quarta-feira, 5 de junho de 2019

O Centro de Estudos de Filosofia Moderna e Contemporânea da Unicamp recebe em agosto:

O Centro de Estudos de Filosofia Moderna e Contemporânea da Unicamp recebe em agosto:

dia 13. terça-feira, 19 horas Érico Andrade apresentando "Sobre losers: fracasso, impotência e afetos no capitalismo contemporâneo "

dia 20. terça-feira, 19 horas Alessandra Martins Parente apresentando "O corpo da ausência em Moisés e Arão de Schoenberg: uma leitura freudiana"

dia 27. terça-feira 19 horas Antonio Edmilson Paschoal apresentando "Ecce homo. "O falar de si para si mesmo como um exercício filosófico." "

Confirmaremos local em breve.

segunda-feira, 3 de junho de 2019

A identificação entre o estranho e o familiar


Moisés, Moshe, em egípcio "Mesu" significaria "Criança" ou talvez "filho". Em hebraico talvez possa significar "tirado das águas". Moisés, criado pela filha do farão, educado para se tornar o príncipe do Egito se sente estranho entre aqueles que são familiares e acaba indo para o deserto e encontrando sua identificação entre quem era estranho.
Seu filho foi chamado de Gerson, em hebraico pode ser dito como Gereshom, Gershom, Gersam e significaria estrangeiro, exilado.
Quando Ramsés assume o poder Moisés é convidado a voltar para o paço real, com sua família egípcia, mas ele não se reconhece naquela relação e volta a optar pela família dos filhos de Israel onde não era totalmente reconhecido como um deles, muitos o tratavam como egípcio.
O estranho e o familiar, a alienação que provoca plenitude e a separação que provoca angustia, nesse movimento pendular aparece a identidade individual de Moisés.

HG726 A Tópicos Especiais de Filosofia Geral X 3ª Feira
19:00 às 23:00
ifch -UNICAMP
Inicio de aula terça-feira 6 de agosto de 2019

Moisés e seu povo, o egípcio e o judeu: entre o estranho e o familiar, o diverso e o incomum.

HG726 A Tópicos Especiais de Filosofia Geral X 3ª Feira
19:00 às 23:00
ifch -UNICAMP
Inicio de aula terça-feira 6 de agosto de 2019
Professor: Daniel Omar Perez
Título: Fundamentos da psicanálise
Moisés e seu povo, o egípcio e o judeu: entre o estranho e o familiar, o diverso e o incomum.
Resumo: O Moisés de Freud é um estudo psicanalítico de uma história bíblica que busca refletir sobre a origem do monoteísmo, da unidade de um povo e da emergência de um líder. A história de Moisés em geral e a leitura freudiana em particular têm sido objeto de desdobramentos e críticas em vários aspectos.
A disciplina visa apresentar uma análise do texto que coloque de manifesto dois aspectos: um metodológico e outro categorial. Pretendemos abordar o procedimento metodológico da psicanálise com relação a eventos históricos, políticos e culturais, isto é, problematizar a possibilidade de usar a psicanálise para pensar não só um caso clínico, senão também o próprio dispositivo conceitual que nos possibilita acolher um fenômeno como é o caso da unidade de um povo, de uma coletividade, de uma comunidade, uma etnia ou um grupo qualquer e articular uma unidade identitária.
Assim sendo, buscaremos mostrar que, para dar conta da unidade do povo judeu, Freud deve exibir duas operações: 1. A unidade como uma produção feita a partir da diversidade; 2. O estranho como condição do familiar e do comum.
Finalmente, com esse dispositivo conceitual, abordaremos apenas como exemplos as problematizações sobre a comunidade realizadas por Kant, Blanchot, Barthes, Agamben, Nancy e Espósito.

Programa:
Introdução: questões epistemológicas e metodológicas.
1. Conhecimento e etnia: a psicanálise é uma ciência judia?
2. Conhecimento e demarcação epistemológica: a psicanálise é uma ciência?
3. Conhecimento e prática clínica: a psicanálise é uma?
4. Conhecimento e metapsicologia: a psicanálise
Primeira parte: Moisés
1. Os textos socioculturais de Freud: Totem, Mal-estar, O futuro, As massas, Moisés.
2. A estrutura e os elementos de Moisés de Freud e da leitura da Bíblia.
3. O que os pesquisadores afirmam do Moisés de Freud?
4. Exame da questão do líder em Freud
5. Exame da questão do Deus em Freud
6. Exame da questão do Povo em Freud
Segunda parte: A comunidade
1. Pensar a vida em comum antes de Freud: Kant entre o dogmatismo estatutário e a fé racional.
2. Pensar a vida em comum depois de Freud: Blanchot, Barthes, Nancy, Agamben e Espósito a partir do incomum.

