As obras de Freud em alemão são indispensáveis para quem trabalho a teoria e/ou a prática psicanalítica.
http://staferla.free.fr/Freud/freud.htm
Freud Gesammelte Werke (au format pdf)
As obras de Freud em alemão são indispensáveis para quem trabalho a teoria e/ou a prática psicanalítica.
http://staferla.free.fr/Freud/freud.htm
Freud Gesammelte Werke (au format pdf)
As obras de Lacan circulam em diferentes línguas. Porém, tem os seminários e os escritos de Lacan estabelecidos a partir da transcrição das aulas.
Podem encontrar aqui a biblioteca completa.
Imagem: Emilia FerrariO Pêndulo de Epicuro é, em princípio, uma estratégia de reflexão sobre a filosofia da história. O recurso a Kant parece-nos justificado em si mesmo quanto ao tema. Já o recurso a Freud tem um valor adicional: a simetria e dissimetria em relação a Kant que reconhecemos nele. A novidade, se podemos assim chamar, aparece no recurso a Darwin. Este nos deu o equilíbrio do pêndulo, o ponto de vista que faz verdadeiro contraponto a Kant e Freud, mas, principalmente, que delineia os dois enquadres que detectamos na história da filosofia, o acaso e a necessidade, o aprioristicamente determinado e a contingência, o progresso e o declínio, numa palavra, o mesmo e a diferença. Tudo isto, por outro motivo que não o diletantismo filosófico, a saber, uma reflexão consistente sobre o sujeito e, assim, sobre os destinos da humanidade, sobre as responsabilidades humanas, sobre as condições de possibilidade das ações e das autodeterminações humanas. A dimensão do desafio encontrado, verá o leitor, é que tudo está por ser feito e ninguém além dos seres humanos o fará.
O que é a realidade? Como uma pergunta desse tipo é possível? O objetivo deste livro é nos prepararmos para a interrogação acerca da realidade. Por isso, antes de responder e avançar positivamente preferimos nos deter e apontar para a própria pergunta. Assim sendo, ensaiamos a busca de alguns elementos das condições de possibilidade da sua formulação. Para alcançarmos o nosso objetivo desenvolvemos a apresentação do resultado da pesquisa em três abordagens e uma conclusão. Num primeiro enfoque do problema a tarefa se coloca na relação literatura-filosofia. A questão acerca do real aparece no plano da narrativa e do jogo da argumentação, isto é, da linguagem. Para isso usamos as ideias de Jorge Luis Borges e suas especulações sobre a realidade tanto nas ficções literárias quanto em relação à própria escrita filosófica. Numa segunda perspectiva o assunto é colocado em relação a quem pergunta e seu objeto. Por isso achamos pertinente usar alguns conceitos e dispositivos teóricos da filosofia moderna e suas objeções, especialmente em Descartes, Berkeley e Kant. No terceiro momento, indicamos o ponto no horizonte onde o fracasso das pressuposições anteriormente reveladas impulsiona a tentativa de uma nova formulação da pergunta pela realidade. O recurso da psicanálise se apresenta como a possibilidade de marcar o fim de uma época e abertura de uma nova pauta de trabalho. Ao final nos interrogamos o que é a realidade enquanto pergunta. Como uma pergunta desse tipo é possível? Nosso trabalho revela que a pergunta pela realidade supõe uma linguagem (isto é, um conjunto de conceitos, regras e argumentações) e um sujeito (desde onde se enuncia o interrogante). Linguagem articulada em conceitos e argumentos e Sujeito da enunciação se conformam num dispositivo teórico que possibilita a pergunta e a eventual resposta.
Por que nos consideramos iguais a uns e diferentes de outros? Porque nos apaixonamos por determinadas pessoas, coisas ou ideias? Como decidimos nossas escolhas, nossos gostos? Por que nos reconhecemos a partir de um nome e de uma história individual, familiar ou grupal, de gênero, política ou étnica? Desde a crítica da identidade elaborada na filosofia moderna a partir de O Seminário IX de Lacan, A Identificação, articulamos um dispositivo conceitual que nos permite reformular a pergunta por aquilo que sou ou que somos já não desde uma essência, substância ou função lógica e sim desde a diferença.
Neste trabalho, intitulado Sentimentos em conflito - Acerca do que fazemos, podemos e devemos fazer de nós mesmos
, procurei mostrar como se organiza e funciona o campo de sentido da experiência prática com vários dos seus desdobramentos internos. Chamamos aqui de experiência prática ao conjunto de experiências do sujeito no domínio prático: moral em sentido estrito, direito, política e história, incluindo reflexões sobre a loucura e o conhecimento antropológico. A pergunta em questão é acerca da possibilidade da experiência moral e nos conduz a indagar as estruturas proposicionais que aparecem na experiência prática, o sujeito dessa experiência que aparece como operador e objeto das operações, os afetos e sentimentos que se articulam com os enunciados morais, bem como as regras sintáticas e referenciais que estão em jogo no campo prático. Parafraseando Kant: deixamos para trás o presunçoso título de ontologia como também o de uma moral dos fatos em si e avançamos numa analítica das condições de possibilidade de uma experiência prática (em sentido amplo): moral, política, histórica e antropológica, incluindo ainda a experiência da loucura.Coleção Modernos e Contemporâneos
ISBN: 978-85-66045-60-4
384 páginas
Ano de publicação: 2019
1. V Colóquio Filosofia e Psicanálise da UNICAMP: Fundamentos Lógicos e Filosóficos da Psicanálise. Tema: Psicanálise e outras ciências. 13, 14 e 15 de abril de 2026, de 8.00 hs a 18.00 hs. Casa do Lago. Sala de cinema.
2. XXII Colóquio Kant da UNICAMP. Tema: Kant e a era da inteligência artificial. 22, 23 e 24 de abril de 2026, de 8.00 hs. a 18.00 hs. Casa do Lago. Sala de cinema.
3. VI Colóquio Filosofia e Psicanálise da UNICAMP: Homenagem ao professor Christian Dunker. 26 e 27 de outubro, de 8.00 hs. a 18.00 hs. Casa do Lago. Sala de cinema.
4. Projeto de Extensão Encontros 60+. Terças-feiras de 16.30 a 18.30. Casa do Lago. Espaço flexível.