domingo, 4 de novembro de 2012

Apresentação do livro "O inconsciente. Onde mora o desejo" na PUC-PR, no dia 22 de novembro, 15.00 hs

O Inconsciente. Onde mora o desejo. Universidade Federal de Uberlândia.

Lançamento do livro "O Inconsciente. Onde mora o desejo" na Universidade Federal de Uberlândia, no dia 13 de novembro.

 DANIEL OMAR PEREZ
(PUC-PR)

(Lançamento livro 21:30 – 22:30)

Colóquio Kant em Uberlândia

Universidade Federal de Uberlândia, dias 12, 13, 14 de novrmbro


II Colóquio Kant da UFU

A obra filosófica de Kant

PROGRAMAÇÃO 12/11 – segunda-feira
 

A) Mini-cursos (12/11)

*** Prof. Ms. Wagner M. Elias (UFU)

 “Introdução à filosofia transcendental”

08:00 – 12:00 – Módulo I

B) Comunicações (12/11)

Horário
Local: Auditório A-B (Bloco 5 O)
13:00 13:30
A formulação do conceito de infinito dado em Kant e Descartes
Arthur F. Lima e Enoque M. Portes (UFU)
13:30 14:00
Kant e o estatuto filosófico da
experiência estética
Cecília de Sousa Neves (UFU)
14:00 14:30
O erro de Kant: o papel das emoções
nas tomadas de decisão
Ricardo Pereira Santos Lima (UFU)
14:30
15:00
A argumentação da “Dedução Transcendental” (A) segundo Kemp Smith
Rômulo Martins Pereira (UFRJ)

 
C) Mesas-redondas (12/11)


Horário
Local: Auditório C-D (Bloco 5 O)
15:30 16:10
Contornos da crítica sartreana à moral universal: entre a liberdade, o imperativo e a historicidade
João Paulo Henrique Ribeiro (UFU)
16:10 16:50
A gênese do transcendental na experiência estética de Kant
Luciene Torino (UFU)
16:50 17:30
A concepção teórica da idéia de infinito em Descartes, Locke e Kant
Marcos César Seneda (UFU)

D) Conferência (12/11)

Horário
Local: Auditório do Bloco 3Q
20:00 21:30
 
A lógica transcendental como
semântica a priori
 
ZELJKO LOPARIC
(UNICAMP / PUC-SP)
 


PROGRAMAÇÃO  13/11 – terça-feira


A) Mini-cursos (13/11)

*** Prof. Ms. Wagner M. Elias (UFU)

 “Introdução à filosofia transcendental”

08:00 – 10:00 – Módulo II

 

*** Prof. Dr. Daniel O. Perez (PUC-PR)

“O inconsciente”

10:00 – 12:00 – Módulo I

B) Comunicações (13/11)

Horário
Local: Auditório A-B (Bloco 5 O)
13:00 13:30
Formação do caráter e moralidade
na filosofia de Kant
Douglas L. Pereira (PUC-RJ)
13:30 14:00
A Crítica da razão prática e a objeção de Kant ao conceito de sumo bem dos estoicos
Neilson José da Silva (UFMG)
14:00 14:30
A liberdade externa kantiana no centro do pensamento democrático moderno
Níkolas Passos Vieira (UFMG)
14:30
15:00
As raízes kantianas em Sellars,
McDowell e Brandom
Marcelo Masson Maroldi (USP)

 

C) Mesas-redondas (13/11)


Horário
Local: Auditório C-D (Bloco 5 O)
15:30 16:10
Prescritivismo Universal: Modo de Usar Alcino Eduardo Bonella (UFU)
16:10 16:50
A interpretação deleuzeana
da Crítica da razão pura
Péricles Pereira de Sousa (Unimontes)
16:50 17:30
Kant e o fundamento de uma
ciência hermenêutica
Ricardo Henrique Carvalho Salgado (UFMG)

D) Conferência (13/11)


Horário
Local: Auditório do Bloco 3Q
20:00 21:15
 
O projeto antropológico de Kant
 
DANIEL OMAR PEREZ
(PUC-PR)
 
(Lançamento livro 21:30 – 22:30)
 
 

PROGRAMAÇÃO  14/11 – quarta-feira

 

A) Mini-cursos (14/11)

*** Prof. Dr. Daniel O. Perez (PUC-PR)

“O inconsciente”

08:00 – 12:00 – Módulo II

B) Comunicações (14/11)

Horário
Local: Auditório A-B (Bloco 5 O)
13:00 13:30
Kant, Kuhn e o mundo em si
Adan John Gomes da Silva (UFRN)
13:30 14:00
Definição e extensão de conceitos empíricos na Crítica da Razão Pura
Elliot Santovich Scaramal (UFG)
14:00 14:30
Objeções Céticas a Kant: Schulze e o Enesidemo
Lucas Nascimento Machado (USP)
14:30
15:00
A relação de Kant com a ciência natural: Física
Webber Sales de Lima (Unimontes)