Metodologia: aulas expositivas.
Forma de avaliação: trabalho final sobre um ponto específico do programa.
Horário da disciplina: terça-feira de 19 a 23
Horário de atendimento: terça-feira de 9 a 12 na sala B45 com horário marcado.
Bibliografia:
Textos de base:
Agamben, G. A comunidade que vem. Belo Horizonte: Editora Autêntica, 2013.
Barthes, R. Como vivir juntos. Buenos Aires: Siglo XXI, 2003.
Blanchot, M. La comunidad inconfesable. Madrid: Editora Nacional, 2002.
Espósito, R. Comunitas. Origen y destino de la comunidade. Buenos Aires: Amorrortu, 2012.
Freud, S. O homem Moisés e a religião monoteísta. Porto Alegre: MPL Editores, 2013.
Kant, I. A religião nos limites da simples razão. São Paulo: Lafonte, 2017.
Nancy, J-L. A comunidade inoperada. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2016.
VVAA. Bíblia de Jerusalém. São Paulo: Paulus, 1988.
Textos de apoio:
Bocca, Bocchi & Perez Ontologia sem espelhos. Curitiba CRV, 2015.
Canetti, E. Masse und Macht. Frankfurt am Main: Fischer Taschenbuch Verlag, 2011.
Espósito, R. Immunitas. Protección y negación de la vida. Buenos Aires: Amorrortu, 2009.
Freud, S. Moises y la religión monoteísta: tres ensayos. Volumen 19. Buenos Aires: Hyspamerica, 1988.
______ Moises y la religión monoteísta. Buenos Aires: Raices, biblioteca de cultura judía, 1988.
______ Totem e tabu. Porto Alegre: LP&M, 2013.
______ O Mal-estar na civilização. Porto Alegre: LP&M, 2010.
______ Psicologia das massas e análise do eu. Porto Alegre: LP&M, 2013.
Fuks, Betty B. O homem Moises e a religião monoteísta- três ensaios. O desvelar de um assassinato. Rio de Janeiro: Record, 2014.
Giacoia Jr, O. Agamben. Por uma ética da vergonha e do resto. São Paulo: Edições N -1, 2018.
Kant, I. Die religion innerhalb der Grenzen der blossen Vernunft. Band 7. Darmstadt: Wissenschaftliche Buchgesellschaft, 1983.
______ La religion dentro de los limites de la mera razón. Madrid: Alianza editorial, 1986.
Lacan, J. O Seminário 9. A identificação. Versão taquigrafada disponívelhttp://staferla.free.fr/S9/S9.htm

Perez, D. O. O Inconsciente. Onde mora o desejo. Rio de Janeiro: Record, 2012.
__________ A psicanálise como experiência ética e o problema da cientificidade Revista Mal-estar e Subjetividade – Fortaleza – Vol. IX – Nº 4 – p. 1203-1232 – dez/2009.
Perez, D.O. & Starnino, A. Por que nos identificamos? Curitiba: CRV, 2018.
Rank, O. O mito do nascimento do herói. Uma interpretação psicológica dos mitos. São Paulo: Cienbook, 2015.
Reich, W. Psicologia de massas do Fascismo. São Paulo: Martins Fontes, 2001
Rozitchner, L. Escritos psicoanalíticos. Matar al padre, matar al hijo, matar a la madre. Buenos Aires: Ediciones Biblioteca Nacional, 2015.
Todorov, T. La vida em comum. Ensayo de antropologia general. Buenos Aires: Taurus, 2008.

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Atividades do próximo semestre, entre agosto e novembro de 2019 na Unicamp

Atividades do próximo semestre de 2019 na Unicamp

segunda-feira 14 horas HF955 - Seminário de Orientação em Filosofia da Psicologia e da Psicanálise I

segunda-feira 16 horas HF944 - Seminário de Orientação em História da Filosofia Moderna II

terça-feira Horário de atendimento de 9 a 12 na sala B45 com horário marcado.

terça-feira 19 horas Aulas de graduação em filosofia: Moises e seu povo, o egípcio e o judeu: entre o estranho e o familiar, o diverso e o incomum.

quarta-feira: Extensão: filosofia com diagnóstico de autismo. Corujão.

Atividades de pesquisa:
1. O homem como operador de regras lógico-semânticas e objeto sui generis de aplicação de juízos práticos. Uma investigação sobre o Opus postumum, reflexões e lições de antropologia de Immanuel Kant.

