoria da identificação amorosa para além do narcisismo, retomando a noção de dom em Lacan e de descarga pulsional e laço freudiano-lacaniano.
4. A partir da “lógica da identificação” elaborar uma teoria da identificação política que apresente dois modelos divergentes: perverso e sublimatório
5. Elaborar uma teoria da “Figura ética”, da “Figura política” e das “Figuras do feminino” como formas de subjetivação constituidas a partir do estranho, o gozo e o semblante.
6. Apresentar a possibilidade da pulsão olfativa e respiratória como elemento de laço identificatório.
A NATUREZA HUMANA E A LINGUAGEM
Meu trabalho sobre a natureza humana e a linguagem está focado no modo em que Kant articulou a reflexão sobre a validade do conhecimento teórico e prático. Esta tarefa tem duas partes: 1. a indagação das condições lógico-semânticas de validade das proposições cognitivas e práticas em geral; 2. a constituição do executor das operações judicativas que tornam exequível as proposições.
Nos próximos três anos trabalharei nisso:
Tema: Antropologia e juízo prático. O ser humano como executor de operações judicativas na virtude, no direito, na história e na pedagogia em Kant.
Resumo: Deve-se destacar que o trabalho de Kant se pauta pela seguinte pergunta: como são possíveis os juízos sintéticos a priori? Essa tarefa se realiza sistematicamente em cada uma das três críticas. A indagação deve poder ser respondida em todos os casos de juízos sintéticos a priori. A resposta nos oferece as condições lógico-semânticas de cada tipo de juízo. Para avançar nas condições de exequibilidade do juízo a tarefa deve se articular com a pesquisa sobre a constituição do executor das operações judicativas. Assim sendo, o objetivo desta pesquisa é demonstrar que o ser humano ou a natureza humana em Kant é o conceito que refere logicamente ao executor de operações judicativas de acordo com as condições de possibilidade dos juízos sintéticos a priori. Assim sendo, esta pesquisa procurará provar isso especificamente no que se refere aos juízos de virtude, de direito, da pedagogia e da história. Para alcançar tal fim, primeiro, indagaremos na obra kantiana o conceito de ser humano ou natureza humana a partir dos seus traços semânticos. Isto nos levará a realizar um levantamento dos estudos e debates implícitos e explícitos de Kant com cientistas, filósofos e literatos sobre a natureza humana. Em segundo lugar, buscaremos provar que os elementos que Kant reúne para dar significado ao conceito de ser humano ou natureza humana estão determinados pela exigência de fazer funcionar as operações judicativas postas segundo as condições de possibilidade do juízo sintético a priori em cada caso. Em terceiro lugar, demonstraremos o funcionamento do executor de operações judicativas em quatro tipos de juízos práticos, a saber: a virtude, o direito, a pedagogia e a história. Assim, a possibilidade das proposições sintéticas se completa num programa de exequibilidade. Isto é, uma proposição sintética a priori deve ser possível, necessária, efetiva e mostrar suas condições de exequibilidade. Nesse sentido, as condições lógico-semânticas das proposições se completam com o executor das operações judicativas.
Nos próximos três anos trabalharei nisso:
Tema: Antropologia e juízo prático. O ser humano como executor de operações judicativas na virtude, no direito, na história e na pedagogia em Kant.
Resumo: Deve-se destacar que o trabalho de Kant se pauta pela seguinte pergunta: como são possíveis os juízos sintéticos a priori? Essa tarefa se realiza sistematicamente em cada uma das três críticas. A indagação deve poder ser respondida em todos os casos de juízos sintéticos a priori. A resposta nos oferece as condições lógico-semânticas de cada tipo de juízo. Para avançar nas condições de exequibilidade do juízo a tarefa deve se articular com a pesquisa sobre a constituição do executor das operações judicativas. Assim sendo, o objetivo desta pesquisa é demonstrar que o ser humano ou a natureza humana em Kant é o conceito que refere logicamente ao executor de operações judicativas de acordo com as condições de possibilidade dos juízos sintéticos a priori. Assim sendo, esta pesquisa procurará provar isso especificamente no que se refere aos juízos de virtude, de direito, da pedagogia e da história. Para alcançar tal fim, primeiro, indagaremos na obra kantiana o conceito de ser humano ou natureza humana a partir dos seus traços semânticos. Isto nos levará a realizar um levantamento dos estudos e debates implícitos e explícitos de Kant com cientistas, filósofos e literatos sobre a natureza humana. Em segundo lugar, buscaremos provar que os elementos que Kant reúne para dar significado ao conceito de ser humano ou natureza humana estão determinados pela exigência de fazer funcionar as operações judicativas postas segundo as condições de possibilidade do juízo sintético a priori em cada caso. Em terceiro lugar, demonstraremos o funcionamento do executor de operações judicativas em quatro tipos de juízos práticos, a saber: a virtude, o direito, a pedagogia e a história. Assim, a possibilidade das proposições sintéticas se completa num programa de exequibilidade. Isto é, uma proposição sintética a priori deve ser possível, necessária, efetiva e mostrar suas condições de exequibilidade. Nesse sentido, as condições lógico-semânticas das proposições se completam com o executor das operações judicativas.
sexta-feira, 24 de maio de 2013
terça-feira, 14 de maio de 2013
PUBLICAÇÕES (20 anos)
2013
1.
Perez,
Daniel Omar A relação
entre A Teoria do Juízo e Natureza Humana em Kant ARTIGO
2.
Perez,
Daniel Omar A eliminação sistemática de
pessoas e os limites do político. Breve ensaio sobre a ação política. CAPÍTULO
3.
Perez,
Daniel Omar Kant e a História Natural do Século
XVIII CAPÍTULO
4.
Perez,
Daniel Omar Conceitos de Antropologia
Fisiológica na Antropologia Kantiana: o debate de Kant com os Naturalistas
sobre a Natureza Humana CAPÍTULO
2012
5.
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textos pré-críticos Kantianos). Tempo da Ciência (UNIOESTE), Toledo - Pr, v.
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