 
C) Mesas-redondas (14/11)


Horário
Local: Auditório C-D (Bloco 5 O)
15:30 16:10
Teleologia e história em Kant
Márcia Zebina Araújo da Silva (UFG)
16:10 16:50
A faculdade da imaginação na obra de Kant
Olavo Calábria Pimenta (UFU)
16:50 17:30
A concepção kantiana de sensibilidade na Dissertação inaugural e na Crítica da razão pura
Orlando Bruno Linhares (Univ. Mackenzie-SP)

D) Conferência (13/11)

Horário
Local: Auditório do Bloco 3Q
20:00 21:30
 
O projeto Crítico da Filosofia Transcendental
 
JUAN BONACCINI
(UFPE)
 

 

Curso Freud em Uberlândia

Universidade Federal de Uberlândia, dias 13 e 14 de novembro.

Mini-curso: O Inconsciente
Ministrante: Daniel Omar Perez
Resumo: Abordaremos a teoria e a prática psicanalítica desde seu conceito fundamental: o Inconsciente. Indicaremos sua relação com a filosofia, as ciências sociais, humanas e biomédicas. Apresentaremos exemplos de seu uso e aplicação em diferentes casos.
Como o curso estará pautado pelo livro "O inconsciente. Onde mora o desejo" (Rio de Janeiro: Editora Record, 2012) sugerimos a leitura previa do texto.
Pauta de trabalho:
Parte I Aproximação
1. A cena da loucura
2. Aqui começa a psicanálise: a terceira causalidade
3. As abstrações de Sigmund Freud: elementos fundamentais de uma metapsicologia
4. Pulsões e vicissitudes
5. O processo da repressão
6. O inconsciente, uma história na história do pensamento
7. O Inconsciente, uma pré-história na história da psicanálise
Parte II O texto de 1915
8. O Inconsciente
9. Qual é a relação do Inconsciente com a pulsão e a repressão?
10. O que é o Inconsciente então?
11. O inconsciente: uma suposição necessária
12. O inconsciente: uma suposição legítima
13. O que seria então Consciência?
14. O que seriam estados latentes?
15. Como se passa de um sistema Inconsciente para outro Consciente?
16. É possível então conhecer o Inconsciente?
17. Então, a questão seria tornar Consciente o Inconsciente para que se produza a cura psicanalítica?
18. Há sentimentos inconscientes?
19. Como podemos fazer uma descrição metapsicológica do processo de recalque nas três neuroses de transferência?
20. O que acontece com o recalque nas neuroses narcísicas, ou esquizofrenia, desde o ponto de vista metapsicológico?
Parte III As relações de O Inconsciente ou Metapsicologia com clínica
21. Os médicos também têm inconsciente, ou Algumas observações sobre o conceito do Inconsciente na psicanálise
22. Do que você está rindo? ou O chiste e sua relação com o Inconsciente
23. Eu posso explicar! ou Psicopatologia da vida cotidiana
24. Não era apens um sonho...
25. Algumas considerações gerais
26. Observações sobre a psicanálise e as neurociências
27. Sobre o Inconsciente entre a clínica e a filosofia

Referências Bibliográficas

Fundamental

FREUD, S. (1915). O Inconsciente. In: FREUD, S. V. 2. Rio de Janeiro: Imago, 2006, p. 13-74.

PEREZ, D. O. O Inconsciente. Onde mora o desejo. Rio de Janeiro: Editora Record, 2012.
Complementar
___________ (Org.) Filósofos e terapeutas. Em torno da questão da cura. São Paulo: Escuta, 2007.
___________ (Org.) A eficácia da cura em Psicanálise. Curitiba: CVR, 2009.
___________ A psicanálise como experiência ética e o problema da cientificidade. Revista Mal-estar e Subjetividade – Fortaleza – Vol. IX – Nº 4 – dez/2009b – p. 1203-1232.

UFRJ, 26 e 27 de novembro, sobre Terrorismo


Encontro Internacional Terrorismo de Estado. Extermínio, intimidação, exclusão

Programação e Título das Comunicações : Dia 26  de novembro de 2012
 

14:00 Daniel Omar Perez
A eliminação sistemática de pessoas e os limites do político

14:40  Simeão Donizeti Sass
O Terror Soberano

15:20 Beatriz Porcel
"La imagen del infierno" revisitada

16:00 INTERVALO

16:20  Edson Passetti
O terror e o terrível

17:00  André Macedo Duarte
Terrorismo de Estado e biopolítica: fronteiras cinzentas

17:40 Roberto Nigro
Terrorisme d'état et coup d'état. Formes de gouverner à l'âge contemporain

Encerramento dos trabalhos do dia  às 18:30.