2. A constituição do sujeito a partir das relações de identificação. Uma abordagem entre a filosofia kantiana e a psicanálise freudiano-lacanaina



ONTOLOGIE SANS MIROIRS Essai sur la réalité Borges, Descartes, Locke, Berkeley, Kant, Freud

ONTOLOGIE SANS MIROIRS

Essai sur la réalité
Borges, Descartes, Locke, Berkeley, Kant, Freud
Josiane Cristina BocchiDaniel Omar PerezFrancisco Verardi Bocca
Traduit du portugais (Brésil) par Isabelle Alcaraz
La philosophie en commun 
PHILOSOPHIE 


http://www.editions-harmattan.fr/index.asp?navig=catalogue&obj=livre&no=62816
Qu'est-ce que la réalité ? La première étude est basée sur le rapport entre la littérature et la philosophie. La question du réel apparaît sur le plan du récit et du jeu de l'argumentation, notamment dans l'oeuvre de Jorge Luis Borges. En second lieu, le thème est discuté en fonction de qui interroge et de son objet, en rapport à Descartes, Berkeley, Locke et Kant. Dans un troisième temps, identifiant le point où l'échec de ces présuppositions suscite une nouvelle formulation de la question sur la réalité, le recours à la psychanalyse apparaît nécessaire. Enfin, nous nous interrogeons sur : qu'est-ce que la réalité, en tant que question. Comment une telle question est-elle possible ?


Josiane Cristina Bocchi est psychologue, docteure en philosophie, postdoctorante en psychologie, professeure de psychopathologie à l'université d'État de São Paulo au Brésil (UNESP).
Daniel Omar Perez est psychanalyste, docteur en philosophie, professeur de philosophie à l'université d'État de Campinas au Brésil (UNICAMP).
Francisco Verardi Bocca est docteur en philosophie, postdoctorant en philosophie de l'université Paris VII-Denis Diderot, professeur de philosophie à l'université pontificale du Paraná au Brésil (PUCPR).

Curso de filosofia, leitura da Bíblia: Moisés, o líder e seu povo.


Título: Moises e seu povo, o egípcio e o judeu: entre o estranho e o familiar, o diverso e o incomum.

Resumo: O Moises de Freud é um estudo psicanalítico de uma história bíblica que busca refletir sobre a origem do monoteísmo, da unidade de um povo e da emergência de um líder. A história de Moises em geral e a leitura freudiana em particular têm sido objeto de desdobramentos e críticas em vários aspectos. A disciplina visa apresentar uma análise do texto que coloque de manifesto dois aspectos: um metodológico e outro categorial. Pretendemos abordar o procedimento metodológico da psicanálise com relação a eventos históricos, políticos e culturais, isto é, problematizar a possibilidade de usar a psicanálise para pensar não só um caso clínico, senão também o próprio dispositivo conceitual que nos possibilita acolher um fenômeno como é o caso da unidade de um povo, de uma coletividade, de uma comunidade. Assim sendo, buscaremos mostrar que, para dar conta da unidade do povo judeu, Freud deve exibir duas operações: 1. A unidade como uma produção feita a partir da diversidade; 2. O estranho como condição do familiar e do comum. Finalmente, com esse dispositivo conceitual, abordaremos apenas como exemplos as problematizações sobre a comunidade realizadas por Kant, Blanchot, Barthes, Agamben, Nany e Espósito.

Programa:
Introdução: questões epistemológicas e metodológicas.
1.                  Conhecimento e etnia: a psicanálise é uma ciência judia?
2.                  Conhecimento e demarcação epistemológica: a psicanálise é uma ciência?
3.                  Conhecimento e prática clínica: a psicanálise é uma?
4.                  Conhecimento e metapsicologia: a psicanálise
Primeira parte: Moises
1.                  Os textos socioculturais de Freud: Totem, Mal-estar, O futuro, As massas, Moises.
2.                  A estrutura e os elementos de Moises de Freud e da leitura da Bíblia.
3.                  O que os pesquisadores afirmam do Moises de Freud?
4.                  Exame da questão do líder em Freud
5.                  Exame da questão do Deus em Freud
6.                  Exame da questão do Povo em Freud
Segunda parte: A comunidade
1.                  Pensar a vida em comum antes de Freud: Kant entre o dogmatismo estatutário e a fé racional.
2.                  Pensar a vida em comum depois de Freud: Blanchot, Barthes, Nancy, Agamben e Espósito a partir do incomum.

Metodologia: aulas expositivas.
Forma de avaliação: trabalho final sobre um ponto específico do programa.
Horário da disciplina: terça-feira de 19 a 23
Período: de agosto a novembro de 2019.
Lugar: Unicamp.
Horário de atendimento: terça-feira de 9 a 12 na sala B45 com horário marcado.

Bibliografia:
Textos de base:
Agamben, G. A comunidade que vem. Belo Horizonte: Editora Autêntica, 2013.
Barthes, R. Como vivir juntos. Buenos Aires: Siglo XXI, 2003.
Blanchot, M. La comunidad inconfesable. Madrid: Editora Nacional, 2002.
Espósito, R. Comunitas. Origen y destino de la comunidade. Buenos Aires: Amorrortu, 2012.
Freud, S. O homem Moisés e a religião monoteísta. Porto Alegre: MPL Editores, 2013.
Kant, I. A religião nos limites da simples razão. São Paulo: Lafonte, 2017.
Nancy, J-L. A comunidade inoperada. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2016.
VVAA. Bíblia de Jerusalém. São Paulo: Paulus, 1988.

Textos de apoio:
Bocca, Bocchi & Perez  Ontologia sem espelhos. Curitiba CRV, 2015.
Canetti, E. Masse und Macht. Frankfurt am Main: Fischer Taschenbuch Verlag, 2011.
Espósito, R. Immunitas. Protección y negación de la vida. Buenos Aires: Amorrortu, 2009.
Freud, S. Moises y la religión monoteísta: tres ensayos. Volumen 19. Buenos Aires: Hyspamerica, 1988.
______ Moises y la religión monoteísta. Buenos Aires: Raices, biblioteca de cultura judía, 1988.
______ Totem e tabu. Porto Alegre: LP&M, 2013.
______ O Mal-estar na civilização. Porto Alegre: LP&M, 2010.
______ Psicologia das massas e análise do eu. Porto Alegre: LP&M, 2013.
Fuks, Betty B. O homem Moises e a religião monoteísta- três ensaios. O desvelar de um assassinato. Rio de Janeiro: Record, 2014.
Giacoia Jr, O. Agamben. Por uma ética da vergonha e do resto. São Paulo: Edições N -1, 2018.
Kant, I. Die religion innerhalb der Grenzen der blossen Vernunft. Band 7. Darmstadt: Wissenschaftliche Buchgesellschaft, 1983.
______ La religion dentro de los limites de la mera razón. Madrid: Alianza editorial, 1986.
Lacan, J. O Seminário 9. A identificação. Versão taquigrafada disponível http://staferla.free.fr/S9/S9.htm
Perez, D. O. O Inconsciente. Onde mora o desejo. Rio de Janeiro: Record, 2012.
__________  A psicanálise como experiência ética e o problema da cientificidade Revista Mal-estar e Subjetividade – Fortaleza – Vol. IX – Nº 4 – p. 1203-1232 – dez/2009.
Perez, D.O. & Starnino, A. Por que nos identificamos? Curitiba: CRV, 2018.
Rank, O. O mito do nascimento do herói. Uma interpretação psicológica dos mitos. São Paulo: Cienbook, 2015.
Reich, W. Psicologia de massas do Fascismo. São Paulo: Martins Fontes, 2001
Rozitchner, L. Escritos psicoanalíticos. Matar al padre, matar al hijo, matar a la madre. Buenos Aires: Ediciones Biblioteca Nacional, 2015.
Todorov, T. La vida em comum. Ensayo de antropologia general. Buenos Aires: Taurus, 2008.

sábado, 6 de abril de 2019

"A ética e a vida"

Na segunda-feira, de 10 a 12 hs, no IB sala 13 (Instituto de Biologia da Unicamp), ministraremos uma aula de ética para biologia o professor László Károly Nagy e eu.
"A ética e a vida"

Associação Buda Darma (Valinhos) e psicanálise

Na segunda-feira 8 de abril, de 18 a 20 horas, na Associação Buda Darma (Valinhos) teremos o primeiro de quatro encontros sobre os fundamentos da psicanálise.
8 e 22 de abril
13 e 27 de maio

Titulo: fundamentos da psicanálise. 

Tópicos

1. Metapsicologia: aparelho psíquico; primeira e segunda tópica, primeira e segunda teoria das pulsões
2. Formações do inconsciente: lapso, esquecimento, chiste, sonho, sintoma.