 Dia 27 de novembro de 2012

14:00 Diogo Sardinha
Uma resposta terrorista ao terrorismo de Estado: o que acontece depois que descobrimos como nos tornamos aquilo que somos

14:40 Thiago Rodrigues
Terror e Guerra, duplos na política

15:20 Rossano Pecoraro
Estatização dos corpos e mundo dos corpos

16:00 INTERVALO

16:20 José Luís Câmara Leme
Terror e a racionalidade governamental

17:00  Guilherme Castelo Branco
Sobre a humilhação

17:40 Horacio Lugán Martinez
 Linguagem da democracia, linguagem da anistia

Encerramento do Encontro às 18:30.
 
Título da Palestra: A eliminação sistemática de pessoas e os limites do político
 
Resumo: O conceito do político é definido por Carl Schmitt a partir da relação amigo-inimigo e sua dinâmica estaria dada pelo combate. Esta oposição reconhece uma instabilidade, uma disputa entre interesses, um conflito, mas também inclui o assassinato político como modo de resolução do conflito. Assim sendo, o combate entre inimigos incluiria a eliminação do outro. Este modelo de pensamento é tão sugestivo quanto desastroso para pensar os limites do político. Se o político se funda, antes que em um conflito ou em um consenso, em um campo de instabilidade, a eliminação de pessoas e seu exercício sistemático, como modo de resolução do conflito, procuraria eliminar a própria instabilidade que o funda, como se fosse possível alcançar uma homogeneização do campo. Esse tipo de conceitualização e estrategia leva ao fim da política na realização de um Estado Perverso. Chamamos Estado aqui em sentido geral a uma sociedade de individuos organizados em instituições político-juridicas. Uma sociedade organizada se sustenta a partir de sistemas de repressão e controle de circulação dos desejos dos individuos que a integram. Esses mecanismos de repressão e controle exigem a adesão dos individuos em relações de identificação para poder ordenar a sociedade. Para participar da sociedade o individuo deve renunciar a determinados encaminhamentos pulsionais (canibalismo, insesto etc.). Estes renunciamentos pulsionais podem ser ordenados de duas maneiras diferentes: 1. A modo de conduzir a saídas sublimatórias e favorecer a circulação do desejos por outras vias, recriando o circuito pulsional e a variedade de objetos de satisfação parcial, isto permitiria conviver com a instabilidade entre os conflitos e os concensos em uma sociedade do usufruto; 2. De um modo decididamente repressivo e então sua saida será perversa. Os mecanismos de repressão e controle pulsional exigem que o individuo deva renunciar à sua satisfação pulsional em relações de identificação fechadas onde aquilo que é excluido, o inimigo, é reduzido a resto,a escoria,a fezes, e portanto, pode ser eliminado, e eliminado sistematicamente. Há uma promessa de gozo absoluto nessa eliminação do resto, um gozo perverso. Esse gozo perverso é o que sustenta os mecanismo de eliminação sistemática de pessoas na Argentina de 1976-1983 e na Alemanha da solução final. Mas o gozo perverso que determina esse mecanismo de operação não se reduz a um indivíduo com vontade de fazer o mal, senão que se sustenta em uma infra-estrutura. O mecanismo da perversão é fundamentalmente uma instalação que precisa de suporte. Podemos ver Masoch ou Sade, a cena exige parceiros, ajudantes, roupas, ambiente adequado, alimentos, bebidas etc. Não há perversão sem a cena completa. No Estado Perverso, onde a redução a escoria do outro é uma prática sistemática, é preciso do “pervertido” como o ator da cena, mas também de toda a infra-estrutura. No caso da solução final, foi preciso de logística, de tecnologia, da empressa Man e da empresa Siemens para fazer motores e fornos crematórios para os campos de exterminio, de técnicos, ajudantes, sistemas de financiamento etc para que o gozo perverso da eliminação do judeu como resto fosse possível. No caso do terrorismo de Estado na Argentina, não bastaram apenas os torturadores e os sequestradores, foi preciso que uma infra-estrutura de tecnologia, logistica e financiamento desse suporte. Para poder exercer a prática política como o jogo de interesses que se pauta em um campo de instabilidade fundamental é preciso não apenas afastar o “pervertido” em favor de exercícios lúdicos de satisfação, em favor de disputas hegemônicas ou na busca de consensos, mas também desmontar o dispositivo da perversão desde sua infra-estrutura.
 
 

sexta-feira, 2 de novembro de 2012


Foi elaborado por Freud para dar conta de sintomas que, não tendo causa física, também não eram produtos da consciência e, mesmo assim, se apresentavam como efeitos passíves de reconhecimento na clínica. Insiste em ser mais do que um conceito hoje em dia. Aparece como voz da linguagem popular, como ferramenta da clínica, como categoria de pensamento, como problema, como palavra sem sentido, como objeto de estudo, como tema de exame e até como elemento a ser decorado para avaliações universitárias.

http://www.record.com.br/livro_sinopse.asp?id_livro=26458

O inconsciente: Onde mora o desejo
Autor: Daniel Omar Perez
ISBN: 8520008534
Gênero: Psicologia/ Psicanálise
Coleção: Para ler Freud
Páginas: 196
Formato: 12 x 18 cm
Editora: Civilização Brasileira