Kant e o Dilema da Moral

Kant e o Dilema da Moral O que posso saber? O que devo fazer? O que me é permitido esperar? O que é o ser humano?
com Daniel Omar Perez
Casa do Saber (rua dr. Mario Ferraz, 414, São Paulo).
Por meio de quatro perguntas – o que posso saber? O que devo fazer? O que me é permitido esperar? O que é o ser humano? – a filosofia crítica de Kant ensina que é preciso, especialmente nos dias de hoje, que cada um tenha a coragem de pensar por si próprio. Isso significa não estar o sujeito submetido a um princípio de autoridade, mas à sua própria razão. A saída das trevas do obscurantismo, do fanatismo e do terrorismo se encontram na retomada do projeto kantiano de esclarecimento.
Ao introduzir os questionamentos morais a partir de uma perspectiva kantiana, os encontros colocam cada um diante dos usos possíveis da razão para o exercício pleno e autônomo das ciências, da política e da religião, de uma maneira crítica. O curso busca mostrar porque o exercício da reflexão e do pensar exige e propicia uma comunidade legal e ética. Ao compreender-se o que significa pensar, em filosofia, é possível compreender como isso passa pela não submissão a dogmas ou ao mero império da força bruta em qualquer uma das suas formas.
terçãs-feiras de 20 a 22 horas
1 09/04 Kant contra a metafísica dogmática
2 16/04 Kant contra os terroristas políticos
3 23/04 Kant contra os fanáticos e dogmáticos religiosos

segunda-feira, 25 de março de 2019

HF944 - Seminário de Orientação em História da Filosofia Moderna II


HF944 - Seminário de Orientação em História da Filosofia Moderna II

segunda-feira 16 horas de agosto a novembro de 2019, na pós-graduação de filosofia do IFCH, da Unicamp.

Professor: Daniel Omar Perez

A disciplina será ministrada no IFCH (algumas das aulas serão realizadas dentro da biblioteca em função do uso do material bibliográfico)

Programa: O seminário visa trabalhar as noções de identidade, Eu e Sujeito na crítica da razão pura de I. Kant. Abordaremos diferentes interpretações, a saber, Martin Heidegger, Wolfram Horgrebe, Slavoj Zizek, Patricia Kitcher, Robert Hanna e Zeljko Loparic.

Bibliografia:
Hanna, R. Kant and the foundations of analitic philosophy. NY: Oxford University Press, 2006.
Heidegger, M. Kant y el problema de la metafísica. Buenos Aires, FCE, 1986.
Horgrebe. W. Kant und das Problem einer transzendentalen Semantik. München: Verlag Karl Alber, 1974.
Kant, I. Ktitik der reinen Vernunft. AA 05. Berlin, W. Degruyter, 1905-.
Kitcher, P. Kant´s Transcendental Psychology. NY: Oxford University Press, 1990.
Loparic, Z. A semântica transcendental de Kant. Campinas: CLE, 2005.
Zizek, S. Tarrying with the negative. Durham: Duke University Press, 1993.
______. El espinoso sujeto. Buenos Aires: Paidós, 2005


HF955 - Seminário de Orientação em Filosofia da Psicologia e da Psicanálise I


HF955 - Seminário de Orientação em Filosofia da Psicologia e da Psicanálise I

segunda-feira 14 horas de agosto a novembro de 2019, na pós-graduação de filosofia, IFCH, Unicamp

Professor: Daniel Omar Perez

A disciplina será ministrada no IFCH (algumas das aulas serão realizadas dentro da biblioteca em função do uso do material bibliográfico)

Programa: O seminário visa abordar os conceitos de Identidade e Identificação em Freud e Lacan em relação com a noção de Fantasia e Fantasma. Abordaremos os textos de Freud Psicologia das massas e análise do eu, Uma criança é espancada e Moises e a religião monoteísta, os textos de Lacan O seminário 9 e O seminário 14. Buscaremos reconstruir a teoria de Freud e de Lacan de uma constituição do sujeito a partir dos processos de identificação que se articulam em relação com a Fantasia no primeiro autor e com o Fantasma no segundo. Os estudantes apresentarão os resultados das suas pesquisas.

Bibliografia:
Freud, S. Psicologia das massas e análise do eu. (utilizaremos a versão em alemão disponível e as diferentes traduções para o português especialmente da editora L&PM e o espanhol especialmente da Editora Amorrortu e Hyspamerica)
_______. Uma criança é espancada. (utilizaremos a versão em alemão disponível e as diferentes traduções para o português especialmente da editora Imago e o espanhol especialmente da Editora Amorrortu e Hyspamerica)
_______. Moises e a religião monoteísta. (utilizaremos a versão em alemão disponível e as diferentes traduções para o português especialmente da editora L&PM e o espanhol especialmente da Editora Amorrortu e Hyspamerica)
Lacan, J. O seminário 9  (utilizaremos as versões taquigráficas em francês http://staferla.free.fr/ )
_______. O seminário 14 (utilizaremos as versões taquigráficas em francês http://staferla.free.fr/ )
Perez & Starnino (org) Por que nos identificamos? Curitiba: CRV, 2018.